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Bremen- Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Bonn- Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Bonn- Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos, históricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Bonn- Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Experimente as “Costelas de dinossauro” na Route 66

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Cheguei finalmente a Oklahoma City, a única capital no caminho da Route 66. É uma das poucas cidades do estado a não ter herança indígena, pois nasceu com os pioneiros brancos. Muitas localidades entraram para a história por terem sido povoadas da noite para o dia. Mas Oklahoma City é recorde absoluto. Em cerca de trinta minutos, a partir do meio-dia de 22 de abril de 1889, mais de mil pessoas estabeleceram-se no terreno designado para a Great Oklahoma Land Run, literalmente, Grande Corrida por Terras de Oklahoma. Quando a noite caiu, naquela primavera, mais de dez mil colonos começavam a organizar suas vidas no novo sítio. Somente em 1910 ela tornou-se capital e hoje tem quase 450 mil habitantes.

No estado, apenas uma média de 15 cidades excede os 25 mil habitantes. Portanto, Oklahoma City é o centro urbano de maior importância, com a sua largamente desenvolvida indústria de prospecção e refinamento de petróleo, assim como a de fabrico de equipamentos relacionados à atividade. Além disso, é um centro de importância no processamento de grãos e destaca-se em setores de tecnologia avançada.

Entrei em Oklahoma City pela Kelley Street e logo estava na 63rd Street, onde fica o The National Cowboy Hall of Fame. É um prédio dedicado a essa figura quase legendária, que, com seu sofrimento para dominar a nova terra, estranha e inóspita em muitos casos, fez história. Sua marcha tornou a região conhecida como o Velho Oeste, popularizado internacionalmente no cinema.

Foi na conquista do Far West que eles entraram para o hall da fama. É possível encontrar ali, em detalhes, toda a trajetória deste tocador de gado, o cowboy. A coleção inclui obras de arte a respeito da vida destes profissionais pioneiros e artefatos autênticos usados por eles na época. Deparei-me com aquelas esporas enormes, vistas tantas vezes tilintando nos pés de atores como John Wayne. E como o maior companheiro do cowboy era o cavalo, o animal não poderia deixar de estar presente em todos os momentos. Vim a descobrir depois que Oklahoma City chama para si o título de “capital mundial de shows com cavalos”.

No Remington Park, acontecem frequentes corridas de cavalo, concorridíssimas. Aproximadamente trinta eventos equinos ocorrem por lá todos os anos. Em outubro, é realizado um “festival do cavalo”, com exposições que duram dez dias. Outra tradição local é o Red Earth, ou terra vermelha, um festival em celebração à cultura americana nativa. Inclui danças, música, exposições e acontece sempre no segundo fim de semana de junho. Eles não esquecem seus cowboys, seus cavalos e seus índios.

Ao lado do hall da fama dedicado aos cowboys, fica o County Line Restaurant, ideal para quem aprecia um bom churrasco. No prédio, erguido em 1918, funcionou anteriormente o Kentucky Club, uma espécie de cassino clandestino. A sala principal, com o bar, era rodeada de pequenas saletas onde a jogatina rolava solta. Dizem que um dos frequentadores assíduos era ninguém menos que o “robin hood” Pretty Boy Floyd, acompanhado por apostadores inveterados e contrabandistas. Ernst Hemingway teria adorado o local.

Ao ler o cardápio do restaurante, fiquei curioso diante de um prato indicado como “costelas de dinossauro”. Para ver do que se tratava, fiz o pedido, respaldado ainda pelo fato de que estava com muita fome. Mas, confesso que fiquei impressionado com o tamanho da iguaria, que, além de enorme, é uma tentação mesmo para um vegetariano não muito convicto. No entanto, o lugar encheu de uma hora para outra e começou a parecer uma imensa churrasqueira.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

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Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Bonn- Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Uma árvore na praça sagrada

Nosso grupo depois de 4 dias havia conquistado o objetivo de terminar a Trilha para chegar a Machu Picchu. Estamos eufóricos e esgotados. Foi um desgaste físico e emocional muito grande.

Resolvi me desgarrar um pouco do grupo. Precisava ficar sozinho. Novamente, uma estranha sensação apoderava-se de mim: era como se a minha energia se fundisse com a energia que vinha das construções e do espaço. Entendi, mais do que nunca, que nada do que me acontecera desde o planejamento e durante a viagem fora por acaso.

Havia um destino a ser cumprido, mais poderoso do que o racionalismo pragmático que parecia nortear os meus passos na vida até então.

Caminhei em direção a uma praça em que uma árvore seca se destacava, bem ao centro. Estava sem folhas por causa da época do ano, era inverno, mas deveria ser mais do que um ornamento.

Nada em Machu Picchu era fruto do acaso. Tudo tinha sentido, simbologia e objetivo. Aquela era a praça sagrada. Ali estava o sepulcro da sacerdotisa mais importante da cidade, conhecida como a “mulher do diabo”.

A sensação de terminar a trilha é maravilhosa. É um compromisso que você acaba de realizar e fortalece seu emocional tornando emocionalmente forte. Andar por Machu Picchu é um complemento de um destino que você conquistou.

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Trilha Inca: Wayllabamba – 1º dia

O dia amanheceu fresco, com céu azul e de poucas nuvens. Eram 6h30 quando entrei no microônibus que nos levaria até o início da caminhada. Passamos em alguns hotéis para reunir as 19 pessoas que participariam da aventura. O guia chamava Gustavo Jove Guevedo, era razoavelmente baixo, trigueiro e com olhos levemente puxados, um representante típico da mistura do índio com o espanhol. O boné que usava lhe dava a aparência de garoto, acentuada pelo sorriso que não tirava do rosto.

Existiam duas maneiras de se chegar a Machu Picchu, que fica a 112 km de Cusco a 2.450m de altitude. Uma era enfrentar quatro horas de trem até Aguas Calientes, cidadezinha no pé da montanha onde está Machu Picchu. De lá, pegava-se um ônibus até o topo. A segunda foi a que escolhi, não pela conveniência, mas por permitir um contato mais verdadeiro com a cidade misteriosa. O caminho inca seria uma experiência de trekking, em meio à floresta, utilizando as mesmas trilhas que os habitantes daquele refúgio utilizavam.

O ônibus deixou-nos no km 76 da estrada que liga Cusco a Aguas Calientes, em Chilca. Fôramos instruídos a levar pouca bagagem, porque tudo teria que ser carregado nas costas. Apenas as barracas e a comida eram responsabilidade da equipe de apoio. De resto, todos levariam seu sleeping bag, roupas, artigos para higiene pessoal e reforço alimentar. É proibido dormir dentro dos monumentos arqueológicos e fazer qualquer tipo de depreciação, como tirar peças, gravar o nome ou coisas do gênero.

Fomos alertados sobre o soroche é um mal que acomete algumas pessoas quando expostas à altitude elevada, por causa da baixa pressão de oxigênio. Sentir enjoos, dores de cabeça e vomitar, não é grave, mas precisa de medicação imediata. Para evitar faça refeições leves, sem exagerar na quantidade, e tomem mate de coca, que alivia este efeito. Chupar limão ou bala de limão evita a desidratação. Descanse o máximo que puderem.

A fase de preparação durou meia hora e começamos ali um processo de solidariedade que seria muito útil nos próximos quatro dias. Não tinha ideia do quanto precisaria dos outros. O guia mostrou um ponto no mapa e informou que na primeira fase, iriamos acompanhar o pé da montanha. Não tem como errar. Existe uma sinalização de padrão internacional que dá informações a respeito de aspectos climáticos, distâncias e serviços nas diversas fases do caminho. Devemos nos encontrar numa casa de pedra que é um centro arqueológico chamado Llaqtapata, onde vamos parar para almoçar.

Olhei ao redor e vi que meus companheiros de jornada vinham dos mais diferentes pontos do mundo. Como eu, haviam recebido uma espécie de “chamado” a princípio inexplicável que os empurrara rumo a Machu Picchu. Todos pareciam conscientes da grandiosidade do momento que estava por vir: vencer o difícil caminho inca e chegar, enfim, à cidade sagrada, fonte de energia em estado puro. Não era como num grupo de excursão tradicional. Cada um faria seu ritmo e o do guia era rápido. Não era difícil seguir o caminho: a picada aberta no pé da montanha tinha traçado óbvio. Qualquer dúvida, era só acompanhar a margem das águas inquietas do rio Urubamba. A vegetação era densa e menos seca do que eu esperava. Cactos dominavam a paisagem. O dia agradável contribuía para aumentar o prazer do contato direto com a natureza. O chão pedregoso castigava os pés, mas àquela altura ainda não sentia os efeitos.

Tudo era desconhecido. Embora a paisagem natural fosse exuberante, não parecia disposta a fazer concessões aos habitantes urbanos que nela se arriscavam pela primeira vez. O sol castigava e nós andávamos. Andamos muito, em passo razoável, mas andamos muito. Cerca de quatro horas depois, havíamos vencido seis quilômetros. Assim que atravessamos um bosque de eucaliptos, avistamos Llaqtapata, um vilarejo com cem casas de tipos variados. Uma placa anunciava: altitude 2.498m. Havia uma praça central, em forma de trapézio, e dois edifícios em estágio avançado de deterioração. Fora construído aproveitando o declive do terreno para favorecer os trabalhadores agrícolas.

Logo em seguida, vi parte do grupo já esparramado pelas sombras escassas, esperando a hora de comer. Os cozinheiros trabalhavam animados, falando apressados uns com os outros, enquanto mexiam a comida em panelas largas. O cheiro era forte demais, mas não havia opção. De entrada, sopa de legumes, grossa e temperada; depois, a pièce de résistance: rodelas de abacate, recobertas de atum, acompanhadas de tomate e pepino crus, e um pedaço de pão. A sobremesa era uma laranja. Tomamos chá de mate de coca, já nos preparando para a subida. O almoço durou uma hora.

Agora, o destino é Wayllabamba, onde vamos acampar à noite. Preparei os casacos, pois daqui para a frente deve esfriar. Wayllabamba fica a dois mil, setecentos e setenta e dois metros.

Assim que deixamos Llaqtapata, havia uma subida forte, embora pequena. Após vencê-la, continuamos o caminho, acompanhando o rio Kusichaca. Por volta de 17h, eu estava virtualmente acabado. Exagerara na roupa de frio e tive que carregá-la no corpo mesmo quando o calor castigava. Além disso, comi pouco, e por não ter passado uma noite tranqüila, fiquei debilitado e com uma aparência horrível.

A subida foi difícil! Era outra hora inteira de pedras e de uma montanha bastante íngreme. Começava a anoitecer e a nossa preocupação era chegar logo ao acampamento. Sem conhecer a região, seria suicídio tentar prosseguir à noite. Mal acreditei quando avistei os companheiros de jornada.

Wayllabamba era o único povoado no caminho, com algumas construções antigas: aquedutos do tempo dos incas.. Depois de andar dez horas a pé, os músculos estavam em frangalhos. Só restava a expectativa do jantar. Esperava que superasse o almoço. Desta vez, o cardápio agradou ao meu paladar. De novo, serviram sopa de legumes como entrada. Na temperatura fria, caiu melhor do que no almoço. Depois, veio um frango cozido com batatas, acompanhado de arroz.

Entrei na barraca e me deparei com uma situação desagradável. Tive que tirar as botas e as meias para dormir. Depois de andar 16 km e ficar o dia inteiro com elas sem tomar banho, dá para imaginar a qualidade do odor que logo se espalhou no pequeno recinto.

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Trilha Inca: Warmiñusqa – 2º dia

Eram 5h30 da manhã e eu devia estar com cara de quibe adormecido. Em geral, a primeira noite em barraca é assim: você até dorme, mas parece que o corpo não descansa o suficiente. Continuaria dormindo, só que o caminho nos esperava. Reunimos as coisas rapidamente e fomos tomar o desjejum, que incluía mate de coca, pão, manteiga, marmelada, leite em pó e café.

A aparência do grupo era de cansaço, mas depois de umas canecas de café, estávamos mais refeitos. Hoje andaremos dez quilômetros até a montanha  chamada Warmiñusqa, a quatro mil e duzentos metros de altura.  Sugiro que se concentrem bastante. Serão oito quilômetros de subida. É um esforço físico e mental forte. Por isso, conversem apenas o necessário.

O guia dera uma dica legal. É comum os aventureiros experimentados contratarem habitantes locais para levarem as mochilas montanha acima. Assim, quem estava desacostumado com este tipo de exercício poderia gastar todas as energias para carregar somente o próprio peso. Segui o conselho sem pensar duas vezes. E, além disso, meu anjo da guarda — talvez fosse mais apropriado dizer anjo da carga — chamava-se… Jesus!!!

Começamos a jornada. A subida era realmente forte e por ser encosta de uma montanha, a vegetação era densa. Caminhamos por mais tempo na sombra, o que foi uma compensação. O sol, de vez em quando, ajudava a esquentar o corpo. O vento gelado que corria por entre as árvores parecia querer transformar os ossos em pó.

Há dois tipos de pessoas que vão a Machu Picchu. O primeiro é aquele que não se interessa exatamente pela filosofia e cultura dos incas; quer apenas Machu Picchu como atração turística. Esse não costuma seguir o caminho inca, preferindo o conforto da subida de ônibus a partir de Aguas Calientes. O outro é o que vai até lá atendendo a uma solicitação interior, em busca de alguma coisa além das aparências, da energia divina que parece impregnar o Vale Sagrado. Esse geralmente opta por seguir a trilha inca, como forma de se aproximar da história daquele povo fantástico, de tentar aprender um pouco da sua espiritualidade evoluída. Segue o caminho sem pressa, detendo-se nas ruínas e observando a beleza da paisagem, preparando-se, aos poucos, para o ritual inesquecível que envolve o encontro com a cidade perdida.

Seis horas e meia depois, atingimos o topo da montanha Warmiñusqa. Não estávamos nas nuvens, estávamos acima delas. Cheguei perto do abismo, levantei os braços para o alto e dei um grito, misto de satisfação pela vitória e desabafo pelo cansaço. Olhava os flocos de água condensada de cima para baixo. Sobre mim, o céu azul, limpo. Parecia estar no teto do mundo. Ninguém se assustou com meu grito. Ao contrário, me aplaudiram. Descansamos trinta minutos e enfrentamos outros vinte de descida muito forte até o ponto onde almoçaríamos. Se na subida os músculos de trás da coxa eram bastante exigidos, agora eram os da frente. Parecia ter cem quilos sobre os joelhos. A tensão era grande, porque qualquer erro e rolaria montanha abaixo, de uma vez só. Desci com tudo nas costas. Por um instante, pensei em que espécie de prazer poderia levar as pessoas a enfrentarem situações como aquela. Estava me sentindo uma lhama de carga. No entanto, sabia seriamente que aquela trilha e suas dificuldades representavam externamente um outro plano, o interior, que percorríamos ao mesmo tempo, com desafios e dores a serem vencidos. Nessa perspectiva, Machu Picchu seria, para cada um, a possibilidade do grande encontro consigo mesmo.

Finalmente, alcançamos Gustavo: o almoço já estava pronto. O guia veio trazer a comida em cumbucas a salada de beterraba. Mas tinha também cenoura, pepino e maionese, acompanhados de macarrão parafuso cozido no sal. Achei uma delícia. Estávamos cansados.

Seguimos em frente, para duas horas de descida forte. Os pés tinham que se agarrar literalmente às pedras. Era a garantia de que não escorregaríamos. Meus joelhos doíam. Enfim, “aterrizamos” em Pacaymayu, a 3.500m de altitude. Esse seria o ponto de nosso pernoite. Uma sensação de alívio tomou-me quando vi a equipe de apoio montando as barracas. O pior havia passado.

Hora do jantar. De novo, a entrada foi sopa de legumes, muito bem-vinda, sobretudo para esquentar a mão na cumbuca. Além disso, arroz, purê de batata, e couve-flor cozida na água e sal. Tudo isso em volta da fogueira e regado a mate de coca. A noite foi tranquila. Todos dormiram como anjinhos.

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Intipunku significa “porta do sol”

A descoberta da cidade sagrada por Hiram Bingham

Em Machu Picchu as mulheres enclausuradas eram conhecidas como aqllakunas

A construção de Machu Picchu

Por que Machu Picchu foi abandonada?

Uma árvore na praça sagrada

As bruxas eram temidas pela comunidade por causa de seus poderes sobrenaturais

Caminhando pela Cidade Sagrada dos Incas

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Machu Picchu – Trabalho em Equipe

Viagem de incentivo- Machu Picchu

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Atrasos e cancelamentos de voos são comuns

Evite problemas no aeroporto ao entrar num país

Economizar nem sempre é uma tarefa fácil

Em La Paz faça um mountain bike pela Rota da Morte!

Em viagens estilo mochilão, quanto mais leve, mais prático

A tendência é que comecem a adquirir o hábito de viajarem sozinhas

Viajar com pouco dinheiro não deixa a experiência menos legal

Controle o enjoo com algumas precauções

Carregue cadeados com você

É muito importante cultivar o espírito da pechincha

Aprenda com as pessoas muito mais do que os pontos turísticos!

A sensação de liberdade é um dos pontos altos

Viajar barato pelo mundo também depende muito do seu perfil de viajante

Antes de comprar as passagens fique bem atenta a alguns detalhes

Ao invés de cismar com um destino deixe o destino escolher você

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

Compre algumas coisas no supermercado e aproveite a luz do dia

Fique atento nos quesitos bebida e reuniões de negócios!

Trilha Inca: Wiñaywayna – 3º dia

A alvorada foi às seis horas.  A próxima etapa seria mais tranquila. Teríamos que percorrer 18 km, mas sem subidas e descidas exageradas. A perspectiva de andar tanto, depois dos dois dias que havíamos enfrentado, deveria nos tirar o ânimo. Contudo, já começávamos a entrar no clima, com o corpo agora acostumando-se ao exercício. Além disso, a energia da cidade sagrada já podia ser sentida de uma maneira quase concreta e isso se refletia no comportamento de cada um, que começava a mudar, adquirindo um tom solene e silencioso. Assim, seguimos adiante com a certeza de que a aventura valeria a pena e seria inesquecível. Em 15 minutos, avistamos algumas lagoas, a 3.900m, e as ruínas de Runkurrakay, um conjunto amuralhado com nichos, que possivelmente teria sido um posto de vigilância ou um alojamento. A construção era de pequeno porte, mas de conformação sólida. A impressão de segurança era reforçada pela grossa espessura das paredes e a arquitetura simples fazia supor que ali não houvesse qualquer santuário oculto. Desse ponto, olhando-se para trás, avistava-se o monte Santa Teresa.

Nesse dia, choveu pouco, o que serviu para acentuar o cheiro de mato e flores ao redor. O sol abriu, mas não esquentou muito. De Runkurrakay em diante, a paisagem pintou-se de verde. Tínhamos a impressão de estar procurando uma espécie de esconderijo. Não havia subidas; pelo contrário, descíamos quase o tempo todo. Duas horas depois, apareceu a cidadela de Sayacmarca, a 3.569m, conjunto arquitetônico pré-hispânico, em que as construções ficavam dispostas em planos diferentes, inclusive os pátios e as fontes ligadas a canais que conduziam água sagrada. Um muro protegia a periferia. Esse centro sacro foi batizado pelo descobridor Hiram Bingham de Cedrobamba, devido à grande quantidade de cedros nas cercanias. Para chegar lá, foi necessário subir uma escadaria de pedra próxima às muralhas. Havia espaço suficiente para acampar e o visual era magnífico.

Estávamos perto da hora do almoço. Invejei o preparo físico das equipes de apoio, os porters. Passaram diversas vezes por nós. Quase corriam, enquanto mal conseguíamos andar. O segredo era que estavam adaptados às alturas, possuíam o tórax mais desenvolvido, maior volume de sangue circulando e maior quantidade de glóbulos vermelhos, o que lhes assegurava uma oxigenação perfeita. O movimento tornara-se intenso. Mais e mais turistas-peregrinos cruzavam nosso caminho. Eram chilenos, argentinos, americanos, japoneses e europeus de todos os cantos, reforçando a tese de que no mundo inteiro, a todo momento, inúmeras pessoas recebem o misterioso chamado para ir até a cidade sagrada. Viajavam em grupo, como nós, ou arriscavam fazer a trilha sozinhos, o que é comum.

No almoço, serviram-nos pipocas e arroz chifa, uma mistura de arroz, bacon, ervilha, cenoura e salsicha. O sabor era bastante agradável, tanto pela comida como pela beleza do lugar. Senti-me num piquenique típico, sentado ao lado dos companheiros em volta de uma toalha azul, na beira de um platô defronte a um vale verde e amplo. Enquanto brincávamos uns com os outros, comíamos pipoca. O clima estava gostoso. A emoção era mais profunda. Enfim, estávamos prestes a realizar o sonho comum que motivara o grupo a enfrentar tantas situações hostis: Machu Picchu aproximava-se.

No reinício da caminhada, resolvi dar uma de pole position.. O chão agora era pavimentado com pedras e assim seria até Machu Picchu. O trabalho fora feito à época dos incas e mantinha-se em perfeito estado de conservação. Flores vermelhas e amarelas misturavam-se ao verde, e animais silvestres ajudavam a compor o cenário maravilhoso. Entramos numa caverna cuja formação rochosa provocava eco e brincamos de assombração. Quando estávamos num aposento bem escuro, imitei risada de bruxa, aproveitando a história das feiticeiras incas, contada no dia anterior. No entanto, era cada vez mais forte a sensação estranha, indecifrável, que se apoderava de mim. Ali, a natureza parecia ter colaborado com os incas. A vegetação dos dois lados da trilha tratava de encobrir o trajeto, como se quisesse protegê-los, escondendo-os de possíveis intrusos.

Passamos pelas ruínas de Phuyupatamarca, a 3.495m de altitude. Eram as mais completas e bem conservadas de todo o caminho. Não se conhece a função específica desses prédios. Sabe-se apenas que havia quatro setores: o agrícola, o religioso, o das águas e o de habitação. À nossa frente, outra descida íngreme a enfrentar, aparentando ter mais de mil degraus. Sandra desceu primeiro, porque meus joelhos estavam gritando de dor.

No fim, três quilômetros percorridos e alcançávamos o acampamento Wiñay Wayna (“mulher jovem”), a 2.700m de altitude, um galpão de dimensões avantajadas, que servia de albergue. Era permitido acampar do lado de fora ou podia-se pagar uma taxa simbólica e dormir lá dentro no sleeping bag. Havia um restaurante, onde se vendia um artigo especial que povoava há dias os sonhos da maioria: cerveja. Não aguentava mais tomar mate de coca. Encontrei uma das maravilhas do mundo moderno: banheiros. A água quente tinha hora certa para sair; o resto do tempo ela vinha gelada como descia da montanha. Apesar das limitações, a perspectiva de um bom banho e de uma boa cerveja deixou todos animados. Naquela noite, eram cerca de noventa os hóspedes. Acordaria no dia seguinte e conheceria a cidade Sagrada do Incas, a minha desejada Machu Picchu.

Cidades na Bolívia

Puerto Quijarro | Puerto Suárez | Santa Cruz de La Sierra | Cochabamba | La Paz | Copacabana

Cidades no Peru

Puno | Ilha de Taquile | Arequipa | Cajamarca | Nasca | Huaráz | Huancayo | Trujillo | Lima | Cusco | Pisac | Machu Picchu

Países nas Américas

 Argentina |  Bolívia |  Chile |  Curaçao |  Estados Unidos |  Peru |  Uruguai

 

Leia mais

Trilha Inca: Wayllabamba – 1º dia

Trilha Inca: Warmiñusqa – 2º dia

Trilha Inca: Machu Picchu  – 4º dia

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A Trilha Inca não é para qualquer um é difícil percorrê-la

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Todos merecem desfrutar os Banhos do Inca

Em Cajamarca, no início da minha viagem, estava atento a tudo que se referisse a história do povo inca. Descobri em minhas andanças um local muito famoso que seria importante para buscar informações e aproveitaria para lazer.

Os famosos Banhos do Inca, balneário histórico, a seis quilômetros de Cajamarca. Um quarteirão abaixo da praça das Armas, o complexo é composto de dez piscinas grandes, de onde sai muito vapor — a temperatura é de 70C.

Aproveitei para andar pelo local e realizar minhas entrevistas atrás de informações e dicas. Vi um informativo numa placa que o visitante poderia banhar-se nessas terras históricas. Não tive dúvidas.

Em pequenos aposentos individuais, pode-se tomar banho com mais privacidade. Antigamente, chamava-se Pulltumarca. Quando os espanhóis chegaram, Atahualpa estava lá.

Aproveitei para relaxar, ninguém é de ferro.

Cidades no Peru

Cajamarca

Países nas Américas

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Tihuanaco foi a 1º civilização que conheci na viagem

A cidade de Copacabana na Bolívia

A ilha do Sol em Copacabana

A Ilha de Taquile é um pequeno paraíso no Lago Titicaca

A ilha de Urus no meio do lago Titicaca

Chan Chan a maior cidade de barro do mundo

Pachacamac foi um templo religioso de grande prestígio

O cemitério de Chauchilla às avessas

As impressionantes Linhas de Nazca

Lanzón é o símbolo maior de adoração da cultura chavín

As maravilhas descobertas em Ollantaytambo

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Escolha seu lugar com antecedência no seu voo

Para jovens de todas as idades!

Leve agasalho para usar no avião

Estipule um orçamento diário

O trekking é um dos esportes mais praticados na trilha de Machu Picchu!

Leve apenas o que você consegue carregar sozinho

Evite viajar sozinha em áreas de risco

Viajar por conta própria dá liberdade, autonomia e até economia

Cuidados necessários ao embarcar para uma viagem

Carregue um mapa e não se perca

Faça sua estadia em um local seguro

Comunicar-se é mais fácil do que você imagina

Caso alguma coisa não saia conforme o plano, improvise

Uma maneira de poupar dinheiro é optar por destinos econômicos

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

O inverno é uma ótima época para viagens gastronômicas

Confira as datas dos feriados e fuja deles

Controle seu vício, diversão e consumo

Aprenda convivendo com uma família

Recomendação para percorrer a Trilha Inca

Faça um roteiro adequado ao seu orçamento; no Peru, se for necessário, estabeleça sua base em Cusco, porque é a melhor cidade do país em termos de atrações turísticas, opções de hotéis, restaurantes e vida noturna.

Quem fizer o caminho inca ou passar dois dias em Aguas Calientes, por exemplo, não deve deixar de reservar e pagar antecipadamente a hospedagem em Cusco, pois como os trens retornam abarrotados de turistas atrás de acomodações, você com certeza terá dificuldade em conseguir um local para dormir, conforme a época do ano.

Se quiser um guia para acompanhá-lo a algum sítio arqueológico, peça para ver a identificação, pois muitos dos que se oferecem não estão preparados. E diga sempre que tem pouco dinheiro.

Na estação de Aguas Calientes, ao pegar o trem de volta para Cusco, não perca tempo e enfrente sem medo o tumulto que se forma, para conseguir pelo menos entrar no vagão. Além de ele vir lotado, independente do horário, não existe numeração nas poltronas. A viagem dura quatro horas e é uma grande aventura.

O caminho para Machu Picchu fica fechado de novembro até março, nos períodos de chuva, e reabre de abril a outubro com temperatura média de 13oC. Para viabilizar a ida pela trilha, é exigido o mínimo de oito e o máximo de 19 pessoas; por isso, pague a sua parte na tarde da véspera da partida, para fazê-lo com a certeza de que a agência que escolheu já tem o grupo formado, assegurando o início do passeio no dia seguinte.

Não deixe de carregar sempre na bagagem itens como: protetor labial e filtro solar; alguns medicamentos para uma eventual emergência, como problemas de pressão, prisão de ventre, náusea, vômitos, etc.; chinelos, pois quase sempre o piso dos banheiros não tem a higiene adequada; papel higiênico, que é um artigo difícil de ser encontrado nos banheiros públicos.

As mulheres devem levar absorventes femininos, para evitar a troca constante de calcinhas nas caminhadas longas, que durem dias.

Cidade no Peru

Cusco

Países nas Américas

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Por que Machu Picchu foi abandonada?

Cusco era o centro político, religioso, astronômico, astrológico e cultural. Machu Picchu era um santuário mágico e religioso, uma cidade de dimensões pequenas, apenas setecentos metros de comprimento por trezentos de largura.

Machu Picchu sempre foi traduzido como “Montanha Alta”. Mas trata-se de um nome de fantasia com que os arqueólogos batizaram a então nova descoberta. Não existe este termo em quíchua e não há qualquer referência em outro lugar a uma “machu picchu”.

Machu Picchu foi projetada para ser uma réplica em miniatura da Cusco imperial, nunca foi terminada. Cerca de sessenta por cento do projeto original foi concluído. Com cerca de mil habitantes, Machu Picchu foi residência de sacerdotisas, bruxas e feiticeiras de diferentes especialidades. Por isso, diz-se que seu nome antes seria Layka Picchu. Tanto em quíchua quanto em aimará, a palavra layka significa bruxa.

O que significa Machu Picchu? Machu é geralmente traduzida por “velho”. No Vale Sagrado, onde a feitiçaria desempenhava maior papel do ponto de vista médico, a doença era considerada mágica. Machu designaria uma divindade maléfica. Não seria errado traduzir Machu Picchu por “Pico do Feiticeiro”, aquele que conhecia a magia capaz de matar, ou, então, de vencer o deus do mal.

Por que Machu Picchu foi abandonada? Tudo começou com uma violenta tempestade que castigou a cidade. As águas corriam pelas calhas, e formavam correntezas nas praças e ruas. Os metais que ornamentavam as muralhas atraíram um raio de poder magnético extremo, que provocou um incêndio de grandes proporções.

O que aconteceu em Machu Picchu seria chamado por nós, hoje, de catástrofe natural. Para eles, no entanto, era sobrenatural. O raio foi interpretado como o presságio de que a cidade dos deuses deveria ser abandonada e condenada como maldita.

Por isso, fizeram o “grande êxodo”. A elite organizou uma cerimônia, último ritual mágico e religioso, o último adeus a Machu Picchu. A desocupação foi feita em silêncio. Deixaram para trás apenas os restos mortais das bruxas.

Cidades na Bolívia

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Planejando sua viagem a Bolívia e Peru

Ao deixar o Brasil, esteja atento para não parar em Puerto Suárez num domingo, porque neste dia não há trem para Santa Cruz de la Sierra e, assim, você terá que esperar por ele até segunda-feira.

É aconselhável tomar injeção contra cólera no aeroporto, para evitar possível contaminação. É bom também não esquecer de comprar Hidrosteril, para purificar toda a água de fonte natural que venha a beber, nas excursões em geral ou durante o caminho pela trilha inca.

Além disso, adquira apenas produtos industrializados, embalados e bem fechados, para seu consumo, tanto na Bolívia quanto no Peru.

Não se esqueça do seu cartão de crédito, porque como a Bolívia e o Peru são países onde se pratica um turismo econômico, você se sentirá tentado a comprar muita roupa e artesanato, e o orçamento poderá estourar.

Os universitários e secundaristas devem levar também a carteira de estudante, para obter vários tipos de desconto nas viagens.

Procure levar roupas adequadas ao tipo de viagem que escolher e de acordo com a época do ano. Há várias opções de trekking, alpinismo, excursões convencionais, caminhadas, trilhas, canoagem, passeios a cavalo, etc.

No Peru, a voltagem é de 220W; por isso, caso tenha qualquer aparelho portátil para 110W, inclua na bagagem um transformador, porque apenas alguns hotéis de luxo possuem as duas voltagens.

Cidades na Bolívia

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Percorri a trilha inca em 4 dias

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Percorri a trilha inca em 4 dias

O dia amanheceu fresco, com céu azul e de poucas nuvens. Eram 6h30 quando entrei no microônibus que nos levaria até o início da caminhada. Passamos em alguns hotéis para reunir as 19 pessoas que participariam da aventura..

Existiam duas maneiras de se chegar a Machu Picchu, que fica a 112 km de Cusco a 2.450m de altitude. Uma era enfrentar quatro horas de trem até Aguas Calientes, cidadezinha no pé da montanha onde está Machu Picchu. De lá, pegava-se um ônibus até o topo.

A segunda foi a que escolhi, não pela conveniência, mas por permitir um contato mais verdadeiro com a cidade misteriosa. O caminho inca seria uma experiência de trekking, em meio à floresta, utilizando as mesmas trilhas que os habitantes daquele refúgio utilizavam.

O ônibus deixou-nos no km 76 da estrada que liga Cusco a Aguas Calientes, em Chilca. Fomos instruídos a levar pouca bagagem, porque tudo teria que ser carregado nas costas. Apenas as barracas e a comida eram responsabilidade da equipe de apoio. De resto, todos levariam seu sleeping bag, roupas, artigos para higiene pessoal e reforço alimentar.

O 1º dia foi uma caminhada por 18 km. Era plano o trajeto com algumas subidas. Tínhamos sempre um ponto de encontro, mas cada um caminhava sozinho no seu ritmo. Não poderia demorar por que a noite esfriava e dificilmente seria difícil localizar a pessoa no meio do trajeto. Cheguei exausto logo no começo da noite. Dormi bem cedo.

Acordamos bem cedo e fomos instruídos que a caminhada do dia seria de 8 km. Fiquei aliviado até o guia informar que seria basicamente toda de subida. Seria o dia mais complicado. O trajeto foi realmente cansativo, tudo era muito difícil. Estamos na altura das nuvens. Tinha vontade de curtir o visual, mas tinha o objetivo de não parar e seguir em frente.

O 3º dia foi de caminha, mas tranquila. O pior havia passado. Já estava no ritmo e muito emocionado. Todos num sacrifício muito grande. A caminhada era silenciosa, mas a convicção era muito grande de que estávamos próximo.

Chegamos num acampamento com pessoas de vários lugares que estavam fazendo em outros ritmos.. No outro dia pela manhã chegaríamos em Machu Picchu.

Completar a trilha inca foi um grande desafio que venci, Fico feliz por essa realização e o aconselho a partir para esse desafio.

Cidade no Peru

Cusco

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Pachacamac foi um templo religioso de grande prestígio

Resolvi conhecer as ruínas de Pachacamac, 31 km ao sul de Lima. Na rua Montevideo, onde há diversas empresas de ônibus, encontrei, a muito custo, a companhia San Bartolo, que me deixou, quarenta minutos depois, nas ruínas.

Para chegar lá, tivera que atravessar estradas desertas de areia muito fina. A área compreendia quinhentos hectares. Na entrada, visitei o Museu de Pachacamac, inaugurado em 21 de novembro de 1965 pelo presidente Fernando Belaúnde Terry. Em pequenas salas, estavam expostos objetos da época, utensílios e artefatos encontrados em escavações.

Pachacamac foi um templo religioso de grande prestígio, sobretudo no século IX, quando atraía peregrinos de todas as regiões ao redor. Pacha, no idioma quíchua, significa “terra e tempo”; é um conceito que funde dois elementos, matéria e energia, dificultando a tradução para padrões atuais. Camac quer dizer o “criador”. Portanto, Pachacamac é o criador da terra e do tempo.

A maior atração é o Templo do Sol, uma ruína grandiosa, construída em 600 d.C. Tinha a forma de pirâmide, com terraços que terminavam de forma truncada. Em vez de rampas, a comunicação entre os níveis era feita por escadas. Funcionava como observatório astronômico, que permitia a elaboração de um calendário lunissolar que regia a cultura agrária. Era dividido em setores, sendo necessário passar pela Área A, depois pela B, e assim por diante até as mais restritas. Nestas, na época antiga, só os eleitos podiam entrar. Pessoas comuns não eram ali admitidas.

Em 1533, no dia seguinte à ocorrência de um terrível terremoto que abalara Pachacamac, Hernando Pizarro, primeiro castelhano a ingressar na cidade santa, veio com sua tropa montada a cavalo e com armas de fogo. A pólvora era ainda desconhecida para as civilizações pré-colombianas. Ele roubou objetos de culto e saqueou os moradores aterrorizados, que o julgaram parte da catástrofe enviada pelos deuses.

O cacique Tauri-Chumbi não teve oportunidade de negociar com os invasores. Por isso, Pachacamac, um dos centros religiosos de maior prestígio na época, foi violada, mutilada e abandonada. Durante muito tempo, foi alvo constante da ação de ladrões e saqueadores. A apenas oitenta anos, o arqueólogo alemão Max Uhle intensificou os estudos a respeito de sua história.

Cidade no Peru

Lima

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A beleza da filosofia de vida dos incas

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Os incas administravam como os países ricos adotam hoje

Todos merecem desfrutar os Banhos do Inca

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Aprenda convivendo com uma família

Os incas administravam como os países ricos adotam hoje

As cidades eram muito pequenas se comparadas às que temos atualmente. Em compensação, o Império como um todo era grande. Os incas administravam como os países ricos adotam hoje. Eles traçavam duas linhas imaginárias que se cruzavam no centro da capital, dividindo o Império em quatro seções. Cada uma delas recebia dez mil famílias, que se subdividiam em unidades de mil famílias, e assim, sucessivamente, em grupos de cem e de dez famílias. Cada unidade ficava sob a responsabilidade de um funcionário, do qual dependiam os demais responsáveis pelas unidades imediatamente inferiores. Ou seja, é o conceito de presidente, governador e prefeito levado às últimas consequências.

Eles partiam da noção de que quanto menor o território, mais fácil seria para resolver os problemas. Esse era o espírito da organização. O tamanho real do Império era grande.  Os territórios conquistados em menos de um século cobriam uma superfície de novecentos e cinquenta mil quilômetros quadrados, equivalentes a algo como França, Itália, Suíça, Bélgica, Luxemburgo e Holanda reunidos. Em outras palavras, era o maior Império da América pré-colombiana, com uma população estimada em dez milhões às vésperas da chegada dos espanhóis.

Você acha que os incas ficaram resignados demais com o seu destino? Por que um povo que conquista um Império de tal magnitude desiste dele de uma hora para outra e com tanta facilidade?

Os incas acreditavam nos deuses e nas mensagens que eles deixavam. O pai de Atahualpa, Huayna Cápac (morto em 1528 numa epidemia que matou duzentas mil pessoas), havia anunciado que os deuses profetizaram a chegada de wiracochas jamais vistos, que iriam impedir as novas gerações incas de viverem em seu Império. No início, Atahualpa não associara os espanhóis a essa profecia, mas, quando foi capturado por Pizarro, ele entendeu que as previsões do pai estavam sendo cumpridas. Apesar de tentar o resgate como última esperança, o imperador sabia qual seria o seu destino. Se os incas nunca tivessem acreditado nessa hipótese, Machu Picchu talvez não existisse.

Os espanhóis chegaram num momento em que o Império estava fragilizado. Em cem anos, os incas haviam tido apenas três imperadores: Pachakutec Inca Yupanki, de 1430 a 1470; Tupac Yupanki, de 1470 a 1490; e Huayna Cápac, de 1490 a 1528. Ou seja, estavam acostumados à estabilidade… e quando Pizarro e Almagro desembarcaram no Peru, o Império estava em crise de poder, dividido entre Atahualpa e Huáscar… Esta é outra razão pela qual a resistência foi pouca. Não é que não tenha havido resistência. Ela foi desorganizada. Os incas viviam um processo histórico péssimo para sofrer a invasão de um inimigo mais poderoso do ponto de vista bélico, ainda que inferiorizado numericamente.

Cidades na Bolívia

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Cidades no Peru

Puno | Ilha de Taquile | Arequipa | Cajamarca | Nasca | Huaráz | Huancayo | Trujillo | Lima | Cusco | Pisac | Machu Picchu

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O guru e líder espiritual David Ramirez

Fui até a praça das Armas, no centro de Cusco, procurar o lendário David Ramirez. Estava muito ansioso com esse encontro, não havia marcado reunião e nem avisado. Seria na sorte, por isso estava emocionalmente preparado.

Vi a figura de um senhor idoso, baixo e de aparência tranquila. Trajava calça cinza, blusa azul-marinho e boné, e trazia na mão uma bengala. Sentado num banco de madeira verde, sob uma árvore, parecia mesmo um sábio.

Enquanto o entardecer esfriava o ambiente, eu observava atento aquele que fora escolhido pela atriz Shirley McLaine como seu guru e líder espiritual. Personagem do livro e do filme Minhas vidas, Ramírez era profundo conhecedor de teologia, história e astrologia. Aproximei-me, apresentei-me e expus os motivos de minha viagem, depois de mostrar-lhe um exemplar de Uma aventura legal, meu primeiro trabalho publicado.

Ramírez interessou-se pelas minhas andanças através da Europa (e de um pequeno trecho da África), e quis saber sobre o que sentira no Velho Continente. Comentei sobre minhas sensações ao entrar nas pirâmides do Egito. Senti uma energia diferente, uma espécie de campo de atração, não sei como explicar. Fiquei entorpecido.

Ele sorriu enigmático, quase como se dissesse “é assim mesmo que as coisas acontecem quando se entra numa pirâmide”. Aliás, mesmo os iniciantes no assunto sabem que a escolha do formato piramidal não foi simples arrojo arquitetônico, mas sim uma opção que atendia a uma função espiritual, pois a pirâmide é uma usina que capta energia pela ponta e a irradia pelos quatro cantos inferiores.

Conversamos sobre história, arquitetura e principalmente sobre energização. Foi uma tarde inesquecível com esse personagem místico.

Cidade no Peru

Cusco

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O Gigante Coroado

O sítio de Ollantaytambo é histórico sob todos os pontos de vista. Além da importância tecnológica, foi lá que se desenrolaram as últimas batalhas da resistência inca aos espanhóis, depois que estes dominaram Cusco.

Enquanto caminhava um pouco, avistei ao longe uma pedra de formato familiar. Não sei por que ela me deu a impressão de ser tão familiar. Aproximei-me mais e fiquei parado, tentando entender. Parecia ter forma, um desenho.

A figura parece um deus inca ou quem sabe um imperador. Notei que tem um objeto na cabeça. Pode ser uma aura ou uma coroa.

Ergui a câmera. Minhas mãos estavam trêmulas de emoção. Mal conseguia focalizar. Apertei o obturador e fiz com que a luz imprimisse no papel fotográfico um segredo inca conhecido por poucos. Acabara de fotografar o Gigante Coroado.

O Gigante Coroado representava a pista definitiva na trilha do tesouro perdido mais cobiçado da humanidade, a compensação para anos de pesquisas e investigações no meio das matas e montanhas peruanas.

Para mim, o desenho encravado na rocha me tornava parte da história. O tesouro de Atahualpa realmente existe. Meu coração batia forte, não sabia se filmava, fotografava ou chorava. Nesse momento, a chuva desabou sobre as ruínas de Ollantaytambo.

O som da chuva se misturava aos trovões e aos zunidos da minha mente. Não ouvia os gritos do guia, pedindo que voltasse. Estava encharcado. De repente, veio um trovão violento, seguido de um raio, o que alterou a luz.

O contorno da coroa tornou-se mais forte, como se aquela chuva estivesse ali para dizer: “É isso mesmo que você está pensando, tudo é verdade.”

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O cemitério de Chauchilla às avessas

Em Nasca tive uma experiência incrível sobrevoando as linhas e suas imagens de animais. Inexplicável o que presenciei.

No mesmo dia decidi visitar um lugar inusitado. Após cinqüenta minutos, estávamos no meio de um deserto, no cemitério de Chauchilla, 28 km ao sul de Nasca.

A ação dos violadores de túmulos deixara à mostra esqueletos e crânios inteiros, pedaços de roupa, cabelos ainda trançados e fragmentos de cerâmica ao longo de quilômetros. O ambiente reunia o interessante ao macabro.

No deserto enorme, cada um foi para um lado, a fim de pensar sozinho na pequenez do homem diante da natureza e da fragilidade da existência, ali representada pelos esqueletos expostos.

Aparentemente, nessa civilização as pessoas tinham a estatura grande, pois as ossadas apresentavam dimensões avantajadas. A maioria dos cadáveres era embalsamada com o uso da seguinte técnica: abria-se o corpo e limpava-se o interior, tirando todas as vísceras, que eram substituídas por panos; depois, enrolava-se o morto em lã de lhama.

Cidade no Peru

Nasca

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O arlequim negro em PISAC

Pisac havia entrado no meu roteiro tardiamente. Não tinha ideia do que estaria me esperando naquele lugarejo, cuja localização estratégica, a 2.300m de altitude, fez dele capital regional de destaque.

O ônibus partiu às oito da manhã e em uma hora estava em Pisac, 31 km a leste de Cusco. Assim que desembarquei, vi-me em meio a um confuso burburinho, causado pelas festas em honra à Virgem de Carmem, comuns em toda a região no período de 16 a 18 de julho.

Ao redor da praça central, o comércio vendia blusas de lã de alpaca, e peças em bronze e prata. A conversa dos vendedores se misturava ao som de grupos que tocavam no estilo das bandinhas de interior. Os habitantes, fantasiados, saíam cantando e dançando atrás deles. As mulheres, usando saias azuis enfeitadas com saiotes sobrepostos de renda branca e muitas fitas, todas com longas tranças, giravam de um lado para o outro com rapidez e habilidade.

A música confundia-se com o vozerio dos moradores e dos homens que carregavam a Virgem de Carmem num andor decorado com flores e rendas de trama bem fina. Achei curioso um fantasiado todo vestido de preto, o peito coberto de franjas vermelhas e brancas, com uma máscara preta de lã encobrindo o rosto e um gorro branco na cabeça.

Apesar de toda a confusão, o lugar estava agradável. Comecei a circular para curtir melhor. Vi de novo o tal mascarado. Dei de ombros e apelidei-o de “arlequim negro”. Depois de duas horas, fui comer um sanduíche numa lanchonete. Apreciava distraído a multidão, quando vi, ao longe, o mesmo “arlequim”. Desta vez, ele parecia me olhar.

Quando percebeu que eu o tinha visto, tratou de sumir. Fiquei intrigado com aquela insistência, mas ele havia se misturado ao povo. Acabei meu lanche e fui caminhar pela cidade. Queria me informar sobre as ruínas de Pisac. Segui por uma rua estreita tão característica que me deu vontade de fotografá-la.

Alguns estudantes passavam perto e pedi a um deles para tirar uma foto minha. Enquanto preparava a máquina, no entanto, observei que o arlequim negro continuava lá atrás. Demorei mais do que o necessário para ajeitar o filme. A fim de não dar bandeira, ele continuou andando e me alcançou. Quando ia passar por mim, com um movimento rápido, dei a máquina para uma pessoa com uma mão e com a outra agarrei-o pelo braço:

— Vamos tirar uma foto — falei.

Cidade no Peru

Pisac

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Minha experiência no Trem da Morte

Saí numa noite fria de ônibus da Rodoviária de São Paulo rumo a fronteira do Brasil com a Bolívia. Cheguei em Corumba e peguei um táxi em direção a Quijaro, onde ficava o ponto de partida do Trem da Morte, rumo a Santa Cruz de la Sierra.

O Trem da Morte estava três horas atrasado e partiria a qualquer momento. Poucos minutos se passaram entre a chegada à estação e o meu embarque, apenas o suficiente para que fosse dada imediatamente a partida.

O trem começava a se mover quando subi no vagão 1.554, depois de me desvencilhar de dúzias de ambulantes. O assento era o de número um. Ao constatar isso no bilhete, achei ótimo, mas quando entrei senti a “roubada”.

Esta era a única poltrona que ficava de frente para as demais. Eu parecia uma professorinha em ônibus escolar. A partir desse momento, seriam 21 horas de viagem e começaria a realização do meu primeiro “sonho”: andar no Trem da Morte.

Internamente, o vagão não era em nada melhor do que a estação. Na verdade, era uma loucura. Borboletas voavam para lá e para cá escoltadas por mariposas gigantes, que lembravam morcegos, em especial pelo hábito de dar vôos rasantes sobre as pessoas. Havia comida espalhada pelo chão, com jeito de velha, e um cheiro muito forte de suor.

O Trem da Morte era o trem do próprio inferno. Ao embarcar, encontrara uma realidade tão distante, que o ponto de partida pareceu-me estar a quilômetros imaginários. Os passageiros davam a nítida impressão de estarem há bastante tempo sem banho. Causava-me um certo desconforto o jeito estranho como me olhavam.

Assim que me sentei e consegui acomodar a bagagem, reparei que havia uma família inteira me observando enigmática. Encaravam-me sem trégua. Depois de algum tempo, a mulher enfiou os dentes num enorme pedaço de frango com farofa. Enquanto mastigava de boca aberta, dava para suas crianças um suco de cor esquisita. Uma lata de tinta enferrujada servia de copo.

As pessoas falavam alto e apressadamente quando o trem partiu. A certa altura, apareceu um fiscal pedindo o visto. Disse-lhe que estava sem ele, mas que o pegaria na cidade seguinte ou ali mesmo. Entreguei-lhe, então, o passaporte. Logo, falou:

Anoitecia e estava muito cansado. Para não correr riscos desnecessários de roubarem minha bagagem enquanto dormia, amarrei-a no pé da poltrona com uma corrente que costumo levar comigo. Percebi a decepção de alguns gatunos, que esperavam um descuido para fazerem a festa.

Em Puerto Suárez, o trem deu uma pequena ”parada”. Na verdade, ele nunca parava por completo; apenas diminuía bastante a marcha próximo aos povoados. As pessoas iam saltando, como leite derramando no fogão. Alguns desembarques eram desastrosos. Sempre havia os que tropeçavam nas próprias pernas, nas galinhas ou nos sacos jogados no corredor. Mesmo com o trem em movimento, os vendedores ambulantes continuavam a oferecer seus produtos:

Era sábado à noite. Poderia estar em São Paulo dançando com os amigos, tomando um chopinho ou saindo para jantar. Em vez disso, estava na poltrona um do Trem da Morte, sozinho, e cercado de bandidos de verdade. Obedecia a um chamado do destino.

O trem seguia seu ritmo vagaroso ao longo dos trilhos barulhentos. A cada curva, um monte de sacos caía violentamente das divisórias destinadas às bagagens. O barulho seco da queda assemelhava-se ao de gente sendo derrubada. Uma galinha passeava livre pelo vagão, acompanhada de seus pintinhos, como se estivesse à vontade num galinheiro (o que não estava muito longe da realidade, considerando-se a sujeira no chão).

Decidi combater o medo e enfrentar a situação. Coloquei um lenço vermelho na cabeça, deixei meu canivete na mão e à mostra, e puxei de dentro da mochila uma corrente, para qualquer eventualidade. Minha aventura havia começado.

De repente, uma ventania terrível varreu o vagão. Uma das janelas estava aberta, e as coisas começaram a voar para lá e para cá. Depois de algum esforço, alguém conseguiu fechá-la. Logo, uma forte tempestade caiu, obrigando o trem a reduzir a velocidade para cerca de quarenta quilômetros por hora.

A cada estação, mais vendedores. Ficava atento, pois, durante estas “paradas”, renovava-se o perigo de ter a bagagem roubada ou perder o lugar para sentar. Com o tempo, passei a observar em detalhes as pessoas ao meu redor. Descobri entre elas duas prostitutas e um estudante brasileiros. Ouvi dois homens começarem a estudar a fuga de um terceiro da prisão, enquanto nos aproximávamos de San José.

O trem balançava como se tivesse molas, feito um navio em dias de mar agitado. Embora a todo momento desse a impressão de que sairia dos trilhos, como num milagre prosseguia incansável ferrovia acima. Milhares de pernilongos me atormentavam e uma gritaria ensandecida de crianças vinha de outros vagões. Comecei a olhar feio para todo mundo, com espírito de guerra, porque a noite prometia ser terrível. Estava muito cansado, tenso e preocupado, com medo de pegar no sono e ser roubado. Já no ônibus em que passara antes 23 horas, havia dormido mal. Ainda que exausto e estressado, o máximo que me permitia eram pequenos intervalos de descanso. Mas, sempre que abria os meus olhos, encontrava os de um índio sentado à minha frente fixados insistentes em mim.

Ao longo de todo o trajeto, surpreendera-me a quantidade de cruzes na beira da estrada de ferro e de cachorros magros nos povoados. Quando o trem chegou a Cotoca, a trinta minutos do destino final, todos começaram a jogar as bagagens pelas janelas, porque em Santa Cruz há uma aduana, onde se paga impostos pelas mercadorias e nesse lugar, não. O vagão se esvaziava. Após 21 horas de viagem, chegamos à estação. Peguei minha mochila e deixei enfim o Trem da Morte. Eram 14h30min de mais um dia aventureiro.

Cidade na Bolívia

Puerto Suárez

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No seu evento com o profissional Sergio Motta

A internet é um aliado fundamental para pesquisa de voos baratos

É bom conferir se está tudo ok com o veículo

Não faça compras desnecessárias

Quanto mais viajo, menos roupa preciso

Leve só uma bagagem que possa carregar e levantar sozinha

A primeira coisa é escolher o seu destino da viagem

Dicas para combater o inevitável Jet lag

Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

No verão, o calor é de matar e tudo está superlotado e mais caro

Nada de colocar o dinheiro dentro do sapato

Eu já fiz muita amizade quando fiz meu primeiro mochilão

Escolha destinos econômicos para viajar

Os dois maiores gastos de viagem são transporte e hospedagem

Pesquise sobre o lugar para onde você vai

Você é quem decide

Procure interagir com os moradores locais e peça informações

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Pesquise e faça passeios por conta própria

Procure além da rota Estados Unidos- Inglaterra

Os melhores reconhecidos pela galera

Minha caminhada na busca pela evolução espiritual

Os incas construíram um Império na América Latina, que, como outros, teve o nascimento, o florescimento, a expansão, e finalmente a fase de declínio político e econômico. Os impérios, como as pessoas, possuem uma expectativa de vida. O domínio romano, as conquistas de Alexandre, o Grande, o Império austro-húngaro, e os da Inglaterra, Holanda, França, Portugal e Espanha não escaparam à regra. Todos tinham aspectos negativos é verdade, mas estes morreram com eles.

No entanto, as sementes sociais e culturais que lançaram continuarão a ser preservadas, transmitidas de geração em geração até onde a memória coletiva alcançar. É como se os impérios tivessem um plano exterior e interior.

O exterior se deteriora com o tempo, o outro resiste. Uma mentalidade, uma cultura e uma memória fortes são das poucas coisas que não sofrem com a ação do tempo. Toda cultura ativa está sempre incorporando elementos novos, mas sem abandonar valores primordiais. Também o nosso corpo nasce, floresce, cresce e declina.

Já o interior está num processo de evolução constante. Se a pessoa propõe-se a ouvi-lo ao longo da vida, será capaz de mostrar-se mais generosa, procurando fazer algo que proporcione benefícios tanto a indivíduos como à sociedade em geral, perpetuando de alguma maneira a sua memória.

Há, porém, um aspecto extremamente complicado na busca espiritual: é preciso que se esteja aberto. E isso não é tão simples. Nada lhe é imposto: é você quem deve desenvolver a sensibilidade para perceber seu caminho. Uma estrela é um corpo celeste que, durante bilhões de anos, queima hidrogênio e brilha no céu. Mas, pode ser algo mais: a representação de uma força, fonte de uma energia imponderável, impossível de se medir pelos aparelhos convencionais.

Para admirar a beleza da estrela, é preciso olhar para ela e aprender a enxergá-la realmente. Do mesmo modo, para perceber a beleza interior, é necessário estar preparado. Em Machu Picchu, aquelas pessoas todas reunidas no ponto de observação formavam um belo quadro.

Nunca vou me esquecer do silêncio contundente enquanto o sol não surgia sobre a cidade sagrada. Não estávamos sozinhos. Viajávamos de encontro ao próprio interior, vendo o que de mais bonito e mais forte havia dentro dele. Buscávamos uma energia perceptível para quem acredita nela e quer senti-la.

Cidades na Bolívia

Puerto Quijarro | Puerto Suárez | Santa Cruz de La Sierra | Cochabamba | La Paz | Copacabana

Cidades no Peru

Puno | Ilha de Taquile | Arequipa | Cajamarca | Nasca | Huaráz | Huancayo | Trujillo | Lima | Cusco | Pisac | Machu Picchu

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Os maiores e mais famosos ao redor do mundo

Meu encontro com Pachamama

Entramos primeiro eu e Mario, e, poucos minutos depois, as mulheres. O quarto era retangular e profundo, sem janelas. Nele, havia 22 cadeiras dispostas em U, voltadas para duas mesas, uma grande e outra menor, sobre as quais havia objetos entalhados em pedra, cordas e símbolos de adoração inca.

Mario sentou de lado para as mesas e de frente para a assistência. À sua esquerda, ao fundo, havia um quadro. Enquanto isso, foram chegando pessoas de todos os tipos: velhos, crianças, homens e mulheres.

A escuridão que se fez era total. Nunca tinha visto nada parecido. Era impossível ver a um palmo de distância. Breu geral. Mario puxou uma oração, parte em espanhol, parte em quíchua

— Sergio?!

— Estou aqui — respondi, surpreso.

Senti passos em minha direção. Uma voz feminina me disse algo que não pude entender. Outras vozes conversavam entre si:

— Fale em espanhol porque ele não sabe quíchua — disse uma mulher.

Fiquei em silêncio, pois pretendia escutar mais do que falar.

— Aproxime-se da mesa para eu senti-lo melhor — disse a voz feminina.

Neste momento, um rapaz pegou na minha mão direita e conduziu-me até próximo à mesa. Na outra mão, eu tinha o gravador que acabara de acionar de novo. Assim que me aproximei, pedi sua identificação.

— Sou Pachamama, deusa da terra. Entende o que eu digo?

— Sim — respondi.

— Que língua você fala?

— Português.

— Então, vou falar devagar, para que me entenda. Você está escrevendo um livro sobre nós.

— Estou.

— Dentro em pouco, vamos conversar, para que você entenda o que está ocorrendo.

— Sim.

Algum tempo depois, as pessoas voltaram a falar, e eu ouvia apitos, sinos e um avião que passava. De repente, a voz de novo:

— Sérgio, você é um homem muito bom. Tem um espírito que quer conhecer tudo…

O espanhol era em ritmo acelerado.

— …Sim

— Responda, filho.

— Eu viajo muito pelo mundo…

— …buscando saber sobre a nossa vida.

— Eu…

— …bem-vindo ao campo andino, filho. É disso que vamos falar.

— Viajo pelo mundo e escrevo livros…

— Por isso vamos falar do campo andino.

— Gostaria de saber…

— Saber de Pachamama, da existência de minha vida?

— Sim. Gostaria de saber também qual a minha missão na terra.

— Chegue mais perto que quero vê-lo melhor.

Aproximei-me.

— Sérgio.

— Sim.

— Você é um homem muito bom. Tem uma alma branca. Gosta da sabedoria de todo o mundo. Quer saber tudo o que acontece com os outros. Você tem muita sorte, mas anda preocupado. Vamos resolver sua preocupação. Escreveremos seu livro e lhe daremos o caminho mais puro para que possa falar em paz sobre nós. Entendido, filho?

— Você não está concentrado, filho.

Fiquei quieto.

— Quando pedir, estaremos todos ao seu lado, entendeu? Amanhã, em Machu Picchu, eu lhe darei proteção no caminho inca. Isso é tudo que posso dizer.

— Obrigado — respondi.

Eu realmente vivera uma experiência transcendental. Até hoje, porém, não consigo entender por que os deuses foram condescendentes comigo, perdoando o deslize, mas, seja como for, serei para sempre grato pela sua compreensão e generosidade.

Cidade no Peru

Cusco

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El Lanzón é o símbolo maior de adoração da cultura chavín

Chavín fica a 115 km de Huaráz, é a mais antiga civilização do Peru, cujos registros datam de mil e duzentos antes de Cristo. Foi a primeira a conseguir integração regional, chegando a ser chamada de civilização panperuana. A representante máxima desta cultura é Chavín de Huantár, onde é possível compreender sua arquitetura, cerâmica, escultura, hidráulica e iconografia.

As ruínas foram descobertas pelos espanhóis, descobriram-nas em 1549, segundo descreve o cronista Pedro Cienza de León. Ele chegou a levantar algumas versões a respeito do centro de cerimônias. Muitos pesquisadores foram atraídos pela fama destas ruínas, mas o primeiro a realizar estudos arqueológicos foi Julio Tello, na década de 1920.

A verdade é que pouco se conhece sobre a vida em Chavín e corre-se o risco de perder todos os referenciais de pesquisa, porque está ameaçada de destruição, devido a agentes naturais como a umidade, que provoca deslizamentos, e à ação de um tipo de erva daninha que toma as edificações.

Desde dezembro de 1985, é patrimônio cultural da humanidade, reconhecido pela UNESCO. Sabe-se que o número sete era cercado de importância. Tudo tinha relação com ele, das medidas das pedras aos espaços.

Foi lá que Julio Tello descobriu uma pedra com sete furos em forma de conchas. No passado, os moradores colocavam água dentro dela e, de acordo com o reflexo da lua, sabiam se era época de colheita ou não. Por volta de 1840, Timoteo Espinoza encontrou uma peça em forma de estrela na casa de um camponês que vivia na região, que a usava como mesa de jantar.

Em 1874, a relíquia foi levada para Lima e estudada pelo historiador italiano Antonio Raimondi, que a batizou de Estrela de Raimondi. Naquela civilização, a hidráulica era altamente desenvolvida. Havia um canal principal, secundado por outros, todos aproveitando a água dos rios. Precavidos com a temporada de chuvas, construíram-no de tal forma que a água sempre voltava para a margem esquerda do rio.

O complexo de Chavín conta com 14 galerias, mas apenas quatro podem ser visitadas. As demais oferecem risco de desabamento, por causa das fortes chuvas de 1940 e do terremoto de 1970, que abalou as estruturas das velhas construções. Este último teve proporções nacionais trágicas, pois pelo menos setenta mil pessoas morreram.

Logo na entrada do sítio arqueológico, há uma planta, parecida com o cacto, muito utilizada pelos curandeiros da época. Encontrei também inúmeros desenhos de folhas de coca, o alucinógeno usado por esta civilização. Duas das galerias ganharam o nome de “galerias do Louco”: descobertas em 1919 por Julio Tello, foram invadidas por um rapaz com problemas mentais que passou a utilizá-las como moradia.

Na galeria do Lanzón, no interior da Grande Pirâmide, se encontra o famoso Lanzón, símbolo maior de adoração da cultura chavín, que permaneceu intacto até hoje, com três mil anos. Trata-se de um bloco de granito irregular em que se modelou a estátua do deus supremo, de frente, em pé, e com os braços grudados ao corpo. A cabeça de felino era enorme e tomava quase metade da figura. A cabeleira era formada de serpentes e possuía 4,60m de altura

Cidade no Peru

Huaráz

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A cidade de Copacabana na Bolívia

A ilha do Sol em Copacabana

A Ilha de Taquile é um pequeno paraíso no Lago Titicaca

A ilha de Urus no meio do lago Titicaca

A importância do número 3 na minha trilha pessoal

A beleza da filosofia de vida dos incas

Cuy assado com batatas e arroz

Os incas administravam como os países ricos adotam hoje

Todos merecem desfrutar os Banhos do Inca

Chan Chan a maior cidade de barro do mundo

Pachacamac foi um templo religioso de grande prestígio

O cemitério de Chauchilla às avessas

As impressionantes Linhas de Nazca

Como os incas tratavam seus mortos?

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Kenko, que significa “labirinto, ziguezague”. Construído num enorme monolito de pedra, era um local de sacrifícios de lhamas em honra ao deus da guerra, representado por um puma. As imolações eram feitas no interior de uma caverna; depois, o sangue era levado para cima com uma cumbuca e despejado numa canaleta em forma de ziguezague ou raio.

Na saída, vimos a figura de um grande puma destruída pelos espanhóis, que, mais uma vez, tentavam liquidar os ícones da civilização incaica para que prevalecessem os seus.

Já na entrada de Cusco, chegamos a Pukapukara, conhecida como fortaleza vermelha. A sete quilômetros de Pisac e 3.580m de altitude, era o serviço de imigração de Cusco. Todos que vinham por aquela região precisavam passar pela aduaneira para controle da entrada de viajantes no centro do Império inca.

A um quilômetro de Pukapukara, a 3.700m de altitude, ficava Tambomachay. Tambo significa “abrigo coletivo”, que hospeda muita gente por pouco tempo; e machay, “lugar de descanso”.

Era uma terma destinada a banhos e centro do culto de adoração à água. Essa construção demonstra os vastos conhecimentos dos incas no setor da engenharia hidráulica. Ali, estaria a fonte da juventude, uma das maiores lendas do mundo pós-medieval, que assegurava que quem bebesse aquela água voltaria a ser jovem. Saímos do carro impulsivamente para tomar a tal água…

Cidade no Peru

Cusco

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Intipunku significa “porta do sol”

A caminhada final rumo a Machu Picchu começou às seis da manhã. Essa parte do percurso é ritualística. Cada um anda sozinho. O clima mágico e solene que se instalara. Éramos como profetas errantes que nos aproximávamos da Terra Prometida. Seguimos lado a lado, sem pronunciar uma palavra. Nada.

A solidão se fazia necessária, pois percorríamos agora estranhos e intrincados caminhos interiores. A trilha exterior, ao contrário, não era muito acidentada. O que nos orientava era um forte instinto.  Encontrei muita gente, mas todos apenas olhavam, sorriam e não falavam nada.

Cerca de duas horas e meia depois, chegamos a Intipunku, ponto de observação, um vista point. A 2.560m de altitude, era o lugar mais alto entre Machu Picchu e Wiñay Wayna, e ficava a um quilômetro de nosso destino. No tempo dos incas, servira de observatório, posto de vigilância e espécie de alfândega. Intipunku significa “porta do sol”.

Foi dali que vi Machu Picchu pela primeira vez. O silêncio respeitoso de antes permanecia. Todos se acomodavam. O olhar da maioria variava entre espantado e emocionado. Não sei ao certo o que os outros experimentavam naquele momento, mas o que senti foi uma coisa única.

Meu corpo parecia não ter massa física, como se estivesse flutuando, levitando. Percebia claramente a minha aura e conseguia mesmo ver a energia que emanava das outras pessoas, como uma espécie de luminosidade envolvendo-as por inteiro. Nunca vivera algo semelhante.

Estranhamente, tinha a nítida impressão de estar vendo seres como anjos ao meu redor. Era incrível e fascinante. Uma paz imensa tomou conta de mim e descobri o significado de energia em estado puro: Machu Picchu. Após tanto sofrimento físico, o objetivo estava perto de ser alcançado.

Era grande a sensação de vitória, que cada um curtia a seu modo. Uma sombra razoavelmente escura cobria a cidade sagrada. Enquanto o dia clareava imponente, comecei a sentir minha ansiedade crescer. Era como se estivéssemos em uma contagem regressiva, sabia-se lá para quê. Até que o sol atingiu uma posição determinada. O que se viu então ficou catalogado como um dos momentos mais emocionantes da minha vida.

Os raios de sol iluminaram Machu Picchu inteira. Era como se os deuses incas estivessem esperando a plateia reunir-se para ligar os refletores do espetáculo. A cidade brilhou majestosa, no alto da montanha. As pedras que pareciam apagadas, escuras, encheram-se de luz, adquirindo um tom avermelhado, vivo. A impressão de que dali a pouco seria possível presenciar o movimento normal da cidade despertando era nítida, quase real.

A claridade era tanta que Machu Picchu transformou-se num espelho de energia, jogando sobre nós reflexos de uma luminosidade mágica. Isso aconteceu de uma maneira tão rápida e inesperada, que não conseguíamos conter o deslumbramento, entre atônitos e maravilhados.

O som do silêncio contundente foi enfim interrompido e todos começaram a aplaudir o fenômeno extraordinário com entusiasmo. Gritavam, assobiavam, como se estivessem diante de um espetáculo teatral premiadíssimo e excepcional.

Cidades na Bolívia

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Não despreze sua intuição, principalmente se você quer viajar sozinha

Crie uma wish list com destinos que você quer visitar

Fique atento para não estragar sua viagem

Tome alguns cuidados ao viajar

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Pesquise promoções e passes antes de viajar

Mantenha a mente aberta

Cada um apresenta um modo diferente de vivenciar uma viagem

Seja um viajante independente e pesquise muito

Só na ficção o sujeito escolhe um local aleatório no mapa

Viajar é eliminar seus preconceitos

Tome cuidado com os lugares à noite

Use o máximo de contatos locais

Leve o essencial na mão e faça um seguro

Prepare-se para pagar pelo excesso de peso

Leve sua família para uma experiência incrível!

Muitos hostels oferecem uma cozinha para que prepare sua própria comida

 

Em Machu Picchu as mulheres enclausuradas eram conhecidas como aqllakunas

Em Machu Picchu as mulheres enclausuradas eram conhecidas como aqllakunas. Era obrigatório que fossem virgens e dividiam-se em três tipos: as mais bonitas, as não tão bonitas e outras ainda menos bonitas. Cada um desses grupos tinha uma tutora, que era uma índia anciã e virgem.

Dependendo da idade, recebiam ensinamentos sobre ofícios diferentes. Um dos principais era a costura. As roupas feitas por elas se destinavam aos chefes de estado e seus oficiais mais próximos. Cada uma dormia sozinha na sua cela e tinha permissão para receber três visitas por dia.

Essa categoria era bastante numerosa. Para torná-la viável, muitas delas eram filhas de chefes de outras comunidades conquistadas pelos incas. Assim, ficava garantido o sustento da classe: com a herança dessas mulheres bonitas. Em 1542, um estudioso, Gaspar de Carvajal, revelou a existência de uma cidade encravada no meio das montanhas onde havia somente mulheres morando em casas e edifícios de pedra. Vestidas à moda cusquenha, tinham uma tutora chamada Conari. Acredita-se hoje que o cronista tivesse ouvido falar de Machu Picchu.

A história do Brasil sempre relatou que os contatos entre os portugueses e depois, os brasileiros brancos, com os índios foram desastrosos para estes últimos, do ponto de vista imunológico. Os índios acabavam pegando doenças para as quais não tinham criado resistência. Muitos morriam de um simples resfriado. Isso aconteceu também no Império inca?

O contato com os cristãos trouxe uma série de doenças que dizimaram a população andina. Cusco sofreu grandes epidemias em 1550, 1577, 1585, 1590 e 1614. Até a selva de Machu Picchu ficou despovoada em 1650. Como se isso não bastasse, uma série de tremores destruiu sem misericórdia os sistemas hidráulicos e prejudicou a irrigação das terraças, espantando ainda mais o povo. Desde então, as cidades incas ganharam aspecto de cidades fantasmas, habitadas por poucos e solitários moradores.

Num dia em que subimos e descemos picos íngremes, e vimos duas companheiras passando mal, falar de bruxaria, morte e epidemias impiedosas não era exatamente o ideal. Quando a fogueira se apagou, voltamos para as barracas calmamente, cada um com certeza refletindo sobre os estranhos e inquietantes fatos ouvidos.

Cidades na Bolívia

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Cuy assado com batatas e arroz

Cheguei cedo a Huaráz. A cidade era pequena, rodeada de montanhas e oferecia dois tipos de passeio para os turistas: o aventureiro e o convencional. O primeiro durava de um a 15 dias, e incluía escalar montanhas e descer correntezas em canoas. Estava na capital peruana do esporte radical. O segundo era Chavín.

Almocei no restaurante Los Novales, na própria avenida Luzuriaga. Comia um bife com batatas fritas quando observei na mesa um prato diferente chegando.

Ao checar com o garçom, fui informado, que era Cuy assado com batatas e arroz.

Ele falou de modo tão natural… Cortei um pedaço tenro e experimentei. Não recusei e enfiei o garfo na boca. Ao questionar o que era cuy, enquanto mastigava tive uma surpresa. Um roedor.

Quase cuspi ao ouvir a explicação. Roedor?! Coelho eu já comi e não tinha aquele gosto. Pensei então que fosse rato… Isso foi o suficiente para eu me sentir o próprio Indiana Jones no banquete do Templo da Perdição; só que em vez de sorvete de miolos de gorila, comia rato assado. Depois descobri aliviado que cuy é a nossa preá.

 

Cidade no Peru

Huaráz

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Cusco é um tesouro arqueológico ao ar livre

Cusco é um tesouro arqueológico ao ar livre. Diversas vezes, andando pelas ruas, vi cordões de isolamento com a placa “Área reservada para estudos arqueológicos — Governo do Peru”. Sempre que encontrava uma delas, deparava-me com ruínas ou construções de aparência muito antiga, rodeadas de arqueólogos cavando e lidando com os achados.

O único lugar em que vira algo parecido fora Roma. Naquela noite, dormi cedo. Sabia que precisava estar inteiro, enquanto estivesse ali.

Não sei direito por quê, decidi que em meu primeiro dia completo em Cusco deveria fazer um programa comportado, com cara de turismo tradicional. E o que no mundo pode ser mais tradicional do que um city tour?

Peguei o ônibus da excursão às 13 horas. O roteiro iniciava-se por Qorykancha, centro religioso onde foram erguidos vários templos de pequenas proporções. Na época dos incas, a área foi centro geográfico e político.

Naquele campo largo, havia um jardim zoológico e botânico, de estátuas de ouro, o que conferiu ao lugar a fama de o mais esplêndido monumento arquitetônico de todo o Império.

A representação da flora e da fauna inca era feita em ouro, em tamanho natural. Tanto que o próprio nome tem relação com este “catálogo biológico”. Qory quer dizer ouro trabalhado e kancha, local cercado, rodeado, limitado por muros.

Portanto, Qorykancha era a cercada de ouro. Parte deste tesouro foi incorporada à caravana de lhamas que partiu de Cusco para Cajamarca com o resgate de Atahualpa. Os espanhóis, depois, destruíram a alvenaria das construções e só deixaram a fundação, bastante resistente a terremotos. O ouro remanescente foi derretido e enviado ao rei de Espanha, Carlos V, em 1533. Em 1601, ergueu-se aqui o convento de Santo Domingo.

Cidade no Peru

Cusco

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Como os incas tratavam seus mortos?

O culto aos mortos era um ato cerimonial, social, mágico e religioso permanente no santuário. As cerimônias realizadas nas casas reais eram suntuosas e transformavam-nas em verdadeiras casas funerárias. Os mortos eram alvo de adoração, respeito e homenagens durante muito tempo.

Eles eram mesmo enterrados com o ouro?  O imperador inca era muito rico e precisava desta riqueza para manter sua corte, prestígio e poder. Mas a lei não permitia heranças para descendentes ou qualquer cidadão. Os bens deixados eram usados para financiar os cultos em homenagem ao morto.

E como ficavam então os descendentes? Desamparados?  Eles teriam que conquistar novos territórios, tesouros e súditos para retomar seu poder. E assim os incas inventaram o capitalismo selvagem.

Eles lidavam muito com maldições? A mais famosa seja mesmo a maldição de Atahualpa.  O imperador inca ficou enfurecido ao saber do assassinato da sua virgem preferida, Estrela da Manhã. Atahualpa então invocou Pachacamac e suplicou que transformasse o espírito da virgem num raio que fulminasse o criminoso e reduzisse seu corpo a cinzas… Alguns dias depois, o cavaleiro espanhol que estuprou e matou Estrela da Manhã foi fulminado por um raio numa tempestade na estrada para Quito.

Cidade no Peru

Nasca

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Como foi fundada a cidade de Cusco

A lenda que fez a fama da cidade diz que quando Deus mandou o dilúvio, deixou a ilha do Sol intacta. Depois, enviou seu filho Manco Cápac, casado com Mama Ocllo, para guiar os homens pelo caminho da felicidade.

Os dois decidiram então caminhar rumo ao norte. Segundo a profecia divina, num local determinado (que seria Cusco), ele iria fincar o mastro de ouro, instaurando ali a civilização incaica. Manco Cápac I foi o fundador e o primeiro imperador do último grande Império da América do Sul. Teve dez filhos. Os dois últimos foram assassinados pelo conquistador espanhol Francisco Pizarro, que dizimou covardemente os incas e sua civilização.

Atahualpa e Huáscar começaram uma intensa disputa pelo trono, causando a divisão do Império. Ao mesmo tempo, mensageiros incas vindos da costa comunicaram o desembarque de homens estranhos vestidos de couro e metal. Eram Pizarro e cento e oitenta comandados, que haviam partido de Sevilha, em janeiro.

A lenda Inca dizia que deuses chegariam pelo mar montados em criaturas estranhas. Os espanhóis a cavalo foram interpretados como tal e obedecidos com uma resignação impressionante. Era como se o povo soubesse e aceitasse o seu fim.

Os incas impressionaram-se com os cavalos e armamentos, porque, não dominavam a técnica da montaria e não conheciam a pólvora. Assim, Pizarro, então um homem com mais de sessenta anos de idade, atacou e ocupou Cusco com uma tropa de cento e quatorze soldados, extinguindo o Império inca.

Quando os espanhóis chegaram, Cusco era uma cidade de quatrocentos mil habitantes. Desde Saqsaywaman, a visão permitia contar cerca de cem mil casas, a maioria de pedra. Depois do processo de colonização e de constantes epidemias, em 1903 a população era de apenas treze mil e quinhentos moradores.

Cidade no Peru

Cusco

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No Peru, praticamente, o país inteiro é um convite à aventura!

Na Patagônia chilena, os parques nacionais são ideais para praticar esportes

O trekking é um dos esportes mais praticados na trilha de Machu Picchu!

Meu encontro com Pachamama

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Chan Chan foi a maior cidade de barro do mundo

Cheguei às cinco da manhã em Trujillo, morto de frio. Às 8h30, acordei e preparei-me para ir até Chan Chan, a maior cidade de barro do mundo e patrimônio da UNESCO. O transporte é feito por kombis que deixam o passageiro no meio da estrada, um quilômetro a oeste de Trujillo. A partir desse ponto, anda-se mais dois quilômetros até as ruínas propriamente ditas, que ficam num deserto com o caminho cercado de pedras brancas.

A civilização chimu, que ali existiu, ocupou um território de cerca de vinte quilômetros quadrados e era muito desenvolvida. Por volta de 1.100 d.C., pelas mãos da figura mitológica de Tacaynamo, fundador da dinastia de mesmo nome, surgiu o reino chimu, que foi o maior e o mais importante dos estados da América do Sul antes do Império inca.

Criando um forte sistema militar, juntamente com uma organização expansionista, estendeu suas conquistas até o norte, a extremos bem distantes. A posição da cidade era estratégica e seu auge foi até o século XV, quando a população era de trezentos mil habitantes. Chan Chan significa “cidade serpente”, devido à grande quantidade de cobras na região, as quais eram consideradas animais divinos.

Comecei a andar e, quando percebi, estava num grande templo. Ali, observei a presença de representações da folha de coca, ligada a rituais sagrados, pois os chimus usavam-na como alucinógeno, para entrar em contato com os deuses. Os muros da cidade estavam deteriorados pela ação da chuva. Diversas muralhas separavam casas, pirâmides, caixas-d’água, enfim uma estrutura urbana da melhor qualidade.

As paredes das edificações eram decoradas com ornamentos feitos de argamassa e os edifícios mais trabalhados destinavam-se à elite e à nobreza palaciana. Havia, ainda, um cemitério e um lago artificial de tamanho considerável. Em todos os lugares, encontrei indícios claros da existência do culto e respeito aos antepassados.

Nessa civilização, a metalurgia evoluiu bastante, com destaque para o fabrico de instrumentos de bronze. O ouro, a prata e o cobre eram muito usados em objetos ligados ao adorno pessoal, como colares, braceletes e máscaras, além de vasos.

Grande parte de suas peças pode ser encontrada em coleções de museus do mundo inteiro, como o de Hamburgo, na Alemanha. Foram os chimus que ensinaram aos incas as técnicas de trabalhar metais. Seus peritos foram levados por eles até Cusco. Imagina-se que tenham desenvolvido essa tecnologia sozinhos. Quanto aos tecidos encontrados, eram na maioria de algodão, apresentando desenhos de pássaros, serpentes ou peixes estilizados.

Havia belos tapetes elaborados em duas cores alternadas, sendo cada uma sobreposta à cor contrária, de tal forma que eles possuíam duas faces. Esse povo dominava também as técnicas de mumificação, utilizando para isso vasos grandes de cerâmica com ervas dentro. Por terem um reino extenso, os chimus tiveram de construir estradas, que os incas usaram como vias de suprimento e estratégia, após invadirem o território, entre 1460 e 1480, no reinado do imperador Pachacutec.

A água tinha muita importância e era motivo de adoração, conforme atestam os insistentes relevos representando peixes, caranguejos, polvos, lagostas e algas marinhas. Eles desenvolveram um complexo sistema de engenharia hidráulica, canalizando as águas do degelo das cordilheiras, o que permitia cultivar os vales do deserto.

Cidade no Peru

Trujillo

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O mais impressionante era o estado de conservação em que se encontrava a cidade. Isso se devia ao fato de ter sido descoberta somente em 1911. Assim, ficou livre da ação de muitos mercenários do passado.

No entanto, boa parte desta preservação podia ser creditada à solidez da arquitetura incaica. As pedras eram polidas com areia úmida e o encaixe preciso. Era impossível passar uma agulha pela junção.

Machu Picchu pareceu-me uma cidade construída para ser uma fortaleza. Não por outra razão, boa parte da paisagem era dominada pelas terraças, que possibilitavam a autossuficiência na agricultura.

Coberta por uma relva verde-clara em toda a sua extensão, a impressão não era a de ser uma cidade abandonada e sim adormecida. Um dos aspectos notáveis era a semelhança das construções.

Mesmo os aposentos reais não eram mais majestosos do que os outros prédios. Isso porque a comunidade não fora projetada para diferenciar plebeus e nobres. Seu destino era ser o berço de uma nova civilização.

Com a expansão do Império inca, havia previsões de confronto com outra civilização poderosa, a dos astecas, com a qual os incas haviam começado a fazer trocas comerciais. Foram inclusive os astecas que denunciaram aos espanhóis a existência de uma civilização rica e poderosa ao sul da América, despertando a cobiça de Pizarro pelo ouro.

Diante dessa expectativa, e tendo consciência de que seu Império havia se expandido rapidamente, os incas se prepararam para a hipótese de perder uma guerra para possíveis invasores.

Machu Picchu foi a saída encontrada. Nela deveriam viver poucos e selecionados homens que, rodeados de mulheres, lançariam as sementes de uma nova civilização.

A maior prova disso é que todos os oitenta mil envolvidos na sua construção foram sacrificados. Aquela cidade que bastava a si mesma era um refúgio religioso. Somente um provável esconderijo poderia ser construído em local tão inóspito e de difícil acesso. Dali, controlava-se a cordilheira e a entrada da floresta virgem, pedaço da Amazônia. Assim, eles detectaram o indício de um tráfico comercial e militar intenso entre Cusco e a Amazônia.

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Os hostels são os meios mais baratos de hospedagem

Um mapa detalhado pode ser útil quando você for viajar de carro

Os destinos devem ser pensados com tempo

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Seja inteligente ao pesquisar seu destino de viagem

Fique esperto ao fazer sua mala

No começo é muito difícil viajar sozinha

Dicas importantes para sua preparação

Reserve o primeiro dia da sua chegada para descansar e se adaptar

Fique atento constantemente na sua viagem

Respeite algumas regras ao hospedar-se num hotel

Viajar pode ser mais barato do que você pensa

Nem todos os trens têm lugares para bagagens maiores

Muitas vezes, você se sentirá um tolo e perdido

Tenha disposição para resolver o problema e aproveitar a viagem

Os locais podem dar aquelas dicas valiosas e baratas

Viajar não é um privilégio para poucos

Fique esperto na hora de comer

Será um momento perfeito para fazer reflexões

Tenha o seu smartphone em mãos com WhatsApp

Ponha seus itens de higiene em pequenos frascos

Caso decida ficar mais tempo no local

 

As maravilhosas descobertas em Ollantaytambo

O povoado de Ollantaytambo, o mais tradicional do Vale Sagrado, a 93 km de Cusco, às margens do rio Vilcanota. As casas de pedra ladeavam as ruas estreitas que até hoje abrigam cerca de três mil habitantes.

Ali, também, os aquedutos continuavam a ser utilizados desde o tempo dos incas, o que reafirma a eficiência daquela engenharia, para transportar águas cristalinas e potáveis da cordilheira Chicón.

Ollantay foi um soldado exemplar, temido por adotar estratégias de guerra eficientes, e tambo quer dizer “local de descanso”.

No parque arqueológico de Ollantaytambo, fiquei encantado com as terraças, que pareciam grandes escadas de terra esculpidas nas montanhas. Eram estruturas de cinqüenta degraus e cada uma tinha três metros e meio de largura por quarenta de comprimento, com a distância de um metro entre os degraus.

Funcionavam como laboratório de pesquisas agronômicas. A partir dessas experiências, os incas aperfeiçoavam seus conhecimentos sobre a cultura de sementes, o clima e a conservação do solo. Os resultados eram difundidos pelo Império, contribuindo para o aumento da produtividade — era uma técnica idealizada e desenvolvida para combater a fome nos seus domínios.

Ollantaytambo foi concebida para ter a forma de uma lhama, sendo as terraças uma parte do lombo.

Esta lhama foi descoberta pela análise de fotos de satélites recentes e hoje é palco de estudos científicos. Nas paredes de algumas construções, reconheci traços de desenhos que vira do avião em Nasca.

Embora os incas fossem excelentes nas técnicas de engenharia, infelizmente muito desse conhecimento se perdeu, com o massacre dos espanhóis, em virtude de não dominarem a escrita.

A lapidação da pedra, por exemplo, era superdesenvolvida. A superfície ficava lisa como se fosse mármore polido. Para fazer blocos a partir das enormes rochas e como não dispunham à época de dinamite, eles abriam um furo na rocha e nele introduziam uma peça de madeira molhada. Ao secar, a madeira inchava e pressionava a rocha “por dentro”, o que a fazia partir-se ao meio. As pedras usadas nas construções ficavam em geral no alto dos morros e é difícil imaginar como conseguiam transportá-las.

Eles desenvolveram a técnica de rampas em nível para descer os blocos de pedra, alguns pesando cerca de trinta toneladas. Em vez de utilizar a força, cavavam uma rampa que terminava num plano e a rocha se deslocava até ali. Repetiam a operação várias vezes. Após essas etapas, a rocha chegava ao plano necessário. Se a rampa fosse cavada “de qualquer jeito”, a rocha não parava no nível desejado e rolava, descontrolada, montanha abaixo.

Havia cálculos para determinar a inclinação da rampa, de modo que a pedra deslizasse sem alcançar uma velocidade alta, o que tornaria impossível freá-la. Depois de transportá-las, parti-las e poli-las, os incas esculpiam suas pontas para que se encaixassem umas nas outras. Provou-se com o tempo que os encaixes eram perfeitos, pois vários terremotos não destruíram as construções.

No pé da montanha, do lado direito das ruínas, vi um relógio de pedra. Marcava as horas em função das sombras produzidas pelo sol e através dele era possível elaborar um calendário agrícola lunissolar para determinar a melhor época de plantar e colher, as fases da lua e as posições dos astros visíveis no céu. Observava-o distraído, quando ouvi um ruído estridente. Levei algum tempo para perceber que o meu moderno relógio de pulso estava fazendo bips incessantes. Parecia com ciúmes daquela maravilha que reunia de uma vez física, astronomia e biologia. Olhei as horas nos ponteirinhos movidos a quartzo: estava atrasado.

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As impressionantes Linhas de Nazca

O piloto do avião chamava-se Juan. Conforme a aeronave de prefixo OB-1302 foi se posicionando na pista, meu coração começou a bater mais forte. O avião tomou velocidade e decolou. O dia estava bonito, céu de brigadeiro como dizem os aeronautas.

Lá de cima, a visão é a de um deserto amplo e seco. Assim que começamos a passar por sobre as primeiras linhas, senti uma grande emoção. Constatei a presença de três tipos de marca: pistas, figuras e linhas. As marcas se estendiam por mais de 525km2 e até 1970 prosseguiam as descobertas de outras perto dali.

Muito se diz e escreve a respeito das linhas e figuras de Nasca, pois são objeto de estudo de vários ramos científicos: matemática, arqueologia, astronomia e até astrologia, cada um com interpretações diversas para a construção, o significado e as funções.

Entre os estudiosos, destaca-se Toribio Mejía Xesspe, o primeiro a identificar o fenômeno em 1926, tornando público seu achado em 1939. Mejía interpretou as linhas como um sistema de caminhos e rotas desenvolvidos para cerimoniais.

Em 22 de junho de 1939, o astrônomo americano Paul Kosok, especialista em sistemas de irrigação dos povos antigos, esteve no Peru em missão da Universidade de Long Island. Mas, ao sobrevoar a região a bordo de um pequeno avião da Faucett Line, em vez de estudar as obras hidráulicas dos antigos peruanos, acabou fotografando todo o complexo de figuras. Segundo ele, quando os nascas compreenderam que os corpos celestes controlavam os acontecimentos terrestres… que a vida no alto era tão organizada que produzia os movimentos anuais das estações, tornou-se claro para eles que um conhecimento maior do céu era imperativo. A astronomia transformou-se então em uma ciência prática, cuja função principal foi a de produzir um calendário regulador do processo agrícola.

Nem mesmo o barulho infernal provocado pelas hélices do avião diminuía o impacto diante do que víamos. Lá embaixo, sucediam-se as gigantescas representações de animais: um escorpião; um pássaro, com trezentos metros de dimensão; um papagaio ou condor, com dez metros; uma aranha, com 46m; um colibri, com cinquenta metros, como o cão; uma baleia, com 62m; um macaco, com oitenta metros; um outro pássaro com pescoço de serpente, com 280m, e assim por diante.

Além dessas, destacava-se a figura imensa de um homem com capacete e óculos. Seria um astronauta? Mais uma pergunta sem resposta definitiva, apesar das várias especulações publicadas em livros no mundo inteiro. As dúvidas importantes permanecem sem solução científica. O macaco não é um animal nativo da região: teria mesmo sido trazido pelos asiáticos há tanto tempo atrás?

Como se explicaria terem desenhado um “astronauta” há dois mil anos?! Isso tudo não parece racionalmente fazer sentido. Outro mistério….

De acordo com esse levantamento, as linhas de Nasca ocupariam uma área três vezes maior do que se pensava: 900km2! As fotos, hoje guardadas no Museu de Antropologia e Arqueologia de Lima, revelam 87 novos desenhos de animais exóticos, vegetais e seres humanos.

Recentemente, um piloto aficionado em aerografia, Eduardo Herrán, descobriu outros desenhos, desta vez em alto-relevo, que de tão grandes só são visíveis a pelo menos duzentos metros de altura. Impressiona a perfeição milimétrica com que foram feitos.

Cidade no Peru

Nasca

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As bruxas eram temidas por causa de seus poderes sobrenaturais

Os historiadores não conseguiram precisar quando a cidade sagrada de Machu Picchu começou a ser construída. Tem-se apenas algumas dicas. Sabe-se que foi depois do santuário do Titicaca, da cidade de Cusco e do templo de Pachacamac. Calculam que foi no final da época imperial, provavelmente pouco antes da chegada dos espanhóis a Tumbes. Projetada para ser uma réplica em miniatura da Cusco imperial, nunca foi terminada. Cerca de sessenta por cento do projeto original foram concluídos.

Com cerca de mil habitantes, Machu Picchu foi residência de sacerdotisas, bruxas e feiticeiras de diferentes especialidades. Por isso, diz-se que seu nome antes seria Layka Picchu. Tanto em quíchua quanto em aimará, a palavra layka significa bruxa. O sobrenatural é um aspecto que tanto intriga quanto fascina o ser humano.

As bruxas eram temidas pela comunidade por causa de seus poderes sobrenaturais. Entre elas existiam especialidades e categorias. Havia as sacerdotisas que falavam com os wuakas, ou seja, seres e coisas sagradas. Eram conhecidas como wuakayvillaq. As que se comunicavam com o raio eram chamadas de liviakvillaq. As que tinham contato com os mortos, malquipvillaq. Havia as que previam a sorte por meio do fogo, as yakarkas, realizando seus rituais no Templo das Serpentes, onde foram encontrados restos de instrumentos mágicos de adivinhação.

Para completar, eles tinham adivinhos que usavam a coca, a saliva e o cuy como elementos reveladores. Os rituais de adivinhação eram precedidos de um cerimonial de caráter religioso, em que se ofereciam em sacrifício lhamas absolutamente brancas. Mas há pouco registro. Ainda permanece o mistério…

Ser bruxa entre os incas era a mesma coisa que para os medievais? Na Idade Média, toda mulher magra e de feições grosseiras, ou feias, acabava sendo estigmatizada como bruxa.

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Passamos pelas ruínas de Phuyupatamarca, a 3.495m de altitude. Eram as mais completas e bem conservadas de todo o caminho. Não se conhece a função específica desses prédios. Sabe-se apenas que havia quatro setores: o agrícola, o religioso, o das águas e o de habitação. À nossa frente, outra descida íngreme a enfrentar, aparentando ter mais de mil degraus. Sandra desceu primeiro, porque meus joelhos estavam gritando de dor.

No fim, três quilômetros percorridos e alcançávamos o acampamento Wiñay Wayna (“mulher jovem”), a 2.700m de altitude, um galpão de dimensões avantajadas, que servia de albergue.

Era permitido acampar do lado de fora ou podia-se pagar uma taxa simbólica e dormir lá dentro no sleeping bag. Havia também um restaurante, onde se vendia um artigo especial que povoava há dias os sonhos da maioria: cerveja.

Não aguentávamos mais tomar mate de coca. Encontramos, ainda, uma das maravilhas do mundo moderno: banheiros. A água quente tinha hora certa para sair; o resto do tempo ela vinha gelada como descia da montanha. Apesar das limitações, a perspectiva de um bom banho e de uma boa cerveja deixou todos animados.

Naquela noite, eram cerca de noventa os hóspedes. Estávamos animados sobre as expectativas de conhecer Machu Picchu.

Foram 4 dias de caminha intensa. Vencemos a altitude e nossas limitações. Éramos peregrinos em busca de algo que não conhecíamos. Apenas histórias de amigos ou livros com relatos.

O local era simples, tinha o conforto que precisávamos. O desprendimento da vaidade já havia começado. Estávamos próximo de Machu Picchu, bastava uma noite e ao sinal das primeiras luzes teríamos contato com a Cidade Sagrada que buscávamos nos últimos dias.

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A Trilha Inca não é para qualquer um e é difícil percorrê-la

Percorrer a Trilha Inca está cada vez mais caro e complicado. A reserva deve ser providenciada com antecedência mínima de 30 dias por meio de uma agência de turismo credenciada. As autoridades limitaram o número de pessoas que podem transitar diariamente pela trilha, em razão dos danos causados ao patrimônio e do lixo que os visitantes deixam.

Evite se possível o verão, época de chuvas torrenciais na região. Nos locais mais baixos há mosquitos nos meses mais quentes, a estação chuvosa, o verão, a ser evitado, se possível.  Há carregadores que transportam o material de camping e comida, mas não a sua mochila, que será você quem terá que carregar.

Você percorrerá a única verdadeira estrada inca inteiramente conservada, vivenciando a emoção de pisar nas mesmas pedras muitas vezes trilhadas pelos guerreiros do imperador. Verá, por todo o caminho, ruínas que a maioria dos turistas nunca chegará a conhecer. Será uma experiência inesquecível, que o fará conhecer seus próprios limites, ter contato com uma natureza quase intocada e avistar paisagens de tirar o fôlego. Finalmente, você entrará em Machu Picchu cedinho pela manhã, e poderá curtir a magia de um lugar especial, antes que ele seja invadido por uma multidão.

Para percorrer a Trilha Inca, leve lanterna, cantil, sapatos adequados, blusão impermeável, gorro, luvas, pastilhas de cloro para dissolver na água, remédio contra soroche, antiespasmódico, analgésico, antitérmico, anti-inflamatório, protetor solar, papel higiênico, lenços de papel, repelente contra insetos e toalha de banho. Se não tiver saco de dormir, alugue um em Cusco. Deixe sua bagagem no hotel (obviamente, se o local for seguro; caso contrário veja com a agência se há meios de guardá-la) e leve consigo apenas o que for realmente necessário.

Embora as agências preparem as refeições nos acampamentos, biscoitos, chocolate e queijo podem ser úteis. Na primeira parte do caminho você pode encontrar alguns locais onde comprar água mineral e outros produtos; depois, complica. Informe-se com seu guia. Evite afastar-se demasiadamente do acampamento e não marque bobeira com suas coisas.

É uma experiência única (ou para se fazer uma vez na vida apenas…). Não é programa para qualquer um, e mais difícil do que percorrê-la é ter um chato do lado reclamando o tempo todo! Trata-se de uma marcha a pé de 40km, das proximidades de Cusco até Machu Picchu, com 3 noites passadas em acampamentos (nada de água quente ou de banheiros na maior parte do trajeto). A comida não é lá essas coisas e as subidas são cansativas em diversos trechos, em um dos quais se alcança uma altitude de mais de 4.100m, com todos os problemas que isso acarreta. Você estará percorrendo um local histórico que pertenceu a uma civilização extinta: respeite-o. Não jogue lixo no chão. Para suas necessidades, inspire-se nos gatos: cave um pequeno buraco e cubra-o depois com terra.

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Cusco

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