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A pedra de 12 ângulos feita pelos incas em Cusco

Os incas e seus antecessores não dominavam a escrita, nem conheciam a pólvora ou o cavalo. Eram gênios da engenharia, astronomia e metalurgia, fizeram grandes e instigantes descobertas. Por questão de subsistência, desenvolveram técnicas agrícolas criativas e inteligentes.

As terraças, locais onde faziam plantações, eram centros de agronomia. As cidades, construídas com tecnologia antiterremoto, utilizavam a pedra angular com encaixes perfeitos em construções que resistem altivas à ação do tempo e à força da natureza. Na metalurgia, que dominavam, aprenderam a lidar com o estanho séculos antes dos europeus.

Em Cusco, lembrei que, como ainda era dia, poderia visitar a famosa pedra dos 12 ângulos, no palácio do Inca Roca, na rua Hatun Rumiyoc, a dois quarteirões da praça das Armas. O encaixe das pedras é tão perfeito e tão resistente que os prédios estão de pé até hoje, tantos terremotos depois, como a pedra dos doze ângulos. Essa tecnologia que eles dominavam e que ninguém conseguiu reproduzir, permite que estas edificações se conservem por muito tempo.

A lapidação da pedra era desenvolvida. A superfície ficava lisa como se fosse mármore polido. Para fazer blocos a partir das enormes rochas e como não dispunham à época de dinamite, eles abriam um furo na rocha e nele introduziam uma peça de madeira molhada. Ao secar, a madeira inchava e pressionava a rocha “por dentro”, o que a fazia partir-se ao meio. As pedras usadas nas construções ficavam em geral no alto dos morros e é difícil imaginar como conseguiam transportá-las.

Eles desenvolveram a técnica de rampas em nível para descer os blocos de pedra, alguns pesando cerca de trinta toneladas. Em vez de utilizar a força, cavavam uma rampa que terminava num plano e a rocha se deslocava até ali. Repetiam a operação várias vezes. Após essas etapas, a rocha chegava ao plano necessário. Se a rampa fosse cavada “de qualquer jeito”, a rocha não parava no nível desejado e rolava, descontrolada, montanha abaixo.

Havia cálculos para determinar a inclinação da rampa, de modo que a pedra deslizasse sem alcançar uma velocidade alta, o que tornaria impossível freá-la. Depois de transportá-las, parti-las e poli-las, os incas esculpiam suas pontas para que se encaixassem umas nas outras. Provou-se com o tempo que os encaixes eram perfeitos, pois vários terremotos não destruíram as construções.

Cidade no Peru

Cusco

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No Peru, praticamente, o país inteiro é um convite à aventura!

Na Patagônia chilena, os parques nacionais são ideais para praticar esportes

O trekking é um dos esportes mais praticados na trilha de Machu Picchu!

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Toda criança precisa viajar com pelo menos um documento de identificação

Ter um orçamento definido é fundamental

Tome muito cuidado com seu dinheiro na viagem

Cuidado com objetos “exóticos”, perecíveis e frágeis

Viajar é fazer descobertas!

Faça a sua viagem, não a dos outros

Leve a prescrição médica na bagagem de mão e os medicamentos necessários

Pegue leve com as novas amizades

Depois de um dia cheio de novidades, nada como descansar!

Nada é pior do que sacolejar em um vagão lotado e capenga

Preste atenção nos detalhes e repare nas interações humanas

Conviver com o outro nem sempre é fácil

Quanto maior a flexibilidade de datas, mais barata é sua viagem

Planejar uma viagem por conta própria depende de diversos fatores

Sempre têm muitas outras pessoas fazendo o mesmo

Sempre visite um centro de informações turísticas

Evite peças volumosas e que amassem

Montar a mala é como um quebra-cabeça

Faça amigos na cozinha e divirta-se muito!

Há muita opção com preços acessíveis e que renderá uma boa economia

A palavra secreta em quíchua na Bolívia e no Peru

Na Bolívia e no Peru, convém andar com dinheiro trocado no bolso, porque há pouco troco no comércio. Além disso, não amasse ou dobre as notas de dólar, pois os comerciantes não as aceitam se apresentarem qualquer problema, apesar de a moeda corrente deles ser suja, rasgada, velha e amassada.

É comum, nos dois países, as lojas fecharem entre 12h e 15h, para a sesta. Por isso, procure fazer sua programação de compras fora deste horário. No Peru, os supermercados abrem todos os dias.

É comum a numeração por quadras nas ruas; ou seja, rua X, quadra 8, significa que naquele quarteirão estão os números de 800 a 899. Por falar nisso, tome muito cuidado ao atravessar as ruas tanto na Bolívia quanto no Peru, já que os motoristas não respeitam os sinais de trânsito e os carros não apresentam qualquer segurança, pois são todos muito velhos.

Nos dois países, há inúmeros vendedores ambulantes oferecendo roupas, comidas e serviços. Se você se sentir incomodado, diga a palavra manan em tom sério, porque ela significa, em quíchua, “eu o respeito, você me respeita, mas não quero comprar”. O resultado é imediato. Um toque útil: quando um vendedor de bebidas, ambulante ou não, perguntar se você a quer fria ou gelada, saiba que fria é aquela servida em estado natural, sem gelo.

Cidades na Bolívia

Puerto Quijarro | Puerto Suárez | Santa Cruz de La Sierra | Cochabamba | La Paz | Copacabana

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A ilha do Sol em Copacabana

Decidi ir de barco à ilha do Sol. Como chovia muito, cheguei a ficar desanimado, mas ao trocar de roupa o mau tempo havia passado. Caminhei em direção ao lago e fiquei observando as atividades matinais recomeçarem: as pessoas chegando, os cães, os bares abrindo, o sol nascendo…

Às oito da manhã, entramos em seis numa lancha que mais parecia um barquinho acanhado, sem salva-vidas. O tempo voltou a ficar ruim e, no meio do lago, caiu uma chuva forte e passageira. Quando desembarcamos, chovia fino. Na ilha, eram 420 os degraus a subir. No alto do morro, ruínas de uma casa e, ao lado, um riachinho que diziam ser sagrado. Havia muitas flores e uma barraquinha vendendo lembranças. Poucos turistas se aventuraram naquele dia.

Estava no ponto de origem de toda a civilização incaica. O Templo do Sol era considerado sagrado por eles. Encontrei as mesmas figuras que vira em Tihuanaco, pumas fabricados em ouro ou prata, com faiscantes olhos de pedras preciosas, geralmente esmeraldas, que eram estimadas pelos antigos povos do Peru e da Bolívia.

Essas pedras eram grandes e hoje teriam muito valor, pois as estátuas eram do tamanho de animais de verdade, algumas medindo um metro e meio. Além disso, um curioso personagem corcunda, com o pênis ereto, chamava a atenção: representava um deus da fertilidade. À frente, via a ilha da Lua, numa paisagem muito bonita, com o lago dominando.

Quando Pizarro alcançou o Império inca, no século XVI, aprisionou em Cajamarca o imperador Atahualpa e exigiu um resgate para libertá-lo. De todos os lugares, vieram pessoas trazendo objetos preciosos para trocá-los pela vida do líder, que mesmo assim foi assassinado pelos espanhóis. Este fato causou tristeza nos habitantes da ilha do Sol.

Os sacerdotes previram que os templos seriam saqueados, como os de Cusco haviam sido. Para evitar que isso acontecesse, resolveram ocultar tudo o que pudessem, principalmente os artefatos ligados à religião. Entre eles, estava uma enorme corrente de ouro, medindo duzentos metros, tão pesada que precisava de inúmeros fiéis para carregá-la. Ela cercava o templo da ilha do Sol e foi atirada ao lago em algum local não muito distante.

As virgens do Sol lançaram também às águas diversos ídolos sagrados, milhares de peças de ouro e pedras preciosas. Utilizaram para esta missão barcos e jangadas, cujos tripulantes foram sacrificados, e muitas optaram pelo sacrifício da própria vida para não serem desonradas pelos colonizadores “selvagens”. Quando os espanhóis chegaram à ilha, encontraram os templos vazios e, embora torturassem os nativos até a morte, nunca conseguiram encontrar qualquer vestígio da imensa riqueza desaparecida.

Inúmeros mergulhadores têm procurado pistas, sem êxito. Muitos pesquisadores e aventureiros morreram nesta tentativa. Dizem que os deuses amaldiçoam todos que tentam profanar seus tesouros perdidos. A equipe de Jacques Cousteau tentou localizar o da ilha do Sol, mas não obteve sucesso. Por isso, os moradores atribuem o acidente que matou o filho de Cousteau a um castigo divino. Este é um segredo que os incas séculos depois de extintos, ainda guardam, com a colaboração silenciosa do lago Titicaca.

Cidade na Bolívia

Copacabana

 

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A ilha de Urus no meio do lago Titicaca

O dia estava ensolarado e as gaivotas nos acompanharam todo o tempo, compondo um belo quadro com o azul do lago Titicaca.

O Titicaca é o lago navegável mais alto do mundo. Fica a 3.812m acima do nível do oceano Pacífico. Chamam-no de “mar do alto”, por causa da imensa quantidade de água. Cobre uma área de oito mil quilômetros quadrados, o que o torna o maior lago acima de dois mil metros, com tamanho equivalente a 15 lagos de Genebra.

O comprimento é de cerca de 175 km e em alguns pontos chega a ter cinquenta quilômetros de largura. Suas águas, alimentadas por 25 rios, são salgadas, e mesmo perdendo a salinidade por causa das chuvas, tem uma fauna quase idêntica à do mar. A profundidade varia muito e chega a 280m. Sua temperatura média é de 13oC. As pesquisas em seu fundo são dificultadas pela espessa camada de limo, que chega a quatro metros em determinados pontos. As montanhas ao redor valorizam a beleza do visual, enriquecido pelas 41 ilhas.

Uma hora depois, chegamos ao nosso destino. Uros é uma ilha artificial de quinhentos metros quadrados. Quando se pisa no chão, tem-se a impressão de se estar afundando, porque o solo tem pouca consistência e parece areia movediça.

O material mais abundante é uma espécie de palha grossa, a totora. Logo que comecei a explorar o lugar, vi um barco feito desse material, com um pescador remando de pé. Aproximei-me: o trançado da palha era muito grosso, o que parecia tornar o barco resistente.

Estudos recentes comprovaram que os orientais saíram da Ásia e foram parar na América usando embarcações de maior porte feitas desse material. O teste definitivo foi feito há alguns anos: um barco de dimensões semelhantes às dos originais partiu de um ponto na Ásia, de onde provavelmente os povos teriam imigrado, para a América e resistiu à experiência.

Assim, a totora possibilitou a propagação da cultura asiática no continente americano. Essa descoberta foi fundamental, porque graças a ela os cientistas conseguiram explicar como traços culturais do Oriente estavam presentes nessas civilizações antigas.

Um dos exemplos mais claros são alguns dos desenhos das linhas de Nasca, retratando papagaios e macacos. Os biólogos provaram que naquela época esses animais não existiam na região, sendo impossível, portanto, que os nativos conhecessem tais espécies. Seu habitat natural era a Ásia, o que reforça a teoria da imigração dos povos asiáticos. Eu obteria provas mais claras adiante, na minha viagem.

Na ilha, há ainda um museu com objetos de artesanato local e peças de vestuário. Nem precisei entrar, porque quase tudo o que estava exposto lá dentro era vendido do lado de fora por mulheres de feição típica. A origem do povoado de Uros consiste na lenda que depois que Wiracocha mandou o dilúvio e o sol renasceu em Titicaca, patos silvestres nadavam entre as totoras.

O deus, compadecido dos homens que suportavam tanta calamidade, os havia transformado em patos. Mas, com o resplendor do sol, outro milagre aconteceu e muitos destes patos voltaram a ser homens… Estes homens, que haviam se acostumado a viver entre as totoras, decidiram não abandoná-las jamais. Assim nasceu Uros.

Cidade no Peru

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A Ilha de Taquile é um pequeno paraíso no Lago Titicaca

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A importância do número 3 na minha trilha pessoal

A beleza da filosofia de vida dos incas

Cuy assado com batatas e arroz

Os incas administravam como os países ricos adotam hoje

Lanzón é o símbolo maior de adoração da cultura chavín

As maravilhas descobertas em Ollantaytambo

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Machu Picchu – Trabalho em Equipe

Viagem de incentivo- Machu Picchu

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

No Peru, praticamente, o país inteiro é um convite à aventura!

Na Patagônia chilena, os parques nacionais são ideais para praticar esportes

O trekking é um dos esportes mais praticados na trilha de Machu Picchu!

Viajar gastando pouco vai virar uma arte para você

Procure ir trocando seu dinheiro aos poucos

Hostels abrem as portas também com a finalidade de trocar experiências

Você precisa ter uma média de quanto dinheiro pode gastar

Como presentear alguém num país diferente do seu?

É a experiência que faz o bom viajante

Viajar sozinha pode ser muito melhor que você imagina

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

O investimento com um Seguro Saúde é considerado relativamente baixo

Seja rápido em caso de roubo

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

Faça as contas para poupar dinheiro e aprenda a economizar

Siga sempre a sua intuição!

É necessário que todos aprendam há ceder um pouco

Não faça economia burra, busque um bom custo-benefício

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Sempre esteja com o passaporte

Escolha itens multiuso.  Essa regra é clássica

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Regras de conduta devem ser respeitadas

Dê preferência para locais próximos de transporte público, com wi-fi e café da manhã

A Ilha de Taquile é um pequeno paraíso no Lago Titicaca

Para chegar a Taquile tivemos que atravessar o lago Titicaca. O azul da água adquiria um tom mais brilhante por causa do sol forte, enquanto a balsa se arrastava entre colinas. Assim que cheguei à ilha, assustei-me com a próxima “aventura”: vencer uma escadaria de seiscentos degraus sob o sol do meio-dia, a 3.800 metros.

A cada centena de degraus, me perguntava se realmente valia a pena tanto esforço. A resposta vinha quando olhava para trás e via, de pontos cada vez mais altos, o lago e a região ao redor. Muitos pararam no meio do caminho, outros passaram mal por causa do cansaço associado ao calor, mas resolvi ir até o fim. Quando cheguei ao topo, arrependi-me de ter sequer pensado em desistir. A vista era realmente bela.

No final da escada, havia um portal de pedra, um tanto rococó, em contraste com a arquitetura sóbria com a qual vinha me deparando até então. Dali, avistava-se uma cidade construída em pedra, com caminhos muito bem traçados, que se estendia até às margens do Titicaca, majestoso como sempre.

A ilha de Taquile tem 2,5km de largura por 7,5km de comprimento. São cerca de 350 casas construídas sobre ruínas incas, em meio a ruas de pedras e a muita vegetação rasteira, que contribuía para dar um toque de cores especial àquele quadro pintado pela natureza.

A ilha tem quase duas mil pessoas, alguns com cerca de cento e vinte anos. As pessoas aqui costumam viver uma média de cem anos. Tem vários perto disso.

De cinco em cinco anos, um morador é escolhido como representante da comunidade e recebe a função de administrar a cidade. A comunidade é obstinada na defesa de suas tradições culturais. Vários administradores recusaram propostas de instalar hotéis e resorts na ilha. Preferem que tudo fique como está.

Em Taquile não há energia elétrica, nem os confortos que dela advêm. Sem televisão, a cidade ficou isolada do mundo. Cultiva e gosta do turismo, uma de suas fontes de renda, mas desde que não seja predatório. Qualquer visitante pode se hospedar numa casa de família. O contato fica mais próximo, explicando a afabilidade com que todos tratam os de fora.

A população de Taquile é de origem quíchua e tem como atividade principal um tipo de artesanato têxtil com desenhos que, na verdade, são símbolos, legados geração após geração pelos conquistadores pré-colombianos. Durante anos, esse tipo de trabalho tem sustentado a comunidade. E mais que isso, os símbolos têm importância cultural forte até hoje. Cada um tem um desenho que identifica até a estrutura social. Um dos mais comuns é o Casca-Lucero, uma estrela estilizada que representa Vênus.

Taquile depende muito das chuvas para o plantio de subsistência. A estiagem é em setembro e outubro. Só mesmo a ação da água permite lavrar o solo, porque arados primitivos usados pelos habitantes são incapazes de remover a terra, tanto a endurecida pelo gelo do inverno como a castigada pelo sol do verão.

Naquela civilização de origem pré-incaica, descobri a harmonia. O seu principal indicador era a felicidade natural do povo. E ela era incontestável. As pessoas sorriam para você, ofereciam comida e abraçavam os visitantes. Sabiam da sua importância para eles e tratavam a todos com carinho e respeito.

E, depois, quem não vive bem dificilmente dura cem anos. A incidência de pessoas com essa idade era impressionante e fez pensar que viver é viver em paz. E quem vive em paz pode viver muito. A simplicidade e o desprendimento constituíam a base da filosofia de vida de um povo que transformou num pequeno paraíso a distante e real “ilha da Fantasia” que flutua no meio do lago Titicaca.

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O trekking é um dos esportes mais praticados na trilha de Machu Picchu!

Viajar gastando pouco vai virar uma arte para você

Procure ir trocando seu dinheiro aos poucos

Hostels abrem as portas também com a finalidade de trocar experiências

Você precisa ter uma média de quanto dinheiro pode gastar

Como presentear alguém num país diferente do seu?

É a experiência que faz o bom viajante

Viajar sozinha pode ser muito melhor que você imagina

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

O investimento com um Seguro Saúde é considerado relativamente baixo

Seja rápido em caso de roubo

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

Faça as contas para poupar dinheiro e aprenda a economizar

Siga sempre a sua intuição!

É necessário que todos aprendam há ceder um pouco

Não faça economia burra, busque um bom custo-benefício

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Sempre esteja com o passaporte

Escolha itens multiuso.  Essa regra é clássica

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Regras de conduta devem ser respeitadas

Dê preferência para locais próximos de transporte público, com wi-fi e café da manhã

A descoberta da cidade sagrada de Machu Picchu por Hiram Bingham

Hiram Bingham nasceu em Honolulu em 19 de novembro de 1875, e foi senador e governador do estado americano de Connecticut em 1924. Era político, alpinista, aviador e viajante destemido. Tinha gosto pela aventura. Em 1905, percorreu a trilha de Simon Bolívar, o grande libertador da América espanhola; foram cento e dezoito dias no lombo de uma mula, atravessando os Andes da Colômbia e da Venezuela pela velha rota comercial usada pelos espanhóis para chegar a Lima.

Em 1908, descobriu a terra dos incas. O prefeito de Apumirac, dom Nuñez, propôs explorarem juntos a região incaica, a mais abrupta da cordilheira. A promessa dele a Bingham era de encontrar uma cidade surpreendente cujo nome bastava para criar expectativas: Choquequirau, ou berço de ouro, supostamente o refúgio do último imperador inca.

Bingham não desistiu de continuar explorando a região incaica. Outra expedição partiu de Cusco a 11 de junho de 1911. Dessa vez, com o apoio da Universidade de Yale e da National Geographic Society. As duas instituições patrocinariam ainda outras duas viagens, em 1912 e 1915.

Havia uma dificuldade técnica muito grande. Os mapas traçados entre 1535 e 1572 eram ruins, pouco informativos, e os caminhos eram tão hostis que espantavam a maioria dos aventureiros. Talvez por isso quase nada tenha sido descoberto sobre a vida dos incas durante a colonização espanhola. Apenas um mapa, feito pelo naturalista Antonio Raimondi, retrata a região da cordilheira de Vilcabamba, inóspita até hoje mesmo para os habitantes de Cusco.

De qualquer forma, Bingham seguiu o caminho feito por Manco Inca em 1536. Ele procurava a cidade de Viticos. A única referência que merecia a confiança do americano era: Havia uma grande pedra branca sobre uma fonte de água fresca.

Hiram Bingham estava no topo de uma montanha onde, para seu desespero, havia apenas uma choupana. Achou que estava no fim do mundo.

Moravam ali Anacleto Álvarez Meza, há oito anos, e Toribio Richarte, a quatro, com suas famílias. O primeiro tinha três filhos. O outro tinha um rapazinho de doze anos. Gente muito pobre, eles escolheram aquela região para não ter que pagar impostos. Viviam de plantar batata, pimenta vermelha e trigo. O panorama era bonito, a vida calma.

Uma das mulheres ofereceu a Bingham um prato de batata-doce. Ele sentou-se e perguntou-lhe: “Onde fica a casa dos incas?” Ela sorriu e nada disse. O americano estava desiludido. Onde, afinal, se escondia aquela cidade? Quase pronto a desistir, a única coisa que o impedia de dar a ordem de retorno era que aquele lugar lhe parecia ideal para um esconderijo, talvez perdido no meio das pedras e dos campos hostis pelos quais acabamos de passar. Mas, assim que ele se levantou, já então decidido a voltar para Cusco, o filho de Toribio, sorrindo, pegou-lhe na mão e disse: “Eu sei onde fica a casa dos incas.” Recebeu um sole por isso.

O último fio de esperança foi agarrado com fervor pelo explorador. Bem perto de onde estavam, atrás de uma montanha, uma visão assombrou o americano: um conjunto de terraças, de jardins suspensos, parecido com o de Ollantaytambo. Ficou em êxtase absoluto, fascinado com as paredes bem talhadas das casas, as dezenas de edifícios, os templos, os palácios. Com os olhos marejados, exclamou: “Encontrei! Encontrei a cidade perdida dos incas!”

Durante anos, os moradores da região negaram-se a falar com estranhos sobre a cidade-esconderijo. Um menino quebrou o silêncio, mas nunca foi encontrado. Dezenas de pesquisadores saíram em busca de seu paradeiro, para saber quem era. Um informante afirmou que seu nome era Mamani, o mais comum no Vale Sagrado. Só que nada foi provado.

A expedição trouxe de Machu Picchu vasos, armas incas, tecidos, ornamentos e 12 mil fotografias. A imprensa mundial da época, informada do resultado da incursão de Bingham, festejou o feito: É o acontecimento mais transcendente do Novo Mundo desde a odisséia de Cristóvão Colombo.

Cidades na Bolívia

Puerto Quijarro | Puerto Suárez | Santa Cruz de La Sierra | Cochabamba | La Paz | Copacabana

Cidades no Peru

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Países nas Américas

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Trilha Inca: Wiñaywayna – 3º dia

Trilha Inca: Machu Picchu  – 4º dia

A busca pela trilha individual

A última noite antes de chegar a Machu Picchu

Intipunku significa “porta do sol”

Em Machu Picchu as mulheres enclausuradas eram conhecidas como aqllakunas

A construção de Machu Picchu

Por que Machu Picchu foi abandonada?

Uma árvore na praça sagrada

As bruxas eram temidas pela comunidade por causa de seus poderes sobrenaturais

Caminhando pela Cidade Sagrada dos Incas

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

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Machu Picchu – Trabalho em Equipe

Viagem de incentivo- Machu Picchu

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

No Peru, praticamente, o país inteiro é um convite à aventura!

Na Patagônia chilena, os parques nacionais são ideais para praticar esportes

O trekking é um dos esportes mais praticados na trilha de Machu Picchu!

Viajar gastando pouco vai virar uma arte para você

Procure ir trocando seu dinheiro aos poucos

Hostels abrem as portas também com a finalidade de trocar experiências

Você precisa ter uma média de quanto dinheiro pode gastar

Como presentear alguém num país diferente do seu?

É a experiência que faz o bom viajante

Viajar sozinha pode ser muito melhor que você imagina

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

O investimento com um Seguro Saúde é considerado relativamente baixo

Seja rápido em caso de roubo

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

Faça as contas para poupar dinheiro e aprenda a economizar

Siga sempre a sua intuição!

É necessário que todos aprendam há ceder um pouco

Não faça economia burra, busque um bom custo-benefício

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Sempre esteja com o passaporte

Escolha itens multiuso.  Essa regra é clássica

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Regras de conduta devem ser respeitadas

Dê preferência para locais próximos de transporte público, com wi-fi e café da manhã

A construção de Machu Picchu

Os incas tinham em mente o imperialismo como forma de integração. Queriam os povos sob seu domínio e impunham o sistema de participação com produção. Não havia propriedade privada, e as terras eram divididas em três partes: as do Inca (o imperador), as do Sol (o deus maior) e as do povo.

De acordo com as condições locais e a fertilidade do solo, calculava-se, em cada região, a superfície de terreno cultivável necessária à alimentação de cada família. Todos ajudavam no plantio e na colheita, e recebiam a paga de acordo com suas necessidades.

O produto do cultivo nos campos do Inca e do Sol pertencia ao Estado e era distribuído em cotas familiares aos que não eram agricultores, como os artesãos, por exemplo. O excedente ficava com o Império.

Era uma forma de socialismo, pois já continha a ideia de que todo ser humano tem necessidades básicas que precisam ser coletivamente atendidas. A agricultura era o elemento central desta cultura.

Os astecas, no México, quando indagados se havia alguma nação poderosa no Sul da América, responderam que sim. Havia o Wiru, que significa “bagaço de milho”. Por volta de 1520,  eles já faziam trocas comerciais nessa época.

O comércio estava em fase de se intensificar. O cultivo do milho, muito desenvolvido, impulsionou o contato das duas culturas, que começaram a realizar o escambo. Os espanhóis transformaram Wiru em Piru, que o tempo tratou de transformar em Peru, ou “campo de milho”.

Com a expansão do Império inca, havia previsões de confronto com outra civilização poderosa, a dos astecas, com a qual os incas haviam começado a fazer trocas comerciais. Foram inclusive os astecas que denunciaram aos espanhóis a existência de uma civilização rica e poderosa ao sul da América, despertando a cobiça de Pizarro pelo ouro.

Diante dessa expectativa e tendo consciência de que seu Império havia se expandido rapidamente, os incas se prepararam para a hipótese de perder uma guerra para possíveis invasores.

Machu Picchu foi a saída encontrada. Nela deveriam viver poucos e selecionados homens que, rodeados de mulheres, lançariam as sementes de uma nova civilização. A maior prova disso é que todos os oitenta mil envolvidos na sua construção foram sacrificados.

Aquela cidade que bastava a si mesma era um refúgio religioso. Somente um provável esconderijo poderia ser construído em local tão inóspito e de difícil acesso.

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A cidade de Copacabana na Bolívia

Copacabana fica às margens do lago Titicaca, a cidade normalmente conta com mil habitantes, mas na alta temporada recebe a visita de até trinta mil turistas. Na praça principal, o arqueólogo Oswaldo Rivera Sundt descobriu, em 1983, cerâmicas e objetos incas e de Tihuanaco, do período entre os séculos V e IV a.C. Por isso, transformou-se em sítio arqueológico de destaque.

Fui à catedral da Virgem da Candelária. A obra foi iniciada no século XIV, pelo arquiteto espanhol Francisco Jiménez de Siguenza, e concluída em 1670. As linhas arquitetônicas do templo combinavam os estilos renascentista e barroco.

Em seu interior, altares barrocos entalhados e decorados com ouro e prata. A imagem da Virgem é de autoria de um artista local chamado Tito Yupanqui. Sua festa ocorre a cinco de agosto e seus milagres são famosos em toda a Bolívia. Há muitos anos, um rico casal carioca que ouvira falar do poder da Virgem da Candelária levou a filha paralítica até lá, na esperança de obter sua cura. Quando a garota voltou para casa, começou a andar de novo, a despeito de todas as previsões médicas.

Essa família era dona de um bom pedaço de terra no litoral da cidade do Rio de Janeiro e, em homenagem à santa milagreira, deram ao local o nome de Copacabana, sem imaginar ainda que se transformaria no bairro internacionalmente conhecido.

A origem do nome “copacabana” associa-se a um ídolo de pedra azul vistosa, representado pela figura de um rosto humano, e desprovido de pernas e mãos. Ele ficava voltado para o Templo do Sol, como se quisesse atrair para si os bons fluidos que de lá emanavam. Em sua homenagem, o sítio foi denominado Copacabana, que na língua aimará significa “de onde se vê o azul”.

Cidade na Bolívia

Copacabana

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A ilha de Urus no meio do lago Titicaca

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Cuy assado com batatas e arroz

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A busca pela trilha individual

Quando estava em Intipunku, observando do alto Machu Picchu, a cidade sagrada dos incas, tive a resposta para o que me intrigara ao longo de todos os dias que passara no Peru. Qual foi essa resposta? Isso você compreenderá após a leitura destas páginas escritas com o despojamento e a simplicidade que passaram a fazer parte da minha vida.

E por que fui para lá? No começo, acreditava que apenas por um desses loucos e saudáveis impulsos que às vezes tomam a gente de um momento para o outro, sem muitas explicações. Portanto, foi só juntar os trocados e partir. Depois, fui aos poucos percebendo que não era bem assim: havia um objetivo determinado traçando as linhas do meu caminho.

Assim, entre surpreso comigo mesmo e assustado com o ambiente ao redor, vi-me no famoso Trem da Morte, num sábado à noite, indo de Puerto Suárez a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Estava sozinho, sem o passaporte, com dois traficantes sentados à minha frente e algumas prostitutas ao meu lado. Era uma realidade imprevisível. Naquele momento pensei: “Por que não fiquei em São Paulo?” As primeiras horas de viagem provaram a dificuldade que enfrentaria para completar aquela aventura. Mal sabia eu que começava a viver os dias mais emocionantes da minha história.

Em cada cidade ou povoado por que passava via comunidades pobres. Gente sem dinheiro, sem orgulho, ressentindo-se até hoje com a perda de uma civilização avançada e que deixou marcas profundas na sua cultura, apesar da sangrenta e irracional destruição imposta pelos colonizadores espanhóis.

Os incas e seus antecessores não dominavam a escrita, nem conheciam a pólvora ou o cavalo. Eram, no entanto, brilhantes em tudo o que faziam. Gênios da engenharia, astronomia e metalurgia, fizeram grandes e instigantes descobertas. Fiquei fascinado com os aquedutos, os relógios de sol e os calendários lunares.

Além disso, por questão de subsistência, desenvolveram técnicas agrícolas criativas e inteligentes. As terraças, locais onde faziam plantações, eram centros de agronomia. As cidades, construídas com tecnologia antiabalo sísmico, utilizavam a pedra angular como encaixes perfeitos em construções que resistem altivas à ação do tempo e à força da natureza. Na metalurgia, que dominavam, aprenderam a lidar com o estanho séculos antes dos europeus.

Conhecer o habitat dos incas provocou mudanças profundas em mim, sobretudo quando compreendi a filosofia de vida e a religião daquele povo. Sua diretriz encerrava-se numa trindade: a serpente, o puma e o condor, que representavam respectivamente o subsolo, a terra e o céu. Acreditavam que as pedras podiam chorar, que a água fecundava a terra e que o raio era a comunicação do cosmos com o nosso plano.

Tinham com a natureza uma relação harmônica, de igual para igual, mas ao mesmo tempo afetiva e respeitosa. E, assim, conseguiam percebê-la em toda a sua magnitude. Com os incas, eu, antes pragmático habitante da metrópole, consegui aprender a enxergar, pela primeira vez, Deus na natureza.

Quando saí do Brasil, pensava em colher material de pesquisa para escrever um livro restrito à história incaica e aos aspectos essencialmente turísticos do trajeto pela Bolívia e pelo Peru. Mas, não foi o que aconteceu. Ainda que tenha procurado não abandonar de todo as intenções do projeto inicial, pois isso não faria sentido, compreendi que meu relato teria que ultrapassar os limites antes fixados.

Isso porque tornou-se imperativo para mim passar adiante também a experiência pessoal mística e mágica que vivi, no sofrido, mas gratificante, aprendizado em que os incas me serviram de mestres. Nos quarenta dias em que viajei através daqueles dois países, senti o despertar de algo maior. O principal passou a ser a busca de minha espiritualidade, deixando de lado o excesso de pragmatismo para entender e valorizar as coisas simples da vida.

A trilha inca é uma verdadeira prova de força de vontade para qualquer um. Para chegar a Machu Picchu ou “Pico Alto”, é preciso subir e descer cinqüenta quilômetros de montanhas, atravessar florestas e andar, andar muito! Não é fácil, sobretudo por causa da altitude. Às vezes, dá vontade de desistir, mas quem persiste recebe um verdadeiro prêmio. Machu Picchu é inexplicável. A energia que senti caminhando por entre aquelas ruínas ainda imponentes, mesmo que castigadas pela ação do tempo, é indescritível.

Portanto, não poderia deixar de pelo menos tentar dividir essa experiência maravilhosa com o leitor. Voltei diferente. Aprendi a insistir nos meus objetivos. Desenvolvi a habilidade de perceber o mundo e as pessoas de forma sensível, madura. Contra todos e contra a minha lógica lancei-me numa aventura maior, a da minha espiritualidade. E, nesse caminho, cheguei até a me envolver na estranha história do segredo guardado há séculos pelos incas e seus sucessores: o tesouro perdido de Atahualpa, que ainda não foi revelado ao mundo.

Li num jornal de São Paulo que os pesquisadores descobriram uma nova rota para Machu Picchu, que diminui a jornada em um dia. Fiquei feliz e pensei que também na vida devemos sempre procurar a melhor maneira de trilhar os caminhos, sem desistir. Para isso, temos que manter a sensibilidade apurada, a fim de saber identificar os chamados que surgem ao longo da caminhada. Quem persiste chega a seu Machu Picchu.

E só quem vê os raios de sol sobre a cidade sagrada pode entender que ali está o ponto mais próximo da felicidade, o encontro definitivo com nós mesmos.

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A beleza da filosofia de vida dos incas

Os incas surgiram dez mil anos antes de Cristo. Eram pescadores e caçadores nômades. Vieram, se encantaram com o clima e a vegetação, e se instalaram no Vale Sagrado. Tornaram a região muito fértil com o cultivo de trezentos e cinquenta tipos de milho e mil de batata.

Sua concepção de mundo para os incas era mágica. Tudo tinha vida, movimentava-se, tinha alma. As pedras “choravam sangue” porque os incas as arrastavam para longe da casa delas. As batatas “derramavam lágrimas” quando estavam sendo descascadas. A água era masculino e a terra, feminina, pois era a água quem fecundava a terra. Os raios eram uma forma de comunicação entre o céu e a terra, e os arco-íris, da terra com o céu. Montanhas, lagos, fontes e rios casavam-se e tinham filhos.

Todos os elementos amavam-se, insultavam-se, uniam-se, atraíam-se ou repeliam-se. As árvores caracterizavam-se por seu espírito crítico e caprichoso. Os animais, as rochas, o vento e tudo o mais tinham voz, e os homens e as mulheres andinos conversavam com eles. Não faziam isso por ingenuidade, mas sim porque se sentiam integrados à natureza.

Aqueles quarenta dias incas ensinaram-me a olhar a natureza não como um amontoado de animais, pedras, árvores, rochas e águas, mas como um todo, um contexto do qual fazemos parte intrinsecamente. A perda desta noção tem levado o homem a depredar sem escrúpulos o meio ambiente em que vive, coisa que nenhum dos animais irracionais ou seres inanimados é capaz de fazer.

Aqueles dias incas ensinaram-me que a missão de todo ser humano deve ser a de procurar conhecer o seu interior, de desvendar segredos da alma que ficam escondidos de nós. Onde existir uma cultura autêntica e forte, haverá “aventureiros espirituais” tentando ultrapassar a barreira das aparências, para chegar à verdadeira essência da vida.

Buscar o interior é buscar o equilíbrio. E busca-se o equilíbrio pela transformação. Quanto mais eu me conhecer e criticar, maior a chance de atingi-lo. Pensei no enorme contraste entre os que não encontram tempo sequer para dizer bom dia aos outros, atolados que estão nos seus problemas, e os moradores na ilha de Taquile, pessoas felizes para quem retribuir um sorriso com outro sorriso era um prazer genuíno. Alcançaram o conhecimento interior e agora desfrutavam de uma felicidade contagiante. Para eles, viver era simplesmente viver e a maior prova de sua sabedoria estava na média de idade de cem anos.

No entanto, toda busca tem um preço. Não é fácil. E se fosse fácil, não seria busca, teria outro nome.

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Berlim – Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Berlim – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Berlim – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Berlim – Outlets

Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Berlim – Rent a bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Berlim – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Berlim – Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Berlim – Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos históricos, roteiros a pé. Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Trilha Inca: Machu Picchu – 4º dia

A caminhada final rumo a Machu Picchu começou às seis da manhã. Essa parte do percurso é ritualística. Cada um anda sozinho. Já estava envolvido pelo clima mágico e solene que se instalara. Éramos como profetas errantes que nos aproximávamos da Terra Prometida. Seguimos lado a lado, sem pronunciar uma palavra. Nada. A solidão se fazia necessária, pois percorríamos agora estranhos e intrincados caminhos interiores.

A trilha exterior, ao contrário, não era muito acidentada. O que nos orientava era um forte instinto. Nos outros dias, quando encontrávamos um grupo, era uma festa: as piadas corriam soltas em meio a informações sobre onde ficava o acampamento a, b ou z. Naquele dia, não. Cruzamos com muita gente, mas todos apenas olhavam, sorriam e não falavam nada.

Cerca de duas horas e meia depois, chegamos a Intipunku, ponto de observação, um vista point. A 2.560m de altitude, era o lugar mais alto entre Machu Picchu e Wiñay Wayna, e ficava a um quilômetro de nosso destino. No tempo dos incas, servira de observatório, posto de vigilância e espécie de alfândega. Intipunku significa “porta do sol”. Foi dali que vi Machu Picchu pela primeira vez.

Aos poucos, foram surgindo os demais integrantes do grupo. O silêncio respeitoso de antes permanecia. Todos se acomodavam. O olhar da maioria variava entre espantado e emocionado. Meu corpo parecia não ter massa física, como se estivesse flutuando, levitando. Percebia claramente a minha aura e conseguia mesmo ver a energia que emanava das outras pessoas, como uma espécie de luminosidade envolvendo-as por inteiro. Nunca vivera algo semelhante.

Os raios de sol iluminaram Machu Picchu inteira. Era como se os deuses incas estivessem esperando a plateia reunir-se para ligar os refletores do espetáculo. A cidade brilhou majestosa, no alto da montanha. As pedras que pareciam apagadas, escuras, encheram-se de luz, adquirindo um tom avermelhado, vivo. Havíamos conseguido. Aquela trilha colocara à prova todas as nossas estruturas físicas, emocionais e mentais. Entendi que quem optava por segui-la estava sendo testado pelos espíritos. Cada dificuldade era um símbolo. As subidas estafantes, as descidas em que era preciso frear para não perder o controle do próprio peso… Apesar de tudo, ao fim dos dias e noites em que sofremos muito, mas também vivenciamos coisas boas, vinha a recompensa maior: a visão da cidade perdida, refúgio terminal de um povo que, embora aparentemente resignado diante das profecias dos deuses, mesmo assim tentou um último recurso para resistir ao inimigo mais bem armado: um refúgio que permaneceu oculto durante longo tempo, para preservar sua pureza sagrada. Quem vence os obstáculos que enfrentamos sai dali diferente. Era assim que eu e a maioria dos que estavam ao meu lado nos sentíamos.

Machu Picchu estava enfim diante de mim, depois de um mês de quase insuportável expectativa. As peças foram se juntando aos poucos. Quem vinha pela trilha inca recebia uma acolhida diferenciada. Como chegamos por cima da montanha, entramos direto na cidade, sem muita cerimônia, como se fôssemos de casa. Os que optavam pelo ônibus eram considerados visita e tinham que se submeter aos horários turísticos. Em vez de enfrentar quatro dias de selva, subiam oito quilômetros em vinte minutos, pelo ziguezague que partia de Aguas Calientes. O mais impressionante era o estado de conservação em que se encontrava a cidade. Isso se devia ao fato de ter sido descoberta somente em 1911. Assim, ficou livre da ação de muitos mercenários do passado. No entanto, boa parte desta preservação podia ser creditada à solidez da arquitetura incaica.

Machu Picchu pareceu-me uma cidade construída para ser uma fortaleza. Não por outra razão, boa parte da paisagem era dominada pelas terraças, que possibilitavam a auto-suficiência na agricultura. Coberta por uma relva verde-clara em toda a sua extensão, a impressão não era a de ser uma cidade abandonada e sim adormecida. Um dos aspectos notáveis era a semelhança das construções. Mesmo os aposentos reais não eram mais majestosos do que os outros prédios. Isso porque a comunidade não fora projetada para diferenciar plebeus e nobres. Seu destino era ser o berço de uma nova civilização.

Resolvi me desgarrar um pouco do grupo. Precisava ficar sozinho. Novamente, uma estranha sensação apoderava-se de mim: era como se a minha energia se fundisse com a energia que vinha das construções e do espaço. Entendi, mais do que nunca, que nada do que me acontecera desde o planejamento e durante a viagem fora por acaso. Havia um destino a ser cumprido, mais poderoso do que o racionalismo pragmático que parecia nortear os meus passos na vida até então.

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A última noite antes de chegar a Machu Picchu

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Cuidado com o quê você veste e com os cumprimentos!

O difícil é identificar o que é importante na hora de arrumar a mala

Viajar durante a semana é mais barato

Comida exótica, resultado exótico

Tire cópia de seus documentos e guarde

Leve pouca bagagem e pregue o olho nas malas

Tenha alguns cuidados e precauções ao embarcar

Uma viagem ao seu interior

Há dois tipos de viagem: para descansar e para explorar o local

Seja flexível ao escolher o destino

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Saia da sua zona de conforto

Tihuanaco foi a 1º civilização pré-inca que conheci rumo a Machu Picchu

Tihuanaco fica numa grande planície a cerca de vinte quilômetros do lago Titicaca. Quando foi construída, ficava às suas margens, mas algumas teorias afirmam que o lago está diminuindo de volume com o passar dos anos.

As construções principais ocupavam uma área de aproximadamente quinhentos por mil metros e consistiam de quatro unidades, que conviviam com outras de menor importância. Todas eram feitas de pedras vindas de lugares distantes, por meios desconhecidos.

A principal edificação era uma pirâmide escalonada, de 15 m de altura, que esteve durante muito tempo recoberta por pedras. Chamada de Akapana, tinha 210 m de cada lado. Havia, ainda, um edifício retangular e subterrâneo, adornado com cabeças esculpidas nas paredes, e uma plataforma bastante deteriorada, conhecida como Puma Puncu, constituída de enormes blocos de pedra, que pesavam mais de cem toneladas.

Escavações feitas na década de 1930 descobriram grandes estátuas representando figuras humanas. Uma delas, talhada em pedra vermelha e com mais de sete metros de altura, era totalmente coberta de baixos-relevos simétricos, muitos dos quais representando figuras geométricas.

As construções de Tihuanaco davam a impressão de serem inacabadas ou, pelo menos, de que algum acidente grave interrompeu a complementação deste grande centro de cerimônias. Dentro do templo Kalasasaya, escondia-se uma das maravilhas da arqueologia das Américas, a Porta do Sol. Era um enorme vão de porta talhado num monolito extraído de um bloco de lava medindo 3,75 m por três metros e com peso calculado em no mínimo dez toneladas.

A Porta do Sol era completamente coberta por baixos-relevos entalhados, sendo o mais destacado a representação de uma divindade assistida por três fileiras de divindades menores, todas com face idêntica à figura central, ostentando cabeças de condor. A figura central estava de frente para a fachada, segurando em cada uma das mãos bastões que pareciam serpentes com cabeça de condor. As mãos eram representadas com apenas quatro dedos. A cabeça, de forma trapezoidal, era rodeada por um halo de apêndices com cabeças felinas. Os olhos eram redondos e deles pareciam estar escorrendo lágrimas.

Ao redor dela, havia seis cabeças com aspecto humano. Os símbolos entalhados não se parecem com nenhum dos alfabetos antigos, supondo-se que esses escritos sejam a língua mais antiga do mundo, datada provavelmente de 15 mil anos. Os arqueólogos consideram a figura central da Porta do Sol como a representação de uma divindade branca venerada posteriormente com o nome de Wiracocha.

O lugar parecia não ser habitado por seres humanos normais. Muitas lendas associam a escala das construções locais a visitas de extraterrestres de Vênus. A ligação mística das civilizações pré-incaicas com os povos siderais também é evocada em Nasca.

Tihuanaco é uma civilização do início da era incaica. Alguns estudiosos estimaram seu apogeu há cerca de dez mil anos. Métodos mais atuais, como o carbono 14, permitiram calcular que foi habitada entre 2.000 a.C e 500 a.C. Até hoje, os moradores do povoado de Tihuanaco cultuam suas tradições. Tihuanaco situa-se no meio de um vale desolado, faz imenso calor e tanto a terra

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A importância do número 3 na minha trilha pessoal

A religião incaica dava muita importância ao número três. O deus supremo, Wiracocha, era representado por uma trindade: a serpente ou Uku Pacha; o puma, Pachamama; e o condor, Hauan Pacha. A serpente representava tudo que fica sob a terra, sobretudo os mortos; o puma era a nossa vida na terra; o condor, o espírito, os astros, o cosmos. Os três constituíam uma harmonia perfeita.

Assim, em Machu Picchu tudo existia em trio — portas, janelas e templos —, representando a concepção da vida em três planos: o mundo exterior, o interior e o “mundo afora”. O primeiro venho tentando conquistar desde que embarquei para os EUA, em 1991, com a cara, a coragem e muitos projetos.

Já as referências sobre o “mundo afora”, o cosmos, o Universo, mudaram. E isso aconteceu porque o outro plano mudou: o interior. Durante toda a viagem até Machu Picchu, fui compreendendo que a minha missão maior dizia respeito a mim mesmo: descobrir meus limites, minhas fraquezas e virtudes. E, assim fazendo, aprender a aperfeiçoar minha relação com os outros e com o mundo.

A maioria das pessoas convive consigo sem se dar ao trabalho de se conhecer de fato. Talvez agora eu entenda por que tive aquela vontade fulminante de ir ao Peru. Lá, me esperava a “trilha” que me levaria à grande aventura, a da sofrida descoberta da minha essência, da minha filosofia de vida.

Depois das intensas sensações que experimentei, passei a acreditar que o acaso não existe, que tudo tem um sentido na existência. E foi assim que constatei, maravilhado, que minha data de nascimento também não era aleatória. Desde o início, sem saber, levava comigo as duas informações básicas para encontrar meu caminho interior.

Nasci num dia três de outubro: três, o número da religião inca; outubro, o mês dez. Até chegar a Machu Picchu, passei por dez cidades. Coincidência? Não creio. Tive que percorrer dez cidades até conhecer a fundo o meu terceiro plano. Do mesmo modo, o Trem da Morte atrasara-se três horas no sábado em que cheguei à estação em Quijaro, a tempo exato de pegá-lo já em movimento. Coincidência? Não creio. Também, pisei o solo sagrado de Machu Picchu num dia 24 de julho, o mesmo em que Hiram Bingham descobrira a cidade perdida dos incas. Coincidência?

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Zurique é cosmopolita, urbana e histórica

A maior cidade suíça abriga em seu território cerca de 450 mil habitantes na cidade propriamente dita e 1.9 milhões de pessoas na região metropolitana. Zurique é banhada pelo Lago de Zurique a sudeste. O nome Zurich é derivado do celta “dur” (água), povo que habitou a região antes dos romanos.

No período pós-Segunda Guerra Mundial, a cidade conseguiu estabelecer uma significativa evolução urbana e econômica, estendendo sua influência global ao longo das últimas décadas do século XX. É hoje considerada uma cidade global “alfa”. Sedia inúmeros bancos, instituições financeiras, organizações e entidades internacionais das mais variadas do mundo.  Cosmopolita, urbana, histórica, Zurique já foi uma das 10 cidades mais poderosas do mundo. É o principal centro mundial de operações bancárias, devido ao rígido sigilo bancário suíço, e líder mundial na negociação de ouro.

Em termos de qualidade de vida, já foi eleita a melhor cidade para se viver no mundo. Recebe mais de 1 milhão de visitantes por ano. Ali, é sempre muito fácil encontrar mapas, Wi-fi gratuito e moradores dispostos a ajudar por todos os cantos!

O Aeroporto de Zurique ZRH), localizado a menos de 10 km da cidade, é o maior da Suíça e é parte do município de Kloten. A melhor maneira de ir até o centro partindo do aeroporto é de trem. Pegue e saída para o trem perto dos terminais 1 e 2 com indicação para Hauptbahnhof (HB), a estação principal. Este percurso leva apenas 12 minutos e há trens a cada 15 minutos. Fique atento aos horários, pois os trens são muito pontuais e raramente se atrasam. No início da manhã e no final da noite, os trens estão um pouco menos frequentes, então, se você viajar nestes horários fique atento.

A estação ferroviária encontra-se no segundo subsolo do centro comercial adjacente ao aeroporto, apenas atravessando a rua dos portões de chegada. Um bilhete único para Zürich Hauptbahnhof (estação ferroviária central de Zurique, ou Zürich HB) é válido por 1 hora. O bilhete de ônibus custa CHF 13,20 e é válido a partir do aeroporto para a cidade, e dentro da cidade, por 24 horas. Menores de 16 anos pagam a meia tarifa e crianças menores de 6 anos viajam gratuitamente se acompanhadas por um adulto. Também há bilhetes reduzidos de vários dias para menores de 25 anos na bilheteria da SBB.

Trens regulares para outras cidades suíças e europeias saem e chegam a Zürich HB. Esta estação é servida por trens suburbanos (S-Bahn), regionais (RE) e de longa distância com conexões em toda a Suíça, com os ICE da Alemanha, TGV da França e vários outros serviços de trens diretos (noturno) para Amsterdã, Hamburgo, Berlim, Frankfurt, Colônia, Dusseldorf, Hannover, Munique, Roma, Milão, Paris, Barcelona, ​​Salzburgo, Viena e Budapeste.

A Zurich HB é a maior estação de trens do país foi inaugurada em 1847 e possui 26 plataformas que recebem 400 mil passageiros diariamente. Ali também se encontra o centro de informações turísticas que oferece ajuda aos viajantes.

Zurique é famosa por seu sistema de transporte público altamente eficiente, limpo e seguro, gerenciado pelo Zürcher Verkehrsverbund (ZVV). A rede inclui bondes, ônibus, trens suburbanos (S-Bahn), trens regulares (SBB), teleféricos e barcos. O tamanho e a complexidade da rede podem ser assustadores no início, mas logo você perceberá que há dezenas de formas de se deslocar de um lugar para outro e seguir qualquer um deles ainda será eficiente. O sistema de transporte é integrado de forma coerente e abrangente.

Você pode embarcar em qualquer tipo de trem, uma vez que o ingresso é válido para qualquer transporte público (incluindo trens SBB-CFF-FFS, trens suburbanos, bonde, ônibus, barco e teleférico), dentro das áreas do bilhete indicado (zonas tarifárias). Você pode comprar o seu nas máquinas automáticas espalhadas nas estações. Uma ótima opção é, ao chegar à estação Zurich HB, compre o Zürich CARD. Este cartão, disponível em versões de 24 e 72 horas, oferece livre acesso à toda rede de transporte da cidade (trens, bondes, ônibus e barcos), além de descontos em lojas, restaurantes, city tours e entrada gratuita na maioria dos museus da cidade.

Zurique é uma cidade compacta e é possível conhecer suas atrações principais em um dia. No entanto, reserve 2 ou até 3 dias no seu roteiro para aproveitar melhor caso você tenha tempo.

É uma cidade fabulosa para se conhecer a pé e o seu tour deve começar pela cidade histórica (Old Town). Pegue um mapa e saia caminhando sem pressa por essa região onde carros não entram, as ruas são mais estreitas e reúne casas medievais, edifícios centenários com sacadas, janelas coloridas, labirinto de ruelas e becos de paralelepípedos, estreitos e sinuosos. Procure visitar os monumentos principais como Grossmünster, Fraumünster, Lindenhofplatz e St. Peter. Sugiro uma visita à principal rua, a Niederdorf, com seus cafés, lojas e galerias. Mas, não deixe de passar pelas ruas Augustinergasse, Rennweg, Glockengasse, Marktgasse e Weingasse. Há diversas atrações gratuitas em Zurique. Se puder, faça também o free walking tour que dispõe de diversas rotas.

Zurique tem mais de 50 museus, 14 dedicados exclusivamente à arte, e mais de 100 galerias. O Kunsthaus reúne uma coleção de arte medieval, pinturas holandesas e flamengas. O Rietberg é um dos principais centros de arte não-europeia do mundo, com grande acervo de arte africana, asiática, indiana, chinesa e japonesa. O Landesmuseum contém a mais completa coleção de objetos relativos à história cultural da Suíça. O Uhrenmuseum Beyer tem a maior coleção particular de relógios, ampulhetas, cronômetros e outros instrumentos de marcação do tempo. O Spielzeugmuseum reúne brinquedos dos séculos XVII e XX com ferrovias e motores a vapor, bonecas, casinhas de bonecas, jogos antigos, brinquedos de madeira, etc.

Zurique está cheia de ciclovias e é bike friendly. Há muito respeito aos ciclistas em toda a cidade. Pedale ao redor do lago Zurique e do rio Limmat, locais ideais para o ciclismo, pois são áreas planas e verdes. Há vários lugares para alugar bike e existem vários endereços da Züri Rollt, onde as bikes são gratuitas. É só deixar um depósito e devolver a bike às 21h30 em ponto, você não paga nada. Enfim, agora você tem duas opções para economizar: caminhar ou andar de bike gratuitamente.

Quando estiver em Zurique, não deixe de fazer um passeio de barco pelo Lago de Zurique. O valor do cruzeiro costuma ser barato e dura 1h30 saindo da Estação Bürkliplatz. Nesta estação, há um guichê que vende o bilhete e você poderá verificar qual o trajeto e o valor. Há outros mais longos que fazem a volta inteira pelo lago de Zurique. Quem não gosta de barco, pode caminhar pela orla do Lago de Zurique, ao lado da Ópera.

Zurique é a cidade com o maior número de fontes públicas de água potável do mundo: são 1224, todas bem cuidadas, algumas são pequenas obras de arte. Se você ficar com sede, basta encher sua garrafinha sem medo.

O jeito mais rápido e econômico para você chegar ao local que ficará hospedado será usando o transporte público, um dos melhores do mundo! O melhor local para se hospedar é o centro histórico (Distrito 1), onde estão as principais rotas turísticas e atrações.

No quesito alimentação, nas diversas barraquinhas que vendem salsichas, você certamente irá fazer as refeições mais econômicas! Migros é o supermercado mais popular da Suíça e o Coop vende refeições prontas na hora do almoço, lanches, saladas e diversos outros produtos. Vale a pena passar lá para comprar sua refeição e ir comer em algum lugar agradável.

Um prato típico é a zürigeschnätzlets, vitela picada em um molho de creme e vinho, normalmente servido com rösti. Vários tipos de würste grelhadas (salsichas, singular: wurst) também são populares. Estes são mais frequentemente acompanhados de batatas rösti (batatas cozidas, em seguida, raladas, depois fritas na manteiga até ficarem crocantes) ou chnöpfli (pequenas bolinhas de macarrão, na Alemanha chamado spätzle).

Em geral, muitos tipos de carne (vaca, porco, carneiro, frango e outras aves, cavalo, coelho e veado) são encontradas em pratos diversos. São normalmente servidas com legumes frescos.

Saiba que o fondue (queijo derretido em uma panela onde são mergulhados pedaços de pão) e a raclette (queijo derretido em pequenas porções, servido com batatas e picles) não são realmente locais e são consumidos apenas pelos habitantes durante a temporada de inverno. Estes estão disponíveis em alguns restaurantes destinados aos turistas, mesmo no verão.

Existem muitas variedades de pães e sua melhor aposta é ir a uma padaria ou um supermercado pela manhã ou logo após o horário de trabalho, quando a maioria das pessoas faz suas compras e o pão está saindo. Um pão tipicamente suíço é o zopf, um pão macio trançado que é comumente servido aos domingos.

Para quem for apaixonado por chocolate uma boa dica de passeio é fazer um tour para conhecer a fábrica/outlet da Lindt, que vende os chocolates da marca com descontos. A pequena Kilchberg (a 20 minutos de trem a partir de Zurich HB) é a casa da Lindt. É possível fazer visitas guiadas ao local. Em Zurique, não deixe de visitar a confeitaria Sprüngli, na Bahnhoffstrasse, considerada por muitos ‘a melhor do mundo’. Com esse título, não espere pagar preços baixos.

A cidade não possui um grande número de outlets de roupas e calçados de grandes marcas, como acontece em muitas grandes cidades europeias. Uma das poucas boas opções é o Fashion Fish Premium Factory Outlet (Parkstrasse 1, 5012 Schönenwerd), a 40 km de Zurique.

Zurique é o lugar preferido para gays e lésbicas na Suíça e foi, depois de Genebra, a segunda cidade suíça a permitir casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Como a maioria das cidades do país, é relativamente segura. No entanto, esteja esperto para ladrões e trombadinhas. Leve sua carteira ou bolsa de forma segura, não no bolso do quadril ou no externo de uma mochila. Em particular, os ladrões são conhecidos por operar em torno da principal estação ferroviária de Zurique. Não deixe suas malas fora de sua visão por um momento. O transporte público é muito seguro. Você pode usá-lo sem precauções especiais.

Uma ideia interessante é tornar Zurique uma base para fazer um bate-e-volta para algumas cidades da região. Aliás, essa é uma prática muito comum na Suíça e funciona muito bem, pois a mobilidade do país é maravilhosa. Procure aplicar um day train e conhecer um dos lugares mais lindos da Europa, a cidade de Lucerna. Se tiver o Eurailpass, você poderá fazer um passeio de barco por 2 horas pelos Alpes Suíços gratuitamente.

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Em Lucerna uma ponte era a principal porta de entrada na Era Medieval

A cidade fica na Suíça central, situada às margens do rio Reusse. Tem cerca de 80 mil habitantes e o idioma oficial é o alemão. Na Idade Média, a cidade era uma vila de pescadores, mas o modesto assentamento logo se tornou um importante centro de comércio. Foi fundada em 1178. Lucerna possui muitas indústrias: metalúrgica, química, têxtil, madeireira e de aparelhos elétricos. O turismo em Lucerna tem uma história distinta que data de meados do século 19, com Mark Twain entre eles.

Lucerna é considerada a porta de entrada para a Suíça central e é também um dos principais centros turísticos do país, recebendo anualmente 2 milhões de visitantes e sede de festivais internacionais de música! Graças a suas atrações, suas lojas de souvenir,relógios e de estonteante beleza, às margens do lago Lucerna, o local está rodeado por montanhas com topos cobertos de neve como a Rigi, Pilatus e Stanserhorne. A cidade é o destino perfeito de muitos turistas percorrendo a Suíça.

Sem sombra de dúvidas é a cidade mais linda do país! Fotogênica e encantadora, repleta de pontes cobertas, fontes e construções decoradas com pinturas. Quantos dias são ideais para explorar essa beleza de cidade? Depende do tempo disponível na sua agenda, mas programe-se para dormir duas noites, o suficiente para você aproveitar ao máximo esse lugarejo.

Graças à sua localização central, Lucerne pode ser facilmente alcançado a partir de quase todas as outras cidades da Suíça, utilizando a Estação Ferroviária Federal Suíça. Há trens a cada hora do aeroporto de Olten e Zurique e trens de meia hora de Zurique, e um trem direto a cada hora de Berna. Não há ônibus interurbanos na Suíça, pois o sistema ferroviário fornece conexões amplas para muitos destinos na Suíça.

Quem chega de trem ou barco, desembarca na estação central e tem acesso às vistas lindas do lago Lucerna. Na estação de trem, passe no escritório de turismo e pegue um mapa da cidade. Além de dicas e sugestões, o local oferece um cartão chamado Visitors Card, com o qual você se hospeda pelo menos uma noite na cidade e ganha descontos em mais de 70 atrações. O cartão é grátis, basta mostrar a confirmação da sua reserva em algum hotel.

Lucerna é perfeita para um bate-e-volta de trem ou carro. É considerada um ponto de partida ideal de muitos passeios para as principais atrações da Suíça central. A cidade fica a uma hora de Berna ou Zurique e há trens para lá a cada meia hora.

É um destino maravilhoso durante todo o ano, seja inverno ou verão. Lucerna tem invernos frios e secos e verões quentes. Durante o inverno, a cidade fica linda com a neve no topo dos telhados. No verão, fica lotada e os preços aumentam. Fique de olho na programação de festivais que incluem shows, barracas de comidas e bebidas.

Se você pretende se hospedar em Lucerna, o ideal é buscar lugares mais centrais e perto do lago, assim você poderá explorar as atrações turísticas sem se preocupar com o transporte.

É muito fácil percorrer a cidade a pé. Saindo da estação de trem, caminhe em direção ao centro histórico. Aprecie os Alpes Suíços e o belíssimo lago Lucerna. Em direção ao centro histórico, note suas charmosas ruas estreitas e floridas, a abundância de prédios históricos, pinturas e brasões, praças e fontes espalhadas, além de lojas e restaurantes. É uma verdadeira viagem ao tempo devido ao estilo antigo que a cidade mantém até os dias de hoje. É totalmente recomendável que você se perca (por alguns minutos de qualquer maneira) em seus labirintos de ruas, passagens e praças.A maioria dos outros locais interessantes estão dentro de 20 minutos ou mais, também há um sistema de ônibus. A praia do Lido e o Museu Suíço de Transportes estão um pouco mais adiante e podem ser visitados ​​por ônibus ou por um dos vários barcos por hora, apenas em frente à estação ferroviária central.

As bicicletas estão disponíveis para alugar na estação ferroviária central. Bicicletas elétricas também estão disponíveis. A retirada da bicicleta fica  ao lado esquerdo da estação de trem, num quiosque do outro lado da rua do prédio da Suíça. As ruas para bicicletas estão presentes na maioria das ruas secundárias, e os motoristas de Lucerna são geralmente conscientes e educados para os ciclistas.

Não se esqueça de tirar muitas fotos da Ponte da Capela (Kappelbrücke), erguida em 1365 e considerada a mais antiga da Europa. É o principal ponto turístico e cartão postal de Lucerna. Na época medieval, era a principal porta de entrada da cidade. A ponte está conectada com uma torre de pedra e madeira chamada de “Torre da água”. O local já serviu de prisão, câmara de tortura, torre de observação e arquivo municipal. Ao andar pela ponte, encontram-se 112 pinturas do século XVII restauradas que retratam a história e algumas relacionadas aos santos patronos da cidade.

Outros monumentos principais são: a Spreuerbrücke, outra ponte coberta com telas barrocas alusivas à dança da morte (Totentanz); a Câmara Municipal (Altes Rathaus), um belo exemplo de edifício renascentista; e as ruínas da muralha medieval da cidade (Museggmauer). Um passeio ao longo do cais leva o visitante ao Centro de Cultura e Convenções, ao KKL e ao maior e mais importante Museu dos Transportes da Europa (Verkehrshaus), incluindo um cinema e o único planetário da Suíça. O famoso Monumento ao Leão (Löwendenkmal) testemunha a antiga tradição dos soldados mercenários de Lucerna.

O Glacier Garden é um parque que foi construído em torno de um fenômeno geológico datado da Idade do Gelo com gigantescos buracos glaciais, uma prova de que Lucerna foi uma vez coberta por geleiras. Lucerna possui inúmeras igrejas das quais se destacam a Hofkirche, igreja renascentista; a dos  Franciscanos, em estilo gótico mas com altares e várias capelas laterais em estilo barroco (c. 1200); e a dos Jesuítas (1560), a primeira igreja barroca da Suíça. Entre outras construções destacam-se o edifício da câmara municipal de estilo renascentista e o palácio do governo cantonal também este renascentista.

Agora uma dica que vale ouro: se você for até a cidade utilizando um passe de trem, ele também será válido para os barcos que ligam Lucerna a outras cidades da região. Um dos passeios mais famosos é o que vai em direção a Weggis e Brünen que leva 50 minutos.

Tribschen é um bairro de Lucerna, mais conhecido atualmente por ter sido lar do compositor alemão Richard Wagner entre 30 de março de 1866 a 22 de abril de 1872. Sua residência foi transformada em um museu.

Em Lucerna, tradição e modernidade andam lado a lado convenientemente, uma vez que a cidade também fez seu nome mediante designs inovadores. O futurista Centro de Convenções e Cultura (KKL), projetado pelo renomado arquiteto francês Jean Nouvel, é um dos destaques arquitetônicos da cidade. O KKL também é um marco do “Lucerna: Cidade de Festivais”, sendo palco de grande variedade de eventos culturais ao longo do ano.

Outras duas dicas para explorar na cidade são o Cassino de Lucerna, um casarão em frente ao lago, e o Mercado de Lucerna nas mediações da prefeitura da cidade. O mercado vende frutas e verduras, pães e comidas prontas. Abre todos os sábados, das 6h às 13h.

Para deliciar-se na parte gastronômica, experimente o fondue de queijo, a batata rosti e a raclette, maravilhosos! Qualquer uma destas três opções são populares por lá. Entre os queijos suíços típicos, o emmental e o macio gruyère são os mais conhecidos e também imperdíveis!

Você encontrará boas lojas de departamento com preços aceitáveis para a maioria dos itens, bem como lojas especializadas. A Cidade Velha é apenas para pedestre, e a nova parte da cidade também possui uma boa opção de lojas. Esteja ciente de que as lojas (incluindo supermercados) geralmente fecham às 16h no sábado e estão fechadas no domingo. No entanto, as lojas dentro e abaixo da estação ferroviária principal (RailCity) estão sujeitas a leis diferentes e estão abertas até a noite todos os dias. Mercados de rua são realizados várias vezes por semana, vendendo produtos frescos, artesanais, plantas e artesanato.

Lucerna é um destino para turistas, e onde há turistas há trombadinhas.  Como em todo lugar, mantenha seu passaporte e outros objetos de valor onde as pessoas não conseguem chegar a eles. No entanto, Lucerna é uma cidade amigável e segura. As mulheres podem se mover quase em qualquer lugar à noite, livres e despreocupadas. É um lugar seguro, quando você compara com outras cidades na Europa.

Cidades na Suíça

Basel  | Berna | Genebra | Zurique | Lucerna

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Basel tem um centro histórico antigo e bem conservado

Basel é a terceira maior cidade da Suíça com uma população de cerca de 200 mil habitantes e é atravessada pelo Rio Reno, onde fica o único porto suíço navegável até ao mar. Foi fundada no ano 44 a.C., tendo ficado sob domínio dos francos do século VII ao XI. A cidade fica na tríplice fronteira entre Suíça, Alemanha e França, com fácil acesso para a Floresta Negra e Alsácia. É também a cidade universitária mais antiga do país.

Basel foi sede de um príncipe bispado desde o século 11 e se juntou à Confederação Suíça em 1501. A cidade tem sido um centro comercial e importante centro cultural desde o Renascimento e emergiu como um centro para a indústria química e farmacêutica no século 20. Entre as indústrias que ali estão destacam-se: Roche, Novartis, Syngenta, Clariant e Pharmaceutica.

A língua oficial é o alemão, mas a maioria da população fala o dialeto baseldytsch. Também se fala amplamente o inglês e o francês. Sua localização favoreceu o desenvolvimento da cidade como polo financeiro e de transportes. Basel é muito boa para quem gosta de esquiar. E é conhecida por ser a capital da cultural suíça!

Basel é conhecida por sediar a maior feira de arte clássica e contemporânea do mundo, a Art Basel, que acontece todo mês de junho, atraindo milhares de entusiastas. A cidade é berço de muitas pessoas conhecidas como o Papa Pio II; o teólogo Erasmo de Roterdã; os pintores Holbein e Emanuel Handmann Jakob; o médico e alquimista Paracelsus; o produtor cinematográfico Arthur Cohn e o tenista Roger Federer.

As estações do ano são bem diferenciadas. Na primavera, as árvores florescem e os prados ficam verdes compondo belas paisagens. No verão, a temperatura sobe e oscila entre 25°C a 30°C. No outono, as folhas das árvores mudam de cor e a temperatura durante o dia varia entre 8°C e 15°C. No inverno, as temperaturas são negativas com intervalo de -2°C a 7°C.

O aeroporto que atende à cidade não fica em Basel, mas sim em Saint-Louis na França (Euro Airport Basel-Mulhouse-Freiburg). Este fica a apenas 15 minutos do centro de Basel. Outra curiosidade sobre o aeroporto, situado em território francês, é que ele é administrado juntamente por dois países, Suíça e França. Por tal razão os passageiros podem ser submetidos tanto ao controle de imigração suíço quanto ao francês.

Basel tem ocupado um lugar importante como um centro ferroviário. Três estações ferroviárias – as das redes alemãs, francesas e suíças – estão dentro da cidade (embora as estações suíças (Basileia SBB) e francesa (SNCF de Bâle) estejam no mesmo complexo, separadas pelas instalações aduaneiras e de imigração). Basel Badischer Bahnhof está no lado oposto da cidade. Os serviços ferroviários locais de Basel são fornecidos pelo S-Bahn Regional de Basel. A uma linha TGV Rhin-Rhône que reduziu o tempo de viagem de Basel a Paris para cerca de 3 horas.

Basel tem uma extensa rede de transporte público que atende a cidade e se conecta aos subúrbios circundantes, incluindo uma grande rede de bonde. Os bondes e ônibus locais de cor verde são operados pelo Basler Verkehrs-Betriebe (BVB). Os ônibus e os bondes de cor amarela são operados pelo Baselland Transport (BLT) e ligam áreas no meio-cantão vizinho de Baselland ao centro de Basileia. A BVB também compartilha linhas de ônibus em cooperação com autoridades de trânsito na região vizinha da Alsácia, na região de França e Baden, na Alemanha. O S-Bahn Regional de Basileia, a rede ferroviária de passageiros que se conecta aos subúrbios que cercam a cidade, é operada conjuntamente pela SBB, SNCF e DB.

Por ser pequena e ter um sistema de transporte eficiente, é muito fácil circular pela cidade. Você pode caminhar por todo o centro histórico ou pegar os inúmeros trens disponíveis.

É um dos dois únicos lugares na terra onde você pode atravessar uma fronteira internacional em um bonde. O Tram rota 10 atravessa a fronteira suíço-francesa duas vezes, entrando e saindo do território francês. Assim é possível viajar a Basel pelo bonde da comunidade francesa de Leymen. Infelizmente, a estação Leymen não está ligada ao resto da rede ferroviária francesa.

Basel é cortada pelo rio Reno em Grande Basel (Grand Bâle), que abriga a parte histórica e fronteiriça com a França; e a Pequena Basel (Petite Bâle), mais residencial e fronteiriça com a Alemanha. Procure fazer um tour a pé pela parte histórica repleta de ruas para pedestres com construções medievais e casas barrocas bem conservadas datadas do século XV.

Outra opção interessante é conhecer a cidade de bike. Basel é uma cidade totalmente bikefriendly, com ciclovias diversas e bem demarcadas. Mais de 40% dos moradores utilizam este meio de transporte. Os suíços são ciclistas apaixonados! Por isso, é sempre bom prestar atenção na hora de atravessar a rua. Há placas apenas para os ciclistas. Fique esperto com os bondes! Se você não for cuidadoso, suas rodas podem ficar presas nas trilhas do bonde e isso pode fazer você voar! Capacetes não são necessários (embora recomendado), mas luzes e sinos são.

No centro histórico, os bondes levam os turistas e moradores para todas as partes. Há placas azuis indicando as atrações turísticas por toda a cidade e a distância entre elas não é longa. A Freie Strasse (Rua Freire) é o centro de compras e nesta rua também está o Rathaus, o espetacular prédio antigo e rico em detalhes, uma mistura de estilos góticos e art nouveau, que abriga a prefeitura da cidade. Na frente da prefeitura e no final da Rua Freire está a Marktplatz, uma praça que oferece um mercado de produtos locais e acontece diariamente. Ali são vendidos legumes, frutas fresquíssimas e, aos finais de semana, ocorrem feiras e apresentações artísticas.

Basel oferece mais de 40 museus, como a Fundação Beyeler (museu de arte com mostras temporárias) e o Kunstmuseum. Aos domingos, muitos deles têm entrada franca. Na cidade, há três grandes catedrais: Elizabethen, Spalentor e a Münster. É possível ir até as torres para ter uma vista panorâmica da cidade!

Na parte mais moderna da cidade há um Zoológico, fundado em 1874, que hoje abriga espécies raras de animais. A Muralha de Basileia é o conjunto de fortificações medievais da cidade que se desenvolveu entre 1080 e 1860 e vale a pena dar uma caminhada par tirar boas fotos do local.

Basel é conhecida como a cidade das fontes de água, sendo que 170 delas ainda estão em funcionamento. Uma das mais marcantes é a “Fasnachts-Brunnen” (Fonte do Carnaval) na Praça do Teatro de Bâle. Desde 1977, abriga uma obra de Jean Tinguely, na realidade uma máquina que se movimenta, faz borbulhas na água e diverte os turistas.

O Rio Reno é um dos charmes da cidade. É possível fazer viagens curtas em um dos quatro ferries que cruzam o rio em cinco pontes da cidade. A mais conhecida das 14 pontes que atravessam o Reno é a Mittlere  de 1251, um dos símbolos de Base lque, aliás, é a mais antiga ponte sobre o Reno entre o Lago de Constança e a Mar do Norte. Nos dias de verão, é comum ver muitas pessoas aproveitando o rio, tomando sol em um dos bancos ou mesmo nadando.

Todos os hotéis em Basel, incluindo Albergues da Juventude, oferecem a cada hóspede registrado um “Passe de Mobilidade” (Mobility Ticket) gratuito no check-in. Este passe oferece viagens ilimitadas gratuitas no transporte público em Basel e subúrbios (incluindo de e para o aeroporto) durante a sua estadia. Se você tiver a confirmação escrita de uma reserva de hotel você pode usar isso para se deslocar da estação ferroviária ou aeroporto para o seu hotel. Alguns hotéis avisam sobre esta facilidade em seus sites.

A cidade é conhecida por seus muitos museus de renome internacional, que vão desde o Kunstmuseum, a primeira coleção de arte acessível ao público na Europa (1661) e o maior museu de arte em toda a Suíça, até a Fundação Beyeler (localizada em Riehen ). A Universidade de Basel, fundada em 1460, é a universidade mais antiga da Suíça e o longo compromisso da humanidade com a cidade, fizeram de Basel um refúgio seguro em tempos de agitação política em outras partes da Europa para pessoas como Erasmus de Roterdã, a família Holbein e mais recentemente também para Hermann Hesse e Karl Jaspers.

Como Basel oferece várias possibilidades para ser explorada, todos os pontos turísticos citados acima podem ser visitados em um dia a pé, mas o melhor é reservar 3 dias.

Há dois tipos de cartões econômicos que podem ser utilizados em sua viagem. O Basel Card oferece diversas vantagens, entre elas a entrada grátis no Zoo de Basel, passeio gratuito de ferry pelo rio Reno, city tour incluso e descontos em vários museus, teatro, bares e restaurantes. O Swiss Pass é um bilhete múltiplo que dá direito a entrada em mais de 400 museus em toda a Suíça e livre acesso a rede de transportes no país, incluindo trens, ônibus, ferries (passeios de barco) e passeios pela montanha. Nas cidades, é possível usar os trens, ônibus e até barcos, sem pagar mais nada por isso. Menores de 16 anos não pagam se estiverem acompanhados de um dos pais.

Se puder ficar hospedado no centro antigo, a escolha será certeira!

No quesito alimentação, sugiro que prove o mohnschnitte, um doce tradicional alemão feito com sementes de papoula. A frucht waie, outra torta alemã, é recheada com nozes. Os deliciosos läckerli são biscoitos de mel, amêndoas e especiarias, às vezes levam o inigualável chocolate suíço, uma tentação! Perto do centro histórico, visite a confeitaria Schiesser, imperdível. Quando houver festas na rua, aproveite para provar as tradicionais salsichas no pão.

Uma opção mais cara, é o restaurante Zum Goldenen, a mais antiga taverna de Basel (desde 1412) que fica em uma casa histórica na cidade antiga em frente ao Rio Reno. Os restaurantes com melhores preços se encontram ao redor da Marktplatz. Caso opte por fazer compras em um supermercado para seu lanchinho no hotel a melhor opção é o Migros.

A Freie Strasse (Rua Freire) é a maior e mais popular rua para compras, próxima da Marktplatz. Não deixe de ir na Globus, loja de departamento suíça que vende roupas, acessórios, chocolates, biscoitos e condimentos. A Schnabelgasse também tem muitas opções de lojas.

De Basel, pode-se visitar três países em um único dia! A cidade possui três estações de trem. É possível ir a Paris ou Frankfurt em apenas 3 horas. Visite outras cidades suíças em um bate e volta partindo da Basel para Lucerna (100 km); Berna  (100 km) e Zurique (85 km).

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Genebra é conhecida como a capital da paz

Genebra  é uma cidade da Suíça, localizada no oeste do país, localizada às margens do Lago Léman (ou Lago Genebra), Genebra (Genève ou Genf) é a segunda maior cidade suíça. Cerca de 45% de seus 200 mil habitantes são estrangeiros provenientes de 180 países diferentes, o que a torna uma cidade multicultural. É cortada pelo rio Rhone, pertinho da fronteira com a França.

É a capital mais diplomática do mundo, pois lá estão várias sedes de Organizações Mundiais importantes como a ONU, a OMS, a Cruz Vermelha e a UNESCO.fazendo com que a cidade tenha a alcunha de “Cidade da Paz, uma vez que lá foram assinadas diversos tratados em prol da paz mundial. É considerada um dos mais importantes centros financeiros e a terceira cidade com maior qualidade de vida do mundo. Já figurou como a quinta cidade mais cara para se viver.

Genebra foi o berço de Voltaire, o local que abrigou o então refugiado Lenin, onde Rousseau se rebelou, o lugar onde foi criado o monstro Frankenstein e onde Calvin iniciou a Reforma protestante.

É uma cidade propícia para ser visitada em qualquer época do ano. No geral, o tempo é bem ameno. As temperaturas despencam para 3ºC no mês mais frio (janeiro) e alcançam até 23ºC no mês mais quente (julho).

Um dia é suficiente para explorar a maior parte das atrações, no entanto, você pode ficar 2 ou 3 dias em Genebra caso queira conhecer tudo. A cidade é pequena e fácil de se locomover a pé ou através de transporte público. Quando hospedar-se em um hotel, albergue ou camping solicite o cartão de transporte gratuito (Geneva Transport Card) que dá direito ao uso de tram, ônibus ou barcos (Mouettes Genevoises) e é ilimitado durante todo o período da estadia. Outra ideia interessante é tornar Genebra uma base para fazer bate-e-volta para algumas cidades da região.

Genebra tem O Aeroporto Internacional de Genebra (GVA) situado a apenas 6 km da estação de trens Gare Cornavin no centro. A cada 12 minutos sai um trem da estação ferroviária do aeroporto. É possível tomar um trem gratuitamente! É só pegar a passagem numa máquina de venda de bilhetes situada na área onde ficam as esteiras de bagagens. Essa passagem tem a duração de 80 minutos e permite usar não só o trem, mas todo o sistema de transporte público. O aeroporto também disponibiliza diversos acessos para o centro como os ônibus 5, 10, 23 e 28 (15 min de viagem).

Os trens internacionais que saem de Genebra incluem o francês SNCF e as estradas de ferro nacionais suíças trabalham com o serviço TGV-Lyria de alta velocidade. Há um serviço direto de Genebra para Paris (570 km) com um tempo de viagem de três horas, bem como para Lyon (2h), Avignon (3h), Marselha (3h30) e Nice (6h30). Existe uma ligação direta entre Milão e Genebra, atravessando os Alpes quatro vezes por dia. Uma vez por dia, este serviço EuroCity (EC) liga diretamente Genebra a Veneza via Milão.

Genebra é uma ótima cidade para se locomover de bicicleta. Com exceção da cidade velha, a cidade é bastante plana e, embora existam algumas ruas perigosas para andar, quase sempre há uma rota segura e rápida para o seu destino. Uma organização social chamada Genèveroule empresta bicicletas gratuitamente (por quatro horas e depois uma taxa por hora extra), de 30 de abril a 30 de outubro. Um passaporte ou bilhete de identidade deve ser exibido e um depósito reembolsável é exigido. Seis estações estão localizadas ao longo do lago, atrás da estação ferroviária, em Eaux-Vives (Terrassière), na Plaine de Plainpalais e em Carouge. Embora este serviço seja bastante conveniente, certifique-se de trazer identificação e contato, incluindo o número de telefone do hotel, para acelerar a papelada.

A cidade velha pode ser facilmente visitada a pé, começando em qualquer lugar ao redor da doca de barco turístico no lago Geneva, ou se você vem da estação Cornavin, vá até a ilha Bel-Air e continue em frente até a cidade velha. Atravessando a ponte (Pont du Mont Blanc), você chegará ao Jardim Inglês com o famoso relógio de flores e uma fonte de água de bronze esculpida. Então você pode atravessar a rua (Quai de General Guisan) e subir a colina (na Place du Port e Rue de la Fontaine) e subir a longa passagem da escada e acabar por trás da Catedral de São Pedro. Depois de visitar a catedral, que é o marco mais conhecido de Genebra, você sai do pátio e fica bem em frente à Prefeitura de Genebra. A partir daí, você pode facilmente caminhar até o Bastions Park, onde você encontrará o famoso memorial da Reformation Wall. Este parque é muito calmo e romântico, especialmente no início do outono, quando as folhas começam a cair.

O melhor local para se hospedar é na região central, pois como Genebra é pequena dá pra fazer quase tudo a pé. Se você ficar em um hotel, pousada ou acampamento, você terá transporte público gratuito. Eu explico: normalmente, você receberá um cartão Unireso Geneva Transport no momento do check-in quer será autorizado para uso durante toda sua estadia. É necessário carregar seu passaporte com você  para garantir a validade. O bilhete é válido nos trens até o aeroporto. Um passe é válido por 15 dias no máximo e também no dia da saída do seu local de estadia, o que é útil se você tiver um voo e quiser passear ou fazer compras.

Há muitos hotéis em Genebra, mas poucos econômicos. Há muitos ao redor da estação ferroviária central de Cornavin que oferecem um preço melhor. Para os preços baixos do hotel, experimente as cidades francesas periféricas de Annemasse ou Gaillard, que são convenientemente acessíveis através do transporte público de Gare Cornavin. É mais difícil encontrar hospedagem durante grandes conferências internacionais e feiras. Vale a pena fazer pesquisas para ver se sua chegada coincide com um desses eventos.

Você encontrará que, na maioria das vezes, os hotéis na área do aeroporto são mais baratos do que os que são centrais. Os hotéis são normalmente calmos e possuem melhores instalações do que os hotéis centrais, e o transporte público fica a cerca de 15 minutos do centro da cidade. No entanto, se você estiver trabalhando ou participando de uma conferência em um local em outro lugar da cidade, você precisará verificar se ele está a uma curta distância de um hotel da área do aeroporto ou você pode precisar ir para a cidade e pegar um ônibus / bonde para voltar ao seu destino.

Genebra tem um grande número de restaurantes para uma cidade do seu tamanho, e devido  a comunidade internacional há mais variedade do que você encontrará na maioria das cidades suíças. Em contrapartida, Genebra é possivelmente a a cidade mais cara que encontrará. Além disso, pode ser bastante difícil encontrar comida no domingo à noite, por isso pode valer a pena planejar ou apenas visitar a região mais turística perto da estação de trem. Se você tem a possibilidade de cozinhar sua própria comida essa é uma boa ideia para economizar dinheiro. Se você ficar por um período mais longo, é uma boa ideia fazer viagens de compras para supermercados na França, onde muitos alimentos custam menos da metade do que fazem em Genebra.

Existem alguns supermercados de boa qualidade que não são muito caros como o Migros, Manor ou Coop, e são a opção mais econômica para uma refeição. A cozinha suíça é conhecida por ser muito saborosa e à base de laticínios e legumes. Não deixe de saborear alguns dos extraordinários pratos típicos da cidade e da Suíça, como o fondue (de queijo, de carne, de legumes, de chocolate!), a raclette (queijo, batatas e bacon), a batata rosti, também conhecida como batata suíça, os gratins (pratos gratinados no forno) e os emancés (ensopados).

Durante a sua estadia abuse dos queijos, existem mil e uma qualidades para todos os gostos! Lembre-se que ali é fabricado o melhor chocolate do mundo e prove a variedade enorme que o país oferece e que se encontra à venda em lojas, supermercados ou em chocolatarias próprias com visitas guiadas e oferta de amostras no final! As boulangeries (padarias) estão sempre cheias devido à quantidade enorme e deliciosa de bolos que oferecem. Tal como na vizinha França, os croissants suíços são maravilhosos!

Em Genebra, as atrações são próximas umas das outras. Uma excelente ideia é conhecer os museus na sua maioria gratuitos. A Rua Grand nº 40 foi o local onde nasceu o filósofo Jean Jacques Rousseau e é uma das grandes atrações da cidade. Recomendo realizar um tour a pé pela Cidade Velha e suas ruelas charmosas. Pelo caminho, fora os vários pontos turísticos como a Catedral de Saint-Pierre (de onde se tem uma bela vista do topo!), há muitos restaurantes, e bares, galerias de arte, lojas para todos os gostos e bolsos e muito mais! O lago Léman merece ser explorado com uma boa caminhada às suas margens. Aproveite a vista para admirar os Alpes franceses que cercam a paisagem, como o Mont-Blanc, o mais alto da Europa.

Genebra tem uma rede de quatro linhas de bonde: 12, 14, 15 e 18. Três delas passam pelo principal centro de transporte, na estação ferroviária Cornavin, e todos eles têm uma estação perto da Place Bel-Air ao lado da Cidade Velha. Se não recebeu um cartão TPG / Unireso do seu hotel, terá de comprar um bilhete de uma das máquinas localizados em cada paragem antes de embarcar no transporte. Estes bilhetes cobrem bondes e ônibus.

Genebra é uma boa cidade para se pedalar. Com exceção da Cidade Velha, Genebra é razoavelmente plana, e embora haja algumas ruas mais movimentadas, há quase sempre uma rota segura e rápida para seu passeio. Uma organização social chamada Genèveroule empresta bicicletas gratuitamente por quatro horas. Para ter acesso a este serviço é necessário ter em mãos sua identidade e informações de contato, incluindo o número de telefone do hotel, para fazer um cadastro.

Procure fazer um passeio de barco atravessando o lago de uma margem à outra usando os mouettes (táxi aquático) por um preço bem econômico. Para quem ficar mais tempo, há a opção de fazer um passeio de barco que demora um dia inteiro, visitando várias cidades suíças e francesas que ficam na margem. No verão, os parques e os cais ao longo da margem são palcos de apresentações com música gratuita.

Para usufruir da cidade gastando pouco, uma dica é adquirir o Geneva Pass que dá acesso a várias atrações turísticas, tours, atividades culturais, transporte de graça e vários descontos. Está disponível para uso em 24, 48 ou 72 horas. Entre as atrações e atividades que saem de graça estão o ônibus turístico, um walking tour pela Cidade Velha (Old Town), passeio de barco pelo lago ou no teleférico em Mont-Salève e entradas nos museus da Cruz Vermelha, Patek Philippe, o MIR (Museu Internacional da Reforma), entre outros.

Para fazer suas compras a sugestão é explorar as ruas du Rhône, a de Rive e adjacências. Na cidade, encontra-se a Manor e a Globus,  duas grandes lojas de departamentos que vale a visita.

A cidade não possui muitas acomodações econômicas por isso procure aplicar um day train.

Cidades na Suíça

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Em Berna os ursos são populares e mascotes da cidade

Berna é a capital da Suíça desde 1848, mas não tem um aspecto de metrópole. Conta com 150 mil habitantes e é atravessada pelo rio Aar. A língua oficial é o alemão. Uma lenda diz que em 1224 o Duke Berthold,  fundador da cidade, saiu para caçar e sua primeira presa acabou sendo um urso. A partir daí resolveu dar à cidade o nome de Bern, que no dialeto local se pronunciava “Bärn”. Urso em alemão é “Bär” e devido à essa similaridade se criou a lenda. Além de batizar a cidade, o urso é o mascote de Berna e está representado no brasão. Situado no meio da Suíça, Berna é de fácil acesso de todas as partes do país.

O centro histórico de Berna entrou para a lista de Patrimônios da Humanidade da UNESCO, graças ao patrimônio medieval de sua Cidade Antiga, que conseguiu atravessar os séculos graças aos seus 6 km de arcadas. A cidade ostenta os mais longos calçadões de compras cobertos da Europa. Poucas cidades conseguiram manter suas características históricas tão bem preservadas. Segundo a UNESCO, Berna está entre as 10 cidades do mundo com melhor qualidade de vida.

O físico Albert Einstein desenvolveu a sua Teoria da Relatividade em Berna. A casa onde ele morou foi transformada num museu aberto ao público. A cidade também é famosa por ser o lugar onde surgiu o chocolate Toblerone e o queijo suíço.

Sabe aquela cidade de desenho animado, ou que parece ter sido construída para ser cenário de um filme? Berna é assim, com cara de cidade de interior, mas com uma arquitetura invejável, ruelas medievais charmosas e prédios históricos. Outro responsável por deixar a paisagem tão encantadora é o rio Aar, que corta a capital suíça. A cor da água é um azul-esverdeado e tem 300 km de comprimento. Caminhe por Berna e não perca a chance de ver o rio do alto de uma das 18 pontes da cidade ou caminhe ao longo de seu curso.

No inverno, entre dezembro e março, as temperaturas costumam ser negativas. Nos dias de céu claro, é possível ainda avistar os Alpes nevados no horizonte em qualquer época do ano. No verão, a cidade tem muitas atrações, mas fica cheia e tudo é mais caro. No outono, as árvores ganham um tom dourado e o clima é bem agradável para aproveitar os espaços ao ar livre.

Um dia é suficiente para explorar a maior parte das atrações. No entanto, você pode ficar 2 ou 3 dias em Berna, caso queira conhecer tudo. Uma dica é tornar Berna uma base para fazer um day train para algumas cidades da região, entre elas Lucerna e Zurique.

Berna tem seu próprio aeroporto internacional, localizado ao sul do centro na área de Belpmoos (10 km). Há voos diretos de Colônia, Munique, Barcelona, Paris, Londres, bem como vários destinos sazonais na Europa.  Esse aeroporto está ligado a várias cidades, tanto dentro da Suíça como de outros países da Europa, e serve de hub para duas empresas aéreas suíças: a Sky Work Airlines e a Helvetic Airways. A melhor forma de chegar ao centro é através do ônibus que sai o aeroporto (linha 160 ou 334) e que conecta à Estação central (Hauptbahnhof). O trajeto completo leva pouco mais de 30 minutos, de onde os trens suburbanos S-Bahn (linhas S3, S31, S4 e S44) se conectam a Berna em 13 (S4, S44) a 21 (S3, S31) minutos.

Para se conectar a outras cidades por meio terrestre, Berna conta com várias autoestradas, como a A1, A6 e A12, além da rede ferroviária nacional e internacional, às quais a cidade está ligada por uma estação ferroviária. Há trens partindo de várias cidades Suíças com destino à Berna e também há alguns trens internacionais que chegam diretamente. A estação central fica a poucos passos do centro da cidade por um caminho agradável.

Berna apresenta uma excelente rede de transporte público  através das redes de bondes, trólebus e ônibus, que formam um sistema integrado para interligar as várias partes da cidade. Também com esse objetivo, um funicular faz a ligação entre o bairro do Marzili e o Palácio Federal da Suíça. Além disso, várias pontes foram construídas sobre o rio Aar para conectar as partes antigas da cidade com os bairros mais novos, fora da península.

Porém, o melhor é explorar a cidade a pé e o seu passeio deve começar pelo centro histórico onde as ruas são estreitas e têm fachadas de arenito e torres históricas intactas desde sua construção entre os séculos XII e XV. São 6 km de calçada coberta com arcos medievais, que dão acesso a lojas diversas. Nas praças do centro da cidade, coloridas feiras semanais expõem seus produtos. Continue seu tour na rua principal Marketgasse  repleta de lojinhas, restaurantes e fontes coloridas, um verdadeiro espetáculo! Se você vai sair do centro da cidade em áreas como Guisanplatz, é melhor ir de trânsito, a menos que você queira caminhar por 45 minutos.

Você pode obter uma bicicleta grátis durante quatro horas em “Bern rollt”. Tudo o que você precisa é um passaporte ou uma identificação e um depósito, e você pode explorar Berna de bicicleta. Após quatro horas, você terá que pagar por cada hora adicional. Há três lugares onde você pode obter uma bike: Milchgässli / Hauptbahnhof (estação principal), aberto o ano todo. Hirschengraben e Zeughausgasse, aberto de maio a outubro.

Berna é conhecida como Cidade das Fontes. Há mais de 100 fontes diferentes em vários pontos do centro histórico sendo que onze destas são datadas da Idade Média decoradas com estátuas em estilo renascentista que remetem a personagens históricos ou figuras lendárias. Cada fonte conta a história de um personagem importante na história da cidade. As fontes têm água deliciosa e potável. Na caminhada pela rua, você encontrará três das mais procuradas fontes de Berna. A Kindlifresserbrunnen (“Fonte do Comedor de Crianças”), de 1545, tem uma figura folclórica (para muitos trata-se de um ogro ou um típico personagem do carnaval de Berna, o “Fastnacht”) comendo criancinhas e um saco nas costas com algumas esperando para serem devoradas. A Schützernbrunnen (“Fonte do Atirador”) data de 1543.

A Fonte Anna-Seiler-Brunnen é uma homenagem à Anna Seiler, fundadora do primeiro hospital da cidade. Na rua, estão algumas das principais atrações turísticas da cidade como a Torre da Prisão, a Torre do Relógio e a casa de Einstein. A Marktgasse termina na Bärenplatz, praça que na verdade é uma grande alameda exclusiva para circulação de pedestres e bicicletas. Essa região é a melhor opção para comer bem gastando pouco.

Berna abriga uma excelente universidade e tem uma vida jovem bastante ativa. Uma boa opção de programa é alugar uma bicicleta (gratuitamente). Basta fazer seu cadastro, um depósito e devolver o equipamento conforme o combinado, assim você terá o dinheiro novamente. Vale a pena curtir a cidade numa bike.

Não deixe de visitar o Bear Park onde os ursos podem nadar no rio. Eles também têm uma caverna para a hibernação. O Bear Park pode ser visitado pegando o ônibus número 12 na estação ferroviária em Berna em direção a Zentrum Paul Klee e descer na parada de ônibus “Bärengraben”. Livre.

Aliás, é uma boa cidade para arriscar seu próprio roteiro. Não deixe de ver os jogos de xadrez gigantes. E programa-se para estar na cidade quando ocorrer o Zibelemärit (“mercado de cebola”) que é uma feira anual realizada na quarta segunda-feira de novembro.

A principal estação ferroviária tem um escritório de turismo no lado oeste no piso térreo. Eles vão tentar ajudá-lo a encontrar um quarto de hotel, se você chegar sem reserva. No entanto, é melhor reservar com antecedência se você puder, os hotéis tendem a encher-se nos fins de semana. Na hora de escolher onde ficar, a melhor opção é se hospedar no centro histórico para aproveitar os pontos turísticos. Ali é tudo mais perto, não tem como se perder!

Para comer em Berna pode ser uma proposta cara para os turistas estrangeiros. A maioria dos nativos de Berna prefere cozinha italiana e asiática. Pergunte nos restaurante pelo prato do dia que costuma ser mais barato. Caso você queira aproveitar, esta é a oportunidade para experimentar o clássico e tradicional fondue suíço ou a raclette. Lembre-se que a Suíça é um país caro! Procure comer lanches nas padarias, pizzarias e lanchonetes que vendem kebab. Uma opção é a loja de departamento Manor, que oferece opções de café da manhã com preço de buffet ou itens separadamente. Dependendo da época que você visita a Suíça, pode encontrar barraquinhas de comida de rua que servem as famosas bratwurst, salsichas grelhadas com pão.

Os supermercados Migros e Coop possuem restaurantes em algumas filiais e lá são servidos pratos quentes típicos da Suíça e diversas opções de sanduíches quentes, saladas prontas, frango assado ou petiscos. Ambos estão próximos da estação de trem. Se você está com um orçamento apertado e pretende gastar o mínimo possível, uma das melhores opções é comprar um sanduíche natural fresco nas geladeiras do Coop ou Migros, mas no supermercado e não no restaurante! Sempre que estou com o orçamento procuro fazer meu lanche, compro nos mercados pão e frios para fazer sanduíche. Assim, posso montá-lo da forma que desejo no hotel, hostel ou em qualquer lugar na rua mesmo e carregá-lo na mochila para comer quando sentir forme.

Muitos moradores da cidade vão te dizer que a vida noturna em Berna não é exatamente espetacular, mas provavelmente estão comparando isso com Zurique ou Paris. Existem alguns pontos bons para sair, há uma grande variedade de bares em toda a cidade. No entanto, você pode ficar desapontado com a maioria das opções centrais, pois eles tendem a ser extremamente convencionais, embora haja um amplo número de exceções.

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A Cidade do Vaticano é uma atração turística imperdível para quem visita Roma

A Cidade do Vaticano, sede da Igreja Católica, ocupa uma área de 0.44 quilômetros quadrados, e está situada a oeste das sete colinas de Roma (Capitólio, Quirinale, Viminale, Esquilino, Célio, Aventino e Palatino). A cidade pertence ao menor Estado do mundo, homônimo, com reconhecimento internacional, independente e soberano. Por sua vez, o Vaticano está situado no meio da capital italiana, Roma, partilhando 3,2 km de fronteira com esta cidade. A defesa do país é da responsabilidade da Itália, enquanto que a segurança do Papa fica a cargo da Guarda Suíça.

A população do Vaticano é de cerca de 800 habitantes, das quais 450 possuem a cidadania do Vaticano, enquanto as demais são autorizadas a residir temporariamente ou permanentemente, mas sem o direito à cidadania. Além do italiano, o latim é a língua oficial. Como falar latim não é nada prático, o italiano é mais falado. Mas, o inglês também é usado extensamente.

O nome Vaticano vem de uma colina situada na região noroeste de Roma, Vaticanus, que por sua vez deriva de Vagitanus, deus etrusco que abria a boca do recém-nascido para que ele pudesse dar o primeiro grito ou chorar”, e seu templo foi construído no antigo local de Vaticanum. Acredita-se que tenha sido também o local em que São Pedro foi martirizado e sepultado.

A história, riqueza e grandiosidade da Cidade do Vaticano são impressionantes e enriquecem a viagem de qualquer pessoa. É fácil chegar ao Vaticano de táxi, ônibus ou a pé vindo de Roma. O bairro mais próximo do outro lado do Tibre é o Ponte. Pegue a linha de metrô A para a estação Cipro/Museus do Vaticano ou Ottaviano/St. Peter’s. Uma viagem divertida é pegar o bonde para Piazza del Risorgimento. Da Estação Termini de Roma, o ônibus # 64 vai direto para o extremo sul do Vaticano. Por ali, tem muitos batedores de carteira, cuidado!

O Vaticano é facilmente explorado a pé. Entretanto, sua maior parte é inacessível aos turistas. As áreas abertas aos turistas são a Basílica de São Pedro e os Museus do Vaticano.

A região romana, na qual está localizado o Vaticano, tem clima temperado. As estações chuvosas são a primavera e o outono, principalmente nos meses de novembro e abril. O verão é quente, úmido e potencialmente seco, enquanto o inverno é geralmente suave e chuvoso, mas com ocorrência de massas de ar frio e, por vezes, de neve.

A Cidade do Vaticano possui uma rede de transportes razoavelmente bem desenvolvida considerando seu tamanho. Por causa de seu reduzido tamanho tem um sistema de transporte de pequenas dimensões, sem aeroportos ou estradas. Existe um heliporto e uma ferrovia que se conectam à rede da Itália e à estação de São Pedro de Roma, esta última possui 852 m de extensão, onde apenas 300 m passam por dentro do território do Vaticano. O Papa João XXIII foi o primeiro Papa a fazer uso desta estrada de ferro e o Papa João Paulo II a usou também, embora muito raramente. O transporte ferroviário no Vaticano é utilizado principalmente para transporte de mercadorias.

Por não ter aeroportos, a cidade é servida pelos mesmo aeroportos que servem Roma, como o Aeroporto Internacional de Roma (Fiumicino) e, em menor medida, o Aeroporto de Roma-Ciampino, que serve como porta de entrada e partida para visitas internacionais do Papa.

A cultura do Vaticano é obviamente correspondente à da Igreja Católica e o seu expoente são as obras de arquitetura como a Basílica de São Pedro, a Arquibasílica de São João de Latrão, a Praça de São Pedro, a Capela Sistina e a coleção dos Museus do Vaticano. O palácio onde reside o Papa tem 5 mil quartos, duzentas salas de espera, 22 pátios, 100 gabinetes de leitura, 300 casas de banho e dezenas de outras dependências destinadas a recepções diplomáticas.

Procure visitar o local em duas manhãs chegando bem cedo, pois as filas são sempre intermináveis. São milhares de “turistas” e não “viajantes” que se acumulam sem um bom planejamento. Por isso, a dica é a seguinte: na 1ª manhã, divida seu roteiro entre a Praça e a Basílica de São Pedro; na 2º manhã, visite os museus e Capela Sistina. Pode trocar a ordem conforme a disponibilidade de entradas, mas o fundamental é dividir em duas manhãs para aproveitar uma das maiores experiências da sua vida! Chegue até às 8h, pois em três horas o local coalha de gente. Por isso, não se atrase e cumpra a agenda. Você vai me agradecer por isso!

Reserve pelo menos 4 horas para visitar os Museus do Vaticano, pois é muita arte e história juntas e vale a pena aproveitar cada detalhe! São vários museus em um: a Galeria de Arte Egípcia, de Arte Etrusca e a Pinacoteca, com grandes nomes da arte italiana e uma parte somente de arte contemporânea.

Se você quiser ver o Papa, você pode assistir à bênção usual de seu apartamento ao meio-dia de domingo ou na quarta-feira. No verão, este evento ocorre na residência de verão papal em Castel Gandolfo, a 25 km de Roma. O Papa vem a bordo do papamóvel às 10h30 para abençoar multidões de uma varanda ou plataforma, exceto no inverno, quando ele fala do auditório Aula Paolo VI, ao lado da praça. Você pode facilmente assistir à distância ou adquirir um bilhete gratuito na terça-feira anterior.

A Basílica de São Pedro é a maior igreja do cristianismo no mundo. Suas dimensões impressionam: 186 m de comprimento, nave central de 46 m, cúpula principal de 136 m de altura e 42 m de diâmetro. Possui 45 altares, 11 capelas e algumas das mais importantes obras de arte do mundo! É o ponto alto do passeio. Não pode ser fotografada do lado de dentro, nem tente! Não é permitida a entrada de pessoas com ombros ou joelhos nus. Vale para homens e mulheres de todas as idades. A visita à Basílica é gratuita.

A maior parte de sua decoração interna foi criada por Bernini. Dentro da igreja, se conserva uma quantidade de obras-primas indescritíveis como o Baldaquino de São Pedro, estrutura de bronze monumental construída por Bernini no século XVII; a majestosa Pietà de Michelangelo Buonarroti em mármore de Carrara; as 13 estátuas do Redentor, de São João Batista e dos apóstolos (com exceção de São Pedro); e os dois grandes relógios nas extremidades. No pórtico, estão as estátuas equestres de Constantino e Carlos Magno. E ainda tem a emblemática cúpula da basílica projetada por Michelangelo.

A missa na Basílica de São Pedro é realizada de segunda a sábado às 8h30, 10h, 11h, 12h, e 17h; e aos domingos e feriados religiosos às 08h30, 10h30, 11h30, 12h10, 13h, 16h e 17h30. Visitas à Basílica ainda são possíveis enquanto a missa está em andamento.

A Capela Sistina é um dos maiores tesouros do Vaticano, de Roma e do mundo em geral. O que chama a atenção na Capela Sistina não é sua arquitetura, mas os afrescos que cobrem totalmente as paredes e o teto pintados por Michelangelo, que levou quatro anos para pintar toda a abóboda. As nove histórias do Gênesis ocupam a parte central e nela estão representadas as cenas desde a Embriaguez de Noé até a Separação da Luz e da Escuridão. Sem dúvida, a Criação de Adão é a imagem mais emblemática e está localizada na parte central da abóbada. Sobre o altar maior está outra obra-prima de Michelangelo, o Juízo Final. Uma curiosidade: Juízo Final, a pintura mais famosa da Capela Sistina, quase foi destruída nos anos seguintes após ser mostrada ao público. A Igreja contratou outro pintor para cobrir algumas das genitálias pintadas não para desfigurar a obra de Michelangelo, mas para salvá-la da fúria daqueles que a consideravam obscena! Atenção, é proibido tirar fotos ou filmar! Os seguranças estão bem atentos e se virem você fotografando, apagarão qualquer registro na hora. Fique em silêncio, pois aquele é um lugar sagrado para muitas pessoas.

Se você puder, faça uma visita aos jardins do Vaticano, mas somente se o Papa não decidir dar uma passadinha por ali bem na hora que você quiser visitá-los. Os jardins são maravilhosos e vale a pena desfrutar da beleza local. São mais de 20 hectares e constituem quase metade de todo o território do Vaticano.

Ao meio-dia dos domingos , os fiéis se reúnem na monumental Praça São Pedro para participar do Angelus Domini e receber a benção do Papa, que aparece na janela de seu apartamento. Às quartas-feiras, é realizada a audiência geral, quando é possível ver o Santo Padre rodar com seu papa-móvel entre a multidão. No centro da praça está o Obelisco do Vaticano com seus 25 metros de granito vermelho sustentado na base por quatro leões de bronze. Foi confeccionado no Egito por ordem dos romanos e, em seguida, levado a Roma por Calígula. Primeiro, foi colocado no Circo de Nero e depois ao lado da antiga Basílica de São Pedro.

Não é permitido entrar no Vaticano usando shorts, bermuda, saias curtas, decotes e transparências. Se aparecer desse jeito, será barrado. Não precisa se cobrir inteiro, mas tome cuidado com esses detalhes. Se estiver com uma blusa que mostre os ombros, leve um xale. Para entrar, você vai passar no detector de metais, portanto não leve na bolsa nada que possa causar problemas. Se for subir na cúpula, lembre-se de ir com um sapato confortável, pois são mais de 300 degraus e, se não comprar o elevador, são mais de 500.

Cada programação que fizer tem ingresso próprio. Um passeio recomendado é uma visita à Necrópole do Vaticano, onde estão os restos de São Pedro, que foi a base da fundação da Basílica e da Igreja Católica. Outra dica bem legal é comprar pela internet seu ingresso com data e hora marcada no site dos Museus do Vaticano. As filas são gigantes e você evitará esse problema.

Caso você não compre seu ingresso para o Museu do Vaticano antecipado, existe a opção de se unir à alguma visita guiada. Para isso, há vendedores anunciando pelas ruas e você negocia diretamente com eles, escolhendo o idioma que quer seu tour. Outra opção é ir até a loja de souvenires do Vaticano. Você pagará mais do que o ingresso normal, pois eles ganham uma pequena comissão.

Uma das maiores galerias de arte do mundo, o Museu é mais famoso por sua escada em espiral, os Quartos Raphael e a Capela Sistina, primorosamente decorada pelos afrescos de Michelangelo. Grande parte do Museu é organizado para que você siga uma rota de sentido único que conduz aos Quartos e à Capela. Se você estiver muito curto de tempo prepare-se, pois levará pelo menos uma hora para visitar a Capela Sistina.

O Museu é abarrotado de gente todos os dias e se você quiser ver as joias que ele contém você terá que tolerar as aglomerações. Há frequentemente longas filas da entrada que se estendem ao redor do bloco no início da manhã. Os visitantes não-guiados devem juntar-se à fila que está à esquerda enquanto você está de frente para a entrada. A fila à direita é destinada a visitantes guiados grupo.

Os Museus do Vaticano têm um restaurante de estilo cafeteria razoável, um bar e uma pizzaria abertos durante seu horário de funcionamento e até cerca de uma hora após o fechamento.

Não há muitas oportunidades de hospedagem na Cidade do Vaticano.

É impossível descrever a beleza das obras, da arte, da história, da imponência! Não perca a oportunidade de visitar o Vaticano na sua vida e, se possível retorne, pois é sempre um aprendizado.

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Pague menos e fique de olho nas oportunidades!

Viajar no feriado pode acabar se transformando em um grande estresse

Ande com dinheiro ou trocado numa pochete

Sempre existem opções de transporte púbico

A sensação de liberdade é um dos pontos altos

A primeira coisa é escolher o seu destino da viagem

Qual a sua medida de realização?

Despedida no aeroporto em Boston

Caçando camundongos no Basement

3 meses sem lavar minha calça jeans

Fazer compras no supermercado é a melhor opção

Quando tomar banho num albergue?

Faça seu marketing pessoal no albergue e divirta-se

A cantada do coelho erótico

Cuidados ao chegar muito cedo numa estação de trem

Estratégia para pegar uma cabine de trem

Estocolmo é uma das capitais mais charmosas e agradáveis da Europa

Estocolmo é a capital e maior cidade da Suécia. Com quase 2 milhões de habitantes, é famosa por ser uma das capitais europeias mais charmosas. Uma vez que a cidade está situada sobre 14 ilhas conhecidas por sua beleza e ligada por 57 pontes, Estocolmo é destino certo de turistas de todo o mundo, e até recebeu o apelido de “Veneza do Norte”.

O nome Stockholm nasce da junção de dois nomes; a primeira parte, stock,  significa literalmente “tronco de madeira”, que pode ser relacionada com uma palavra do antigo alemão (stock), que significa “fortificação”; a segunda parte, holm, significa “ilha”, referindo-se à ilhota de Helgeandsholmen na zona central de Estocolmo, onde a cidade surgiu.

Estocolmo é conhecida pelos seus edifícios e monumentos  extremamente bem preservados, arborizados parques, sua riquíssima vida cultural e gastronômica e pela excelente qualidade de vida que oferece a seus moradores. Há décadas, Estocolmo figura como uma das cidades mais visitadas dos países nórdicos, com mais de 9 milhões de turistas internacionais anualmente. Nos últimos anos, tem sido citada entre as cidades mais “habitáveis” do mundo, sendo uma das mais limpas,  organizadas e seguras do planeta.

A capital sueca encanta seus visitantes mostrando uma harmonia perfeita entre o clássico e o moderno. Cerca de 30% da cidade está coberta de canais e outros 30% são ocupados por parques e zonas verdes, proporcionando à cidade um clima mais favorável do que se deveria esperar, principalmente devido à elevada latitude no contexto europeu.

A qualidade do ar é a quarta melhor das capitais europeias, atrás de Zurique, Copenhagem e Viena. Com cerca de 80 mil estudantes universitários em mais de vinte universidades e faculdades, Estocolmo é a maior cidade universitária dos países nórdicos.

Estocolmo é servida pelos aeroportos de Bromma e Arlanda. O primeiro opera com voos domésticos e alguns poucos destinos internacionais. O segundo conecta a capital sueca a diversos destinos internacionais. O Aeroporto Internacional Arlanda fica a aproximadamente 40 km do centro. É possível fazer esse trajeto de ônibus, com saídas a cada 5 ou 10 minutos e duração de 40 minutos, ou com o trem pela Arlanda Express que parte para a estação central a cada 10 a 15 minutos.

Apesar de sua localização no norte, Estocolmo tem temperaturas bastante suaves durante todo o ano. Como resultado de sua latitude norte, a cidade goza de uma média de quase 2.000 horas de sol por ano! A precipitação anual média é de 539 mm, sendo que julho e agosto são os meses mais chuvosos.

As melhores épocas para visitar Estocolmo são no verão, final da primavera ou início do outono. Durante os meses de dezembro a março, é comum a ocorrência de nevascas que cobrem a cidade durante várias semanas. As temperaturas ficam entre 0° C e -25°C e o sol se põe às 15h30. No verão, os dias costumam durar mais e as atrações costumam ficar abertas até mais tarde. As temperaturas são mais agradáveis e variam de 15°C a 23°C.

Estocolmo é uma cidade culturalmente diversa e altamente desenvolvida, mas que conseguiu manter o charme do passado. O ideal é se hospedar o mais próximo possível do Gamla Stan, onde estão as principais atrações e onde é possível sentir o clima mais medieval da cidade. O Gamla Stan é o centro velho da cidade e a parte mais bonita de Estocolmo. É um bom local para iniciar o seu tour, pois possui uma arquitetura muito peculiar.

A cidade tem belíssimos jardins, como o Kungsträdgärden, edifícios históricos e importantes museus. Estocolmo tem muitas atrações turísticas espetaculares, que vão desde a arquitetura interessante da Prefeitura à beleza natural do arquipélago. Nos vários palácios (Palácio Real, Museu de Arte Moderna, Museu Nacional e vários outros) os visitantes podem entrar em contato próximo com as tradições da monarquia sueca.

Estocolmo tem mais de 70 museus, que vão desde os grandes em tamanho até os muitos especializados, incluindo o Fjärilshuset (The Butterfly House), o Spritmuseet (museu que conta sobre a cultura do álcool e tem uma exposição interativa interessante que envolve o seu sentido olfativo!) e o Dansmuseet (museu de dança, teatro, arte e fotografia), apenas cintando alguns. Vale a pena visitar o Museu Vasa, com o seu navio de guerra do século 17, e o museu ao ar livre Skansen, que é mais antigo do mundo nesta categoria!

Além de ser uma grande cidade com uma vida cultural ativa, Estocolmo, enquanto capital, também abriga várias das instituições culturais da Suécia, incluindo teatros, ópera e museus. Há dois prédios que são classificados como Patrimônio Cultural da Humanidade, de acordo com a UNESCO: o Palácio Drottningholm e o Skogskyrkogården. Estocolmo já foi escolhida como a Capital Europeia da Cultura.

A capital sueca também oferece oportunidades para desfrutar da arte contemporânea, além dos museus, em galerias, salas de exposição e até lugares públicos. O metrô de Estocolmo tem muitas peças artísticas em suas estações e promove-se como “a mais longa exposição de arte do mundo”. Algumas das instalações mais interessantes incluem a caverna azul da estação Kungsträdgården, os gigantes desenhos da estação Östermalmstorg e as lindas instalações futurísticas da estação Tekniska Högskolan. Nos subúrbios, a estação de Rissne tem como chamariz um cronograma fascinante da história da humanidade gravada em suas paredes, repletas de desenhos e escritos.

Uma dica para conhecer a cidade é fazer o tour com o ônibus de dois andares Hop-on hop-off, aquele que lhe permite entrar e sair quantas vezes você quiser em pontos ao longo da rota para admirar melhor e fotografar e, depois, subir no ônibus seguinte sem adicionais. A turnê passa em alguns dos principais pontos turísticos, mas apenas na parte central e oriental da cidade. Outra opção é o Free Tour Stockholm, um passeio grátis que começa a partir da grande escadaria em Sergels torg e leva 1h30.

Existem inúmeros serviços domésticos diretos para Estocolmo da maioria das grandes cidades. Os principais são os serviços X2000 de alta velocidade das cidades de Gotemburgo (3h), Malmö (4h30h), Sundsvall (3h30) e Östersund (5h). Os trens convencionais seguem na maior parte as mesmas rotas e são ligeiramente mais lentos. Trens noturnos domésticos estão disponíveis de Malmö, e das cidades do norte de Luleå, de Kiruna e de Umeå. A linha ferroviária tem algumas vistas muito bonitas ao sul de Estocolmo, passando por várias pontes.

A cidade de Estocolmo têm um amplo sistema de transporte público. Consiste no Metropolitano de Estocolmo, com três sistemas ferroviários regionais ou suburbanos: trem urbano (Pendeltåg), Roslagsbanan e Saltsjöbanan; mais um grande número de linhas de ônibus e uma linha de barco. Todo o setor de transporte público de Estocolmo são organizados pelo Storstockholms Lokaltrafik. O tráfego de barco do arquipélago é manipulado pelo Waxholmsbolaget.

Estocolmo tem um sistema municipal comum de bilhetes, que permite se deslocar com facilidade entre os diferentes tipos de transporte. Os bilhetes são de dois tipos: o simples e o cartão de viagens, ambos permitindo ilimitadas viagens dentro da cidade e em todo o Condado de Estocolmo durante a validade do bilhete. Bilhetes únicos estão disponíveis em forma de bilhetes numerados, unidades de bilhete individual pré-pago, conjunto de bilhetes de 10 unidades, bilhetes por SMS e máquina de tíquetes. Bilhetes numerados comprados no ponto de embarque são os mais caros e os bilhetes pré-pagos de 10 unidades são os mais baratos. O prazo de validade de um cartão depende, pode ser durante 24 horas ou um ano. Bilhetes de todos os tipos estão disponíveis com preço reduzido para menores de 20 anos e maiores de 65 anos.

O metrô da capital conta com 3 linhas e percorre 110 km. Cada estação é muito bonita, limpa e bem cuidada. Estocolmo tem um sistema de metrô chamado Tunnelbana, comumente abreviado T-bana. Com exatamente 100 estações, a extensa malha alcança tanto a região central quanto o subúrbio. Os trens funcionam das 5h à 1h diariamente. O metrô é a maneira mais rápida de viajar para muitos subúrbios não servidos por trens suburbanos, bem como oferecem uma vista panorâmica da ponte entre Gamla Stan e Slussen!

Os ônibus noturnos substituem os trens nos dias de semana. O ônibus é uma opção de transporte interessante e as principais linhas são as 47 e 69.

Estocolmo tem linhas regulares marítimas para Helsinque e Turku (Terminado denominado Finlandsfärjan), Tallinn, Riga, e para as ilhas Åland. Até 1998, existia uma ligação direta para São Petersburgo, hoje em dia é preciso pegar um barco até Helsinque e, de lá, outro para São Petersburgo. O grande arquipélago de Estocolmo e servido pelos barcos da empresa Waxholmsbolaget.

Uma ideia para economizar é adquirir o Stockholm Pass, que inclui a entrada em mais de 80 atrações e museus, além de passeios de barco e de ônibus. Quem o adquire também pode acrescentar ao passe um travel card que permite viagens ilimitadas de metrô, bonde, ônibus e barco, pelo período de 1, 2, 3 ou 5 dias.

O ciclismo é uma opção atraente durante as estações quentes. Pedalando, se deslocar pelo centro da cidade leva mais de 30 minutos, e pode ser mais rápido do que andar de metrô ou carro.  A cidade tem ciclovias aos montes, além de propiciar um cenário muito agradável para pedalar. Há ciclovias ao longo das principais ruas e os motoristas são atenciosos para com os ciclistas. No inverno, quando os caminhos podem ser cobertos por gelo, deve ser tomado cuidado extra para não derrapar e tomar aquele tombo. Certifique-se de pedalar no lado direito da rua, assim como os carros.

A cidade é conhecida por sua boa culinária. Devido à forte imigração, a cidade têm comidas típicas da Ásia, Itália,  França, Espanha, Grécia e da Escandinávia, entre outros.

Estocolmo possui uma grande variedade de restaurantes. No entanto, jantar em ali pode sair caro. Experimente ficar atento a placa “dagens ratt” presa às janelas de restaurantes e cafés. Isso significa “prato do dia”, normalmente servido a um preço acessível. Na maioria dos lugares, o preço total inclui um buffet de saladas, pão e manteiga, água e café. Os locais mais caros estão no centro e os mais baratos nos subúrbios. Muitos restaurantes de comida asiática, indiana ou mexicana são baratos e oferecem o “tudo o que você pode comer” no buffet do almoço.

As atitudes em relação à homossexualidade são geralmente tolerantes. No verão, a cidade promove o Festival Anual do orgulho LGBT, ou Stockholm Pride, a maior do gênero em toda a Escandinávia.

Estocolmo tem preços de hotel bastante típicos para as regiões nórdicas. Os hotéis localizados longe do centro da cidade são geralmente mais baratos, assim como albergues e quartos privados sem banheiro privativo. Tente encontrar um perto do transporte público. Como em outras grandes cidades europeias, os serviços de aluguel de apartamentos, como o Airbnb, oferecem opções competitivas em comparação aos hotéis tradicionais.

Ao procurar por albergues recomenda-se reserva antecipada, especialmente durante o verão, e para aqueles no centro da cidade. Estocolmo tem alguns albergues espetaculares, como af Chapman em Skeppsholmen, Långholmen, Jumbostay em Arlanda e Best Hostel no cais da Cidade Velha. O menor custo por cama pode ser encontrado nos cruzeiros do Mar Báltico.

A maioria dos hotéis e pousadas oferecem o desjejum incluso no preço da diária, o que facilita muito. Mesmo assim procure economizar indo aos supermercados, pois continua sendo a melhor maneira de poupar para gastar em passeios ou comprinhas extras. Aproveite as feiras livres e mercados abertos públicos para saborear as delícias da culinária da cidade e conhecer mais o povo!

Estocolmo é uma cidade segura por padrões internacionais. Como em outras cidades, no entanto, você deve evitar caminhadas noturnas através de áreas desertas ou parques não iluminados. Especialmente à noite, evite os subúrbios no extremo sul do  Norsborg da linha vermelha do metrô, bem como o extremo norte da linha azul, já que o crime é abundante nessas áreas, elevado para os rígidos padrões escandinavos.

Estocolmo tem uma excitante vida noturna. Os suecos tendem a tomar um excesso de bebida e, como de costume, o álcool pode alimentar a violência.

A maioria dos crimes contra turistas são furtos por trombadinhas, roubo de bicicleta e vandalismo. Como sempre, não deixe itens valiosos em seu carro e cuide da bolsa em lugares lotados. A maioria das lojas e todas as principais empresas de táxi aceitam cartões de crédito e débito, portanto não há necessidade de carregar muito dinheiro. Esteja mais atento aos seus pertences em áreas lotadas, como festivais, casas noturnas, mercados, aeroportos e áreas de transporte público.

Cidades na Suécia
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Praga é um dos mais belos e antigos centros urbanos da Europa

Praga é a capital e maior cidade da República Tcheca, situada na Boêmia central, às margens do rio Vltava e também chamada de “Paris do leste”. Possui 1.450.000 habitantes. A moeda é a coroa tcheca. Em muitos lugares eles aceitam euro, mas a conversão é um pouco mais alta do que nas casas de câmbio.

Praga é um dos mais belos e antigos centros urbanos da Europa, famosa pelo extenso patrimônio arquitetônico e rica vida cultural. É o principal centro econômico e industrial da República Tcheca, além de possuir importantes núcleos de transportes e comunicações.

O curso sinuoso do rio Vltava através da cidade, repleto de belas e antigas pontes, contrasta com a presença imponente do grande Castelo de Praga (Prazský Hrad) fortificado na colina Hradcany, dominando a capital na margem esquerda do Vltava. Fundado no século XVII,  o castelo atualmente serve como residência presidencial, mas antigamente era habitado pelos reis da Boêmia.

A região de Praga foi habitada inicialmente pelos celtas, mas tornou-se um assentamento do trono boêmio no século IX. A cidade prosperou sob a regência de Charles IV, que estabeleceu a capital de seu império na cidade no século XIV. A maioria das atrações importantes da cidade remontam à esta época. Mais tarde, sob a batuta da Casa de Habsburgo, Praga tornou-se a capital da província do Império Austro-Húngaro. Em 1918, após a Primeira Guerra Mundial, a cidade foi estabelecida como a capital da República da Tchecoslováquia. A partir de 1992, com a dissolução dos laços que uniam tchecos e eslovacos, Praga firmou-se como capital da República Tcheca.

Praga tem um clima temperado com variações ao longo do ano. No inverno, a neve pode cobrir as superfícies, mas derrete rápido. Assim como podem irromper tempestades de neve, o que não é muito comum. No verão, o afluxo de turismo é enorme. O clima é quente e ensolarado, mas às vezes as ondas de calor podem ser esmagadoras. Esta é também a estação chuvosa do país. A temporada de primavera é uma das melhores épocas para se visitar Praga, especialmente no mês de maio, com as flores começando a aparecer após meses de hibernação. No outono, há rajadas de vento e céu nublado.

É uma cidade extremamente barata em termos de alimentação, hospedagem e cerveja, onde gasta-se pouco e diverte-se muito! Tenha um bom planejamento para explorar ao máximo este local apaixonante, vai valer muito a pena! O ideal é ficar pelo menos três dias na cidade, mas é tão gostoso passear pelas ruas e desfrutar da agitação da vida noturna na capital tcheca que cinco dias ou mais farão seu roteiro em Praga ser inesquecível!

Praga possui um dos mais belos e conservados patrimônios arquitetônicos da Europa. É conhecida como a cidade das pontes e imponentes catedrais. Quase não foi danificada pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial e permanece com seus pátios murados, catedrais e incontáveis pináculos em todos os arredores da igreja intactos. Isso sem contar o fabuloso Castelo de Praga que vigia a Cidade Velha!

É uma cidade moderna, vibrante, repleta de música, arte e eventos. Transformou-se num destino popular na Europa Central junto com Budapeste e Cracóvia. Milhões de turistas visitam-na a cada ano! Em 1992, seu centro histórico foi inscrito na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.

A população é gentil e hospitaleira! Aprenda um pouquinho do (dificílimo!) idioma que você pode receber um sorriso!

O aeroporto Ruzyne é afastado do centro, cerca de 20 km ou 30 minutos. Saindo do aeroporto, você encontra o ponto de ônibus com opções para duas estações de metrô: Zlícin (linha amarela) e Dejvická (linha verde). A melhor opção é pegar o ônibus 119 com sentido a Dejvická, que leva cerca de 30 minutos até a estação de metrô. O mesmo ticket que você usou para o ônibus vale para o metrô.

Praga está muito bem conectada com o resto da rede ferroviária europeia, e os trens funcionam diariamente para a maioria das grandes cidades. O trem Super City de alta velocidade é uma ótima opção para explorar as principais cidades da República Tcheca. Conecta Praga com a cidade de Ostrava e também com a Áustria e a Eslováquia, ao sul. Desde 2014, um Rail Jet de alta velocidade foi implantado na rota Praga-Brno-Viena-Graz. Os trens Railjet viajam a velocidades de até 230 km/h e são totalmente climatizados.

A linha de trem de Berlim a Praga passa pelas montanhas de Erzgebirge e, durante algumas horas, os passageiros são presenteados com uma série de belos vales de rios rodeados por escarpas rochosas e montanhas. Os trens noturnos ligam Praga também com Colônia, Frankfurt, Copenhague, Zurique, Basel, Moscou e São Petersburgo.

Em Praga, há duas estações ferroviárias internacionais, a Holesovice e a principal Hlavni Nadrazi, esta situada a poucas quadras da Praça Venceslau. Além de limpas conectam-se ao metrô. Há muita abordagem de moradores oferecendo suas casas ou querendo levá-lo para algum lugar que trabalham. Fique atento e avalie os riscos! O problema são os batedores de carteira: é comum escutar alguém gritando na estação. Fique esperto ao embarcar e desembarcar na estação. Ao invés de pegar um táxi, prefira utilizar o transporte público para chegar ao hotel, eficiente e barato.

Além dos trens, existem três linhas de metrô, inúmeras linhas de ônibus, vinte e seis linhas de bondes, funicular para a colina de Petřín e algumas ferries que percorrem o rio Vltava, tudo integrado.

Há três terminais de ônibus na cidade. O principal terminal de ônibus internacional é o Florenc, que trabalha integrado com as linhas de metrô B e C. Está localizado próxima ao centro, sentido leste. Numerosos ônibus domésticos de longa distância também partem deste mesmo local. Os horários dos ônibus são postados nas paradas.

As três linhas de metrô (A, B e C) se cruzam em vários trechos. A estação central de metrô é a Mustek. Os metrôs funcionam das 5 às 24 h. Todos os serviços são interligados e podem ser acessados com o mesmo bilhete, com exceção do bilhete simples, o No Transfer, que vale apenas para viagens curtas e sem troca de veículo.

Os bondes cruzam toda a cidade. O bonde nº 22 é conhecido como o ‘bonde do turista’, pois passa pelas principais atrações.

O transporte público de Praga é rápido e eficiente quando você sabe como usá-lo. Às vezes, você tem que fazer algumas baldeações. Uma coisa importante a saber: os ônibus da rede de transporte público não entram nos distritos históricos (Cidade Velha, Cidade Nova, Cidade Baixa, etc.) de modo a evitar a poluição do ar e ruído. É preciso transferir para um trolebus, mais limpo e silencioso, ou um metrô para chegar a estas regiões.

Tal como acontece com muitas grandes cidades europeias, você pode obter um bom negócio comprando um cartão de turista. Saiba escolher com base nas suas necessidades (por exemplo, os cartões podem oferecer entrada gratuita em locais que são normalmente gratuitos de qualquer maneira). A seguir, algumas opções:

1-Cartão de Praga: existe desde 1991, é válido por 4 dias e concede entrada gratuita para mais de 50 principais atrações de Praga sem precisar pegar filas. Você receberá um livreto com informações sobre todas as atrações gratuitas, descontos (excursões de Praga Walks, traslado para o aeroporto, compras, museu Mucha, etc.) e um voucher para cada atração. Você só pode entrar na atração com o cartão válido. Uma desvantagem é que este não inclui transporte público. Você não economizará muito com este cartão, na minha opinião.

Com este você pode visitar o Castelo de Praga, as torres históricas da Cidade Velha, Malá Strana e Ponte Carlos, Observatório, Maze Mirror no Petrin Hill, Vysehrad, galerias, muitos museus e vários castelos fora da região central de Praga.

2-Welcome Card: concede entrada gratuita em castelos e torres, bem como muitos descontos para atrações da região de Praga e Karlovy Vary. Muitos dos museus e galerias da cidade estão  ‘cobertos’ durante quatro dias. Este é uma excelente escolha se você estiver planejando visitar muitos museus. A única grande atração que não está incluída é a Antiga Sinagoga Nova e o Museu Judeu.

3-Praga Pass: oferece acesso gratuito a várias atrações dentro de um período de 1 ano, vários descontos em outras e 72 horas de transporte público (metrô, bonde, ônibus, funicular). É possível fazer uma viagem de barco pelo rio Vltava. Cobre museus como o de Navegação, do Exército e da Aviação. Estão incluídos um mapa gratuito da cidade e um pequeno guia de programações. Os cupons de desconto concedem até 50% para visitas guiadas, entradas em museus e galerias, concertos e uso de internet.

O ônibus hop on-hop off da cidade é excelente e sua excursão dura 90 minutos, com a opção de estender o tour com um passeio de barco. O walking tour guiado é a maneira mais inteligente e barata de explorar a cidade, pois os guias podem ajudar com dicas e informações conforme sua necessidade. O custo do passeio é o valor da gorjeta que você decidir dar ao guia. Esse tipo de passeio não precisa de agendamento prévio, basta aparecer na Praça da Cidade Velha (Staromêstské Námêstí).

Falando nisso, caminhar é a melhor maneira de conhecer Praga! Os dois lados turísticos são relativamente pequenos e você vai admirando as charmosas ruelas antigas por onde passa! Experimente descer na estação Museum do metrô (linha vermelha) e percorrer a pé os principais pontos. Na saída, você poderá visitar o Museu Nacional (Národní Muzeum). Caminhe pela Praça Venceslau rumo ao Centro Velho, entre ruas de pedra e becos medievais. Este local concentra algumas das principais atrações turísticas e históricas da cidade como: a Praça da Cidade Velha, o Cemitério Judeu, o colégio jesuíta Clementinum, a Igreja Gótica de Nossa Senhora, o Museu de Artes Decorativas, o gueto judeu Josefov, a Casa Municipal, a casa onde nasceu Franz Kafka e o famoso relógio astronômico (Orloj) no topo da torre da antiga prefeitura. Não perca o Paçais Lucerne e a linda Ponte Carlos (Karluv Most) com suas 30 estátuas incríveis, cruzando o rio Vltava e ligando a Cidade Velha ao Castelo de Praga. Ao final da travessia, visite o majestoso Castelo de Praga, onde a cada um hora acontece a troca da guarda.

Lembre-se que, na República Tcheca, é ilegal atravessar um cruzamento de pedestres num sinal vermelho e, se for apanhado, isso incorre em uma multa. Os principais bairros para serem explorados incansavelmente são: Josefov, Staré Mesto, Malá Strana e Nové Mesto.

Se você quiser descobrir Praga por conta própria, isso é possível ao alugar uma bicicleta. A cidade dispõe de mais de 120 km de ciclovias. Há uma grande oferta de serviços de aluguel de bikes. No entanto, se você quiser explorar a cidade e conhecer a cultura e a história, recomenda-se fazer um passeio de bicicleta guiado. Algumas empresas oferecem pacotes de bike tour.

Praga tem sido bem visada por casais nos últimos tempos. Se o intuito da sua visita à cidade for justamente o romance, o clima perfeito é criado pelos castelos em estilo gótico, pelo Rio Vltava e pela aura misteriosa da cidade. Caminhar pela Ponte Carlos, admirar e enamorar-se do pôr-do-sol com vista para Torre Petrin, visitar o Castelo de Praga e passear de mãos dadas pelas ruelas do bairro antigo são algumas das atividades preferidas dos casais. Durante à noite, a charmosa capital fica ainda mais inspiradora!

No quesito hospedagem, a melhor recomendação são os hotéis do centro histórico, pertinho da maioria dos pontos turísticos, além da facilidade com transportes, inclusive uma estação de metrô próxima. Na alta temporada, de abril a outubro, recebem um grande afluxo de visitantes. Próximo do Ano Novo, os preços das acomodações podem ser até duas vezes mais altos! Em torno da Praha hlavní nádraží, a principal estação ferroviária, há muitos vendedores que oferecem acomodações baratas. Muitos são residentes tchecos que alugam parte de seu apartamento para dinheiro extra. Os preços não variam muito entre eles, mas alguns podem não ser confiáveis, então seja cauteloso.

Muitos albergues estão alojados em edifícios maravilhosamente restaurados e são elegantes como qualquer hotel. Também podem oferecer quartos privados, com ou sem banheiro compartilhado, por preços mais baratos que uma pensão ou quarto de hotel.

Para aqueles que procuram algo um pouco diferente, um ‘botel’ (hotel de barco) pode ser uma opção atraente. As vistas são deslumbrantes.

Agora, um capítulo a parte: a maravilhosa cerveja tcheca! A República Tcheca tem as melhores cervejas do mundo, com destaque especial paras cervejas do tipo WEISS, de trigo. Escolha entre as cervejas Pilsner Urquell (a preferida dos tchecos), Gambrinus (mais barata e popular) ou Kozel (também com opção escura). Prefira a cerveja em caneca ao invés da engarrafada. Peça nas cervejarias (pivnice) uma dvanatska, a cerveja de 12 graus em canecas de meio litro. Visite o U Fleku na Krimenlova nº 11, que fabrica a própria cerveja a 500 anos!

O almoço é tradicionalmente a principal refeição em Praga. A base da cozinha tcheca são carnes de porco ou frango e batatas. Peixe e carne bovina não são tão populares. Um prato tradicional é o goulash. Não deixe de experimentar o presunto de Praga e as sopas. A sobremesas populares incluem dumplings de frutas (ovocné knedlíky), crepes e sorvete. A maioria dos restaurantes fica muito lotada durante o almoço e jantar, então considere fazer uma reserva ou comer mais cedo do que os locais.

Nas praças da Cidade Velha e Venceslau, existem diversas barraquinhas vendendo wafles e vinho quente. Os destilados de pêra tchecos são famosos e aquecem o mais gélido dos corações! O pão doce trdelník, uma massa tradicional em forma de canudo, também é delicioso e muito tradicional, vendido em todos os lugares, principalmente por ambulantes. Experimente os cachorros-quentes nas bancas de rua! As salsichas com as quais são feitos chamam-se párek, do tipo vienense e deliciosa!

A rua mais popular para compras é a Václavské Námesti, com várias lojas de grife e galerias. As ruas em torno da Cidade Velha estão cheias de lojas voltadas para turistas. Nos ambulantes que estão na passagem entre a Ponte Carlos e a Praça da Cidade Velha, você pode encontrar exatamente a mesma mercadoria pela metade do preço. Fora isso, eles podem ter alguns ‘tesouros’ inesperados. Cuidado apenas com os produtos que não estão relacionados ao folclore tcheco, como é o caso das bonecas russas matrioskas, e são colocados à venda para serem levados por turistas deslumbrados demais!

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Mônaco possui um pouco mais de 40 mil habitantes. É considerada uma das regiões mais seguras para viver e famosa por seu glamour, celebridades, praias, belas embarcações, cassino e bares da alta sociedade. É muito luxo!

Sua economia baseia-se no turismo e a cidade é conhecida pelo seu circuito de Fórmula 1 (palco do Grande Prêmio do Mônaco), pelo Cassino de Monte Carlo e por ser a sede do World Music Awards. É também palco de competições de boxe, desfiles de moda e outros eventos de grande repercussão. Os imóveis em Monte Carlo foram considerados os mais caros do mundo. O bairro é formado principalmente por casas em estilo vitoriano. Tido como um dos mais luxuosos locais de turismo do planeta o minúsculo Principado de Mônaco vale uma visita.

Mônaco recebeu esse nome em homenagem ao príncipe Carlos III. Entre 1866 até 1861, o Principado esteve sob a proteção do Reino da Sardenha e o idioma falado por ali era o italiano. Hoje, o francês é a língua oficial, mas o monegasquês, dialeto local, é ensinado aos jovens nas escolas, apesar de já não ser uma língua de comunicação corrente.

O aeroporto mais próximo é o de Nice (18 km), utilizado para chegar à cidade. De Nice, partem vans e ônibus direto para o Principado, com saída regulares. A viagem dura cerca de 30 minutos pelo lindo litoral da Côte d’Azur! Um modo bem prático de chegar a Mônaco é através de trens da companhia francesa SNCF. Se vier de Paris, vá de TGV até Nice e de lá troque por um trem local. Logo na saída da estação de trem, tem um quiosque de informações turísticas. Aproveite para pegar um mapa e algumas dicas.

Existe uma linha de trem entre Nice e Mônaco que é prática e usada pela maioria dos turistas que visitam a cidade. O legal dessa opção é que uma passagem de trem dá o direito de parar em qualquer estação entre as duas cidades. As estações de trem que estão no meio do caminho são: Villefranche, Beaulieu, Èze-sur-mere, Cap d’ail. É nessa rota que você vai parar nas praias! A estação de trens de Mônaco-Monte Carlo oferece serviços diários para diversas localidades da França e da Itália.

O inverno em Mônaco (dezembro a fevereiro) registra temperaturas entre 8 e 14º C. O verão, de junho a agosto, costuma ter média de 26º C. A melhor época para visitar é de abril a setembro, quando a temperatura está mais alta, as praias bem movimentadas e há muitos festivais. Para os que não querem gastar muito com hospedagem é aconselhado ficar em uma cidade vizinha e passar o dia em Mônaco.

O turista que opta viajar pela Riviera Francesa deve estar preparado para ver uma natureza exuberante, glamour, romantismo e altos custos!

O sistema de transporte público é muito eficiente, o que facilita muito, já que o país está encravado no alto de um rochedo, repleto de subidas. Além disso, existem 12 elevadores públicos espalhados pela cidade para ajudar no percurso íngreme. Os bilhetes de ônibus podem ser unitários ou um passe diário. Quase todos os elevadores são grátis. Nos centros turísticos, encontra-se um mapa com a localização de todos os elevadores.

Mônaco, assim como toda Riviera Francesa, é um lugar que pode ser visitado em qualquer época do ano. A cidade é composta por 4 bairros. O Mônaco Ville é um dos mais importantes e o mais antigo do país, normalmente chamado de “Le Rocher”. Esta vila medieval no coração do principado é um local totalmente pitoresco e que abriga diversas lojas e bons restaurantes. La Condamine é o segundo maior bairro, construído em forma de terraço sobre o porto e situado entre as fundações antigas da cidade. Monte Carlo é o mais famoso de Mônaco, embora a “cidade” toda seja uma praça que abriga o Casino de Monte-Carlo, incríveis jardins, opulentas fontes e um desbunde de chafarizes, além da concentração de carros, hotéis e residências luxuosos. Por último, Fontvieille é o novo bairro industrial, inteiramente construído como um aterro do mar.

O coração de Mônaco é Monte Carlo, e aqui o luxo prevalece e encanta milhares de turistas, que tiram fotos dos seus magníficos jardins impecavelmente desenhados e mantidos. Mônaco tem a maior concentração de Ferraris e carros de luxo per capita do planeta, como Bentleys, Porches, Corvettes, Rolls-Royces e afins. Afinal, não é qualquer país do mundo que tem o luxo de ter uma frota de táxis 100% composta por Mercedes e BMW!

O Casino de Monte Carlo, além de ser a principal atração da cidade, está entre os 3 melhores do mundo. É um complexo de jogos e entretenimento cujo projeto é fruto do trabalho dos melhores arquitetos e artistas do século XIX, representando uma das mais belas obras da belle époque.  A decoração do lugar é extremamente pomposa, com muitos mármores, bronze e ouro! O cassino possui apenas um pequeno setor turístico com acesso gratuito.

Um dos momentos mais emocionantes para mim é percorrer a famosa curva da Fórmula 1, aquela que é impossível não lembrar de Ayrton Senna! Esse é o melhor momento para ficar em silêncio e lembrar as emoções de infância que muitos brasileiros tiveram durante anos assistindo às corridas de F1. Seguindo em frente, descendo a rua em sentido ao mar, encontramos a Avenue Princesse Gracie e o famoso túnel da F1, o ponto mais rápido do circuito onde os carros chegam a 270 km/h. Nesse momento, deixe a imaginação florescer. Eu guiei minhas lembranças, desviando das curvas com meu pescoço. Domingo felizes. Obrigado, Ayrton!

O Porto de Monte Carlo merece uma boa caminhada pela pequena enseada e tem diversos bons restaurantes. O mar é repleto de milhares de iates incríveis ancorados, enquanto a terra firme fica lotada de turistas. Não há quem não fique impressionado! Vale citar que os preços são um pouco salgados nessa região! Se preferir um lanche rápido e mais barato, o supermercado Casino, de frente para o porto, é uma ótima opção. A adega é impressionante pelo tamanho e variedade de rótulos. Logo adiante, está o Jardim Japonês, realmente encantador!

Procure visitar a Cidade Velha e passeie pelas ruas medievais. Depois, faça uma parada na Place du Palais e organize-se para presenciar a troca da guarda real, que ocorre diariamente às 11h55 da manhã em frente ao Palais Princier. O edifício abriga um museu e coleções de arquivos históricos. Outros pontos de interesse são os jardins de Saint Martin, a Catedral de Mônaco (onde Grace Kelly e o príncipe Rainier casaram-se) e o famoso Museu Oceanográfico. A Praia de Larvotto é única praia pública de Monte Carlo que tem areia fina, as demais são particulares. Em Larvotto, é possível alugar cadeira de praia e guarda-sol, mas é preciso chegar cedo para garantir lugar.

Mônaco é moderna e soube administrar seu espaço avançando sobre o mar. Por isso, em sua próxima visita à França, não deixe de respirar o ar do Mediterrâneo vagando pelas ruas do Principado e desfrute de momentos inesquecíveis!

Cidade no Principado de Mônaco

Mônaco

Países na Europa

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Lisboa é a cidade mais antiga da Europa Ocidental

Lisboa, a cidade mais antiga da Europa Ocidental, é também a capital de Portugal e a cidade mais populosa do país com 600 mil habitantes. Na região metropolitana de Lisboa, residem 3 milhões de pessoas. Lisboa recebe em média 4 milhões de visitantes por ano.

Lisboa é considerada uma cidade global devido à sua importância nos aspectos financeiro, comercial, artístico, educacional e turístico. É um dos principais centros econômicos do continente europeu, graças a um progresso financeiro crescente favorecido pelo maior porto de contentores  da costa atlântica da Europa. Internamente, Lisboa é o centro econômico e político do país.

Conhecida internacionalmente por seu charme, possui dezenas de prédios históricos, igrejas e monumentos. Lisboa é uma mistura de cidade portuária, centro econômico, potência cultural e patrimônio histórico. A região do Distrito de Lisboa inclui muitos outros destinos turísticos esplêndidos como o Patrimônio Mundial da UNESCO em Sintra, as estâncias balneares do Estoril e Cascais e Almada, famosa pela sua cúpula da estátua Cristo Rei. Todos estes são conectados à Lisboa pelo funcional sistema de transporte público.

O centro histórico lisboeta é composto por sete colinas, sendo algumas das ruas demasiado estreitas para permitir a passagem de veículos. Portanto, numerosas encostas e poucas áreas realmente planas são as marcas registradas da cidade. Lisboa serve-se de três funiculares e um elevador (Elevador de Santa Justa). A parte ocidental da cidade é ocupada pelo Parque Florestal de Monsanto, um dos maiores parques urbanos da Europa, com uma área de quase 10 km².

Nem preciso dizer que se locomover em Lisboa pode ser um belo exercício físico! A cidade possui contrastes encantadores: elegantes praças, avenidas largas, edifícios monumentais e disposição retangular das áreas mais baixas que rapidamente dão lugar às ruas montanhosas, estreitas, sinuosas, imprevisíveis e apertadas de distritos como Alfama e Bairro Alto. Os antigos e minúsculos bondes também fazem um paradoxo à moderna rede metroviária.

Lisboa goza de um dos climas mais suaves da Europa, com invernos moderados e verões muito quentes. Entre todas as metrópoles europeias, os invernos lisboetas são os mais suaves, com temperaturas médias entre 15° C e 9° C no período de dezembro a fevereiro. Os dias de verão têm temperaturas de 25° C e 16° C à noite. O verão é seco e os meses de inverno tendem a ser chuvosos. Lisboa é uma cidade agradável para ser visitada em qualquer época do ano.

O Aeroporto da Portela (Aeroporto de Lisboa) encontra-se há 10 km do centro e está no terminal da rota da linha vermelha do metrô. Passa por estações centrais como Oriente, Santa Apolônia e São Sebastião. O ônibus nº 91 conecta o aeroporto ao centro e as saídas são a cada 20 minutos. O Aeroporto Humberto Delgado recebe mais de 20 milhões de passageiros anualmente.

Lisboa conta com uma rede de auto-estradas e um sistema de ferrovias de alta velocidade (Alfa Pendular), que liga as principais cidades portuguesas à capital.

O sistema de metrô é rápido e eficiente, alcançando praticamente a maioria dos locais importantes em Lisboa. As sinalizações e máquinas de emissão de bilhetes são geralmente bilíngues, em português e inglês. Algumas estações são decoradas com peças artísticas realmente belas! O metrô funciona geralmente das 6h30 até 1 hora da madrugada, mas algumas estações fecham mais cedo ou não abrem em um dos dias no final de semana. Possui quatro linhas: azul, amarela, verde e vermelha. Como alternativa, você pode optar por um bilhete de 7 dias ou 10 viagens.

Os ônibus são de cinco diferentes modelos: standard, articulado, médio, PMR e mini. Esta divisão representa as diferentes variações do transporte entre os bondes elétricos amarelos antigos e os ônibus modernos. Pegar um táxi em Lisboa não sai caro e é uma boa ideia dependendo do seu roteiro.

Os tradicionais bondinhos cruzam as principais ruas do centro e são mais baratos. Uma dica é pegar o bonde número 28 que sai da praça Martim Moniz e faz um percurso de 35 minutos pela parte histórica, transitando pelos bairros mais pitorescos entre eles os bairros Alto, Alfama e Graça. O bonde número 15 faz o transporte até o bairro de Belém (pegue-o na Praça da Figueira e desça no Mosteiro dos Jerônimos).

O Cartão Viva Viagem é uma opção para utilizar os principais meios de transporte lisboetas: metrô, bondinho elétrico, ônibus e até os elevadores da cidade. Na Praça Martim Moniz, há uma estação do metrô onde se encontram máquinas de venda e abastecimento deste cartão. Fazer um city sightseeing tour é uma ideia interessante, porque podemos parar e descer nos pontos turísticos e pegar outro ônibus em seguida. Os pontos visitados são o Mosteiro dos Jerônimos, a Torre de Belém e o Monumento dos Descobrimentos, entre outros.

Explorar a cidade caminhando pelas ruelas de bairros como Alfama, o boêmio Bairro Alto, Chiado, entre outras, vale muito a pena! No centro, vá até a Rua Augusta, exclusiva para pedestres, onde há um intenso comércio. Não perca a Praça do Rossio e a Alfama, parte de Lisboa famosa pelos casarões antigos! Estique até a Catedral da Sé. Lisboa possui vários passeios e atrações gratuitas como: a Torre de Belém, seu cartão postal; o Castelo de São Jorge de Fora; e o Mosteiro dos Jerônimos, um dos locais mais bonitos da cidade (entrada franca aos domingo antes das 13 horas). Muitos museus possuem entrada grátis aos domingos e alguns nas manhãs de quarta-feira. Só para citar alguns legais, tem o MUDE, o Museu do Design e da Moda e o Museu Coleção Berardo, no Centro Cultural Belém.

O Lisboa Card, com validade por 24, 48 ou 72 horas, é um outro cartão que permite poupar em transportes, entradas em museus, monumentos e que dá inúmeros descontos (lojas, tours, etc.). Propicia gratuidade para alguns meios de transporte (metrô, ônibus, bondes e elevadores); entrada em 25 museus e monumentos como Torre de Belém, Mosteiro dos Jerônimos e o Palácio da Vila. Oferece descontos para entrar no Castelo de São Jorge, Oceanário e Museu do Oriente. A validade começa a contar a partir do primeiro uso no transporte ou em alguma atração. Na compra, eles fornecem um guia com informações sobre as principais atrações. O cartão pode ser adquirido em postos de informação turística, como o que tem no aeroporto.

Em Lisboa, não deixe de provar o vinho português, especialmente o caseiro! Para fazer uma refeição econômica, as melhores regiões são o Bairro Alto e a Rua das Portas de Santo Antão. Vários restaurantes servem o menu turístico (ementa turística) que é uma ótima opção! Experimente beber um copinho de ginginha, bebida doce e alcoólica que é um excelente digestivo.

A cidade tem uma culinária deliciosa! Não perca a oportunidade de experimentar o bacalhau das mais diversas forma: no forno com batatas ao murro, com natas, à Gomes de Sá, cozido com batatas, com broa. Experimente o prego, um bife de vaca muito fino feito na chapa e colocado no pão; e a bifana, bife de carne de porco delicioso. São lanches rápidos de comer, baratos e muito gostosos. Na Rua Augusta e no Chiado são servidos bons pregos e bifanas. De sobremesa, não podemos esquecer dos doces de amêndoas, os pastéis de Santa Clara (feitos de ovos) e os pastéis de nata.

A maioria dos restaurantes é muito pequena, de gerência familiar e barata. Alguns deles têm uma folha na porta com os pratos do dia com um breve resumo sobre eles. Estes pratos são mais baratos e mais frescos do que o resto do menu. A menos que você esteja procurando algo específico, estes são uma boa opção.

Você vai encontrar refeições tradicionais servidas em pequenas cafeterias ou restaurantes, especialmente nas partes antigas da cidade. Alguns serão melhores que outros, mas verifique se há muitos habitantes comendo por lá! Seus proprietários geralmente não falam inglês e o menu será em português apenas!

A região do centro de Lisboa é o melhor lugar para se hospedar, com opções boas, baratas e próximas dos pontos turísticos. As mais econômicas ficam ao redor do parque Eduardo VII ao longo da Avenida da Liberdade, em volta da Praça Rossio e no Bairro Alto. Procure os hostels e bed & breakfast (b&b), que melhoraram muito o padrão e são mais econômicos. Apesar de existirem opções de quartos privados, a desvantagem é a falta de privacidade.

Portugal é um dos países mais baratos da Europa e tem um comércio movimentado com lojas de rua, shoppings, outlets e mercados. O Outlet Freeport, considerado o melhor da Europa, tem mais de 140 lojas é uma ótima opção. Fique atento ao fato de que alguns pequenos estabelecimentos fecham para o almoço. As lojas de rua costumam abrir de das 9h às 13h de segunda à sexta, e fecham aos sábados às 13h e aos domingos. Não se esqueça de pedir o tax refund ao deixar o país caso faça compras.

Alugar um carro e passear à vontade é a opção mais econômica se estiver com mais de duas pessoas. Procure visitar alguma vinícola perto de Lisboa. Descubra seus arredores e vá à Sintra (30 km), pequena cidade aconchegante a 45 minutos de trem. Visite o Palácio da Pena, a Praça Real e outras atrações. Cascais (33 km) é outra localidade que vale a pena visitar. Em Fátima (128 km), visite o Santuário de Fátima, que é muito bonito! Ou dê um pulinho até Coimbra, que abriga a universidade mais antiga do mundo, criada em 1290!

Cidades em Portugal

Lisboa

Países na Europa

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Varsóvia tem um cenário cultural vibrante com muito teatro, shows e exposições

Varsóvia é a capital e maior cidade da Polônia, contando com uma população de 1.900.000 habitantes. Localiza-se às margens do rio Vístula, no coração da planície Mazoviana, numa altitude média de 100 metros acima do nível do mar. Sucedeu a Cracóvia como capital do país em 1596.

Historicamente, Varsóvia foi um destino para imigração interna e estrangeira, especialmente da Europa Central e Leste Europeu. Por quase 300 anos, foi conhecida como a “Velha Paris” ou “Segunda Paris”. Varsóvia sempre foi um centro da cultura europeia, uma importante cidade e um destino para muitos europeus.

O nome de Varsóvia, em polaco Warszawa (antigamente também grafado Warszewa e Warszowa), significa “pertencente a Warsz”, onde Warsz é uma forma abreviada do nome masculino eslavo Warcisław. A etimologia popular atribui o nome da cidade a um pescador chamado Wars e sua esposa Sawa. Na verdade, Warsz foi um nobre do século XII que possuía uma vila localizada no lugar do atual bairro de Mariensztat.

A cidade é sede de numerosas indústrias (bens de consumo, aço, engenharia eléctrica, automóveis), instituições de ensino superior (Universidade de Varsóvia, Universidade Tecnológica de Varsóvia, Escola Superior de Gestão, Academia Médica, etc.), uma orquestra filarmônica, o Teatro Nacional e a Ópera.

Varsóvia tem um clima continental, com verões quentes, outonos ensolarados e invernos frios. Mesmo no verão, os viajantes devem levar roupas frescas para o dia e um casaco extra para as noites. A temperatura média é de -3 °C em janeiro e 19,3 °C em julho. As temperaturas podem chegar muitas vezes a 30 °C no verão.  A estação propícia ao turismo é entre maio e setembro (primavera e início do outono), quando o tempo está mais favorável. Julho tende a ser o mês mais chuvoso. Para viajar para a cidade evite o inverno, muito frio e com neve.

A cidade de Varsóvia não é muito bonita, pois foi muito destruída pelos russos e alemães durante a 2ª Guerra Mundial. Com muita resistência, a cidade foi restaurada. O povo polonês é muito educado e prestativo. O idioma é muito complicado, mas o inglês é uma língua bem aceita nos lugares públicos.

Nesse país, nasceram o carismático Papa João Paulo II; o compositor Frederic Chopin; o astrônomo Nicolau Copérnico, que identificou o sol como o centro do universo; e a cientista única vencedora de dois prêmios Nobel e uma das mentes mais brilhantes de seu tempo, Marie Curie, pioneira nos estudos acerca da radioatividade.

Varsóvia tem dois aeroportos e o principal é o Frédéric Chopin (quase todas as companhias aéreas voam para lá). Este é o mais próximo do centro e acessível de trem ou ônibus. De ônibus, a viagem leva entre 20-30 minutos até o centro, parando na estação de trem Warsaw Centralnia. Na estação ferroviária do aeroporto, os trens partem a cada 10 minutos durante os horários de pico. Tanto o Szybka Kolej Miejska (SKM, o sistema ferroviário suburbano de tipo S-Bahn de Varsóvia) como o Koleje Mazowieckie (Mazovian Railways ou KML, o operador provincial do ônibus local) dispõe de trens para o aeroporto.

Caso viaje de trem, utilize o EurailPass. Se você não tiver problemas em andar, uma caminhada da estação de trem até o centro leva uns 30 min. Varsóvia fica na parte central da Polônia. A maioria dos trens partem dali para Berlim (8 horas); Viena (9 horas); Budapeste (10 horas); Praga (12 horas) e Moscou (27 horas).

Seu sistema de transporte público é bem desenvolvido, com cerca de 200 rotas de ônibus e 30 linhas de bonde. As descrições de rota nas paragens de bonde são fáceis de seguir e os bilhetes são baratos. Para viajar entre destinos longe do centro da cidade pode ser lento. Um mapa é essencial para que você se locomova sem perder tempo. Há vários tipos de bilhetes, mas o ideal são os que duram o dia inteiro ou três dias.

A cidade é servida por uma moderna linha de metrô sentido norte-sul. O sistema de metrô abre diariamente de manhã até a meia-noite. Na sexta-feira e sábado, o metrô opera até às 3h. O sistema consiste atualmente de duas linhas: M1 e M2. A linha M1 foi projetada para transportar passageiros dos distritos novos dos subúrbios norte e sul para o centro, não indo para muitos destinos turísticos. Então, você terá que  fazer baldeações. A linha M2, com 7 estações, liga o centro com a margem direita do rio Vístula.

Os bilhetes dos ônibus podem ser comprados nas máquinas, nos pontos ou dentro dos coletivos e existe a opção em inglês para a compra destes. Dentro dos ônibus, painéis informam o nome das paradas. E em cada ponto, há informações sobre os horários das linhas. Em muitas avenidas, principalmente as mais largas, há passagens subterrâneas com muitas lojas e lanchonetes.

A cidade oferece um variado leque de diversões, com muitos teatros, shows e exposições. Para assistir alguma ópera ou apresentação da Filarmônica Narodowa peça informações nas centrais de informações turísticas ou no próprio local que estiver hospedado.

O Warsaw Pass é um cartão que dá direito a entrada nas principais atrações da cidade, além de benefícios como entrada livre para o mirante do Palácio da Ciência e da Cultura, Castelo Real, Centro de Ciência Copérnico, Museu Judaico, Museu Chopin, Museu Nacional e Galeria de Arte Nacional, entre outros. Também têm os descontos em algumas atrações como os Museus da Tecnologia e do Comunismo. Você pode comprar o cartão válido por 24, 48 ou até 72 horas. Tem valores especiais para menores de 26 anos e maiores de 65.

O ônibus turístico Hop on Hop off (aquele que você pode subir e descer quantas vezes quiser dentro da validade do cartão) circula pelos principais pontos turísticos.

Uma opção cultural divertida e econômica são os tour grátis ou free walking tour com um guia local, em inglês ou espanhol. No final, cada um contribui com o que quiser ou puder. Esta é uma opção bem interessante para conhecer a cidade e pegar dicas.

Há uma abundância de opções de alojamento em todos os níveis de orçamento. As melhores estão localizados em Śródmieście, Wola, e Mokotów, próximos a Cidade Velha (Stare Miast). Há também muitos hotéis perto do aeroporto. Se você estiver viajando com um orçamento reduzido, não hesite em ficar em um albergue. Porém, reservas com antecedência em hotéis 3 ou 4 estrelas podem render preços ligeiramente superiores a albergues.

Para comer, há muitos restaurantes que oferecem comida decente e porções com preço justo. Na Cidade Velha, você pode saborear pato ou salmão a preços bem acessíveis. A culinária polonesa tem como base batatas, legumes e carnes, principalmente porco e pato. O carro chefe da culinária é o pierogi, uma espécie de pastel cozido com recheios e molhos variados. Outro prato típico é a sopa zurek, servida dentro de uma broa de milho. Para beber, a melhor opção são as vodcas de elevado teor alcoólico. Aprecie com moderação!

Para quem gosta de ir às compras, uma marca que vale a pena ficar de olho é a Inglot, uma gigante do mercado de maquiagens profissional e 100% polonesa. Quem comprar qualquer coisa em qualquer loja pode pedir o reembolso do VAT no aeroporto. Para isso, é necessário preencher um formulário pra pode receber o dinheiro quando estiver deixando a União Europeia.

Cidades na Polônia

Varsóvia

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Cardiff é a mais jovem capital da Europa e uma das mais elegantes do Reino Unido

Cardiff possui cerca de 400 mil habitantes, é a maior cidade e a capital do País de Gales (ou Wales, palavra que significa “terra de estrangeiros” no idioma anglo-saxão). Pertencente ao Reino Unido, Cardiff é a mais jovem capital da Europa e uma das cidades mais elegantes do Reino Unido, além de ter muita história, arte, tecnologia e um povo simpático. Há um século atrás, era um porto de carvão muito importante. Hoje, as antigas docas têm sido transformadas em complexos de restaurantes e atrações para os visitantes.

Cardiff é um destino turístico popular no Reino Unido, recebendo em média 20 milhões de visitantes. Devido a isto, há um grande número de hotéis de diferentes tamanhos e padrões na cidade, oferecendo quase 9 mil leitos.

Embora tenha uma reputação de ser uma cidade industrial, este cenário mudou dramaticamente nas últimas décadas. Cardiff hoje é uma capital moderna que vem ganhando popularidade com os turistas interessados em sua história e na cultura galesa. A cidade passou por um enorme desenvolvimento na última década e agora é considerada um dos dez melhores destinos do Reino Unido.

Possui um clima marítimo, com tempo ameno e muitas vezes nublado. É raro que os termômetros indiquem abaixo de -15° C e mais que 25° C. O verão tende a ser agradável e ensolarado, com temperaturas de 19° C a 22° C. O inverno tende a ser bastante chuvoso. Na primavera e no outono, as temperaturas ficam acima dos 14° C.

O verão é, de longe, a melhor época para visitá-la, pois a cidade oferece muitas atividades para fazer ao ar livre. Os festivais que ocorrem nesta estação contribuem cada vez mais para o desenvolvimento de Cardiff como cidade turística.

Um ótima opção é visitar Cardiff no final da primavera até o início do outono, pois o clima ameno é propício para explorar ao máximo seus encantos.

A cidade oferece um mundo de atrações gratuitas como galerias de artes, museus e eventos musicais interessantes. Cardiff é uma cidade muito verde, com o maior espaço verde por pessoa no Reino Unido, por causa de seus mais de 330 parques. Tem uma reputação como uma cidade de castelos, tendo 5 castelos diferentes dentro dos arredores.

O centro da cidade está localizado ao norte da Baía de Cardiff. É delimitado ao norte pelo grande Bute Park e os edifícios universitários, pelo rio Taff a oeste e pelas linhas ferroviárias a leste e ao sul, respectivamente.

O Aeroporto de Cardiff, o mais importante do País de Gales, fica a 15 km ao sul da cidade com voos diretos e regulares para destinos britânicos e europeus. No entanto, devido à limitada demanda de voos internacionais de Cardiff, uma opção mais viável é voar até a Inglaterra e completar a viagem a Cardiff de ônibus, carro ou trem. O National Express oferece serviços de ônibus diretos para Cardiff a partir do Aeroporto de Heathrow de Londres (3h15), Aeroporto de Gatwick (4h45) e Aeroporto de Bristol (1h30).

O ônibus T9 opera um serviço expresso entre o aeroporto, Cardiff City Center e Cardiff Bay, com partidas a cada 20 minutos, e funcionamento das 4h às 23h, 7 dias por semana. Viagens aos finais de semana para o aeroporto pelo serviço T9 são gratuitas.

Para chegar a Cardiff vindo de Londres, pegue um trem que sai a cada 30 minutos de Paddington direto para a estação de Cardiff Central. A viagem dura 2h30. Um ônibus sai da Victoria Coach Station até o centro, ao lado do Castelo. Este transporte é o mais barato, apesar de a viagem ser mais longa, de 4 horas. Alternativamente, você também pode ir para o aeroporto usando um serviço de ônibus da Estação de Barry, próxima ao aeroporto e linhas de trem local.

Os trens interCity de alta velocidade podem levá-lo a qualquer lugar de Cardiff. As estradas de ferro regionais operam os trens diretos de Birmigham, Manchester, Liverpool, Nottingham, Bristol, Southampton, Exeter, Torbay, Portsmouth e Bath.

É possível chegar a Cardiff também pelo mar. Para aqueles que viajam da Europa continental, há várias opções de balsa. As ferry boats estão interligadas por um sistema nacional de motorway, grandes rodovias, para fornecer acesso rápido e fácil a Cardiff.

A cidade possui um excelente sistema de transporte público, é compacta e fácil de se locomover. Ônibus passam regularmente e sempre existirá um ponto de ônibus próximo. Os preços dos passes são bem atrativos. Você pode comprar um bilhete no ônibus, mas para isso você precisa ter o valor exato em mãos, pois nenhum troco será dado caso o dinheiro não esteja trocado. Uma boa é adquirir o passe IFF card. Se você quer viajar para fora de Cardiff, você pode usar o Serviço National Express que opera a partir da Cardiff Central Station e os bilhetes podem ser comprados online. Se você fizer reserva com antecedência, os bilhetes saem mais baratos.

Cardiff é uma cidade plana e por isso torna o ciclismo uma opção muito interessante, especialmente em torno da Baía e do centro, incluindo o Bute Park.

No quesito refeição, a Mermaid Quay no centro está repleta de variados restaurantes. Pode ser difícil reservar uma mesa nos melhores restaurantes numa sexta-feira ou sábado à noite. Há muitos pequenos restaurantes razoáveis para tomar café da manhã, ou que servem sanduíches, peixe e batatas fritas. No Brewery Quarter, estão alguns restaurantes bem conhecidos e diferentes, incluindo o Hard Rock Café de Cardiff.

Para dormir, os melhores e mais econômicos lugares estão no centro.Tenha em mente que pode ser muito difícil encontrar quartos disponíveis ou dentro de um preço razoável quando estiver ocorrendo eventos no Millennium Stadium, especialmente quando há jogos de rugby ou futebol. Planeje as datas previamente, pois será muito mais barato.

Não deixe de visitar as 3 principais atrações da cidade sendo o Castelo de Cardiff e Castell Coch (Castelo Vermelho)-, os pontos turísticos mais famosos e marcos da arquitetura gótica do século XIX. Vá também ao Salão de St. David assistir aos concertos de orquestras, clássicos de rock e jazz, Na Cardiff Bay, estão os edifícios vitorianos que foram transformados em restaurantes finos, clubes e lojas de grife. O local é super agradável para passar tanto o dia como a noite! Cardiff é pequena, segura e ótima para desbravar a pé.

O centro de informações turísticas aconselha o viajante a fazer o “Cardiff Centenary Walk”, um percurso a pé de 3.6 km de distância que visita 41 atrações. O “Centenary Walk” pode ser iniciado em qualquer zona da cidade, basta seguir as setas nos marcos que se encontram pelo chão.

Há 2 tipos de tour: na saída do Castelo, é possível embarcar no ônibus turístico City Sightseeing, passar em frente à Baía, ao estádio Millennium e ao icônico centro artístico. Você pode descer do ônibus quando quiser para ver as atrações e tirar fotos, retornando no ônibus seguinte. Sem nenhuma parada o trajeto dura 50 minutos. Ou, então, você pode fazer um passeio guiado de bike, que vai passear pelos belos parques e Baía.

Cardiff afirma ter a maior concentração de castelos do planeta. O Bairro Castelo é uma área comercial ao norte que inclui alguns dos arcades da Cardiff vitoriana e eduardiana: o Castelo Arcade, a High Street Arcade e a Duke Street Arcade. Isso além das principais ruas comerciais: St Mary Street, High Street, Castle Street e Duke Street. O desenvolvimento da região é recente e o intuito do governo é criar um ambiente amigável para pedestres e melhorar o centro da cidade.

Visite o Mercado de Cardiff, local de mais de 100 anos de idade e localizado num edifício em estilo vitoriano debaixo de um elegante telhado de vidro! Nele, encontram-se uma grande variedade de produtos locais, com destaque para as tendas das tradicionais empadas de porco galesas. Prove a Brains, famosa cerveja galesa.

A Queen Street é uma via exclusiva para pedestres, quase em frente ao Castelo, cheia de vida e artistas. É onde se concentram as lojas, de todas as marcas. É muito procurada pelos habitantes e turistas. Perto dali, tem o centro comercial St David’s Dewi Sant, que é enorme. Para quem tiver mais tempo, há o Bridgend Designer Outlet, da rede McArthur Glen, a 30 minutos de carro com mais de 100 grifes diferentes.

Com mais pubs do que em qualquer outro lugar na Grã-Bretanha, Cardiff oferece uma das melhores noites no Reino Unido! Tem muitos bares, clubes e restaurantes e no centro.

Cardiff é certamente mais segura do que a maioria das outras cidades importantes no Reino Unido. No entanto, áreas como a Ocean Way, podem ser evitadas, já que a área é conhecida pela prostituição. Qualquer pessoa pode ser abordado pela polícia que irá recomendar para seguir em frente.

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Oslo é pacata e culturalmente encantadora

Oslo é a capital e maior cidade da Noruega. A região metropolitana de Oslo alcançou a população de 1.600.000 habitantes, dos quais 950.000 vivem nas áreas em torno da cidade. Cerca de 25% da população é formada por imigrantes. Oslo é mundialmente famosa por ser a cidade onde é realizada a entrega do Prêmio Nobel. É considerada uma cidade global que foi fundada por volta dos anos 1050, entretanto seus primeiros assentamentos datam dos anos 900. Por isso, tem uma bagagem cultura muito rica!

A cidade é o centro cultural, científico, econômico e governamental da Noruega. É a cidade de forte atividade nos setores financeiro e de serviços, além das indústrias, principalmente as voltadas para a navegação. É também centro para tratados marítimos na Europa.

Oslo tem muitas opções para se divertir. Caminhar pela floresta, mergulhar num fiorde e apreciar um concerto musical, tudo no mesmo dia! É possível fazer compras e aproveitar a atmosfera  urbana também num único dia. Durante a primavera, o verão e o outono, a cidade fica repleta de festejos.

É uma cidade moderna e diversa, sendo que cada um de seus bairros oferecem algo de especial. Todos os lugares são acessíveis a pé, pelo sistema de transporte público ou de bicicleta. Oslo é uma cidade perfeita para o ciclismo, com distâncias razoáveis entre os principais centros e atrações. É possível conhecê-la através de passeios e excursões guiadas, ônibus panorâmicos, viagens de barco, caminhadas, etc.

Ao adquirir o cartão Oslo Pass você garante a entrada livre em mais de 30 museus e atrações, transporte público gratuito, descontos em estacionamentos, entre outras amenidades.

O aeroporto principal é o Gardermoen, distante a 50 km da cidade. Há várias opções de traslado, mas nenhuma delas supera em praticidade e velocidade o Airport Express Train – Flytoget, que vai até a estação central de Oslo em 20 minutos. Os bilhetes são oferecidos em máquinas automáticas com informações em inglês. Outra opção é o ônibus executivo Flybussen da SAS que parte a cada 20 minutos. A vantagem é que tem várias opções de desembarque e, se você passar próximo ao hotel em que for ficar hospedado, esta será a melhor maneira de chegar ao destino desejado.

Há um guarda-volumes para a sua bagagem na Estação Central de Trem de Oslo. Seus pertences podem ficar ali na durante todo o dia, mas você não vai conseguir ter acesso a eles quando a estação estiver fechada, entre 1h10 e 4h30 da manhã. O pagamento pelo uso do guarda-volumes pode ser feito em dinheiro ou cartões de crédito.

Qualidade de vida e segurança são dois itens importantíssimos para os noruegueses e fazem de Oslo a cidade incrível que é. É preciso pelo menos três dias para explorar tudo, pois tem vários parques, igrejas, museus e lugares muito bonitos.

A cidade é uma das mais caras no mundo, então tome cuidado na hora de fazer as contas e se programar para ficar por lá. Por ser uma cidade rica, algumas pessoas fugidas da crise na Europa foram se abrigar na cidade. Esse fato está ligado a um aumento da criminalidade, prostituição (que é ilegal no país) e pessoas em situação precária.

Em Oslo, preços altos não precisam ser uma regra. Uma estadia em Oslo não precisa custar uma fortuna. Na realidade, existem muitas atrações gratuitas na capital norueguesa. Uma opção é relaxar às margens de um dos muitos lagos na Floresta Oslomarka (onde o lago Sognsvann é provavelmente o mais famoso).

Um pouco fora do centro da cidade, fica uma península chamada Bygdøy, que é boa para um mergulho. Huk é a última parada da linha de ônibus 30A ou Paradisbukta (propriamente chamada de Baía do Paraíso). Nos meses de verão, é possível ir por ferry partindo do cais 3 da Aker Brygge. Em Bygdøy, ficam dois grupos de museus à uma curta distância uns dos outros. Aproveite o verão também para curtir o fiorde de Oslo, onde é possível até nadar, pois a temperatura da água chega a incríveis 23°C na média.

No inverno, uma das atividades mais visadas é esquiar em estações próximas a Oslo e, melhor que isso, dá para ir de transporte público. Há uma estação de esqui chamada Vinterpark, onde você pega o metrô que parte do centro para Røa e toma o ônibus 41. Nesta estação, os parques da cidade se convertem em paraísos brancos onde crianças brincam na neve e deslizam pelas pistas e tobogãs. Não se surpreenda ao encontrar pessoas equipadas com esquis bem no centro da cidade!

Na primavera e outono, a cidade é bem adaptada para caminhadas e ciclismo. Os parques atraem multidões, assim que sol começa a brilhar no céu. As florestas que cercam a cidade são áreas populares para caminhadas e ciclismo entre a população local.

O sistema de transporte doméstico é rápido e abrange metrô, bondes, trens e ônibus, tudo isso com bilhetes unificados. Os totens de venda estão por todos os lados, nas estações de metrô e até no meio da rua, sempre com informações em inglês. Cuidados com as corridas de táxi, pois há uma taxa mínima que é super cara.

Há várias opções de passeios de escunas. Um dos mais completos é o “Oslo Grand Tour”, guiado e com um guia e duração de 6h, passando por vários pontos interessantes, museus e belezas naturais, que ocorre entre maio a setembro. Há passeios menores como “Fjord Sightseeing”, com duração de 2h e que mostra o fiorde de Oslo e algumas localidades próximas como a Casa de ópera de Oslo.

Uma atividade bem prazeirosa é conhecer o Parque Frogner com suas 212 esculturas de figuras humanas do artista norueguês Gustav Vigeland. As esculturas em bronze e granito exibem as mais diversas expressões como: pensativa, amorosa, violenta, erótica, etc. Este é com certeza um passeio bem inusitado! Para aproveitar a atmosfera e interagir com as belezas do local, de qualquer estação de trem chega-se ao ponto turístico mais famoso da cidade, o Holmenkollen, um ski jump onde os esquiadores dão seus saltos nas Olimpíadas de Inverno.

Um bairro inteiramente novo emergiu entre a nova Opera House e os prédios corporativos conhecidos como “Barcode”, que conferem um novo perfil à cidade. Dois símbolos arquitetônicos – o novo Museu Munch e a Biblioteca Deichman Main – complementam o cenário urbano que cerca a Opera House.

No outro lado da histórica fortaleza Akershus, a pequena península de Tjuvholmen atualmente reúne edifícios e hotéis de design moderno, assim como o prestigiado Museu de Arte Moderna Astrup Fearnley. O novo Museu Nacional encontra-se em construção na mesma área, no local que outrora abrigou uma antiga estação de trem.

Nos limites da cidade, a área conhecida como “Vulkan” floresceu nos arredores de diversos prédios industriais antigos às margens do rio Akerselva. O Centro Gastronômico Mathallen, inaugurado em 2012, é um dos muitos edifícios industriais restaurados às margens do rio, onde o visitante encontra uma cena cultural vibrante, boa comida e uma vida noturna animada.

Não é preciso dizer que em Oslo não faltam novidades. Por exemplo, a cidade tem várias joias secretas do funcionalismo do início do século XX, como por exemplo, a Villa Stenersen e Villa Dammann, o Restaurante Ekeberg  e Ingierstrand Bath.

Oslo oferece uma das cenas musicais mais movimentadas, organizando mais concertos do que qualquer outra cidade escandinava. Grandes palcos recebem estrelas internacionais, enquanto os clubes promovem milhares de concertos todos os anos. Festivais anuais de destaque incluem os festivais Norwegian Wood, de Øya, Inferno, o de Jazz de Oslo e o de Música de Câmara, que atraem músicos de nível internacional e muitos fãs.

Fora isso, as opções de entretenimento incluem espetáculos de ópera internacional, balé e música clássica na Opera House e no Palácio de Concertos de Oslo, além de grandes eventos esportivos como os Jogos de Bislett e as competições de esqui e biatlo em Holmenkollen.

Oslo é uma cidade costeira, assim, sua culinária baseia-se em frutos do mar. Eles também consomem produtos locais como carnes de veados, renas e ovelhas. Mas, sugiro que, ao menos, compre um cachorro quente referido por eles como grillpølse ou kjempegrill. Outros lanches de rua estão disponíveis por toda a cidade, mas são geralmente mais caros. Outra sugestão para experimentar é o chocolate quente, esse sim vale a pena, e o bolle, pão que leva pedaços de chocolate ou passas dentro da massa.

Por ser uma cidade cara, a melhor opção é comprar itens nos supermercados (pães, queijos, chocolates, frutas, água, chás). A área mais econômica para a refeição é a Toyen/Groland. Os restaurantes mais baratos são os asiáticos que, em muitos casos, servem comida  boa e farta. Confira os menus na porta. Os regulamentos de alimentação e saúde noruegueses são muito rigorosos, ou seja, comer fora em Oslo é seguro!

No quesito hospedagem, há relativamente poucos albergues da juventude para mochileiros e pessoas que viajam em com baixo orçamento. Durante a semana de entrega do Prêmio Nobel, a disponibilidade de quartos caem e os preços podem dobrar. A melhor região da cidade para se hospedar é em torno do calçadão da Karl Johans Gate. Esta é a via principal de Oslo, que começa na estação de trem e termina no Palácio Real.

A Karl Johans Gate é repleta de praças, lojas e edifícios históricos como a Galeria Nacional de Arte, a Universidade de Oslo e o Teatro Nacional. No verão, há eventos gratuitos, incluindo os concertos de jazz aos sábados e espetáculos de malabarismo, palhaços e músicos.

Se você for no verão, pegue uma balsa e passeie entre as ilhas do fiorde de Oslo. Com um bilhete de transporte público regular, ou o Oslo Pass, dá para viajar de ferry entre Vippetangen, Hovedoya, Lindoya, Nakholmen, Bleikoya, Gressholmen e Langoyene. Cada ilha tem um caráter único, uma história singular e vale à pena visitar!

No inverno você poderá buscar atividades como a patinação no gelo e o esqui. Oslomarka, a enorme floresta nas encostas das colinas que cercam a cidade, oferece uma imensa rede de trilhas públicas para o esqui cross-country. No centro da cidade, a pista de gelo Narvisen, em Karl Johansgate, encontra-se aberta de dezembro a fevereiro e uma outra pista, no Estádio Frogner, funciona a partir do final de janeiro até meados de março, ambas com entrada livre.

Uma dica importante, antes de sair se embrenhando em museus e outros locais, é que vá na recepção do seu hotel ou escritórios de turismo e compre o Oslo Pass. Este garante a entrada gratuita ou com desconto, em vários museus, galerias, atrações culturais, restaurantes e nos estacionamentos municipais, além de valer para o transporte público. Há três opções de passe, o de 24, 48 e 72h.

Uma boa opção para explorar a cidade no verão é passear de bicicleta pelas ruas e parques de Oslo. Na cidade, é possível fazer reserva para o cruzeiro Estocolmo-Helsinque no escritório da Silja Line em frente à estação de trem. Faça o famoso passeio no Barco do Amor!

Quando o assunto envolve compras, a capital da Noruega oferece muitas opções para a alegria dos consumidores. O comércio reúne artigos que seguem as últimas tendências internacionais, bem como produtos marcados pela modernidade do design norueguês e artesanato local. As principais áreas comerciais em Oslo encontram-se no centro da cidade e nas proximidades da rua Karl Johans, Bogstadveien e Hegdehaugsveien em Majorstuen, Frogner com Bygdøy Allé e Grünerløkka.

Mercados são uma boa pedida para interagir com a população local. O mercado de pulgas e antiguidades em Vestkanttorvet é organizado na praça de mesmo nome em Majorstuen, todos os sábados entre março e dezembro, enquanto na parte leste da cidade, o mercado de pulgas de Birkelund em Grünerløkka atrai grande número de visitantes todos os domingos.

Mercados natalinos também são populares e merecem uma visita caso você esteja conhecendo Oslo em dezembro. Os dois principais encontram-se em Rådhusplassen (a grande praça em frente ao prédio da prefeitura) e no Museu Folclórico de Bygdøy. Se você se interessa por comida, não perca o Festival Gastronômico de Matstreif (também em Rådhusplassen), no final de setembro.

Para compras, as melhores opções são os shoppings centers. E a cidade tem vários! O Byporten, na estação de trem, e o Oslo City, ficam bem do lado. O Aker Brygge Kjøpesenter, na zona portuária, é maravilhoso, mas tem que procurar pelas pechinchas.

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Luxemburgo é uma cidade encantadora e que vale muito a pena conhecer

A capital de Luxemburgo, que leva o mesmo nome do país, é muito charmosa e arborizada. Com uma população de pouco menos de 120 mil habitantes, é a segunda menor capital da União Europeia. A região metropolitana do Luxemburgo inclui Hesperange, Sandweiler, Strassen e Walferdange. Situada ao redor do Vale do Petrusse, é cercada por muitas lindas pontes. Isso graças à sua localização montanhosa e elevações espetaculares proporcionadas pelo vale profundo e estreito dos rios Alzette e Petrusse. A pequena cidade tem um ambiente muito sofisticado e sua indústria turística é voltada especialmente para o viajante de negócios.

Há várias opções de chegar à cidade. Fique atento às promoções de empresas aéreas econômicas dentro da Europa, pois você poderá conseguir grandes oportunidades. Por ser um país pequeno, em um único dia você poderá conhecer as principais atrações da capital. Caso tenha mais um dia, programa-se para alugar um carro e visitar Vianden, uma pequena cidade que conta com um castelo fabuloso.

Luxemburgo é sede do Tribunal de Justiça Europeia e do Banco Europeu de Investimento. A cidade também se encontra na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO e já foi eleita como capital europeia da cultura duas vezes.

Caso viaje de dezembro a fevereiro, leve bons agasalhos, pois é possível que você encontre chuva e neblina. Porém, nos meses de verão e primavera, a cidade se enche de flores e as temperaturas são mais amenas, com mínimas de 12ºC. Os festivais musicais e paradas ocorrem no período de junho a setembro.

Luxemburgo é um ambiente mais seguro do que a maioria das outras capitais europeias e seria raro se deparar com qualquer tipo de ameaça física. No entanto, todo cuidado é necessário ao redor da área da estação de trem, especialmente tarde da noite, que contém um punhado de clubes e prostitutas.

A estação ferroviária de Luxemburgo fica a 2 horas de Paris, 3 horas de Bruxelas e 43 min de Trier. Os melhores meios de se locomover por lá são a pé, de bicicleta ou ônibus. Devido ao seu tamanho pequeno e belas paisagens, caminhar é a melhor maneira de usufruir desta cidade encantadora! Em poucas horas (ou dividindo a viagem em dois dias), é possível conhecê-la bem! A cidade também opera um esquema de serviço de aluguel de bicicletas e as estações podem ser encontradas em vários pontos ao redor da região central.

A melhor maneira de economizar no transporte público é visitar a cidade nos finais de semana, quando este é gratuito. Caso se hospede no centro histórico, não precisará utilizá-lo. O passe diário de trem pode ser utilizado nos transportes públicos internos da cidade. Ou seja, se for para Vianden em algum dia, comprará um bilhete diário e poderá rodar na cidade a vontade de ônibus.

A comida lá não é barata! Para uma refeição mais em conta e rápida, a Place d’Armes é a melhor aposta. Uma boa alternativa é fazer compras no supermercado Monoprix, que fica bem no centro. Ótimo local para manter sua mochila abastecida com chá pronto, batatas, tortilhas, frutas, barras de cereal e chocolates.

Os pratos tradicionais são em grande parte à base de carne de porco e batatas e a influência da cozinha alemã é inegável. Por exemplo, o judd mat gaardebounen é o pescoço de porco defumado servido com feijão. Tente provar também a gromperekichelchen, uma fritada de batatas, cebolas e salsinha, uma delícia!

A cidade abriga um número incrivelmente elevado de estabelecimentos estrelas Michelin, ouseja, restaurantes de alta gastronomia. Luxemburgo também tem uma população muito grande de italianos que chegaram ao país no final do século XIX, ou seja, tem pizzarias confiáveis e bem frequentadas.

Para uma cidade desse tamanho, o Luxemburgo tem uma ótima oferta de acomodações, graças à grande quantidade de viajantes que vêm a negócios. Esse setor é voltado principalmente para eles e oferece muitos hotéis de médio a alto padrão. A cidade tem apenas um albergue, que é bem legal. Algumas opções econômicas de hospedagem ficam no entorno da estação do trem, mas tem um probleminha. À noite, o local é meio perigoso por causa da inconveniente abordagem de vendedores de drogas. Por isso, é melhor buscar uma opção no centro mesmo.

Assim como toda capital europeia, as opções de turismo são variáveis de acordo com a época do ano escolhida para a visita. O melhor lugar para ir é o Museu Nacional de História da Arte, gratuito. Caso não queria visitar museus, faça uma boa caminhada pelo centro que você verá todas as grandes atrações: Willian Square, Palácio dos Gran-Duques, Praça Guilherme II, Catedral de Notre Dame, Praça Clairefontaine, Corniche e as Casamatas de Bock (antiga muralha de proteção da cidade). O melhor local, e que merece uma parada para uma reflexão ou um bate-papo, é a Praça das Armas.

Cidades em Luxemburgo

Cidade de Luxemburgo

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Veneza é famosa pela beleza de sua arquitetura e obras de arte

Veneza é uma cidade no nordeste da Itália composta por 118 ilhas. Pela cidade passam 177 canais que fluem por baixo de 400 pontes. Os canais formam a chamada Lagoa de Veneza, que se estende ao longo da costa entre os rios Po e Piave. Uma parte da cidade e a lagoa estão listadas como Patrimônio Mundial da UNESCO. A região de Veneza tem cerca de 280 mil habitantes e recebe 20 milhões de turistas por ano.

O nome da cidade deriva de veneto, povo de origem indo-europeia que habitou a região. A cidade é conhecida como o “La Dominante”, “Serenissima”, “Rainha do Adriático, “Cidade da Água”, “Cidade Flutuante” e “Cidade dos Canais”. A República de Veneza foi uma grande potência marítima durante a Idade Média e Renascimento, além de ser um ponto de parada para as Cruzadas e importante centro comercial de produtos como seda, fibra e especiarias. A cidade também desempenhou um papel fundamental na história da música sinfônica e da ópera, além de ter sido o berço de Antonio Vivaldi. Em Veneza, também foram inventados as telas para pintura e a técnica de fabricação do vidro.

Pode ser visitada em qualquer época do ano. Os melhores meses para ir devido ao tempo e número de turistas são abril, maio, setembro e outubro. O verão é quente de dia e fresco à noite. Em julho e agosto, o excesso de turistas incomoda e as filas para entrar nas atrações são intermináveis! Na primavera e no outono, os dias são nublados, faz frio e a cidade não fica cheia e a temperatura fica em média de 5 a 15°C. O nevoeiro é um perigo adicional se você estiver dentro ou fora de um barco. Muitas cidades são muito pior no verão e, portanto, não há poluição atmosférica. Veneza pode ficar muito escura e chuvosa. Quando está chovendo, há mosquitos ocasionais e infestações de moscas.

O inverno tem temperaturas de 10ºC, que frequentemente despencam para 0ºC. No final de janeiro e começo de fevereiro, acontece o famoso Carnaval de Veneza, um dos mais antigos e importantes do mundo, onde os habitantes locais e turistas vestem trajes típicos do século XVIII e usam máscaras, uma beleza! A festa ocorre durante 10 dias por ano.

Além disso, há o risco de ocorrer a maré alta (acqua alta) que pode inundar parte da cidade por algumas horas do dia. Quando a cidade começa a encher d’água, as sirenes soam para avisar os moradores e as empresas. Se você fala italiano com fluência, sintonize os programas de notícias para saber sobre a previsão do tempo. Normalmente, a maré diminui em ciclos de seis horas. É possível obter um mapa da acqua alta nos escritórios de turismo de St Marks. Isso irá mostrar-lhe quais ruas estão secas e as com passarelas instaladas. Há um quadro de avisos no Campanile na Piazza San Marco que mostra uma leitura as previsões da maré para os próximos dias.

Veneza é um dos destinos mais importantes e uma das mais belas cidades do mundo. O turismo é um importante setor da economia veneziana desde o século XVIII. No século XIX, tornou-se um centro da moda para os ricos e famosos, que muitas vezes ficavam ou jantavam em estabelecimentos de luxo, como o Hotel Danieli e o Caffè Florian, a mais antiga cafeteria em operação. Na década de 1980, o Carnaval de Veneza, antes relegado ao esquecimento, foi reavivado. A cidade tornou-se um grande centro de Conferências e Festivais Internacionais tendo como a prestigiada Bienal de Veneza, que atrai visitantes de todo o mundo por suas produções teatrais, culturais, cinematográficas, artísticas e musicais.

Do Aeroporto Internacional Marco Polo, nomeado em homenagem ao seu famoso cidadão, pode-se chegar à Piazzale Roma de ônibus, perto da estação de trem Santa Lucia, a principal em Veneza. O trecho leva em torno de meia hora. Dali, dependendo de onde for seu hotel, você pode pegar um vaporetto, um táxi-boat privado ou ir andando. Algumas companhias aéreas utilizam o Aeroporto de Treviso, em Treviso, a 20 km de Veneza.

A estação de trem de Veneza-Santa Lucia recebe trens de várias cidades da Itália e da Europa. Cerca de 450 trens chegam e partem dali diariamente. Há trens diretos para Veneza que partem de Bolonha (2h), Milão (3h), Florença (3h), Roma (5h) e outras. Ao chegar na estação Venezia Santa Lucia, basta seguir em frente, cruzar a primeira ponte à sua esquerda e seguir as placas que indicam a Ponte Rialto. Em algumas partes do caminho, como da saída da estação até a ponte, você poderá fazer de vaporetto. Mas, nada melhor do que andar a pé para respirar Veneza! Carros não entram ali, portanto você terá que deixá-lo em estacionamentos fora da cidade. Só compensa ir de carro quando o roteiro inclui outros lugares na mesma região.

O barco clássico veneziano é a gôndola, atualmente mais utilizado por turistas, para casamentos, funerais ou outras cerimônias. A maioria dos venezianos se desloca em barcos motorizados (vaporetti) que fazem viagens regulares ao longo das rotas principais dos canais da cidade e entre ilhas. A cidade também tem muitas embarcações privadas. As únicas gôndolas ainda de uso comum pelos venezianos são as traghetti, onde os passageiros atravessam o Grande Canal em determinados momentos, sem pontes. Os visitantes podem ainda tomar os barcos-táxis entre áreas da cidade.

Esta cidade italiana já foi eleita a mais romântica do mundo por diversas vezes e até hoje continua sendo o destino mais procurado para um idílico tour por muitos casais. Claro que as gôndolas são os passeios favoritos dos apaixonados! As construções medievais, casinhas ornadas de varandas floridas, as ruazinhas de pedra, os elegantes palácios, centenas de pontes (350 no total) e quilômetros de canais (117 canais ligam as 118 ilhas) que funcionam como ruas possuem muito charme!

Para quem está com o orçamento restrito, saiba que os hotéis em Veneza são caros. Fique atento à sua localização! Por ser uma cidade histórica é muito caro ficar na parte central. Os bed & breakfast (b&b) e pensões oferecem melhores tarifas, ou albergues. Minha sugestão é ficar na cidade e não dormir nas redondezas. Vivencie Veneza!

Para as refeições, o melhor é ir na Via Garibaldi, próxima à Praça de São Marcos. É uma região que produz excelentes vinhos baratos e saborosos. Experimente os vinhos brancos prosecco della marca e collio e os tintos merlot ou marzemino. Não deixe de ir à melhor sorveteria da cidade, a Gelateria Nico, e experimente o gianduiotto curtindo a bela paisagem do canal.

Para economizar dinheiro no almoço, coma-o de pé, é o que os próprios venezianos fazem!

Dirija-se à área de Dorsoduro de Veneza se quiser economizar alguns euros, localizada no lado sul da cidade. Tem a maior concentração de lugares onde os moradores locais, especialmente estudantes, vão comer. Se você estiver disposto a caminhar pela cidade, algumas ruas transversais oferecem uma boa refeição por um bom preço. Para frutas frescas, vá às bancas do mercado de rua. Há sempre um barco estacionado no canal no Mercado de San Barnaba vendendo frutas e vegetais.

Existem alguns supermercados na cidade, caso você tenha a necessidade de poupar algum dinheiro, pois estes oferecem uma grande variedade de alimentos preparados e semi-preparados.

Em muitas lojas pequenas, você pode comprar pão, queijo, cereais, etc, especialmente perto da área do Mercado de Rialto.

Quando chegar à cidade, compre o bilhete de transporte público por 24, 48 ou 72 horas, válido para qualquer serviço em Veneza, Lido e ilhas de Murano, Burano e Torcello. Utilize também os ônibus terrestres de Mestre e Marghera. O interessante é poder desfrutar do vaporetto, principal meio de transporte entre as ilhas de Veneza. Ele não é obrigatório se você somente for aproveitar o coração de Veneza, a praça central e conhecer o conglomerado de ilhas do centro. Porém, para uma verdadeira experiência na cidade ele é muito recomendável! Para admirar de longe todas essas construções, palácios, igrejas e monumentos, nada melhor que uma vista privilegiada do outro lado do canal! Uma volta pelo Grand Canal será suficiente para observar o Ca’D’Oro, a Ponte Rialto, o Ca’Pesaro, Academia de Belas Artes, Salute e, é claro, a Praça de São Marcos. Além de ser um passeio agradável, rende boas fotos.

Uma dica econômica é adquirir o Venezia Unica City Pass com validade para ver 11 museus a um preço especial sem pegar fila. Tem validade na Praça de São Marcos e no Museu Palácio dos Doges, salões da Biblioteca Nazionale Marciana, museus Arqueológico, Correr, de História Natural, do Palazzo Mocenigo, do Vidro de Murano, Ca ‘Rezzonico, Casa de Carlo Goldoni, Ca’ Pesaro e Museu do Laço de Burano.

Mas a melhor maneira mesmo de conhecer a cidade é andando pelas suas ruas, pontes, canais e também descobrir cantinhos inexplorados!

A cidade tem muitas atrações imperdíveis, entre elas os palácios mais visitados de Veneza: dos Doges; Barbaro; Ca’ Rezzonico; Ca’ d’Oro; Contarini del Bovolo e Grassi. Entre as pontes, as mais visitadas são: de Rialto; dos Suspiros; dos Descalços; da Constituição e da Academia. Além da enorme Praça de São Marcos, com a Basílica e o Campanário de São Marcos, a cidade dispõe de outras praças menores chamadas campo no dialeto da cidade, como o Campo Santa Margherita e o Campo San Polo.

Um local imperdível e que merece um tour a pé é pela Praça de São Marcos, a única de Veneza e o principal destino turístico com abundância de fotógrafos, viajantes e pombos. Os edifícios ao seu redor são em sentido inverso ao dos ponteiros do relógio desde o Grande Canal, o Palácio Ducal, a Basílica de São Marcos, a Torre do Relógio de São Marcos, a Antiga Procuradoria, a Ala Napoleônica, a Nova Procuradoria, o Campanário de São Marcos, a Logetta e a Biblioteca Marciana. Os museus Correr e o de Arqueologia estão situados na praça. Estas últimas construções foram completadas durante a ocupação napoleônica. Reserve uma tarde inteira para passear e ver todos os lugares turísticos!

Veneza tem dois grandes eventos. A principal, o Carnaval de Veneza, é uma festa que dura dez dias e em que os participantes costumam usar trajes típicos do século XVIII e máscaras. Nesses dias, há um acréscimo na (enorme!) afluência de turistas à cidade. Interrompido em 1797, foi somente retomado na década de 1980.

O Festival Internacional de Cinema de Veneza (Mostra Internazionale d’Arte Cinematografica) é um festival internacional de cinema realizado anualmente desde 1932. O festival acontece no Palazzo del Cinema. Outro evento de grande projeção internacional é a Bienal de Veneza, uma exposição internacional de artes.

Um alerta: não dê comida aos pombos! Esta prática é desaconselhada pela administração da cidade, pois além de causarem doenças, os pombos sujam muito os edifícios e monumentos. A Basílica de San Marco é a mais famosa das igrejas, considerada uma obra-prima da arte bizantina fora do Império do Oriente. É o edifício mais lindo da Praça de São Marcos, por dentro e por fora, pois é todo de mosaicos dourados.

Ir de vaporetto e visitar a ilha de Murano, onde poderá apreciar o espetáculo que é uma fábrica artesanal de cristal de murano feito por um dos artesãos locais, também é muito legal. Se quiser comprar alguns artigos de murano, sugiro que compre na Ponte Rialto ao invés da própria Ilha.

Estar em Veneza e não programar um passeio de gôndola é algo inaceitável e hoje em dia é usada apenas para passeios com turistas. Os gondoleiros costumam ser muito simpáticos e vão explicando fatos e curiosidades sobre Veneza. Sem dúvidas fazer um passeio de gôndola é uma oportunidade única, algo que você tem que conhecer em Veneza!

Cidades na Itália

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Em Pisa a melhor atração é tirar as fotos em perspectiva da Torre inclinada

Pisa é uma cidade italiana da região da Toscana que possui 90 mil habitantes. Recentemente, descobertas arqueológicas revelaram a existência de um grande porto fluvial da época romana no seu subsolo. Foram encontrados mais de 30 embarcações de vários modelos, algumas delas intactas e ainda com a mercadoria que transportavam e muitos objetos foram recuperados. Tal fato deve-se à conservação possibilitada pelos sedimentos depositados no Rio Arno ao longo do tempo.

No início da Idade Média, Pisa era uma grande cidade portuária, chegando a ser tão importante quanto Gênova e Veneza. Seu prestígio entrou em declínio a partir de 1284, quando a cidade perdeu uma guerra contra os genoveses. Dizem que foi no Porto de Pisa que São Pedro desembarcou para pregar o Evangelho, tendo dali seguido para Roma.

A cidade é muito conhecida por sua magnífica Universidade, a única europeia a fazer parte do Universities Research Association. E, por falar em mentes brilhantes, o astrônomo Galileu Galilei nasceu em Pisa e, dizem, realizou alguns de seus experimentos na Torre Inclinada.

Em relação às condições do tempo, as temperaturas variam de 3°C a 11°C e chove pouco em dezembro e janeiro. Os meses mais quentes são julho e agosto, com temperaturas entre 16°C e 29°C. A melhor época para conhecer Pisa é a primavera. No final de maio até meados de junho, as temperaturas estão mais altas e não tem aquele volume de turistas.

Se você para lá de avião, muito provavelmente vai chegar ao Aeroporto Internacional de Pisa Galileu Galilei. Localizado a apenas 2 km do centro, é atendido por 18 companhias aéreas somando mais de 400 voos semanais para cerca de 60 cidades nacionais e internacionais. Sair de lá e ir para o centro é fácil, é só pegar um trem na estação Pisa Aeroporto. Os bilhetes podem ser comprados dentro do próprio aeroporto no guichê da Trenitalia. O trajeto até Pisa Centrale (estação central da cidade) leva 5 minutos.

A Pisa Centrale é a principal estação de trem da cidade, com várias opções de trens regulares para as principais cidades italianas como Roma, Nápoles, Turim, Milão e Florença; e Nice, na França. Além da Pisa Centrale, a cidade conta com a estação de trem Pisa San Rossore. A maioria dos trens que vem de outras cidades italianas vai até a Pisa Centrale. O preço da passagem de trem de Pisa até Florença varia de acordo com a demanda. Você pode comprar passagens antecipadamente estando ainda no Brasil através da Rail Europe. A Pisa Centrale fica a cerca de 30 minutos caminhando da praça onde está a Torre de Pisa. Já a outra estação, Pisa San Rossor, fica a cerca de 400 metros. Mas, em compensação, quase nenhum trem vai direto até esta estação, sendo necessária uma baldeação em Pisa Centrale.

De Florença, é só tomar seu trem na estação Firenze SMN. Dependendo do dia, existem cerca de 4 trens por hora. Verifique os horários no site da Trenitalia. Deve-se lembrar do número do trem, pois isso tem que ser verificado nas placas da estação. Os orientações não informam “Pisa”, pois este não é o último destino.

A cidade é pequena, dá para conhecer Pisa em um dia e voltar para Florença. Como as duas cidades ficam próximas, 85 km, é muito fácil visitar Pisa em um bate-volta. Outra alternativa é fazer esta viagem de carro. Mas, se desejar ficar mais tempo na cidade, existem vários albergues e pequenos hotéis.

A melhor opção para se locomover é caminhando! O bom dessa cidade é que as atrações estão concentradas numa região central. Chegando pela estação Pisa Centrale, você poderá ir a pé até a Piazza dei Miracoli. São aproximadamente 15 minutos cruzando o Rio Arno, o mesmo que passa em Florença. É tão bela a paisagem das construções da margem em tons de amarelo e bege que você nem sente a caminhada. Na Piazza dei Miracoli, você encontra a Catedral de Pisa (Duomo), a Torre de Pisa, o Batistério e o Camposanto. A Piazza dei Miracoli é Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

A maior atração da cidade é a Torre de Pisa conhecida mundialmente por sua inclinação involuntária. Com certeza, este monumento um tanto diferente merece algumas fotos em perspectivas que provavelmente serão as mais divertidas de sua viagem! A inclinação da torre começou durante sua construção, causada por uma fundação inadequada no terreno muito macio.

Pisa não podia deixar de acolher alguns museus interessantes que falam sobre seu passado religioso e artístico. Para começar, o Museu da Ópera do Duomo não é exclusivamente relacionado à Catedral de Pisa (Duomo) como o nome sugere, mas abriga uma infinidade de exposições relevantes para a Piazza dei Miracoli e seu marcos eclesiásticos tais como o Batistério. Divididos em vários quartos, cada um com uma categoria específica, este museu hospeda orgulhosamente um grifo de bronze, o bem mais precioso do estabelecimento que remonta ao século XI. Este artefato chegou a Pisa como um prêmio de uma batalha travada subsequentemente à Primeira Cruzada e seu uso pretendido era de embelezar a cúpula da catedral. Outras presenças notáveis referem-se à Igreja de San Martino, a San Ferdiano (Via San Lorenzo), San Sisto, Santo Stefano di Cavalieri, San Cristina e San Paolo.

Pisa é linda durante o dia, mas a noite é simplesmente maravilhosa! Ao entardecer, um passeio ao longo do rio Arno vale a pena! De noite, uma aura de magia e mistério envolve seus monumentos iluminados. Os bares e pubs se enchem de turistas e estudantes universitários, uma energia mais jovem que contagia!

As especialidades locais referem-se ao azeite de oliva extra virgem, trufas, legumes, cogumelos, frutas, mel, carne bovina, queijo, salames, presuntos e vinhos. O peixe também é usado extensivamente. O ciechi alla pisani se destaca como um dos pratos mais antigos (e ainda favoritos!) composto por enguias marinadas em uma mistura de alho, azeite e temperadas com sálvia e queijo parmesão. O baccalà alla Pisana (bacalhau seco) e o cacciucco (sopa de peixe) são outros dois exemplos dos melhores pratos com peixe. O grão-de-bico é um ingrediente amplamente usado para o chamado cecina, uma espécie de pão plano muito popular entre moradores e turistas. A zuppa di fagioli (sopa de feijão) e a ribollita (sopa de feijão, repolho, cenoura e cebola temperada com várias ervas) não devem ser ignoradas no seu roteiro gastronômico em Pisa!

Em relação às massas, um prato comum é o pappardelle alle leper (macarrão em molho de lebre). Polenta e crostini (pão torrado temperado com alho e coberto com tomate e anchovas) têm que ser experimentados. Pisa é famosa por sua torta coi bischeri, enquanto os chamados cantucci (biscoitos de amêndoa mergulhados no vinho) são mais aconselháveis para aqueles que querem começar a refeição mais cedo do que o esperado. No entanto, os queijos são uma alternativa incrível, conseguindo substituir os doces com sucesso. Pecorino (um tipo de queijo de leite de ovelha) e ricotta (feito de leite de ovelha ou vaca) são os queijos mais populares em Pisa. No entanto, as refeições também podem ser complementadas com as uvas colombana com sabor doce ou com os melões bientina.

Em termos de vinhos, o produto mais notável e específico é o Nettare di Bacco. Ao todo a região é recortada por vinhedos, o que significa que é altamente improvável que a produção, em termos de quantidade e qualidade, fique aquém das expectativas que se poderia ter em relação à cidade.

A área comercial central está em torno do Corso Italia, entre a estação Ponte di Mezzo e a Via Borgo Stretto, ao norte da ponte. No entanto, muitas lojas especializadas estão espalhadas pela cidade. Existem muitos pequenos quiosques de souvenires e ambulantes vendendo todos os tipos de lembrancinhas.

Evite comprar bugigangas de vendedores ilegais. Definitivamente se afastem de bens falsificados. Ao chegar a Pisa, não é incomum que os turistas sejam assediados pelos vendedores. Mesmo dizer que “não, obrigado” pode trazer atenção indesejada. É muito melhor ignorá-los inteiramente. Não se preocupe em ser rude. Em frente à torre, existem outros vendedores mais confiáveis, seja responsável e compre com eles.

Cidades na Itália

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Brindisi é conhecida como a “Porta do Oriente” desde os tempos antigos

Brindisi é uma cidade no sul da Itália, na região da Puglia. Acolhe cerca de 95 mil habitantes e é conhecida como a “Porta do Oriente” desde os tempos antigos, pois era um importante porto para as tropas romanas e mercadores venezianos. A cidade é uma das mais importantes dessa região banhada pelo Mar Adriático.

É também uma das mais bonitas e charmosas cidades da península de Salento. Fica no “salto” da “bota” que é o mapa italiano! Por conta do domínio dos gregos e romanos a cidade apresenta diversas influências de ambos os povos. Diz a lenda que foi fundada por Diomedes, lendário herói da Mitologia Grega.

O nome latino da cidade, Brundisium, deriva do grego brentesion que significa “cabeça de veado”, que faz referência ao formato do seu porto.

Você pode chegar a Brindisi por avião desembarcando no Aeroporto Papola-Casale Del Salento a 6 km do centro, ou de trem ou carro. Para ir de carro, a partir do norte da Itália, siga a Adriática A-14 (Bologna – Taranto), ou a A-16 (Napoli – Canosa di Puglia), tome a saída Bari-Nord para a A-14/ E55 para Bari Centro/ Brindisi e continue na SS16. Em seguida, pegue a E55/ SS379 em direção a Brindisi. Se você vem do sul, pegue a SS106 Jônica (Reggio Calabria – Grottaglie/ Brindisi).

Logo na entrada do porto, situa-se o Castelo Alfonsino (Castelo Aragonês ou do Mar) construído em 1491 em uma ilha em frente ao porto com o objetivo de defender Brindisi dos ataques inimigos vindos pelo mar. O Castello Svevo, ou Castelo Grande ou de Terra, foi erguido mais cedo ainda, em 1227, como um forte para defender o porto de Brindisi. Atualmente, o local ainda é usado pela Marinha, apesar de ter passado uns tempos abandonado no início do século passado.

Do Monumento dedicado aos Marinheiros Italianos em forma de leme de navio com 53 m de altura, tem-se uma magnífica vista panorâmica! O local foi construído para homenagear os 6.000 marinheiros mortos na Primeira Guerra Mundial (1915-1918).

Quando Pirro desembarcou na Itália em 280 a.C. para cuidar da proteção da colônia grega de Taranto, a cidade foi conquistada pelos romanos. Esse foi seu período de maior prosperidade, tornando-a no principal porto do Adriático. A antiga estrada romana Via Appia começava em Roma e terminava em Brindisi. Por ali passavam peregrinos, comerciantes e cavaleiros em direção ao Oriente Médio, vindos de vários locais, principalmente de Roma.

A cidade foi relacionada à capital do Império pelas Vias Appia e Traiana, além de ter sido um importante centro comercial e bispado do início da Era Apostólica. As colunas romanas são o símbolo da cidade e, apesar de serem conhecidas como o final da Via Appia, elas eram um ponto de referência para os marinheiros da época. A Via Appia Nuova foi construída quase paralela à original, sendo que alguns pontos da antiga estrada ainda são usados.

No centro da cidade está a Piazza Duomo, obrigatória para admirar o Pórtico dei Cateniano. Visite também o Museu Arqueológico Provincial, a Loggia del Palazzo Balsamo e o Museu Diocesano. No distrito de San Pietro degli Schiavoni (Teatro Verdi na Via Duomo), você pode ver alguns exemplos de cidade romana e, em particular, a pavimentação de uma estrada, os restos de casas de civis e até um spa. Adjacente à Porta Mesagne, encontram-se os restos dos cinco banhos de cal dos tempo dos romanos utilizados para filtrar a água potável que em seguida era distribuída por fontes da cidade. Uma dessas fontes é a Fontana de Torres, construída no século XVII na Praça Victoria.

A história de Brindisi aparece em vários prédios, palácios, igrejas e monumentos que recontam o esplendor do seu passado, tais como o Palazzo Dionisi, o antigo Hotel Internacional, o prédio onde hoje funciona a Casa do Turista e o Palazzo Montenegro, atual residência do prefeito. Na Praça Duomo, está a Catedral de São João Batista, erguida entre 1089 e 1143, e o Seminário de Brindisi, de 1798, onde funciona hoje uma biblioteca com mais de 100 mil livros, obras raras e um extenso arquivo de manuscritos do século XVI!

Em outros pontos da cidade estão as igrejas Cristo dos Dominicanos, de San Benedetto, de San Giovanni al Sepolcro, de Santa Lucia, de Santa Maria degli Angeli, de São Miguel Arcanjo com sua torre de azulejos e outras menores. O centro histórico de Brindisi está confinado dentro das muralhas, onde festivais e eventos culturais de todos os tipos são combinados à deliciosa culinária tradicional!

A economia da cidade é caracterizada pela presença maciça de plantas industriais químicas e o estabelecimento da gigante da energia Eni, localizada perto da costa do Adriático. Estão presentes os setores aeronáutico e de construção naval. Seu setor primário é caracterizado pelo cultivo de cereais, legumes e frutas, com destaque na produção de azeitonas, alcachofras e amêndoas.

Na viticultura, Brindisi é uma das áreas mais produtivas de Salento e possui título de “Cidade do vinho”. A produção de uvas é muito intensa e destacam-se vinhos como o Malvasia, Negroamaro, Sangiovese, o Ottavianello e Susumaniello. Graças à produção generalizada de variedades em toda a província e presença de numerosas adegas, Brindisi foi inserida na área do circuito italiano Wine City.

A cozinha brindisina baseia-se no uso de queijos frescos e outros produtos lácteos, legumes e massas frescas. Entre os queijos tradicionais figuram cacioricotta, ricotta, pecorino e caciocavallo. Não perca os pratos com peixes! Devido à sua proximidade com o mar, além da sopa de peixe tradicional, há também a gostosa caldeirada de mexilhão, arroz e batatas. Os moluscos podem ser cozidos de outras maneiras, gratinados ou com a companhia de perfumadas favas. Um prato muito saboroso é o pettole, pedaços de massa frita com anchovas e bacalhau.

Essa região da Itália é muito rica no que se diz respeito às massas. São facilmente encontrados todos os tipos! A massa fresca pode ser cozida no molho de peixe tais como garoupa ou amêijoas, deixando-a com um sabor espetacular! Se tiver oportunidade, saboreie o prato popular da região, o orecchiette com folhas de nabo e anchovas refogadas, estupendo!

Todos os eventos do ano são relacionados a arte e cultura, para jovens e adultos. Um evento tradicional da cidade é a festa em honra de São Teodoro de Amásia. O festival começa no primeiro domingo de setembro e continua por pelo menos três dias. Entre os eventos alimentícios mais populares, devemos mencionar o Festival Alcachofra em março na Praça da Vitória.

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Turim é denominada de “pequena Paris” pelo charme de suas praças, monumentos e cafés históricos

Turim é a quarta maior cidade do país conta com mais de 2.500.000 milhões de pessoas em sua área urbana. A cidade está localizada no noroeste da Itália, a uma hora de carro da fronteira francesa. A cidade fica na extremidade ocidental da planície do rio Pó. É cercada a oeste pelos Alpes e a leste pelos morros do  Monferrato. Foi fundada no século III a.C. Por muito tempo foi a capital do Ducado dos Saboia e, após a unificação do país, foi capital do Reino da Itália. Todo esse ar de nobreza se vê na arquitetura com grandes palácios e praças imponentes emolduradas por 18 km de pórticos. Na cidade, se encontra o Sudário de Turim. Era chamada de Augusta dos Taurinos  (Augusta Taurinorum) durante o período romano.

Turim tem uma atmosfera refinada, aristocrática, lojas sofisticadas, grandes boulevares e palácios, parques e várias galerias de arte. É uma cidade charmosa, mas que não consta nos circuitos tradicionais daqueles que vêm para a Itália. Porém, sem dúvida é uma cidade que tem que ser vista! Turim, ou Torino, fica pertinho de Milão e dá para fazer um bate e volta! A cidade é sede da gigante automobilística FIAT das empresas Martini, Kappa entre outras, além de ser um importante pólo universitário, artístico e cultural.

Turim é denominada de “Pequena Paris” pelo charme de suas praças, monumentos e cafés que testemunharam um passado muito rico e glorioso. A encantadora cidade possui uma das mais incríveis concentrações de museus da Itália. Há palácios que merecem uma visita, todos parte do Patrimônio da UNESCO: o Madama, o Chiablese, o Carignano, a Armaria Real, o Arquivo de Estado, o Palácio da Prefeitura, a Cavalaria, a Antiga Academia Militar, a Antiga Casa da Moeda, o Teatro Regio, o Castelo de Valentino e a Vila da Rainha.

A melhor época para ir para lá é de maio a setembro, quando as temperaturas estão mais agradáveis. Para quem tem tempo, eu diria que a cidade merece uns dois dias para você conhecê-la! Turim é bem pequena e de fácil locomoção.

O Aeroporto Internacional de Turim está a 15 km ao norte da cidade e tem o nome do ex-presidente italiano, Sandro Pertini. Fica na cidade de Caselle, ligada a Turim por uma rodovia. Os principais operadores para chegar a Turim do exterior são a Lufthansa, Air France, Turkish Airlines e Alitalia. O aeroporto está conectado à cidade de trem, táxi e ônibus, o meio mais indicado para ir até o centro.

Os ônibus partem a cada 15 minutos (30 aos domingos) do aeroporto para a estação ferroviária Porta Nuova. Se você comprar um bilhete em um guichê dentro do terminal do aeroporto este sairá mais barato do que com o motorista do ônibus. Se você comprou o cartão Turin + Piemonte, o passeio custa 5 euros. A viagem do aeroporto para o centro leva uns 40 minutos.

Turim também é alcançado a partir do aeroporto de Malpensa, em Milão e existe um serviço de ônibus que funciona dez vezes por dia entre a cidade e o aeroporto. A viagem dura 2 horas.

A cidade dispõe de três estações ferroviárias principais, Porta Nuova, Porta Susa e FS Lingotto, todas conectadas com o metrô. De um modo geral, Porta Nuova e Porta Susa são estações dedicadas a trens de médio alcance e longo alcance. A Porta Nuova é servida por trens regionais e a Porta Susa por trens regionais e internacionais. Por exemplo, em Porta Susa os trens seguem para Milão, Veneza, Aosta e também Paris; enquanto que na Porta Nuova vão para o sul para Gênova, Florença, Roma e Bolonha. É melhor você verificar onde você precisa ir. Muitos trens também param em ambas as estações. Todas as estações são gerenciadas pela Trenitalia, as ferrovias do estado italiano. A Porta Nuova tem um serviço de armazenamento de bagagens (pago) no piso térreo.

A melhor maneira de visitar Turim é de trem e saindo de Milão! Dá pra fazer um bate e volta tranquilamente e nem precisa andar de metrô ou ônibus na cidade, pois a estação Puorta Nuova é bem localizada e você consegue fazer praticamente tudo a pé.

Turim tem um sistema eficiente de transportes, conectada por ônibus e bondes. A primeira linha de metrô foi inaugurada em 2006. A malha do metrô ainda é pouco extensa, mas os bondes aparecem como boas alternativas. Ônibus e bondes atravessam a cidade de manhã até tarde da noite. Tudo é bem sinalizado e em todas as paradas de ônibus têm mapas e pontos de informações para turistas. A parte difícil em andar de ônibus está no fato de que que você deve comprar o seu bilhete antes de entrar no ônibus, vendidos nas tabacarias, alguns bares e várias bilheterias nas estações. Este passe pode ser do tipo bilhete único, não é necessário bilhetes semanais na cidade. Certifique-se de levar seu bilhete com você e validá-lo antes da primeira parada depois de entrar no ônibus. Se você não fizer isso, certamente pagará uma multa no ônibus.

A cidade de Turim completou recentemente uma rede de ciclovias em toda a cidade. Uma opção é explorar a cidade de bicicleta, tem muitas lojas de aluguel espalhadas por lá. No entanto, muito ainda precisa ser feito, e andar de bicicleta pode ser bastante complicado. Há um serviço de compartilhamento de bicicletas fornecido pela empresa chamada ToBike que tem pontos em todo o centro da cidade.

Para economizar com atrações, adquirindo o Torino + Piemonte Card você tem acesso ilimitado, durante 1, 2, 3, 5 ou 7 dias, aos transportes, museus e locais turísticos de Turim. Entre as possibilidades estão a ida ao elevador da Mole Antonelliana, funicular que sobe a montanha para Basílica de Superga; entrada reduzida ou gratuita em 180 museus e gratuidade em todos os transportes públicos (metrô, tram, ônibus).

Uma maneira que sai em conta e é prática para conhecer a cidade é fazer o city sightseeing no ônibus vermelho. Nesse caso, os passeios têm validade de 24 ou 48 horas e são oferecidas 3 rotas: a clássica Torino Centro (linha A), pelo centro da cidade barroca e da colina com vista para o rio Pó e Parque Valentino; a Torino Inedita (linha B) é o caminho mais rápido para alcançar locais inexplorados e descobrir a nova face da cidade como o renovado Museu do Automóvel, Lingotto, Eataly e Palazzina di Caccia di Stupinigi; e a nova linha C, a Residenze Reali, que segue para a Reggia di Venaria, Castello de La Mandria e Juventus Stadium & Museum.

Procure fazer um tour a pé! O bom é que a maioria dos pontos turísticos de Turim são muito próximos um do outro na região central. A minha sugestão é que saia da estação de trem Porta Nuova e siga pela avenida Via Roma. Esta rua se destaca pelas diversas lojas de grife, galerias, cafés e por ser coberta. É linda! Numa caminhada você chegará à Piazza Castelo, onde fica o Palácio Real, a Catedral de Turim (onde fica o Santo Sudário), Palazzo Madama, a Piazza San Carlo (uma das melhores de Turim), Armeria Reale e a Prefeitura. A volta pode ser feita pela Via Lagrange, a mesma da Eataly e do Museu Egípcio, que conta com um acervo imenso e é o segundo maior do gênero no mundo, só perdendo para o do Cairo. Tem também a Via Garibaldi com lojas e vários museus interessantes, inclusive o Museu de Armas (Armeria Reale) que valem a visita.

Uma das atrações mais incríveis é visitar o Mole Antonelliana, monumento símbolo da cidade. A palavra vem do italiano que significa grandeza, dimensão. Essa estrutura foi construída para ser uma sinagoga, mas ficou tão caro (ideias do arquiteto de elevar a cúpula de 47 a 113m) que passaram o projeto da construção para a prefeitura, que a concluiu em 1889. É uma estrutura em alvenaria de 167 metros de altura e, dentro dela, tem um elevador que leva à uma altura de 85 metros de onde se tem uma vista panorâmica em 360° da cidade! Visitar Turim sem ver a Mole é impossível! Funciona todos os dias (exceto terças) das 9 às 20h e custa em torno de 7 euros. Na base, também funciona o Museu Nacional do Cinema e o ingresso pode ser combinado com a subida.

Seguindo mais adiante encontra-se o maior rio da Itália, o Pó! Muitos italianos aproveitam os dias de sol para fazer um picnic às suas margens ou no Parco del Valentino. O Rio Pó é imperdível e pode ser desfrutado a pé ou pedalando! 

A cidade de Turim está rodeada por magníficas residências XVI, XVII e XVIII, como Palácio Real e Palácio Carignano (no centro da cidade), Castelo de Valentino (dentro da cidade, perto do rio Pó, Parque Valentino), Castelo de Rivoli (10 km a oeste da cidade), Pavilhão de caça Stupinigi (entre a cidade de Orbassano e Nichelino, ao sul da cidade) e o castelo de Racconigi (perto da fronteira com a província de Cuneo). Você também deve ver a Basilica di Superga, que fica fora da cidade e proporciona uma vista incrível do topo de uma montanha; o Porte Palatine e o bairro romano; a Piazza Carignano, onde fica o Parlamento; e a Piazza Vittorio Veneto, maior praça da Europa sem monumentos. As duas principais reservas de caça, o parque Mandria e o parque Stupinigi agora são reservas naturais.

Em termos de acomodações, a região mais prática para se hospedar é no centro histórico e vizinhanças, ou seja, próxima a Via Pó ou Piazza Castello.

A cozinha de Turim é conhecida internacionalmente. Não deixe de experimentar o agnolotti e a polenta. A região é uma grande produtora de vinho e os três melhores tintos são Barolo, Barbaresco e Barbera, à venda em qualquer supermercado. Uma sacada é buscar restaurantes que ofereçam o tre piatto, que é a junção de três pratos em um por um preço muito vantajoso. Para saborear os maravilhosos sorvetes, sugiro a sorveteria Groom.

O Café Fiorio (Piazza Castello), fundado em 1858, é o que faz o melhor zabaione (em taça) e um sorvete sabor gianduia imbatível. Não deixe de comprar o gianduiotti (chocolatinhos de gianduia). Uma curiosidade: o uso da gianduia deu-se a partir de um bloqueio ao cacau imposto por Napoleão. Os mestres chocolateiros, desesperados com tal atitude, tiveram a ideia de substituir o cacau por farinha de avelãs torradas, criando essa maravilha de chocolate chamada gianduia!

Uma cafeteria histórica é o Al Bicerin, de 1763, onde nasceu uma bebida típica da cidade, o bicerin, mistura de expresso com chocolate quente e creme de chantilly! Para refeições rápidas, experimente as focaccias ou as deliciosas e saudáveis piadinas, sanduíches feitos em um pão achatado (parecido com o sírio) e recheado com magníficos embutidos como o prosciutto, verduras e tomates.

Turim é o berço do incrível Eataly (8 Gallery), mercado gourmet que se espalhou pelo mundo! Você pode tomar café da manhã, almoçar ou jantar em qualquer um dos boxes espalhados pelo imenso galpão! É cheia de opções legais em massas, queijos, carnes, vinhos, itens para cozinha, entre outros. Impossível visitá-lo sem comprar algo. A maior mercearia gourmet da Europa foi criada pelo famoso arquitecto Renzo Piano. Pode-se chegar até lá pelo ônibus n° 1, 35, 18 e 17. Ou, se você estiver perto da estação Lingotto FS, pode passar por uma ponte que se conecta diretamente à Galeria 8. É um dos poucos centros comerciais que ainda abrem no domingo. Há outros espaços destes abertos em Nova York, Tóquio, Roma, São Paulo, Milão e Chicago, assim como também em outras cidades italianas.

A Via Garibaldi é um calçadão enorme onde você encontra marcas mais populares de vestuário. Essa rua fica de frente ao Palazzo Madama na Piazza Castello. Uma época boa para comprar são nos meses de janeiro e julho, quando tudo entra em saldo, com até 80% de desconto. Vale a pena!

Turim é uma cidade perto dos Alpes e tem proximidade com pequenas aldeias. Durante o verão, se você tiver um dia e quiser relaxar, faça uma viagem ao Parque Nacional Gran Paradiso, ao Parque Orsiera Rocciavrè ou ao Parque Val Varaita. Durante o inverno, os Alpes oferecem uma ampla gama de estâncias de esqui, desde uma das maiores do mundo, Via Lattea, até uma série de pequenas áreas destinadas à prática, porém menos povoadas e mais econômicas.

Turim pode ser considerado uma cidade segura. Esteja ciente de que a área de Porta Nuova (estação de trem) pode ser bastante perigosa não só de noite (cuidado com os trombadinhas). Isto aplica-se especialmente ao bairro de San Salvario, que fica entre a estação e o Parco Valentino. Tenha muito cuidado especialmente com suas bagagens e mochilas. Também as áreas perto de Porta Palazzo podem ser perigosas, especialmente nas ruas menores.

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Roma teve grande influência no desenvolvimento da história e da cultura durante milênios

Roma é a capital e maior cidade italiana e a quarta mais populosa da União Europeia, com 2.7 milhões de habitantes. A área metropolitana ter cerca de 4.5 milhões de habitantes. De acordo com o mito fundador da cidade, acredita-se que a  origem do nome “Roma” venha do fundador e primeiro rei da cidade, Rômulo.

Também é uma das cidades mais importantes da história da civilização, pois exerceu uma influência sem igual no desenvolvimento econômico, social e cultural europeus durante milênios. Sua história abrange 2500 anos, desde a sua fundação lendária em 753 a.C. É uma das mais antigas cidades continuamente ocupadas da Europa e conhecida como “Cidade Eterna”. No mundo antigo, foi sucessivamente a capital do Reino de Roma, da República Romana, do Império Romano e é considerada um dos berços da civilização ocidental. Em 1871, Roma se tornou a capital do Reino da Itália e, em 1946, da República Italiana. Desde o século I, é a sede do Papado.

Após a Idade Média, foi governada pelos papas Alexandre VI e Leão X, que transformaram-na em um dos principais centros do Renascimento italiano juntamente com Florença. Artistas famosos e arquitetos como Bramante, Bernini e Rafael residiram por algum tempo na cidade, contribuindo para os estilos renascentista e barroco de muitas construções.

Roma é considerada uma cidade global, a terceira mais visitada da União Europeia, recebendo uma média 10 milhões de turistas por ano. Seu centro histórico é classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade. Monumentos e museus, tais como o Vaticano e o emblemático Coliseu, estão entre os destinos turísticos mais visitados do mundo. A cidade também é casa de famosos times de futebol, Roma e  Lazio, dois dos melhores do mundo.

A cidade é um grande centro arqueológico e um dos principais centros mundiais de pesquisa arqueológica. Dentre os importantes sítios, destacam-se o Fórum Romano, o Mercado de Trajano, o Fórum de Trajano, o Coliseu e o Panteão. O Coliseu é considerado como uma das maravilhas do mundo.

Roma é uma cidade encantadora o ano todo! Visitá-la vai depender do seu planejamento, suas preferências quanto ao tempo e expectativas de gastos antes e durante o passeio. O clima é temperado e as estações do ano são bem definidas. Em março, dias quentes alternam com frios e a temperatura permanece baixa até meados de abril. A partir daí, as temperaturas agradáveis são mais frequentes. Os meses de junho e agosto são quentes, ensolarados e abafados, com temperaturas de até 35°C. É o período com maior movimento de turistas e uma opção não muito legal para quem não curte calor intenso, aglomerações e preços elevados. Por ser um mês de férias, agosto pode apresentar lojas, restaurantes e até hotéis fechados. De setembro a novembro, os dias são amenos e úmidos, com dias ensolarados ou céu nublado e chuva. Em novembro, as chuvas são frequentes e a temperatura diminui rapidamente. Nas épocas do Natal e Ano Novo, Roma costuma ser menos cheia e tanto os preços quanto as temperaturas caem.

Os dois aeroportos principais são Leonardo da Vinci (Fiumicino, a 26 km) e Ciampino (a 13 km), ambos com excelente infraestrutura para receber a quantidade enorme de passageiros que transita por ali diariamente.

O Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci/Fiumicino é o principal. Moderno, grande, eficiente e conectado ao centro por todos os transportes públicos. Dali, a melhor maneira de ir ao até o centro é de trem com o Trenitalia-Leonardo Express para Roma Termini, a principal estação ferroviária central. A viagem dura 30 minutos. De ônibus, o trajeto é mais econômico com companhias como a Terravision, no qual a viagem dura 55 minutos. No terminal 3 de chegadas é possível pegar um ônibus que vai do aeroporto à estação Termini. Os veículos circulam de segunda a domingo e a viagem dura cerca de 50 minutos, com partidas a cada 30 minutos. Você deve comprar o bilhete e depois é que você embarcará. Dependendo da época do ano, é bem concorrido. Da estação Termini, fica mais fácil se deslocar até o seu hotel. Uma maneira confortável e segura de acessar a estação Termini também é por meio de shuttle buses, táxis pintados de branco, cujos pontos oficiais estão nos terminais 1, 2, 3 e 5 na saída do aeroporto.

O Aeroporto Internacional Pastine/Ciampino é um aeroporto menor e que serve companhias aéreas de baixo custo. Apesar de estar mais perto do centro que o Fiumicino, não tem conexão direta de trem e fecha durante à noite. A maneira mais econômica para deslocar-se até lá é de ônibus. Há várias linhas que fazem o trajeto aeroporto Ciampino-estação Termini diariamente, com viagem de 40 minutos. Os veículos ficam em uma área oposta ao terminal de partidas internacionais. O ponto oficial de táxi está na saída deste aeroporto. As corridas são tabeladas e sem cobrança de taxa por bagagem.

A estação Roma Termini fica aberta das 4h30 até 0h30. Você sempre chegará ou sairá da cidade pela Termini. Esta oferece uma excelente infraestrutura e uma enorme variedade de meios de transporte para levar o visitante até o centro. Outras estações são a Roma Tiburtina, a Roma Ostiense, a Roma Trastevere e a Roma Tuscolana. Para comprar os tíquetes de trem você poderá consultar os sites da Trenitalia, companhia férrea estatal; ou da Italo Treno, companhia privada e que opera apenas trens de alta velocidade; ou da Rail Europe, que opera nas mesmas tarifas, dispõe de todas as informações em português e o pagamento de uma pequena taxa adicional pelo serviço.

O metrô de Roma é uma parte de uma extensa rede de transportes onde se incluem redes de bondes, várias linhas urbanas e suburbanas dentro e em redor da cidade, mais uma linha expressa para o Aeroporto de Fiumicino. Enquanto que as linhas regionais da Trenitalia disponibilizam um serviço suburbano em mais de 20 estações espalhadas pela cidade, linhas como a Roma-Lido (com início na estação Ostiense), a Roma-Pantano (estação Termini) e Roma-Nord (estação Flaminio) disponibilizam um serviço metropolitano.

Em Roma, todos os transportes públicos (ônibus, trólebus, metrô e trens) são geridos pela ATAC (Agenzia del Trasporto Autoferrotranviario del Comune di Roma). A rede de metrô possui três linhas em funcionamento (A, B e B1) e uma em construção (C). A Linha A (Battistini a Anagnina) é de cor laranja e passa nas praças Di Spagna, Barberini, Della Republique e Termini; a Linha B é azul e inicia seu trajeto na Rebibbia, passa por subúrbios, universidade, praça Bologna até a Termini. A B1 é um complemento da azul e dificilmente você irá utilizá-la. Todas elas convergem para a estação Termini. A linha A e a linha B funcionam todos os dias das 5h30 às 23h30 (nas sextas e sábados até 1h30). O serviço de metrô da cidade é muito mais conveniente para ir para muitas atrações de Roma do que a rede ferroviária acima do solo.

Os bilhetes podem ser comprados nas tabacarias, bancas de jornal ou quiosques antes de embarcar no ônibus ou metrô. As principais estações de metrô têm guichês e alguns bondes mais recentes e ônibus têm máquinas amarelas de venda automática. A rede de transporte público usa as seguintes opções de bilhetes: bilhete único (Biglietto Integrato um Tempo, ou BIT, válido por 100 minutos); Roma 24h-48h-72h (válido em toda a rede a partir da primeira validação); passe mensal (abbonamento mensile, válido por 30 dias); e passe anual (abbonamento annuale).

Os ônibus são uma boa maneira de se locomover e mapas gratuitos do sistema estão disponíveis ou podem ser adquiridos na estação Termini. Não recomendo alugar um carro na caótica Roma, pois o trânsito é confuso e é difícil para estacionar. Além disso, dentro do centro histórico dá para fazer tudo a pé!

Um passeio de bicicleta pode ser uma solução para visitar as atrações romanas mais importantes. As bicicletas são verdes e estão disponíveis em vários locais no centro e arredores. A empresa ATAC também opera um esquema de compartilhamento de bicicletas. Há uma taxa de inscrição e os cartões eletrônicos podem ser obtidos no mesmo local onde são vendidos os bilhetes de metrô nas estações Termini, Lepanto e Spagna para o aluguel por uma hora.

Uma dica para economizar com entradas é adquirir o Roma Pass, válido por 48 ou 72h e ativado no momento da primeiro o uso até a meia-noite do segundo ou terceiro dia. Antes de ativá-lo, escreva no local indicado no verso do cartão seu nome e a data do dia em que será utilizado pela primeira vez. Esse cartão dá direito a entrada grátis nas duas primeiras atrações visitadas e as demais tarifas com desconto, exceto os Museus do Vaticano. Além disso, você tem direito a “furar a fila” em alguns pontos turísticos mais concorridos como o Coliseu e transporte gratuito e ilimitado em ônibus. O transporte de/ para os aeroportos não é incluído. Compre-o assim que chegar, no guichê de informação turística (próximo do desembarque) no aeroporto, ou na Estação Termini, ou em outros pontos de venda, ou ainda pela internet.

Com o cartão vem um mapa de Roma com todas as informações de pontos turísticos, estações de metrô, lista de atrações conveniadas e um código para baixar o aplicativo do cartão no seu celular com dicas.

Outra dica legal é usar o ônibus panorâmico de dois andares para explorar os principais pontos turísticos. Há 3 empresas que oferecem o serviço: Rome Open Tour, Roma Cristiana (que pára nas principais basílicas, incluindo a de São Pedro) e City Sightseeing Roma. Fazem 9 paradas em locais turísticos com partidas a cada 20 minutos e oferecem a escolha de um bilhete de 24, 48 ou 72h. As paradas incluem: Via Marsala (estação Termini); Santa Maria Maggiore, Colosseo; Circo Massimo; Piazza Venezia; Vaticano; Fontana di Trevi; Piazza di Spagna e Piazza Barberini.

Roma é grande e você precisa de muitos dias para visitar os principais pontos turísticos. Se você quiser entrar no espírito da cidade e descobrir as suas maravilhas que não estão presentes nos livros, se perca sem medo e com tempo. Trace rotas únicas e de acordo com os seus interesses! Ao redor da Cidade Velha, escape das rotas principais e encare o passeio como se estivesse numa pequena aldeia medieval!

A capital italiana contém uma coleção vasta e impressionante de arte, esculturas, fontes, mosaicos, afrescos e pinturas de vários períodos históricos diferentes. Tornou-se pela primeira vez um grande centro artístico durante a Roma Antiga, com a arquitetura, pintura, escultura e trabalho em mosaicos.

Mais tarde, fez-se o grande centro de arte do Renascimento, uma vez que os papas  investiram grandes somas de dinheiro na construção de grandiosas basílicas, palácios, praças e edifícios públicos em geral. Neste quesito, Roma perdeu apenas para Florença, mas é capaz de se comparar a outras grandes cidades e centros culturais, como Paris e Veneza. A cidade foi lar de numerosos artistas e arquitetos, como Bernini, Caravaggio, Carracci, Borromini e Cortona, entre outros. Hoje, a cidade é um importante centro artístico, com vários institutos de arte e museus.

Roma é o centro bibliográfico mais importante da Itália. Suas inúmeras bibliotecas, como a Dell’Accademia dei Lincei, a Angelica, a Casanatense, a Musicale di San Cecilia e a Nazionale Centrale Vittorio Emanuele II reúnem a mais rica coleção de livros.

A capital italiana também é amplamente reconhecida como uma das capitais mundiais da moda. Apesar de não ser tão importante quanto Milão, Roma é o quarto centro de moda mais aclamado do mundo. As principais marcas de luxo como Bulgari, Fendi, Laura Biagiotti e Brioni estão sediadas ou foram fundadas na cidade. Além disso, outras marcas grandes, como Chanel, Prada, Dolce & Gabbana, Armani e Versace têm boutiques de luxo em Roma, principalmente ao longo da famosa Via Condotti.

Dê um passeio na área entre a Piazza Navona e o Rio Tiber na Roma Antiga, onde artesãos têm seu comércio de pequenas lojas. Caminhe pela Via Giulia, alinhada com muitos palácios antigos. Entusiastas do cinema vão querer visitar a Via Veneto, no centro moderno, onde cenas do clássico La Dolce Vita, de Fellini, foram rodadas. Não perca o local que foi o “centro de entretenimento” da antiga Roma, ou seja, o Campus Martius com seus teatros, estádios, banhos, templos e pórticos. Esta é a área que corre ao sul do Monte Capitolino, à Piazza del Popolo ao norte e o Corso a leste do rio Tibre.

As ruas estreitas do centro histórico frequentemente se ampliam em pequenas ou grandes piazzas que podem ter uma ou mais igrejas ou fontes. Além das Piazzas Navona e della Rotonda (em frente ao Panteão), caminhe na Piazza della Minerva, com a sua estátua do elefante feita por Bernini; na Piazza Colonna, com a coluna de Marcus Aurelius e Palazzo Chigi, sede do Governo italiano; e, bem próxima a ela, está a Piazza di Montecitorio com o palácio homônimo, sede da Câmara dos Deputados italiana.

Do outro lado do Corso Vittorio Emanuele II, encontram-se as Piazza Farnese, com o palácio do mesmo nome, duas fontes interessantes e os vendedores de flores no Campo de’ Fiori. Todas essas praças estão à uma curta distância umas das outras. A enorme Piazza del Popolo, que forneceu uma imponente entrada para a cidade quando representava o limite norte de Roma, vale uma visita. Uma curta caminhada de volta para o centro traz você à mágica Piazza di Spagna!

A minha dica PADRÃO MOTTA é sentar-se na escadaria da Piazza di Spagna no final de tarde e observar os turistas e moradores que estão por ali admirando a beleza da praça! Ambulantes oferecem desde cerveja até um borbulhante qualquer. Na parte de cima das escadaria, tem vendedores em vans oferecendo lindos lenços italianos por um preço ótimo. Nada melhor do que ficar em silêncio contemplando esse momento mágico da viagem! Esta praça é conhecida por sua famosa escadaria de 135 degraus, inaugurada pelo papa Bento XIII por ocasião do Jubileu de 1725. No topo, está a Igreja Trinità dei Monti, de onde se tem uma bela vista panorâmica de Roma! No centro da praça, está a famosa Fontana della Barcaccia, dos primeiros anos do Barroco. Do lado direito da escadaria, está a casa do poeta inglês John Keats, que viveu e morreu no local em 1821, hoje um museu dedicado à sua memória, repleta de livros e lembranças do romantismo inglês. Do lado esquerdo, está o famoso Salão de Chá Babington’s, de 1893. Os arredores são um verdadeiro paraíso para as compras. Há butiques mundialmente famosas como Valentino, Fendi, Gucci, entre várias outras. Já na Via Del Balbuíno, bem próxima à praça, é possível encontrar algumas antiguidades, quadros e móveis. Para chegar, pegue o metrô linha A, estação Spagna. Vale muito a pena e você não gasta nada!

Existem mais de 900 igrejas na cidade! As primeiras nasceram nos lugares onde os primeiros cristãos se reuniam, geralmente nas casas. Por volta do século IV, haviam quatro principais igrejas ou basílicas: São Pedro, São Paulo Fora dos Muros, Santa Maria Maggiore e San Giovanni.

Em Roma, há vários museus e o ponto de partida é a área de Villa Borghese onde há um conjunto deles! A Galleria Borghese abriga uma coleção de arte anteriormente privada da família Borghese. O Museo Nazionale di Villa Giulia é o lar da maior coleção de arte etrusca do mundo e a Galleria Nazionale d’Arte Moderna tem muitas obras italianas, bem como peças de artistas como Cézanne, Monet e Van Gogh. Visite a Galleria d’Arte Antica, no palácio Barberini, repleta de peças do Renascimento e Barroco.

A visita a Roma não é completa sem uma ida aos Museus do Vaticano. Você precisará ir aos museus se quiser ver a Capela Sistina. Cada parte do local é imperdível: tapeçarias, mapas e quadros pintados por Rafael. Há ainda uma coleção egípcia e a Pinacoteca, que inclui um Retrato de São Jerônimo, de da Vinci, e pinturas de Giotto, Perugino, Rafael, Veronese e Caravaggio.

Roma é um clássico na lista dos destinos mais românticos do planeta, pois na minha opinião, junta três coisas perfeitas para se fazer a dois: passear, comer uma fabulosa massa e tomar um belo vinho. As fontes romanas e suas lendas são uma das maravilhas a se descobrir! Inclua no seu roteiro uma visita à Fontanella degli Innamorati, fonte pouco conhecida próxima à famosa Fontana di Trevi, mas que carrega a crença de que o casal que bebe da sua água tem a fidelidade eterna um do outro! As ruas floridas de Via Giulia também são um convite para os casais apaixonados, pois é uma das mais belas de Roma!

No quesito hospedagem, a área a sudoeste da estação ferroviária Termini tem numerosos hotéis grandes. Do outro lado da estação, estão os menores e mais baratos, populares entre os viajantes. A maioria das atrações estão a uma curta distância a partir daí, e você economizará tempo e dinheiro. Os hotéis na área do centro são caros. Os albergues são uma alternativa decente, especialmente para casais. Se você não se importa de cozinhar de vez em quando, economizará ainda mais seu orçamento.

Para encontrar um restaurante econômico uma tentativa é numa área mais residencial ou em um lugar que não seja turístico. Uma alternativa econômica é ir a lugares que oferecem o tre piatto, ou três pratos em um. A sequência é composta por antipasto (entrada), primo piatto (arroz, pasta ou sopa), secondo piatto (prato principal, carne, ave ou pescado), contorno (acompanhamento) e dolce (sobremesa). Para beber, um vinho da casa e café.

Alguns pratos romanos clássicos são o carciofi alla giudia (alcachofras judias), a saltimboca alla romana (medalhão de carne de vitela), fiori di zucca (abobrinhas fritas e recheadas) e o spaghetti alla amatriciana (massa com tomate e pecorino romano). As melhores regiões para saborear uma autêntica comida italiana são Villa Borghese, Villa Ada, Palatine Hill e Jardim Botânico. As trattorias ficam ao redor da Piazza Navona ou Campo dei Fiori. Se estiver a fim de uma pizza assada em forno à lenha, a maioria das pizzarias só abre à noite.

Ao almoçar na rua, peça o prato do dia e, à noite, dê uma passada no mercado para comprar itens para lanches ou jantar. Se bater a fome durante o passeio, uma boa alternativa é a popular pizza al taglio, em formato retangular com uma crosta mais espessa, bastante comum na região central. Ao andar pelas ruas do centro, é impossível ficar indiferente às sorveterias que servem o famoso gelato italiano. Restaurantes chineses ainda são bastante econômicos.

Como alternativa, você pode beber a água diretamente das inúmeras fontes na cidade, reabastecendo sua garrafa sempre. Os vinhos da casa (vini della casa) são sempre baratos. Muitas vezes, você pode encontrar uma jarra de vinho sobre a mesa para você.

Se você estiver planejando visitar Roma, certamente não vai deixar esta cidade deslumbrante sem ter feito umas compras! A Piazza Navona, no coração do centro, é famosa por suas galerias de arte e lojas. Na Via del Governo Vecchio, perto da Piazza Navona, pode-se encontrar algumas lojas de peças de segunda mão.

A Porta Portese (perto da estação ferroviária Roma Trastevere) é o lugar que abriga um famoso mercado de pulgas onde você pode encontrar quase tudo a preços baixos! Acontece todos os domingos das 7h às 1h e ocupa duas vias, a Portuense e a Ettore Rolli. Quando você chegar à área de Trastevere, pode parar no mercado de alimentos ao ar livre na Piazza San Cosimato.

Outra rua de compras bem conhecida é a Via del Corso. Ali, você encontra diferentes lojas de roupas, boutiques, joalherias e muito mais!

Não deixe de conhecer as feiras de rua em Roma! O Campo de Fiori é um excelente local, mas é voltado para os turistas e tem os preços mais elevados. Lembre-se sempre que as feiras de pulgas são o único lugar na Itália onde pechinchar é permitido (até certo ponto).

Não deixe de ir ao Castel Romano Designer Outlet localizado a 25 km do centro de Roma, onde as marcas têm peças com descontos de até 70% durante todo o ano. Pegue um ônibus ao lado da estação ferroviária Termini e divirta-se! Outra boa pedida é a não famosa, mas ótima, loja Fratelli Rossetti de bolsas, sapatos e outros acessórios em couro. A infraestrutura local conta com cafés e restaurantes, parque infantil, estacionamento e mais de 200 lojas! Fica a 25 minutos da central de trem e você pode comprar o ticket na hora. Não vale a pena pegar um táxi, muito caro!

Um local de encontro para o público LGBT é Monte Caprino, o parque no Capitoline Hill, abaixo da Câmara Municipal. As vistas sobre os templos e as ruínas da antiga Roma são espetaculares. A melhor sauna (aberta 24 horas durante os fins de semana) é a Europa Multiclub na via Aureliana (atrás da Piazza della Repubblica, metrô linha A, parada Repubblica).

Uma vez que Roma é incrivelmente popular como um destino turístico, uma grande quantidade de trombadinhas está presente em atrações com muita gente. Como regra geral, você deve ter muito cuidado. Manter sua carteira no bolso da frente ou na sua bolsa está longe de ser seguro, você deve considerar usar uma pochete e transportar apenas o dinheiro em seu bolso. Esteja ciente do perigo e tome precaução. Apenas mantenha seus olhos abertos e use seu senso comum!

Além disso, cuidado com os grupos de crianças ciganas. Elas irão tentar te persuadir de comprar algo, mas na realidade estarão ávidas para chegar até os seus bolsos, distraindo a sua visão com jornais ou pedaços de papelão. Se alguém chegar muito próximo de você, afaste a pessoa. Não tenha medo de estar em Roma, é melhor ser desagradável do que ser roubado.

Os arredores da Termini, a linha de ônibus n° 64, as estações centrais do metrô e a Fontana de Trevi são bem conhecidas pelos trombadinhas, por isso, tenha muito cuidado nessas áreas!

Lembre-se que os quartos do hotel não são lugares seguros para guardar objetos de valor. Se o seu quarto estiver seguro, dê seus objetos de valor à equipe do hotel para guardar.

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