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As estradas da Route 66 não foram feitas para carros comuns

Segui no rumo da Califórnia e saí 22 km a oeste para conhecer uma das grandes atrações do Arizona, Meteor City. Ali, há uma cratera gigantesca, que foi aberta por um meteorito de cem mil toneladas ao espatifar-se no chão a uma velocidade de 82.320 mil quilômetros por hora, 49 mil anos a.C. As dimensões são de meter medo. A cratera tem dois quilômetros de diâmetro por cinco de circunferência. É profunda o suficiente para “engolir” um prédio de sessenta andares e na sua base poderia abrigar pelo menos uma dezena de campos de futebol.

O lugar é de uma amplidão impressionante. Uma planície vasta e verde, com montanhas muito ao longe, torna aquele imenso buraco ainda mais impressionante. Os prospectos turísticos garantem que este é o mais bem preservado sítio onde houve um impacto de meteoro no mundo. As condições geológicas e o tamanho inacreditável da cratera estimularam a Nasa, agência espacial americana, a montar ali um centro de treinamento para astronautas do projeto Apollo. O solo reproduz de maneira muito próxima o solo da Lua.

Como não poderia deixar de ser, há no local um Astronauts Hall of Fame, com exposições a respeito de outra conquista americana, a do espaço. Inclui desde informações sobre os primeiros foguetes até uma cápsula em exposição da Apolo 1, e diversas fotos e outros materiais a respeito da Challenger, o ônibus espacial. Challenger, aliás, é um nome muito apropriado para esta empreitada, pois em inglês refere-se a “desafio”, coisa de que o povo americano realmente gosta. E eu percebi, então, que também estava cumprindo o meu próprio challenge: 66 dias na Route 66. A cratera serviu de cenário para o filme Starman (1983), com Jeff Bridges e Karen Allen, que contava a história de um homem que veio do espaço.

Um pouco adiante, chega-se a Two Guns, a terra do Diablo Canyon, um alinhamento da Route 66 tão velho que fica difícil acreditar que exista uma estrada ali. O canyon tem muitos metros de largura e pelo menos trezentos metros de profundidade. Os pioneiros deixaram vários registros do quanto era difícil atravessar essa região.

A poucos quilômetros do Diablo Canyon, foi descoberto um sítio arqueológico, onde foram encontrados tesouros inestimáveis, como potes e vasos identificados como sendo de tribos indígenas que habitaram o local entre 1050 e 1300 d.C. Estas civilizações foram atraídas pelos solos férteis do platô, resultado da desintegração de terrenos vulcânicos de lavas e cinzas cuspidas das San Francisco Mountains, a oeste.

Two Guns recebeu este nome por causa de Two-Gun Miller, que, enaltecendo a sua condição de apache, matou um vizinho durante uma disputa por terras. Os amigos do morto escolheram como epitáfio a frase “morto pelo índio Miller”. Ele, obviamente, não gostou. A cidade é a última oportunidade para se encontrar postos de gasolina no estilo dos que eram construídos nos anos 20. Durante muito tempo, foi considerado o pior lugarejo do caminho, embora tenha sido construído especificamente para atender à demanda dos turistas, que queriam conhecer o canyon.

Apesar disso, as estradas não foram feitas para carros comuns. É uma aventura passar por elas. Resolvi, finalmente, explorar a região ao redor, mas fiquei um pouco arrependido. As pontes que davam acesso às pequenas cavernas rangiam demais quando se passava por elas. Foi, para mim, um desafio vencer o medo. Por causa das dificuldades locais, é comum ver na estrada placas alertando os viajantes para, por exemplo, “deserto à frente”, “última chance para gasolina”, “sem água” ou “cascavéis por aqui”.

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Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

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Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

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Viagem de incentivo- Route 66

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Seja flexível com datas e horários de passagens

Tome muito cuidado com seu dinheiro na viagem

Na Big Apple, nasceu o movimento gay!

Mostre ao mundo que você não é menos capaz

Miami é o paraíso das compras nos EUA e o destino dos brasileiros!

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Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

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Você se desprende sem preocupações

Para quem não tem um roteiro definido, as opções são variadas

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

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Utilize a tecnologia a seu favor na viagem

Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

Na Route 66 surgiu o camping, drive-thru e postos de gasolina

Os postos de gasolina como nós os conhecemos hoje, também foram um negócio de pioneiros quando a Route 66 surgiu. Antes, a gasolina era vendida em lojas, como qualquer outro artigo.

A ideia evoluiu de acordo com o nascimento das estradas, porque as pessoas começaram a ir mais longe. Além de vender gasolina, os postos se transformaram em centros de serviço para os rodoturistas. No mesmo local onde se podia conseguir combustível, havia mecânicos, borracheiros e profissionais para fazer outros pequenos reparos. Esta concepção foi exportada para o mundo inteiro. Pode-se dizer que foi uma das mais importantes invenções da Route 66.

Não era muita gente que viajava no começo dos anos vinte. As ruas não eram boas, os motores dos carros aqueciam com facilidade, os pneus eram pouco resistentes e as rodovias não eram demarcadas e muito menos sinalizadas.

A falta de hábito de viajar era causada pelas dificuldades. Mas foi graças a esses primeiros turistas que se pensou em desenvolver um sistema federal de rodovias. foi a mother road que ajudou este ramo a se desenvolver.

Apesar do primeiro posto de gasolina ter sido montado antes de 1910, só depois da Route 66 ser estabelecida que a idéia de vender gasolina e óleo separadamente desenvolveu-se.

No começo da Route 66, desenvolveu-se rapidamente no Missouri um tipo de negócio: os acampamentos. A geografia da região facilitava aos pequenos empreendedores construir cabanas ou motéis de madeira com um custo bem baixo. Isso atraiu muitas pessoas.

A evolução foi exatamente esta: começou com o viajante parando na estrada e montando o seu próprio acampamento por uma noite; depois, surgiram os campings públicos e os privados, que se transformaram posteriormente nos bangalôs para turistas e, após a Segunda Guerra Mundial, nos motéis modernos. Todos estes comércios desenvolveram-se ao longo da Route 66 e muitos estabelecimentos viveram em função deles.

No setor gastronômico, a Route 66 também foi pioneira. A loja de Sheldon Chaney (o Red) e Julia, sua esposa, inaugurada em 1947, tornou-se a primeira do mundo a servir hambúrgueres no sistema drive-thru, com a cozinha exposta para o consumidor, hábito corriqueiro nas atuais cadeias de fast-food. Chamava-se Red’s Giant Hamburg.

A grafia hamburg para a palavra hamburger, em inglês, não foi ideológica, mas acidental. O proprietário calculou mal o tamanho da placa sendo obrigado a deixar de lado a sílaba final “er”. Esse detalhe pitoresco pouco importava aos fiéis consumidores. Até 1980, quando fechou as portas, Red tinha larga clientela, que não se afastou de lá nem mesmo quando a Route 66 foi desativada oficialmente.

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Amarillo é o centro de cowboys e gado

Amarillo é o termo em espanhol para amarelo. A cidade foi fundada em 1887 por Henru Sanborn, perto do lago Amarillo, que tem esse nome devido à cor amarelada das suas margens e às muitas flores desta cor que cresciam nas redondezas. Sanborn havia denominado o local originalmente de Oneida, mas mudou-o quando concorreu às eleições legislativas estaduais. Inicialmente, existiam ali muitos búfalos, que ocupavam a região conhecida como Panhandle, o cabo da panela. Região vasta e hostil, habitada por índios, era tida como inabitável e inútil pelos pioneiros brancos.

No entanto, com a descoberta da eficácia do uso dos ossos de búfalo como fertilizante, criou-se um negócio lucrativo, que começou a atrair personagens ricos e famosos. A cidade transformou-se rapidamente num centro de cowboys e o gado tornou-se a principal atividade. Não é à toa que o Texas é tido como a capital mundial dos rodeios e a terra de origem deste homem chamado cowboy.

Amarillo foi um grande entreposto comercial de gado, produtos agrícolas, petróleo e gás, transformando-se na mais importante localidade da região. No seu subsolo, está uma das maiores reservas do gás hélio do mundo. Foi precisa mente lá, ainda, que o arame farpado foi inventado e patenteado por J. F. Gilden, conforme pude constatar no museu em McLean. Ele e Sanborn foram os primeiros a utilizar o novo produto para cercar seu rancho, impedindo assim que o gado se dispersasse durante o inverno.

Hoje, Amarillo tem mais de 157 mil habitantes, e para quem gosta de história, tem muito a oferecer. O American Quarter Horse Heritage Center é um bom programa e a melhor justificativa para a sua existência está sintetizada nas palavras de um certo John Trotwood Moore: “Não importa onde os homens deixaram suas pegadas no longo caminho entre o barbarismo e a civilização; sempre vamos encontrar as marcas das ferraduras dos cavalos ao lado.”

O quarter horse, conhecido como “quarto de milha”, era a raça de cavalo preferida para montaria pelos cowboys. Filmes, interativos, exposições e tudo o que possa se referir à história destes animais e a sua utilidade para o progresso da região estão nesse museu. Uma das coisas que me pareceu mais interessante ali foi a reprodução daqueles portões de largada, onde cavalos e jóqueis aguardam o início das corridas. É possível sentar no lombo de um cavalo de brinquedo e conferir o ponto de vista.

Os dois elementos mais presentes na vida do rancheiro do Velho Oeste eram o cavalo e o gado. Assim, ainda hoje um dos eventos mais famosos de Amarillo é o leilão agropecuário, o maior de todo o Texas, que chega a vender acima de trezentas mil cabeças de gado por ano. É realizado numa praça pública e vale a pena acompanhá-lo. Resolvi, prosseguindo em minhas descobertas, ir até o bairro de San Jacinto, que surgiu como um subúrbio ao qual se chegava de bonde. Com o advento do automóvel, um centro comercial cresceu à beira da Route 66, ou 6th Street, como é ali chamada. Os prédios ao redor colecionam uma série de pequenas lembranças a respeito da estrada.

Embora esteja rodeada pela moderna Amarillo essa área da cidade conserva o charme dos lugarejos ao longo da velha rodovia São apenas dez quarteirões, mas que me levaram ao passado. Não resisti e tomei um ice cream soda, e comi um hambúrguer numa aconchegante delicatessen. A cidade teve também uma piscina pública, the Amarillo Natatorium, em forma de cavalo, mas a tentativa de reproduzir a tradição dos banhos romanos não foi bem-sucedida.

O “Nat”, como é chamado pelos locais, reabriu em 1926, mesmo ano em que a Route 66 nasceu, mas então transformado num concorrido salão de bailes. Por ele passaram todas as melhores bandas dos anos 30 e 40, Paul Whiteman, Count Basie, Louis Armstrong, Bennie Goodman e Harry James. Na década de 1950, a Route 66 teve seu traçado alterado. Saiu da 6th Street e foi para o Amarillo Boulevard. Ali encontram-se os melhores locais para hospedagem, com motéis bons e de preço razoável.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Amarillo

Estados que fazem parte da Route 66
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Logos Informativos

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Quando estiver navegando na área de Guia das Cidades, o blog optou por segmentar e priorizar algumas dicas e informações para que possa ajudá-lo no seu planejamento da viagem. Contamos com o apoio de viajantes que vivenciaram alguma experiência na cidade e possuem alguma informação e desejam compartilhar para ajudar novos viajantes. Contribua e torne-se um VIAJANTE TOP, inspirando pessoas que estão embarcando.

Ao chegar no seu destino procure as Centrais de Informações Turísticas para obter mapas e informações. É o melhor local para iniciar sua viagem. São profissionais preparados e dispostos para ajudá-lo. Abuse, pergunte, anote e não saia enquanto não estiver seguro. Se precisar retorne algumas vezes, pois eles sabem o que você procura. Na sua viagem pela Europa ao chegar numa estação de trem você encontra facilmente essas centrais. Em alguns aeroportos pelo mundo são facilmente reconhecidos.

Damos prioridades no Blog para locais econômicos e que servem boa refeição.  Depende do seu planejamento e interesse para que possa explorar os restaurantes. Eu adoro experimentar a comida típica do local e de outras nações. Adoramos locais no qual você pague e coma a vontade. Cuidado com temperos e condimentos diferentes para não ter problemas estomacais.

Optamos por priorizar os melhores hostels e hotéis econômicos. Nossa ideia é que possa dormir num local limpo, seguro, bem localizado e pagando pouco. Acomodações sevem para dormir e a cidade é para ser explorada conforme seu interesse.

As melhores opções de locais históricos ou imperdíveis que tenham um custo estão nessa parte. Faça a sua programação selecionando algumas atrações recomendadas e divirta-se muito.

Selecionamos as melhores opções de compras nos Outlets na cidade ou próximos para que possa fazer suas compras de maneira inteligente pagando um preço menor por algo que possa interessar. Guarde o seu dinheiro para gastar em outras atrações que tenha vontade de explorar na sua viagem.

No seu planejamento sempre encontrará muitas opções para explorar na cidade, por isso selecionamos as melhores opções de lazer, históricos, sem gastar NADA e que deve estar nos seus planos. São parques, museus, roteiros a pé, lugares públicos. Enfim organize-se e faça esse equilíbrio na sua viagem e divirta-se.

Caso pretenda viajar com seu “cãopanheiro”. Selecionamos as melhores opções de hotéis, restaurantes e outros locais que permitam a entrada de nosso amigo.

Cada vez mais as pessoas estão se conscientizando que andar de bicicleta pode ser uma boa opção de transporte. Selecionamos locais para que possa alugar a sua bike e explorar a cidade.

Quando começar a explorar a cidade, considere o metro com uma das melhores opções por ser rápido e econômico. Em todas as cidades apresentadas em nosso guia onde houver metro, fornecemos um mapa para que possa ajudá-lo na sua viagem.

Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo

 

Viagens de Incentivo
Palestra Motivacional

Albuquerque é a cidade mais agitada do Novo México

De Santa Fé, peguei carona e acabei em Albuquerque, a cidade maior e mais agitada do Novo México, com seus quase trezentos mil habitantes. Foi fundada em 1706, pelo espanhol dom Francisco Cuervo y Valdez, na Chihuahua Trail, extensão da Santa Fe Trail, no sentido do México. Pode ser considerada a síntese da diversidade do estado. É, ao mesmo tempo, antiga e contemporânea, uma mescla da natureza com o concreto das construções, uma “fronteira” entre o mundo do Velho Oeste e uma cidade cosmopolita. Misturam-se ali, como num grande liquidificador, culturas, culinárias, pessoas, estilos, histórias muito diversas.

Embora os EUA tenham proclamado a posse sobre essa terra, somente depois da Guerra de Secessão os americanos tiveram interesse direto em dominá-la. Foi a chegada da estrada de ferro na década de 1880 que mudou o perfil local, com a vinda de muitos saxões. Desde a sua fundação até a década de 1940, Albuquerque cresceu lentamente. Mas as pesquisas nucleares trouxeram finalmente o desenvolvimento econômico.

De 1940 para cá, a população cresceu dez vezes em relação aos primeiros 234 anos. A cidade expandiu-se às margens do rio Grande, antigamente chamado de rio Bravo del Norte, e entre as Sandia Mountains das reservas indígenas e a Kirtland Air Force Base. Seu primeiro nome, San Francisco de Alburquerque, era uma dupla homenagem: ao padroeiro do povoado, São Francisco Xavier, e ao duque de Alburquerque (é isso mesmo: Alburquerque, com um r a mais), vice-rei da Espanha na época.

Como a homenagem não havia sido comunicada, como de praxe, ao soberano espanhol de então, o rei Felipe V, e para evitar quaisquer constrangimentos, o vice-rei mandou rebatizar o lugar de San Felipe de Alburquerque, que passou a ser popularmente chamada de Duke City, a cidade do duque. Com o tempo, por alguma razão misteriosa, o r excedente do sobrenome ilustre desapareceu, talvez por alguma conspiração divina a favor da boa sonoridade. Já era Albuquerque quando a Santa Fe Trail alcançou a cidade em 1881.

Em Albuquerque, a Route 66 é a Central Avenue, que nos leva de volta aos anos dourados da estrada. O primeiro ponto é o 66 Diner, um prédio branco, com janelas generosas. Embora tenha sido inaugurado no final da década de 1980, o restaurante reproduz a decoração dos muitos 66 Diners originais que existem ao longo da Route. As paredes estão cobertas de fotografias e tecidos pintados com motivos inspirados nos principais marcos da Route 66. As juke boxes, é claro, só tocam músicas da época. Na hora do almoço, é grande o movimento de executivos, de estudantes da Universidade do Novo México, que fica logo ao lado, e de turistas ávidos por um bolo de carne ou um bife de fígado acebolado.

Tanta nostalgia é perfeitamente compreensível num negócio entravado na rua pela qual passa a legendária estrada e muito próximo da Associação da Route 66 no Novo México. O objetivo é preservar a memória da rodovia que deixou de ser federal, mas nunca abandonou aqueles que nela acreditaram. Nas imediações do 66 Diner, fica ainda um autêntico posto Phillips 66, em operação desde os anos 40. Na mesma avenida, perto da Old Town Placa e a uma pequena distância da ponte sobre o rio Grande, fica o El Vado Motel, fundado em 1937 e construído por Dan Murphy. Dizem que este é o motel mais característico da Route 66 na cidade. O neon que indica o seu nome tem a cabeça de um índio rodeada por um frondoso cocar.

Do outro lado da rua, fica o Casa Grande Restaurant, antes parte de um complexo de serviços da Route 66 que incluía um hotel, um bar e um posto de gasolina. O café da manhã é servido sem horário delimitado e faz a alegria dos clientes habituais, que se deliciam com os “ovos rancheiros”, os omeletes de chili, os ovos com lingüiça polonesa, os waffles e as panquecas com cobertura de maple (borde).

Outras opções para hospedagem, ou simplesmente para uma visita à história deste tipo de negócio nascido na Route 66, são os motéis Loma Verde, La Mesa, Rose Villa, La Puerta, Tewa Lodge, Lazy H, El Cid, Trade Winds, Zia, Anza Motel, Royal Motor Inn, Aztec Motel e o Route 66 Hostel. A Central Avenue oferece, ainda, uma coleção de prédios no estilo art déco com alguma influência dos pueblos, como o próprio Aztec Motel, o Lobo Theater, e os edifícios Sunshine e Rosenwald. Mas, impressionado mesmo eu fiquei ao ser apresentado à mais antiga e melhor restauração da cidade, o KiMo Theater, originalmente construído pelos Boller Brothers, um grupo de projetistas de teatros famoso no Sudoeste. O estilo é conhecido no local como hi-ho rococo, por sua ligeira inspiração no correspondente francês, que foi imortalizado em milhares de igrejas ao redor do mundo. O KiMo funciona como uma espécie de janela para o espírito da época em que a Route 66 dominava o cenário, desde Chicago até Los Angeles.

Albuquerque desempenhou um papel importante na mudança do traçado da estrada mãe no Novo México, nos anos 30. O trajeto original, que eu percorri, levava até Santa Fé. Mas, desde que começou a ser construída, a cidade esperava que ela seguisse numa linha “mais reta”. Por influência do governador Clyde Tingley, amigo pessoal do presidente Franklin Delano Roosevelt, o Novo México conseguiu financiamento para diversas obras dentro de um programa do governo federal conhecido historicamente como New Deal, ou Novo Pacto, implantado por Roosevelt entre 1933 e 1939. O objetivo era recuperar e reformar os entraves econômicos criados pela Depressão dos anos 30. Ao aceitar a nomeação para a candidatura em 1932, pelo Partido Democrata, Roosevelt disse: “Eu peço a vocês, e a mim mesmo, um novo pacto social para o povo americano.”

Desse modo, o New Deal foi a maior ação intervencionista federal na economia para estimular o crescimento industrial, amparar as vítimas da Depressão, garantir um padrão de vida mínimo e evitar crises econômicas de igual porte no futuro. Na primeira fase, visava basicamente o auxílio aos desesperados e pauperizados pela Depressão. A partir de 1935, no período comumente chamado de novo New Deal, foi dada ênfase às reformas, sobretudo a um plano de obras com amparo federal com o objetivo de criar empregos. Uma destas obras foi a mudança do trajeto da Route 66, através da extensão Santa Rosa—Albuquerque.

Cidade na Route 66 no estado do Novo México

Albuquerque

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Fornecemos no blog o Mapa de Metrô das principais cidades que visitamos para que possa ajudá-lo em sua viagem. O metrô é uma opção rápida e econômica para locomoção. Em algumas circunstâncias não será necessário alugar carro. Nas maiores cidades, muitas vezes, essa é o melhor maneira de chegar aos destinos programados como Nova York, Londres e Paris.

 


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A Route 66 representou o nascimento dos postos de gasolina

Seguindo num mapa o traçado da Route na cidade, acabei topando com o que, segundo me informaram, havia sido um posto de serviço bastante estável. Ao chegar a uma casa simples, encontrei um homem trôpego, a quem pedi uma informação sobre o tal posto. Qual não foi minha surpresa quando ele, sentado numa cadeira de balanço, olhou-me fundo e deu-me de presente um dos momentos mais incríveis da viagem.

Por puro acaso, estava diante de Michael Burns, um octogenário dono de posto de gasolina na capital de Illinois. Ele era um garoto quando o pai começou no oficio de borracheiro e “varejista” de gasolina e óleo. Depois de perguntar por que eu usava aquela camisa com o emblema da Route 66, começou a contar um pouco sobre a sua relação com a estrada.

— Não era muita gente que viajava no começo dos anos vinte. As ruas não eram boas, os motores dos carros aqueciam com facilidade, os pneus eram pouco resistentes e as rodovias não eram demarcadas. Muitos paravam no meu posto para perguntar se estavam em Kansas ou em Nova York.

Naquela época, segundo ele, a falta de hábito de viajar era causada pelas dificuldades. Mas foi graças a esses primeiros turistas que se pensou em desenvolver um sistema federal de rodovias.

— Uma vez apareceram aqui dois rapazes que me perguntaram se estavam em Springfield. Respondi que sim e eles pediram que eu colocasse combustível. Quando lhes apresentei a conta, de cinquenta litros de gasolina e mais dois de óleo, eles ficaram surpresos. “Meu Deus”, disseram, “nós saímos de casa para conhecer um lugar que fica somente a setenta e cinco quilômetros de Springfield.” Na verdade, eles haviam errado o caminho e em vez de ir para Springfield, no Missouri, vieram parar aqui em Illinois. Era assim naquele tempo.

O senhor Burns disse isso com uma ponta de sorriso nos lábios e acendeu um cigarro, lembrando dos tempos pioneiros em que não havia pavimentação na estrada, o que permitia a ele e ao pai viverem de consertar as centenas de pneus que estouravam a todo momento. As primeiras estradas eram terríveis, dizia ele, fazendo um movimento ondulatório com a mão. Conversamos algum tempo a respeito de como a estrada recebeu os engenheiros e o solo mais liso. Ele falou um pouco sobre cada uma das épocas ao longo dos mais de cinquenta anos em que estava naquele negócio bastante lucrativo. Disse-me, orgulhoso:

— A Route 66 representou o nascimento dos postos de gasolina.

Vim a descobrir depois que a afirmação era um pouco exagerada, mas, de fato, foi a mother road que ajudou este ramo a se desenvolver. Apesar do primeiro posto de gasolina ter sido montado antes de 1910, foi só depois que a Route 66 foi estabelecida que a ideia de vender gasolina e óleo separadamente desenvolveu-se.

Cidade na Route 66 no estado de Illinois

Springfield(IL)

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

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Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

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Tome muito cuidado com seu dinheiro na viagem

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Mostre ao mundo que você não é menos capaz

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Qual a melhor maneira de transportar meu pet?

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

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Para quem não tem um roteiro definido, as opções são variadas

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

Compre algumas coisas no supermercado e aproveite a luz do dia

Não faça compras desnecessárias

Planejar muito bem para aproveitar as oportunidades e viver experiências incríveis

Reserve pela internet a melhor opção para seu bolso

Utilize a tecnologia a seu favor na viagem

Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

A Route 66 está mais viva do que nunca

Passei, então, por Bellemont e cheguei a Williams. A cidade foi fundada em 1880 e tem 2.500 a antes. Divide seu nome com as Bill Williams Mountains, assim chamadas em homenagem ao primeiro americano branco a explorar a região, em 1830. Bili nasceu em 1787, na Carolina do Norte, e viveu entre os índios osage e ute. Em 1826, esteve pela primeira vez no local onde seria erguida a cidade. Teria também passado ali o inverno de 1832 para 1833. Em 1849, sofreu uma emboscada mortal pelos índios. Em 1954, um grupo de moradores criou a Bill Williams Montain Men Organization, para “perpetuar a memória e o romance do homem da montanha”. Hoje, na cidade, a Route 66 corresponde à Bill Williams Avenue.

A localidade distingue-se por ter sido a última da antiga estrada a ser cortada pela Interstate 40, em 13 de outubro de 1984, quase duas décadas depois do início da construção das novas rodovias, que substituíram a velha 66 no trecho entre Chicago e Santa Mônica quando passaram por ali. A festa de inauguração atraiu a imprensa e políticos de todo o país. Bobby Troup cantou sua música, políticos fizeram discursos. Muitos queriam que o tempo fosse congelado. Mas não foi. Um “devoto” da Route 66 lembrou aos repórteres que a estrada não acabaria em virtude de o departamento competente haver resolvido desativá-la. “A Route 66 é feito Elvis Presley. Nunca morre”, disse. Finalmente, o cinema não poderia faltar. Nos arredores de Williams, foram rodadas várias cenas de Midnight run (1988), estrelado por Robert De Niro.

Minha próxima parada foi Seligman, fundada em 1886 e que tem novecentos habitantes. Nasceu como uma comunidade à beira da estrada de ferro, mas transformou-se depois num bastião para a Route 66, graças aos esforços do barbeiro Angel Delgadillo, de sua família e de seus amigos.

O nome da cidade deve-se à família Seligman, mais especificamente a Jesse Seligman, constituída por banqueiros de Nova York ligados à companhia ferroviária. De Seligman a Kingman, fica o fim de um trecho da velha 66. São 250 km ininterruptos da Route 66, que estão entre os mais preservados de todo o trajeto. Depois, ela segue para Oatman e Topock. Ao lado da barbearia de Angel Delgadillo, fica o Snow Cap, que serve bons hambúrgueres, sob a supervisão do irmão dele, Juan, um cara bastante irônico. No cardápio, existem pérolas como o “hambúrguer sem presunto” e o “cheeseburger com queijo”. Desde a placa de entrada, Juan destila seu veneno: “Desculpe, estamos funcionando.”

Natural da cidade, Delgadillo nasceu antes mesmo da Route 66 ser oficialmente designada. Era do tempo de uma estrada ainda mais estreita, muito suja. Os pais vieram do México. Seu pai trabalhava para a Companhia Ferroviária de Santa Fé, mas em 1922 houve uma greve e ele foi afastado. Resolveu abrir uma barbearia no pedaço que ainda hoje é conhecido como Route 66. Durante a Depressão, os negócios iam muito mal e a família Delgadillo esteve prestes a se juntar ao pessoal das vinhas da ira, como ficaram conhecidos os migrantes durante aquele período. Naquela época, Angel era um garoto e ficou assustado com o que estava para acontecer. Colocar o pé na estrada com todos os pertences era uma rotina naquele tempo. No entanto, seus irmãos conseguiram emprego como músicos.

Tocavam para cima e para baixo na Route 66, e as coisas começaram a melhorar para eles. A diversão, naquela época, era “caçar” as sombras de automóveis e caminhões que passavam pela 66. Ela fazia parte da infância de Angel Delgadillo. Para ele, a velha estrada continua viva, porque os mais jovens procuram aventura, o que fica difícil numa estrada de alta velocidade onde a paisagem é pouco diversificada. “A Route 66 está mais viva do que nunca”, acredita aquele que a viu nascer, ter seu auge e ser desativada. Do seu coração, ela não sairá jamais. Como também não sairá do coração daqueles que têm a sorte de serem apresentados à sua história, confirmada na tradição de tantas cidades às suas margens, em locais que, de diversas maneiras, exemplificam o merecido culto à estrada mãe, como o Historic Route 66 Motel e a Historic Route 66 General Store, e o Copper Cart Restaurant, em Seligman.

Cidades na Route 66 no estado do Arizona

Williams | Seligman | Kingman | Oatman

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Viagem de incentivo- Route 66

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Biografia

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Padrão Motta

O “Padrão Motta” é  a melhor  experiência num destino

Quando viajo sempre anoto a melhor experiência que vivencie no local. Tenho como critério priorizar locais que NÃO gasto nenhum dinheiro e me divirto muito e também quando tenho que desembolsar algo, mas me divertindo bastante. Assim surgiram as minhas indicações pessoais e pode confiar. Se é Padrão Motta, anota. No blog você encontrará o selo Padrão Motta como recomendação em todas as cidades que eu fui. Não se esqueça de contribuir com suas informações e PADRÃO MOTTA.


A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

Peach Springs foi um ponto de passagem a caminho de Truxton, onde fui visitar o Frontier Cafe, com comida de padrão acima da média, café gostoso e histórias engraçadas. Truxton é uma comunidade fundada em 1857 pelo tenente Edward Beale, que ali chegou com uma caravana de camelos. Truxton era o sobrenome de sua mãe e de seu avô. Mas, como cidade, é relativamente nova, pois só atingiu esse status em 1951.

A próxima localidade, Kingman, nasceu em 1883, para homenagear Lewis Kingman, engenheiro da Companhia Ferroviária de Santa Fé. Ali, a Route 66 aparece com o nome de Andy Devine Boulevard, em referência a um astro dos filmes de cowboy, famoso nas décadas de 1940 e 1950. O pai de Andy dirigia o Beale Hotel, onde ficaram hospedados grandes artistas e personalidades, como Greta Garbo, e Charles e Anne Moreau Lindenbergh, que estiveram na cidade para inaugurar o novo serviço de correio postal.

Fui visitar o Mr. D’s Route 66 Diner, um bar em que desde as garçonetes até o menu, é todo dedicado à Route 66. Não se pode deixar de provar o saboroso milk shake, além do delicioso cheeseburger do lugar, que, assim como o de Juan Delgadillo, de Seligman, tem bastante queijo. Muito próximo do bar, fica a sede da Associação da Route 66 no Arizona. Lá, conheci Shirley Bellmore, uma morena de cabelos encaracolados e que usa óculos.

— As pessoas mudam, os EUA mudaram muito dos anos 40 para cá. Mas a Route 66 tem um jeito próprio, um estilo, é a maneira de conhecer os EUA. Atravessar o pais pelas highways é seguro, mas não permite que se veja nada. A verdadeira América está nas exits, como a Route 66 — disse ela.

Falou-me também de uma tradicional corrida de carros que vai de Seligman a Kingman, um percurso de 180 km, a serem vencidos em três dias. Da última corrida, haviam participado 650 carros, dos mais variados. O espírito não é chegar primeiro, mas parar em todos os pontos de interesse da Route 66. É o contato com os bares, os cafés, os hotéis, enfim, com a filosofia existencial das pessoas que moram na estrada e vivem dela.

Finalmente, segui para Topock, último ponto da escala antes de cruzar a divisa com o estado da Califórnia. Na linguagem indígena, o nome da cidade significa “cruzar a água”. Dei uma agradável volta pelo lago Havasu e depois visitei o Five Star Enterprises, de Ron Bohnstedt, um colecionador feroz que junta quase tudo que leve um 66 como marca.

Se o Arizona é um dos cenários preferidos para locações cinematográficas, a Califórnia é o cinema. O Oeste eu conhecera realmente. Vivi momentos de indiscutível beleza, surpresa e encantamento em meio a pedras, montanhas, desertos, índios, cowboys e mulas. Agora, a etapa final de minha aventura aproximava-se. Agora, o destino era o mar, o pier de Santa Mônica, os surfistas, os skatistas e as garotas de praia.

 

Cidades na Route 66 no estado do Arizona

Seligman | Kingman

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Um dos maiores McDonald’s está na Route 66

San Bernardino nos arredores da cidade, perto das montanhas de San Gabriel, os vales são utilizados para esta cultura. O ar tem cheiro de flor de laranjeira. É, ao mesmo tempo, suave e penetrante. Além das laranjas, está intimamente ligada a um dos ícones mais festejados da culinária americana: o hambúrguer.

Ainda nos anos 30, um dos apelidos de Los Angeles era o de “capital nacional do restaurante-coma-dentro-do-seu-carro”. Assim, para investir nesse negócio, em 1939, dois homens naturais da Nova Inglaterra mudaram-se para San Bernardino. Seus nomes: Richard e Maurice McDonald.

Ali, eles cortaram as fitas de inauguração de um drive-in burger que viria a revolucionar a indústria de alimentos. Sua loja rapidamente transformou-se em parada obrigatória para as famílias de turistas e para os adolescentes. Mas, os irmãos McDonald não estavam satisfeitos com a lentidão do serviço, sempre que havia clientes demais na fila esperando para serem servidos.

Já naquela época, eles vinham estudando com cuidado a tendência de restaurantes self service em postos de gasolina, mercadinhos e outros negócios de menor porte. Em 1948, os rapazes concluíram que o negócio estava pronto para dar outro passo.

Neste ano, reduziram o cardápio ao mínimo, suspenderam o sistema de atendimento em carros e fizeram da loja um modelo que seria seguido pelos fast foods ao longo dos cinqüenta anos seguintes. No começo da década de 1950, quando surgiram outras cadeias semelhantes, como a Howard Johnson e a A&W, os McDonalds expandiram sua atividade pela Califórnia e Arizona.

Já vendiam mais de um milhão de hambúrgueres a 15 centavos e mais de 160 toneladas de batata frita a 10 centavos. O segredo era a operação padronizada que oferecia serviço instantâneo, com funcionários como que saídos de uma linha de montagem de uma fábrica qualquer. Resultado: as pessoas corriam para as lojas do McDonald’s como formigas a um piquenique.

Em 1954, Ray Kroc convenceu os irmãos a fazerem franquia do negócio. O primeiro McDonald’s nesse esquema foi aberto exatamente no outro extremo da Route 66, em Des Plaines, Illinois.

Ao percorrer a Route 66, quando estiver no estado de Oklahoma não esqueça de visitar uma atração imperdível que fica na saída de Vinita, à beira da estrada encontra-se um dos maiores Mc Donald’s do mundo, pelo menos em espaço físico. Este cruza a Interstate 44 em forma de um grande hangar, com acesso nos dois sentidos da autopista. Anteriormente era conhecido como Glass House Restaurant. O local foi erguido em 1957 e tem a maior área, 2706 metros quadrados! Em 2013, a Glass House recebeu uma renovação. Na sua reabertura em 22 de dezembro de 2014, foi renomeada como “Will Rogers Archway”.

Cidade na Route 66 no estado de Oklahoma
Vinita

 

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A McKinley Bridge está em operação a pelo menos oitenta anos

Ainda no estado de Illinois, procurávamos a McKinley Bridge, quando Stanley fez uma careta e pediu-me que fechasse a janela. Pensei que fosse por causa do vento.

— Estamos em Venice.

Existem vários lugarejos nos EUA em homenagem à famosa cidade italiana de Veneza, mas aquele ali na periferia de Saint Louis decididamente não era o lugar ideal para se morar ou ficar sem gasolina e pedir informações, sobretudo à noite. A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos. O piso não está em boa forma e a trepidação causa a desagradável sensação de que em breve se estará no fundo do Mississipi. Se ela estava para ruir, não sabíamos, mas pelo menos chegamos sãos e salvos do outro lado, já no estado de Missouri.

Se fosse necessário resumir o espírito deste estado em uma palavra eu diria “diversidade”. Tanto a paisagem, como os habitantes, a economia e suas atrações são bastante variadas. Não faz parte nem do Norte, nem do Sul, nem do Leste, nem do Oeste. É um pouco de cada. Riachos e rios largos, pradarias e montanhas, grandes centros urbanos e lugarejos pequenos, produção de milho e de aviões convivem em harmonia. É possível encontrar ali desde cientistas nucleares até pessoas simples que moram nas montanhas.

Quando os primeiros exploradores franceses chegaram àquela terra, descendo o rio Mississipi, o Missouri passou a fazer parte da Lousiana. Em 1770, a região tornou-se domínio espanhol, mas pouca coisa mudou por isso. Os nomes e as tradições francesas permaneceram, especialmente abaixo de Saint Louis, uma das maiores cidades ao longo da Route 66. Em 1803, o Missouri foi comprado pelos EUA e seu importante canal fluvial transformou-se numa espécie de porta de entrada para o Oeste. Durante toda a fase de conquista daquela porção do país, o estado e a sua localidade mais importante mantiveram função estratégica.

Pude confirmar depois a fama dos missourians: a imagem mais popular é a de uma pessoa sempre com as mãos nos bolsos, capaz de esperar uma hora até você contar seu caso, pedir uma informação ou propor um negócio. No final da conversa, ela sabe quase tudo o que precisa a seu respeito, enquanto você sabe pouco mais do que sabia uma hora antes.

Alguns conferem esta fama à formação da população, originada por pessoas que trabalharam em minas, fazendas ou nas montanhas, e que tiveram de enfrentar os contrabandistas, os ianques, as guerrilhas e o clima temperamental. Os maldosos dizem que os nativos passam tempo demais falando com mulas, o que pode ensinar muito em matéria de paciência, mas bem pouco em termos de conversas agradáveis. Isso não quer dizer absolutamente que o povo local seja mal-humorado.

Poucos estados teriam, como o Missouri, coragem de admitir com bom humor que são produtores de utensílios para a colheita de milho e, ao mesmo tempo, preocupam-se com as indústrias náutica e aeronáutica. Na época da interminável discussão entre nortistas e sulistas a respeito da abolição da escravatura, os missourians, saturados, decidiram declarar o reino independente de Callaway. Outro exemplo delicioso é o que envolve a escolha de um slogan de propaganda para o estado. Segundo Stanley, depois de muito procurarem, os técnicos do Departamento de Turismo renderam-se e adotaram o lema: “Venha para o Missouri. Não existe um estado verdadeiramente igual a este.” Quando passei por ali, descobri ser essa a mais pura verdade.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Saint Louis

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Uma carona na caminhonete de Stanley

 

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Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

A diversidade natural do Missouri

 

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

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Dicas Legais

Fique atendo a essas informações para que sua viagem ocorra de uma maneira mais tranquila.

ANTES

Muitas pessoas acham que não nasceram para ser viajantes
Calma, a experiência vem com o tempo! No começo, você faz várias bobagens. A sabedoria em viajar vem com ônibus perdidos, atitudes impensadas, comportamentos bobos e muitos erros. Um dia, você pega o jeito e se integra a novas culturas como um peixe na água.

Foi-se o tempo que falta de dinheiro era motivo para não viajar
São tantas as promoções de passagens e hotéis que não tem desculpa. O segredo é ficar de olho nos sites que dão dicas de promoções e tentar encaixá-las com as suas datas. Muitas vezes, vale até inventar uma viagem através de promoções. É uma ótima oportunidade de conhecer lugares que nunca pensamos em ir antes.

Planejamento
Invista tempo num bom planejamento! Assim, você vai aproveitar mais e economizar tempo e dinheiro. Não tenha preguiça! Caso você não saiba, é nesse momento que a viagem começa. Você vai ficar cada vez mais empolgado com o destino que em breve estará desfrutando. Faça um roteiro básico para sua viagem. Pergunte-se. Aonde você quer ir e quais os meios de transporte utilizados? Quantos dias você ficará? Por quais pontos passará? Preciso usar transporte público? O hotel fica perto das atrações? Bons planejamentos evitam imprevistos. Alguns questionamentos vão te orientar na escolha do destino e a compra das passagens. Por exemplo:

  • Qual meu orçamento?
  • Qual o meu objetivo: festejar ou turismo cultural?
  • Como está o câmbio?
  • Quem está indo comigo?
  • Qual o preço médio das passagens?
  • Por quanto tempo pretendo viajar?
  • Quando é a baixa temporada de determinado local?

As respostas vão te direcionar para que a viagem caiba no seu bolso. Ser turista é diferente de ser VIAJANTE.

Cópias de documentos
Faça cópias de todos os seus documentos, passaporte, cartões de crédito, RG, reserva do hotel. Escaneie e coloque-os em ‘nuvem’ para que tenha fácil acesso. Guarde as originais em lugar seguro e deixe algumas cópias impressas com alguém de confiança no Brasil como precaução. Em caso de perda ou roubo, você terá menos transtornos. Confie em mim, faça esse procedimento para evitar dores de cabeça!

Cartões de crédito
Não se esqueça de levar algum cartão de crédito internacional na viagem. Mesmo que não use, é importante tê-lo para os imprevistos. O problema é que muitas pessoas se esquecem de liberar o cartão e acabam tendo problemas. Se tentar passá-lo algumas vezes, a operadora vai tentar entrar em contato com você e, se não localizá-lo, irá cancelar o cartão. Até você receber outro com crédito liberado pode haver algum desconforto. Por isso antes de embarcar, ligue para a operadora do seu cartão, informe a data e o local da viagem e peça mais crédito. Afinal, nunca sabe o que vamos encontrar nos outlets!

Preparação
Procure ler alguns livros sobre as experiências de quem já fez roteiro semelhante e depoimentos de pessoas em sites especializados. É sempre bom ter referências!

Viajar durante a semana é mais barato
A sexta-feira e o domingo são os dias mais escolhidos pelas pessoas que viajam a negócios e turistas que querem aproveitar o fim de semana. O melhor dia para comprar uma passagem aérea é terça-feira.

Passes econômicos
Faça uma boa pesquisa para descobrir se há passes econômicos dentro da cidade ou entre as cidades no país, cupons e livretos de descontos para outlets, enfim, qualquer possibilidade de economizar que valha a pena!

Arrumar mala ou mochila
Sabe aquele par de tênis que você usa para ir à padaria? Em algum ponto da sua viagem, você não irá ligar se ele está meio encardido e ele poderá ser útil. Importe-se em levar o que é confortável!

Utilize sacos plásticos para fechar embalagens
Quem nunca teve um produto de higiene ou beleza espalhado na mala? Não pense duas vezes: coloque um pedaço grande de plástico por cima da tampa, feche o frasco e o embrulhe para que os produtos não vazem na mala.

Uma mochila pequena
Uma mochila pequena é fundamental para acompanhá-lo em toda viagem. Na minha, carrego chá com sabor (2 litros), batatas Pringles, um guarda-chuva pequeno, bloco para anotações, meu planejamento impresso, máquina fotográfica. Vou guardando tudo aquilo que vou adquirindo, como panfletos e cartões. À noite, reponho o chá e a Pringles.

Saia da sua zona de conforto
Viajar sozinho te possibilita fazer o que você quiser e quando bem entender. Mas, cuidado para não ficar sempre dentro da sua zona de conforto! Conheça seus limites e siga seu próprio ritmo, porém, procure desafiar a si mesmo.

DURANTE

Como embarco no avião?
Feito o check-in, você deve procurar o local de embarque. Há um salão para embarque doméstico (voos dentro do brasil) e outro para internacional (voos para o exterior).  Passar pelo detector de metais é obrigatório. Lembre-se de tirar todos os objetos metálicos que portar que devem estar junto com a bagagem de mão no raio-X (chaves, por exemplo). Após isso, procure pelo portão de embarque cujo número está indicado no cartão.

Traslado no aeroporto
Acho interessante a ideia de contratar um traslado para o hotel, peça para incluí-lo em seu pacote. Sempre chegamos ansiosos num novo destino e perdemos tempo buscando alternativas ou até mesmo o ônibus local. Esse dinheiro é inteligente e bem gasto.

Trocar dinheiro
No aeroporto, é a primeira opção de conversão de dinheiro. Sabendo da sua necessidade, muitos locais tiram proveito. Pesquise antes se o local que está indo é uma opção confiável. Ás vezes, você encontra uma casa de câmbio próxima ao local que estiver hospedado. Evite trocar sua grana na rua, pois geralmente passam notas falsas ou velhas e você fica visado para um assalto. Não banque o malandro no país dos outros!

Informações Turísticas
É o 1º local que você deve ir ao chegar numa cidade nova, para pegar um mapa e informações. Programe-se para encontrar essas centrais de informações, pois tenho plena confiança que irão ajudá-lo bastante. Eles são treinados para saber tudo sobre o local que você está visitando: atividades gratuitas, eventos que estão rolando durante sua estadia e muito mais.

Durma e acorde cedo
Procure dormir e acordar cedo para aproveitar bastante. As vantagens de levantar bem cedo: aproveitar melhor as atrações, evitando multidões e filas gigantescas; o período da manhã é perfeito para fazer fotos legais por conta da luz mais difusa; e é mais fácil para interagir com os locais. O melhor da viagem não está na noite, mas durante o dia. Seja rigoroso e fuja das tentações noturnas que comprometem o dia seguinte.

Chegue cedo
Tente chegar sempre pela manhã a uma nova cidade, pois além da garantia de ter a segurança e o conforto da luz do dia, você terá mais tempo para procurar hospedagem. Assim, evitará eventuais problemas em estações de trem ou aeroporto e de locomoção.

Não gaste energia quando a situação foge do seu controle
A viagem é muito curta para ficar aborrecido o tempo todo. Perdeu o ônibus? Fique frio, haverá outro. Às vezes, as coisas acontecem independentemente da nossa vontade.

Atrações Gratuitas
Faça seu planejamento focado na oportunidade de conhecer a cidade através das atrações gratuitas como parques, museu públicos, tour a pé. Caso seja necessário, inclua pontos turísticos pagos.

Refeição
Eu prefiro pular o almoço e comprar em supermercados para lanchar no quarto do hotel. Sempre compro cervejas locais e uma garrafa de vinho. Chocolates e petiscos como queijos fazem parte das minhas escolhas. Gosto de experimentar as comidas locais, mas não perco tempo em restaurantes! Comidas de rua são mais baratas e rápidas, além de ser mais divertido!

Hospedagem
A localização da hospedagem determina o sucesso de uma viagem! Quanto ao tipo, você não deve desprezar a oportunidade de ficar num hostel (albergue). Na Europa, muitos são ótimos, descolados e oferecem várias atrações. Alguns têm quartos privativos, é só pesquisar! Nos Estados Unidos, não são muito comuns e em algumas cidades encontram-se hotéis com os mesmos preços.

Transporte
Procure usar o metrô sempre que possível, pois são mais rápidos e econômicos. Muitas cidades podem ser exploradas com uma bike. O aluguel do carro facilita muito a locomoção. Verifique se na sua hospedagem tem lugar para estacionar e se a cidade é tranquila para dirigir.

Táxi
Ande sempre com cartões de onde está hospedado para, caso se perder, você ter como retornar. Em países que a língua é complicada, vale mais a pena pegar táxi no hotel por indicação do conciérge. Ao contratar o táxi, mostre o endereço para onde está indo e negocie o preço da viagem para o taxista não ficar rodando com você por aí.

Mantenha a mente aberta!
Você vai conhecer lugares e pessoas completamente diferentes da sua realidade e cultura. Abra sua mente, elimine seus preconceitos e esteja aberto à experimentação. Não julgue outros estilos de vida diferentes do seu e ouça opiniões, mesmo que você não concorde. Viajar é praticar empatia e colocar-se um pouco no lugar dos outros. Abrace oportunidades, pessoas, sugestões e interesses. Você ficará surpreso com quanto você pode (ainda) aprender.

Viaje sozinho pelo menos uma vez na vida
Você aprenderá muito mais sobre você mesmo e como se tornar independente. Pode soar meio clichê, mas a experiência é realmente enriquecedora. Você conversa mais com as pessoas e interage melhor.

Pechinchar
É muito importante cultivar o espírito da pechincha em qualquer circunstância para proteger o seu dinheiro. Se ficar uma semana no hotel, peça desconto. No comércio, encontramos grandes oportunidades. Lembre-se que você não está no seu país de origem e pechinchar faz parte do seu aprendizado na viagem.

Visite atrações gratuitas
Vai passar por Veneza? Prepare-se para gastar muito dinheiro se quiser fazer um dos tradicionais passeios de gôndola. Ou, se você preferir, esqueça o barquinho e perambule (de graça) pela cidade. Compre uma garrafa de vinho, queijos, sente-se de frente para um canal e admire Veneza! Com direito a ouvir as músicas que os gondoleiros geralmente cantam para embalar os casais apaixonados.

Use Wi-Fi gratuito
Em vez de fechar um pacote de dados com sua operadora para usar a internet durante a viagem, aproveite o wi-fi gratuito que vários lugares oferecem. Aí você também pode aproveitar para conversar com sua família e amigos pelo Skype, WhatsApp ou Facebook sem precisar gastar com ligações internacionais.

Aprenda com aqueles que vivem no país
Pessoas enriquecem sua viagem, às vezes muito mais do que os pontos turísticos! Se você quer realmente sentir a pulsação do lugar, sugiro que passe algumas poucas horas sentado numa praça ou de frente para uma rua mais movimentada. Preste atenção nos detalhes, cores, sons, sinta os cheiros e repare nas interações humanas. É como uma meditação! E você verá coisas que nunca viu antes!

Não precisa ver tudo
Escolha um lugar e fique por lá um tempo razoável antes de se deslocar para outras cidades. Tão importante quanto isso é entender que você não precisa ver tudo. Não é necessário ir em todas as atrações turísticas ou em todos os museus, nem investir em todos os programas. Faça o que você realmente quer, aquilo que você gosta.

Outlets
É uma delícia comprar pagando menos! Por isso, fique atento aos outlets que oferecem essa oportunidade e divirta-se com suas compras. Afinal de contas, você fez algumas economias na viagem para isso.

Como pego a minha bagagem?
Ao chegar ao destino final, você deve ir até a área de desembarque e procurar pela esteira assinalada com o número do seu vôo para pegar sua bagagem. Na dúvida, basta seguir as pessoas de seu voo. Fique de olho até aparecer sua mala e confira, antes de pegá-la, se é mesmo a sua. Não se preocupe se não conseguir pegar sua bagagem da primeira vez, pois ela passará de novo na esteira. Amarre fitas coloridas na sua mala/mochila e deixe-a bem enfeitada para identificá-la mais facilmente. Isso evita trocas de bagagens e confusão.

Quando termina a viagem?
Uma viagem termina quando você e sua mala chegam em casa intactos. Por isso, no seu planejamento, fique atento a todos os detalhes. Tudo pode estar dando certo, mas se perder a mala com suas compras a tristeza será muito grande.

DEPOIS

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Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo

 

Viagens de Incentivo
Palestra Motivacional

A importância de cursar Harvard na minha vida

No dia seguinte, fui visitar Harvard que, junto com Oxford, Princeton, o Massachusetts Institute of Technology (MIT), Cambridge e a Sorbonne, integram o que considero o sexteto de universidades mais prestigiadas do mundo. Em Harvard, eu cursara gerenciamento de marketing. Depois, fiz ainda outros cursos na Northeastern University, em Boston: gerenciamento de pequenos negócios, marketing e comunicação humana. Não fiz MBA nem um curso e grande importância, apenas realizei alguns cursos. Frequentar aquele ambiente estudantil e ter que caminhar por aquelas alamedas, fortaleceu valores intangíveis na minha vida e pretendo voltar para completar a parte prática.

Este último curso, em especial, foi de grande ajuda na viagem que fiz à Europa e também o seria na que estava prestes a fazer. O contato com os outros, principalmente quando se viaja sozinho, é de extrema importância. Foi um complemento ao meu curso de administração de empresas e um exercício valioso no aspecto pessoal. Representou não apenas pontos extras no meu currículo, mas obrigou-me a me virar num país estranho.

Quando cheguei aos EUA pela primeira vez, meu inglês mal dava para frequentar o Mc Donald’s e me fazer entender. Passei por momentos difíceis. Tive que me dedicar ao aprendizado da língua, sem me importar que em determinados momentos compreendesse apenas 30% do que falavam comigo. Fazia um movimento com a cabeça e fingia que estava completamente entrosado na conversa. Curiosamente, as palavras chaves que eu já entendia então ajudavam-me bastante.

Para recuperar parte daqueles momentos, marquei uma visita a um dos meus professores. Cruzar de novo as alamedas de Harvard, aquele campus imenso, fundado em 1636, me dava um frio na espinha. Isso agravado pelo fato de eu ser uma pessoa bastante emotiva, coisa que admito sem constrangimentos. E por que não o faria? Quem não dá vazão às emoções, vira uma espécie de Etna ou Pina Tubo ambulante, um vulcão prestes a explodir, como aqueles dois, o primeiro na Itália e o outro nas Filipinas.

A Route 66 faz parte da galeria de mitos americanos. É um símbolo que desperta paixão e curiosidade. Acredito na vinculação do nome da estrada ao substantivo “aventura” e de como viabilizei tudo. A ideia veio de encontro a um desejo nascido na minha temporada em Harvard. Ouvia falar da experiência singular que era percorrer aquela estrada, das figuras interessantes, do mito que a cercava.

A Route 66 tem uma importância simbólica para o povo americano.  A estrada é um mito que passa para o inconsciente coletivo geração após geração. É um símbolo de vitalidade para todos americanos. Por isso, ainda que o governo a tenha desativado oficialmente como via federal de tráfego, ela continua mais viva do que nunca, e assim continuará, pois um mito não morre jamais.

A 66 foi a primeira highway dos EUA. A partir dela, nasceu a noção de malha rodoviária nacional. Ao lado disso, sua construção foi pólo de atração para muita gente. Além de atravessar e impulsionar cidades que já existiam, a estrada abriu caminho para a fundação de novos lugares, e serviu de meio e razão de vida para um número imenso de pessoas. Até hoje, é comum encontrar localidades que sugiram por causa da Route com até três mil habitantes ou menos.

A Route 66 não representa apenas o que o povo americano era à época de sua construção. Mais que isso, ela sinalizou-lhe aquilo que ele teria condições de chegar a ser um dia.

Cidade nos Estados Unidos

Boston

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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O dia de embarque para percorrer a Route 66

O restaurante Papparazzi na minha vida

Em Boston, com amigos antes de percorrer a Route 66

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O passaporte não pode faltar em sua bagagem de mão

Ter um orçamento definido é fundamental

Los Angeles é uma cidade que todo turista gay deve visitar!

Leve só uma bagagem que possa carregar e levantar sozinha

Evitar ração, água ou outro alimento para o pet 4 horas antes da viagem

Viajar com pouco dinheiro não deixa a experiência menos legal

Depois de um dia cheio de novidades, nada como descansar!

Procure interagir com os moradores locais e peça informações

Evite a todo custo parar no acostamento

No verão, o calor é de matar e tudo está superlotado e mais caro

Passagens aéreas e passes de trens mais baratos

Viajar não é um privilégio para poucos

Fique esperto na hora de comer

A estrada fundada por empreendedores visionários

As pessoas responsáveis pela construção da Route 66 tiveram uma louvável visão de como a sociedade americana se organizaria nas décadas seguintes e acabaram por atuar, de forma pioneira, para firmar o “american way”.

É impressionante como aquele grupo de empreendedores tinha determinação em seu objetivo, implantar a estrada-mãe, e o quanto conseguiram espalhar e motivar milhares, para não dizer milhões de pessoas que gravitaram em torno da mesma ideia.

Cada vez mais me impressionava com o carisma da rodovia, cheia de personagens que ajudam a manter viva uma história que, em situações normais, já teria se perdido.

Voltavam à mente imagens dos precursores da Route 66, o quanto eles tiveram a capacidade de olhar para frente e de ver o quanto as decisões propostas afetariam não apenas as gerações de então mas também as futuras.

A partir deste processo, como em uma reação em cadeia, foram surgindo outras pessoas com visão mais focada, menos abrangente e, ainda assim, não menos importante para a história das rodovias.

A dimensão correta de quantas pequenas cidades, ao longo dos quase quatro mil quilômetros do percurso, tinham como rua principal a estrada. Em torno dela, negócios desenvolveram-se. Não só servia de passagem para a produção, como era um produto em si mesma.

Além de beneficiar as economias locais, constituía uma “indústria”, a da Route 66. Hoje parece lugar-comum. Mas é fundamental lembrar o seu aspecto pioneiro. Quando ela surgiu, não havia estradas do gênero nos EUA. A Route 66 inaugurou esse estilo.

A estrada foi oficialmente desativada, mas sobrevive na memória dos norte-americanos, tanto pelos saudosistas, que tratam de preservar a memória deste monumento da engenharia moderna, como pelo cinema que ainda vai nos trazer muitos filmes com personagens que percorrem o interior dos EUA numa estrada.

A Route 66 faz parte da galeria de mitos americanos. É um símbolo que desperta paixão e curiosidade.

Estados que fazem parte da Route 66
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Por que é conhecida por mother road

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Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

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Depois de um dia cheio de novidades, nada como descansar!

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Fique esperto na hora de comer

A diversidade natural do Missouri

Pudemos conferir a diversidade natural do Missouri. Saindo de Cuba e passando por Saint James, lugarejo de 1.900 habitantes, entramos numa região de pradaria. Um campo imenso, que dá a dimensão de o quanto o homem é pequeno e de como somente aceitando este fato ele conseguiu superar as limitações e dominar, sempre que possível, a natureza.

Em Saint James, o Mule Trading Post é uma parada obrigatória para os aventureiros da Route 66. Ali, qualquer turista eventualmente perdido pode se encontrar e, de quebra, sair carregando algumas quinquilharias referentes à mother road. É interessante também uma visita à Route 66 Motors and General Store. Há uma exposição de carros clássicos e de tudo o que se possa imaginar para quem adora automóveis. A loja inclui ótimas fotos e artigos, e souvenirs da Route. Foi divertido ver os posters de carros da época áurea da estrada, bem como placas e mais placas de sinalização colhidas da sua fase de maior efervescência.

Quando se deixa Saint James, é necessário redobrar a atenção, porque a Route 66 é interrompida, obrigando o motorista a voltar para a Interstate 44, ou cruzar para o lado norte, via SR-8 e a Interstate 68.

Seguindo nossa aventura, alcançamos a cidade de Rolla, fundada pelos funcionários envolvidos na construção da ferrovia em 1855. Ao que parece, o nome da cidade resultou de uma confusão fonética. Quando se decidia como seria chamada a nova comunidade, apareceram várias sugestões, como Hardscrabble ou Phelps Center. A proposta vencedora, no entanto, foi a de George Coppedge, que queria homenagear sua terra natal, Raleigh, na Carolina do Norte. Acontece que Coppedge pronunciava o nome de sua cidade como “Raw-la”. O tempo encarregou-se de popularizar a má pronúncia e Rawla (ou Raleigh) virou Rolla.

A localidade ganhou importância como ponto final do trecho rumo a oeste da ferrovia. Ali, as cargas eram transferidas. Com a Guerra de Secessão, tornou-se um ponto de ligação vital para o exército da União, que construiu naquelas terras um acampamento de grandes dimensões. Depois da guerra, a estrada de ferro seguiu em frente e a cidade perdeu sua posição estratégica. Hoje, tem cerca de 15 mil habitantes.

Outra particularidade de Rolla é o fato de lá ficar a administração central do Parque Nacional Mark Twain. O Missouri tem fortes elos com uma parte da história americana. O escritor famoso é um deles. Mark Twain era o pseudônimo de Samuel Langhorne Clemens. Nascido em 30 de novembro de 1835, na cidade de Flórida, Missouri, adquiriu fama internacional em vida, como escritor, conferencista e humorista. Após sua morte, a qualidade da obra que deixou foi enaltecida por figuras respeitadas como Ernest Hemingway e William Faulkner, em especial As aventuras de Huckleberry Finn, publicado em 1884. Segundo os escritores, este livro desempenhou importância fundamental na literatura americana do século XX. Twain morreu em 21 de abril de 1910.

É possível acampar, fazer piquenique, nadar nos três rios que o atravessam (Gasconade, Little Piney e Big Piney), caçar, andar de barco e explorar a pé a região. Paramos rapidamente para admirar a natureza, pois estava um pouco frio demais para qualquer tipo de atividade destas, sobretudo nadar. Brrrrrrrrr. Em Rolla fica também a Western Historical Manuscript Collection, da Universidade de Missouri. Novamente confirmou-se para nós a importância que atribuem à Route 66. As informações mais frequentes que encontramos ali referiam-se ao seu traçado histórico.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Rolla

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

A McKinley Bridge está em operação a pelo menos oitenta anos

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

O Missouri tem muita história para contar

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

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Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

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Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

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No seu evento com o profissional Sergio Motta

O passaporte não pode faltar em sua bagagem de mão

Ter um orçamento definido é fundamental

Los Angeles é uma cidade que todo turista gay deve visitar!

Leve só uma bagagem que possa carregar e levantar sozinha

Evitar ração, água ou outro alimento para o pet 4 horas antes da viagem

Viajar com pouco dinheiro não deixa a experiência menos legal

Depois de um dia cheio de novidades, nada como descansar!

Procure interagir com os moradores locais e peça informações

Evite a todo custo parar no acostamento

No verão, o calor é de matar e tudo está superlotado e mais caro

Passagens aéreas e passes de trens mais baratos

Viajar não é um privilégio para poucos

Fique esperto na hora de comer

A cidade fantasma de Texola

Depois de passar por dentro de Sayre, segui em direção a Erick, lugarejo com apenas três mil habitantes, fundado em 1902. Lá, houve uma época em que o excesso de velocidade era tratado como um assunto sério. A bordo de um Ford preto modelo 1938, carro considerado então bastante rápido, o oficial Elmer poderia alcançar quem bem entendesse e estivesse exagerando na pressão no acelerador.

Nem mesmo figuras famosas como o comediante Bob Hope escaparam das multas. No seu programa de rádio, Hope chegou a afirmar que só voltaria a passar por Erick montado no lombo de um burro. A eficiência de Elmer tornou-se um fardo e os negócios com turismo caíram muito. Foi necessário que ele saísse de cena, pelo menos oficialmente. Muitos dizem que ainda hoje é possível ver um velho Ford preto V-8 aparecer de repente no retrovisor. Talvez seja apenas uma espécie de aviso do guarda rodoviário fantasma, uma das lendas da Route 66.

Finalmente, cheguei a Texola, perto da divisa com o Texas e a menos de dois quilômetros da Interstate 40. A população oficial é de dez habitantes, mas, no tempo em que permaneci lá, vi apenas três pessoas. Há um monte de prédios abandonados e não é difícil se sentir numa, cidade fantasma, daquelas que surgiam e desapareciam no tempo do Velho Oeste. A cadeia, construída em 1910, é um dos pontos mais fotografados, devido à precariedade da construção, que revela como era a justiça por ali na época. Mesmo vazio hoje, o lugarejo teve pontos tradicionais como o Longhorn Trading Post, erguido em 1930, um dos primeiros restaurantes da Route 66.

Ainda que tenha sobrado mais capim do que cidade, uma placa orgulhosamente exalta: “Não existe lugar como Texola.” Talvez eles tenham razão. No entanto, conheci uma história deliciosa sobre essa pequena localidade, através de Michael Wallis. Quando a Route 66 ainda era ativa, ela era passagem obrigatória de muitos viajantes, sobretudo motoristas de caminhão. Certo dia, Texola, que nunca chegou a ser agitada, amanheceu com uma das suas principais placas indicativas, que ficava voltada para a estrada, apresentando uma pequena alteração: no lugar do “T”, lá estava um “S”, transformando-a em “Sexola”.

Dentro de poucas horas, o movimento local aumentara vertiginosamente e havia pessoas pagando para obter a informação sobre onde ficava aquela casa, “Sexola”. O autor da brincadeira nunca foi descoberto. Mas, sem dúvida, aquela foi a ocasião em que a cidadezinha mais recebeu visitantes num curto espaço de tempo. A placa não existe mais. Em seu lugar, há apenas uma fundação. Entretanto, não é difícil imaginar o quão convidativo o sinal parecera para aqueles caminhoneiros, longe de casa há muitos dias, sozinhos…

O vento soprava, jogando poeira nas ruas desertas. O sol brilhava, apesar da temperatura relativamente baixa. Eu estava bastante cansado, mas aquela região desolada, na divisa com o Texas, voltava a me mostrar o quanto a natureza é maior do que o homem. Há mais de um mês na estrada, passando por tantos lugares e vendo mundos diferentes, a placa de “Bem-vindo ao Texas”, poucos quilômetros depois de Texola, fez-me sentir um pouco como os okies* do tempo do Dust Bowl.

Com a roupa cheia de poeira, rumo à Califórnia, era como se eu fosse um personagem de Steinbeck. Naquele momento, deixava para trás Oklahoma, o estado onde nasceu a Route 66, onde é possível encontrá-la quase intacta por longos trechos. Ali pude perceber o verdadeiro sentido da estrada mãe, tantas eram as cidades que vivem ainda à custa dos negócios proporcionados por ela. Outras, infelizmente, não resistiram ao seu desativamento e esvaziaram-se muito, quando não totalmente. Mas ali estava ela, a gloriosa Route 66, na lembrança viva das pessoas que ajudaram a pavimentá-la e a torná-la uma das mais conhecidas rodovias em todo o mundo.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

Texola

Estados que fazem parte da Route 66
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Curtindo as cidades no estado de Oklahoma

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Soluções estratégicas para seu evento

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Las Vegas é a cidade referência mundial em diversão!

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Viajar barato pelo mundo também depende muito do seu perfil de viajante

Ande com dinheiro ou trocado numa pochete

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Atenção com a mochila pequena do dia a dia

Carregue cadeados com você

Carregue um mapa e não se perca

Deixe seu itinerário com a família ou algum amigo

Procure ir trocando seu dinheiro aos poucos

A Missão dos Viajantes

A Missão dos Viajantes é algo muito importante para entender o processo quando viajamos!

 

PLANEJAR
Essa é a parte fundamental de qualquer viagem. Saber pesquisar, buscar informações ou perguntar para amigos será decisivo para que você possa explorar bem a cidade. Gaste um bom tempo assim que resolver viajar para que não perca as oportunidades. Quando viajamos sabendo das atrações que podemos visitar, como se locomover pela cidade, as melhores opção para comer e lugares para comprar barato economizamos tempo e dinheiro. E, sem dúvida, as experiências que o local oferece são vivenciadas ao máximo. Lembre-se que a viagem termina quando voltamos para casa, por isso faça um planejamento detalhado para evitar problemas até o seu retorno.

VIAJAR
Essa é a hora de desfrutar do local e executar seu planejamento. É lógico que imprevistos sempre acontecem e muitas vezes não são agradáveis. A questão é evitar problemas para realizar a viagem com segurança. Ande muito, converse com as pessoas, experimente a comida do local, vá ao supermercado e veja os produtos, experimente alguns, visite as principais atrações e, se possível, durma e acorde cedo. Viva a viagem intensamente e atenda suas expectativas e necessidades. O importante é viajar!

APRENDER
Aprender não é só viajar e sair da rotina. É preciso que você esteja atento às oportunidades de aprendizado e às coincidências. Observe tudo com atenção e faça suas analogias, tire proveito e aprenda com esse momento mágico. Faça a sua viagem-aprendizado e não desperdice essa oportunidade! Se entregue e enriqueça seus valores para retornar diferente e mais fortalecido para enfrentar a vida.

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Nesse processo de evolução que você vivenciou, um das maiores conquistas é o momento de compartilhar com outras pessoas o que você aprendeu. Suas informações de locais e recomendações são fundamentais para ajudar os outros a desfrutarem desses momentos mágicos. Por isso que, no site, você tem essa oportunidade. Saiba que você sentirá um prazer imenso em ajudar e ‘passar o bastão’ para que outro volte e faça o mesmo.

INSPIRAR
Quando retornamos de viagem e relatamos nossas experiências para os amigos, muitas vezes estamos inspirando novos viajantes a embarcarem. Por isso que as experiências devem ser relatas para que essa corrente nunca pare. Procure inspirar outras pessoas, esse é um dos maiores prazeres na vida! E nunca deixe de programar uma próxima viagem!

Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo

 

Viagens de Incentivo
Palestra Motivacional

A cidade de Lincoln em Illinois

A cidade foi fundada em honra do décimo sexto presidente americano, Abraham Lincoln, e tem 15 mil habitantes. No lugarejo, existe um sem-número de curiosidades sobre a vida deste político que, ao se tornar chefe do  governo, teve que enfrentar a Guerra de Secessão e foi o responsável pelo fim da escravidão. As atrações históricas locais remontam ao tempo em que o jovem Lincoln era ainda um advogado promissor.

É interessante observar que, de todas as cidades que receberam seu nome, esta foi a única cuja homenagem foi feita com o conhecimento e o consentimento de Lincoln, e antes de assumir a presidência, em 1853. Ele participou, inclusive da escolha do sítio. Mais tarde, adquiriu um lote como compensação pela luta para criar o local.

No Lincoln College Museum está a “coleção” do presidente. São mais de dois mil itens, desde volumes, manuscritos, objetos de arte e outros de interesse histórico. Perto da Broadway Street e da Chicago Street, fica o “ponto de batismo” da cidade. Na época, pediram ao advogado Lincoln que fosse o padrinho do lugar que levaria seu nome. O advogado, que praticava no circuito judicial do distrito de Logan, atendeu ao pedido. Levou uma melancia para um lote e partiu-a ao meio, dizendo que o suco dela era a água benta de Lincoln. Acena é representada pela réplica de uma fatia da fruta numa praça florida e bem-cuidada. Garantem ser exatamente aquele o local onde o evento ocorreu.

Não só ali, mas em todas as pequenas cidades que formam o Logan County, existem marcos da passagem de Abraham Lincoln, que, como a maioria já sabe, acabou seu mandato assassinado dentro de um teatro. Conta a lenda que, durante um jantar na Casa Branca, o presidente confessou à mulher e aos poucos presentes que havia tido um sonho em que assistia ao próprio enterro. Poucos dias depois, foi assassinado a tiros.

Capital de Illinois, Springfield tem uma população de mais de cem mil habitantes. Criada pela iniciativa de pioneiros em 1819, foi alvo de uma campanha de seu morador mais ilustre: Abraham Lincoln. Foi por obra dele que a cidade virou capital em 1837. No mesmo ano, Lincoln e a família mudaram-se para lá. Ali, o presidente morou, casou e trabalhou até ir para Washington, em 1861. Além da casa de Springfield, sua única residência foi a Casa Branca. Ele costumava dizer: “Devo tudo a este lugar e à gentileza de seu povo.”

Seu discurso famoso de adeus foi feito lá, assim como o pronunciamento contra a divisão do país durante a guerra civil. Em 1865, o corpo de Lincoln foi enterrado no cemitério de Oak Ridge, onde repousa junto com o restante da família. Visitei a casa onde ele morou, hoje um museu. Foi como viajar de volta ao passado. Springfield tem o charme típico de uma capital sulista (apesar de Lincoln estar num estado que lutou ao lado dos federalistas). Constatar a estabilidade econômica de um centro voltado para atividades educacionais e prestadoras de serviço, cheio de profissionais liberais, tornou o lugar ainda mais agradável.

Cidade na Route 66 no estado de Illinois

Lincoln

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Um caminhoneiro com história para contar da estrada

Uma carona na caminhonete de Stanley

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10 Atrações imperdíveis na Route 66

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Rádios na ROUTE 66

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Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66” ? 

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira 

Get your kicks on ROUTE 66 

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

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Las Vegas é a cidade referência mundial em diversão!

São Francisco é um destino gay friendly que não pode ficar de fora!

Há mulheres que adotaram o lema de viajar sozinha

Dicas para organizar a sua viagem junto com seu pet

Viajar é eliminar seus preconceitos

Faça sua estadia em um local seguro

Visite todos os lugares e faça dessa viagem inesquecível

Emergência não avisa quando vai acontecer

Viajar barato pelo mundo também depende muito do seu perfil de viajante

Ande com dinheiro ou trocado numa pochete

Economizar nem sempre é uma tarefa fácil

Atenção com a mochila pequena do dia a dia

Carregue cadeados com você

Carregue um mapa e não se perca

Deixe seu itinerário com a família ou algum amigo

Procure ir trocando seu dinheiro aos poucos

Mochila x Mala

As roupas, equipamentos e até o tamanho da mochila ou mala que vai levar dependem da duração da viagem. Procure se conter na hora de arrumar a bagagem. É impossível prever imprevistos; e um quilo de peso extra valerá por dois na segunda semana, três na terceira e assim por diante. Se cometer o erro de levar excessos, não se envergonhe: despache o excedente de volta ou simplesmente jogue-o fora. Abaixo está a bagagem aconselhada para viagens. Depende do local, data e tempo de estadia são as variáveis, mas basicamente esses itens sempre me acompanham nas viagens.

Mochila – Prefira as leves, resistentes e confortáveis, especialmente os tipos de náilon. Lembre-se que ela será sua casa durante a viagem. Mala- As mais leves facilitam na hora da pesagem. Sempre viaje com uma a bordo e coloque o máximo possível de itens uteis respeitando o peso, pois se a grande desaparecer no aeroporto você está protegido. Quando retornar o máximo de coisas que comprou volta na mala pequena de mão, caso suma sua mala grande, você salvou o que mais interessa e tem valor para você. Lembre-se a viagem termina quando você e suas malas retornam em casa.

Mochila Pequena– Serve de apoio e fica com você durante a viagem toda. Aqui você carrega sempre: Agua ou chá de 2 litros,  Batata Pringles, Guarda chuva pequeno, caderno para anotações, o seu planejamento impresso, maquina fotográfica e/ou câmera.

Celular- Utilize no modo wifi (os pacotes internacionais das operadoras são muitos caros no Brasil) que encontramos em hotéis e em muitos locais públicos. Hoje em dia você tem despertador, mapas, whatsapp…

Cartão de Credito Internacional- É sempre bom e não esqueça de liberar antes de viajar. Cuidados para não ficar usando sem controle.

Calça Jeans – São versáteis e indispensáveis em locais que não pode entrar com pernas de fora. Vá com uma no corpo e outra na mochila. A reserva deve ser mantida limpa e pode ser sua arma secreta em noites de paquera.

Camisetas, Shorts, Meias, Cuecas e Calcinhas – O número ideal á três de cada. Assim você não precisará lavar as peças de um dia para o outro. Procure levar uma camiseta de seu país. Ajuda a fazer amizades e a conhecer conterrâneos. Camisas finas são indispensáveis, a menos que sua viagem inclua paradas em lugares sofisticados como a Ópera de Paris ou o Scala de Milão, nesse caso, leve apenas uma. Evito levar camisas e shorts de algodão, levo materiais de dry fit ou climacool e lavo toda noite. Além de caberem melhor na mala uso outras vezes. Procuro levar as mais velhas e se precisar deixo na cidade e coloco novas na bagagem.

Bota, Tênis e Chinelo – Um de cada é suficiente. A bota pode ser substituída por outro tênis se você viajar no verão. Leve tênis com boa aparência, mas nunca novo. Pode machucar o pé. Chinelo é importante na hora de usar banheiros coletivos. Deixe os sapatos em casa, a menos que você esteja programando visitar lugares muito especiais.

Blusa de frio – Para se prevenir contra baixas temperaturas no decorrer do período. Se você viaja no inverno, inclua na bagagem blusa e calça térmicas, luva, gorro e jaqueta. Lembre-se que tudo isso terá que caber na mochila quando você estiver usando.

Toalha de Banho – São essenciais, mas se você passar a noite num albergue ou hotel e for embora ao amanhecer, tome um banho e se enxugue com o lençol da cama, para manter sua toalha seca na mochila ou mala.

Artigos de Higiene Pessoal – A gosto desde que não tomem muito espaço. Evite levar vários produtos para o mesmo fim, como xampu, creme rinse e condicionador. Prefira os frascos  pequenos. Secador de cabelos, por menor que seja está descartado. Tudo tem que caber numa pequena nécessaire.

Camisinhas – Considere-as tão indispensáveis quanto suas cuecas ou calcinhas. Tenha sempre na carteira, prontos para surpresas felizes. Na hora H, não esqueça de usar.

Porta-Dinheiro – Existem dois tipos: o de cintura (que fica para dentro da calça) e o de pescoço (que fica na altura do peito). Ambos ajudam a manter em segurança seu passaporte, dinheiro, cartão de crédito, traveller´s check e passagem de volta.

Adaptador de Voltagem/Transformador – Muitos países possuem voltagem diferente, caso esteja com uma filmadora  precisará recarregar a bateria.

Saco Plástico – É essencial para colocar roupa suja ou úmida.

Corrente e Cadeado – Úteis contra a ação dos gatunos, principalmente quando você fizer uma viagem noturna de trem. Prefira uma corrente fina e um cadeado pequeno, por questão de espaço e peso.

Canivete Suíço – Ocupa pouco espaço e lhe garante no mínimo, chave de fenda, abridor de garrafas e latas, faca, palito de dente e até bússola.

Guarda-chuva pequeno – É bom estar precavido.

Talheres – Sempre necessários já que fará muitas refeições por conta própria. Procure levar um kit portátil, desses em que a lâmina da faca encaixa em seu próprio cabo.

Mapa – Embarque apenas com um que abranja todos os países que vai visitar. Os escritórios de turismo possuem mapas locais ou regionais eficientes.

Diário e caneta – Pequeno caderno para anotar endereços de novos amigos, acontecimentos marcantes e informações úteis.

Máquina Fotográfica – Prefira os modelos simples. As sofisticadas exigem vigilância redobrada contra roubo.

Saco Plástico – É essencial para colocar roupa suja ou úmida.

Kit primeiros socorros– É aconselhável levar um “Kit primeiros socorros” o arsenal básico de viagens é composto por remédios que você já toma; antitérmicos (para a febre); antiinflamatórios (para dores); antieméticos (para enjoos); remédios específicos para controlar crises de diarréia; pastilhas de cloro (para esterilizar a água),  anti-séptico e band-aids, o batom de manteiga de cacau e  creme hidratante

Papel Higiênico – Você nunca sabe a hora que vai precisar.

Moeda do Brasil – Pense na volta, numa possível taxa ou taxi a pagar.

Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo

 

Viagens de Incentivo
Palestra Motivacional

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

Finalmente, chegamos ao nosso destino, Cuba, outra pequena cidade de cerca de 1.100 habitantes, que foi fundada em 1857 como vila rural com conexão para o sistema de ferrovias. Cuba virtualmente abandonou seu leito original, à beira dos trilhos, e mudou-se para as margens da Route 66, nos anos 30, quando a estrada passou por lá. Apesar de manter-se como centro destacado de agricultura, a cidade seria mais bem classificada como uma highway town, a exemplo de muitas ao longo do percurso.

Paramos e tiramos uma foto no tradicional Wagon Wheel Motel. Está bem conservado e reproduz com fidelidade o estilo americano da época. Aliás, o próprio ramo de motéis foi uma das muitas atividades que tiveram impulso por causa da estrada mãe. Na rua principal, que é a Route 66, é preciso atenção para não perder o Wagon Wheel de vista. O sinal que o identifica é o símbolo que carrega no nome, uma roda de carruagem, veículo essencial para a primeira etapa da conquista do Oeste. (A segunda, como se sabe, foi feita em automóveis, com a ajuda preciosa da Route 66.) O prédio é simples, com um telhado de quatro águas irregular e paredes alternando madeira branca e pedras. Na entrada, uma placa registra a vocação do local: “Bem-vindos, exploradores da Route 66.”

Gostei muito dali. Talvez parte da sensação agradável tenha sido provocada pela placa que acabei de citar. A essa altura, já me considerava um autêntico “explorador da Route 66”. Além disso, o dia estava esplendoroso. Pela primeira vez, na última semana, não fazia muito fito. O sol brilhava sozinho num céu de brigadeiro. A única lembrança de que era inverno ficava sob a responsabilidade do vento, constante e gelado. Mesmo assim, estava agora mais para brisa.

Cuba tem ainda outros bons lugares para hospedagem: hotéis como o New Central e o Cuba, alguns que adotam o sistema de cabines ou de bangalôs, no estilo do Wagon Wheel, além do Barnsdall e da Red Horse Tavern. A cidade tem também histórias pitorescas como a do Midway Restaurant and Garage. Allyne Earls havia alugado o ponto por dez anos, até conseguir juntar a quantia suficiente para comprá-lo, em 1944. Construiu 24 quartos, que passaram a funcionar 24 horas por dia, quatro banheiros e expandiu o restaurante na área da garagem. Quando acabou a reforma, 36 pessoas formavam a equipe de funcionários.

Durante a Segunda Guerra Mundial, quase todos os quartos foram ocupados por soldados do Forte Leonard Wood, acompanhados de suas mulheres. Mais de seiscentas pessoas utilizavam-se do restaurante todos os dias. Um T-bone steak com batatas fritas, salada e legumes custava apenas US$ 1,20. Para quem tinha orçamento menor, o hambúrguer saía por 12 centavos. Ao longo de 38 anos, o Midway manteve-se fiel às origens e permaneceu aberto 24 horas por dia. Em 1970, a proprietária resolveu vender o ponto. O novo dono, é claro, pediu as chaves. Mas Allyne foi incapaz de encontrá-las, pelo simples fato de que o lugar nunca havia fechado.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Cuba

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

A diversidade natural do Missouri

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos Saint Louis

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

O Missouri tem muita história para contar

10 Atrações imperdíveis na Route 66

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Get your kicks on ROUTE 66 

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Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Dormir com futuros amigos é a proposta dos albergues

Atlantic City dispõem de uma ótima infraestrutura para diversão!

Evite viajar sozinha em áreas de risco

Viajar por conta própria dá liberdade, autonomia e até economia

Evite ficar hospedado diante do principal cartão postal da cidade

Caso alguma coisa não saia conforme o plano, improvise

É preciso ter muito cuidado para ter a melhor experiência possível

Uma maneira de poupar dinheiro é optar por destinos econômicos

Foi assim que encontrei locais incríveis pelo mundo para dormir

Nada de colocar o dinheiro dentro do sapato

Vistos & Vacina

Muitos países do mundo exigem visto para entrada em seu território. O visto serve para garantir a segurança do local, prevenir atos terroristas, manter o controle sobre quem entra e quem sai. Se você está organizando sua viagem para o estrangeiro, essa também é a hora de verificar a necessidade de visto. O processo é longo e costuma demorar.

Cada país tem seu método específico de visto. Você deve procurar pelo consulado do país de destino, que é o órgão responsável pela concessão do visto.

Não deixe de consultar o site no Itamaraty para informações mais completas: www.itamaraty.gov.br

Os países que exigem visto para turistas brasileiros estão na lista a seguir, em ordem alfabética.

Afeganistão, Arábia Saudita, Argélia, Armênia, Austrália, Azerbaijão, Bahrein, Bangladesh, Benin, Bielorrússia, Brunei, Burkina Fasso, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camarões, Camboja, Canadá, Catar, Cazaquistão, Chade, China, Comores Islands, Congo, Coréia do Norte, Costa do Marfim, Cuba, Djibuti, Egito, Emirados Árabes Unidos, Eritréia, Estados Unidos da América, Etiópia, Gabão, Gana, Granada, Ilhas Marianas, Guiana Francesa, Guiné, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Honduras, Iêmen, Ilha Borneo (lado Indonésia), Ilha Kiribati, Ilha Narfolk, Ilhas Marshall, Ilhas Seychelles, Ilhas Virgens Americanas, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Japão, Jordânia, Kuwait, Laos, Lesoto, Líbano, Libéria, Líbia, Malawi, Maldivas, Mali, Maurício, Mauritânia, Mianmar, Moçambique, Moldávia, Mongólia, NagornoCarabaque, Naurú, Nepal, Níger, Nigéria, Omã, Palau Ilha, Papua Nova Guiné, Paquistão, Porto Rico, Quênia, Quirguistão, Quiribati, República de Belarus, República Democrática do Congo, Reunion, Ruanda, Samoa, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa, Síria, Somália, Somailândia, Sri Lanka, Sudão, Tadjiquistão, Taiwan, Tanzânia, Tibet, Timor Leste, Togo, Tonga, Transnístria, Turcomenistão, Tuvalu, Uganda, Uzbequistão, Vanuatu, Vietnã, Zâmbia e Zimbábue.

Documentos necessários para embarque em voo internacional:

É preciso do passaporte brasileiro válido. O RG emitido pela Secretaria de Segurança Pública do Estado ou Distrito Federal é aceito como documento de viagem para entrar em países como a Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru, Equador e Colômbia. Carteiras de motorista e profissionais ou funcionais não são aceitas! O menor de 18 anos que viaja sem a companhia do(s) pai(s) ou responsável precisa apresentar, além do documento de viagem, uma autorização judicial.

Maiores informações sobre a exigência dos vistos de brasileiros para entrar em outros países devem ser obtidas nas representações diplomáticas dos respectivos destinos ou no portal do Ministério das Relações Exteriores (www.portalconsular.mre.gov.br.).

Documentos exigidos para estrangeiros:

Passaporte válido, cartão de entrada devidamente preenchido. O cartão deve ser apresentado pelo estrangeiro na sua entrada no Brasil e mantido com ele até o momento de sua saída do país, quando será recolhido pela Polícia Federal. Este documento é fornecido pelas companhias aéreas ou está disponível nos postos de controle. Além disso, é preciso o visto consular de acordo com a finalidade da viagem, dependendo do país de origem e nos casos em que for exigido.

Estrangeiros residentes no Brasil, temporariamente ou permanentemente, deverão apresentar o passaporte e a cédula de identidade de estrangeiro ou o protocolo do pedido de regularização expedido pela Polícia Federal. No caso dos de pessoas naturais de países do Mercosul, serão aceitos passaportes ou documentos de identidade. No caso de ingresso no Brasil para fins de turismo, negócios, atividades esportivas e artísticas, não serão exigidos o registro na Polícia Federal nem a expedição de cédula de identidade de estrangeiro.

Viagens internacionais com menores de idade:

A Polícia Federal não é responsável por autorizar embarque internacional de menores. Estes só poderão viajar com autorização judicial ou emitida pelos pais. Os menores brasileiros que viajam para o exterior desacompanhados ou na companhia de apenas um dos pais ou responsável devem apresentar autorização de viagem de acordo com o modelo que pode ser obtido no link: www.dpf.gov.br

Caso não seja possível apresentar autorização segundo esse modelo, deve-se procurar a Vara da Infância e Juventude da localidade do embarque para que seja autorizada judicialmente a viagem do menor. Nessas hipóteses, será necessária a apresentação à Polícia Federal da autorização de viagem, mesmo que os pais ou responsáveis pela criança ou adolescente estejam presentes no momento do check-in nas companhias aéreas.

Autorização emitida fora do país:

Deverão ser ressaltadas as orientações das respectivas repartições consulares brasileiras, observando-se o modelo disponível no site www.portalconsular.mre.gov.br.

Se a autorização apresentada não for válida pela Polícia Federal, os interessados poderão apresentar nova autorização válida ou judicial.

Vacinas:

Antes de viajar, recomenda-se a vacinação para aqueles que vão viajar para países tropicais, especialmente os que passaram por epidemias de doenças; zonas rurais; florestais e para todos os lugares que possibilitem grande contato com a natureza.

Preferencialmente, a vacinação deve ser realizada de 6 a 8 semanas antes da partida e, no mínimo, 4 semanas antes da viagem. De acordo com as regras internacionais, a vacinação contra a febre amarela é obrigatória e a falta dela ocasiona a proibição da entrada em alguns países.

Sempre verifique antes as informações sobre vacinas necessárias e recomendadas, pois o regulamento sobre a vacinação em diferentes países muda frequentemente.

Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo

 

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Palestra Motivacional

Planejamento

Atualmente, existem muitas oportunidades para que você possa embarcar numa viagem. Para começar, é preciso resolver algumas questões. Quanto tempo tem disponível? Qual a estimativa de gasto? Quais são os locais de sua preferência nesse momento? Esses fatores são determinantes para que possa iniciar o seu planejamento de viagem!

Muitas pessoas fazem o processo ao contrário: primeiro, correm atrás de promoções de passagens ou reservam o hotel para depois iniciar o planejamento. Acredite, assim você tem mais chances de fazer confusão e criar dificuldades, pois acabará tendo que adaptar o roteiro ao tempo da viagem, quando o ideal é adaptar o tempo de viagem ao roteiro.

A definição dos locais que você pretende conhecer ou retornar é a parte mais importante. A preparação do seu roteiro e as pesquisas em sites, busca de promoções de pacotes de viagem e venda de passagens aéreas caminham juntos nessa fase. Vá anotando as informações que possivelmente utilizará mais para frente

Enfim, como fazemos para definir um destino? É preciso estar atento a algumas variáveis. Você pretende conhecer um lugar ou vários? É fundamental saber a época que você vai embarcar para saber se é alta ou baixa temporada e se há algum feriado. Esses fatores vão interferir no custo da sua viagem.

Antes de definir o tempo de viagem, analise as atrações locais do seu destino e faça um roteiro inicial para saber se terá tempo de aproveitar intensamente ou terá que cortar algumas atrações. Assim que você definir as atrações, faça um mapeamento local e adjacências para planejar o deslocamento. Quantas atrações você verá por dia? Vai de metrô, ônibus ou precisa alugar carro? Enfim, as perguntas sobre o deslocamento precisam ser bem detalhadas no seu planejamento. Nessa fase, você já tem uma ideia de quanto tempo precisa, se seu orçamento pode se adequar ou terá que abrir mão de alguma experiência.

Procure definir a hospedagem próxima às atrações, traçando a melhor rota possível. Esse é um ponto crucial e depende do destino escolhido. Quanto menor a cidade, mais provável que a região central seja a melhor opção. Em cidades grandes e com bom transporte, pode-se optar por ficar perto do metrô, assim fica mais fácil. A hospedagem influencia no seu orçamento para viajar e a localização no quanto poderá aproveitar as atrações.

Aqui, começam os esboços e estudos para sua análise. Visite os sites oficiais das atrações, blogs de viagens, consulte guias, converse com outros viajantes, pesquise se tem cupons ou outras formas de economizar. Tudo isso demanda tempo e muita paciência! Bem vindo ao mundo do PLANEJAMENTO DE VIAGEM! Mas, saiba que quando embarcar, pelo menos estará preparado para aproveitar e economizará tempo e dinheiro. Quanto mais organizado, mais tempo para se desfrutar e mais histórias para contar.

Faça esses questionamentos. Programe-se. Lembre-se que não tem certo e nem errado! O importante é realizar uma viagem-aprendizado e compartilhar experiências.

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Tire seu passaporte

É bem simples tirar o passaporte! Para emitir o seu, você terá que comparecer a um dos postos da Polícia Federal (PF).  Primeiramente, é necessário agendar sua ida até lá. Siga as instruções dos itens 1 ao 5!

  1. Documentos necessários:

Essa é a documentação necessária para fazer a emissão do passaporte e que será levada ao posto da PF. Tem que ser ORIGINAL e estar em BOM ESTADO de conservação! Eles não aceitam cópias, mesmo que estejam autenticadas! Cédulas com fotos apagadas e antigas, rasgadas e velhas que dificultem sua identificação, nem pensar!

Documento de Identidade (qualquer um destes, necessários para sua identificação):

– RG expedido pela Secretaria de Segurança Pública; Carteira Funcional reconhecida por Lei Federal; Carteira de Identidade expedida por Comando Militar, pelo Corpo de Bombeiros ou Polícia Militar; Carteira de Habilitação (CNH) expedida pelo DETRAN; Carteira de Trabalho.

Obs.1: Se você tiver um passaporte anterior, este também é válido como documento.

Obs.2: Caso tenha alterado seu nome/sobrenome, leve também as certidões de casamento ou, em caso de divórcio, a certidão de casamento com o divórcio averbado (a averbação é o registro feito pelo cartório no verso da certidão) para a comprovação de todos os nomes/sobrenomes anteriores.

Obs.3: Caso a alteração do nome tenha sido feita várias vezes e todos os nomes/sobrenomes não constem na última certidão de casamento, leve todas as certidões de casamento/divórcio anteriores originais.

Título de Eleitor com os comprovantes de que votou na última eleição (dos dois turnos se houver), ou justificativa, ou comprovante de pagamento de multa. Caso você não tenha estes comprovantes, serve uma declaração da Justiça Eleitoral assegurando que você está quite com as obrigações eleitorais.

– CPF: caso o RG, a CNH ou Carteira de Trabalho apresentem o número do CPF, não precisa apresentar o original.

 – Documento que comprove quitação com o serviço militar obrigatório (apenas para homens).

 – Certificado de Naturalização para cidadãos naturalizados.

– Se o requerente for maior de origem estrangeira deverá apresentar cópia autenticada da sentença de opção de nacionalidade ou certidão do registro da opção de nacionalidade no Registro Civil de Pessoas Naturais.

– Caso o requerente tenha: nascido de pai ou mãe brasileira a serviço do Brasil; ou sido registrado em repartição consular brasileira; ou nascido entre 07/06/1994 e 21/09/2007; este deverá apresentar certidão de nascimento lavrada no território nacional.

Se esse for o seu segundo passaporte, além desses documentos, é necessário levar o anterior (comum ou de emergência). Se ele não for apresentado, será cobrada uma taxa em dobro.

Com a documentação em dia e organizada para levar, cadastre-se no site para fazer o agendamento de sua ida à PF. Para isso, siga os seguintes passos:

  1. Preencher a solicitação (site da Polícia Federal: http://www.pf.gov.br)

Em serviços, clique em Passaporte e em Requerer Passaporte. Depois, clique em Agendar atendimento. A guia Solicitação de Passaporte é composta por mais quatro guias, que você deve abrir e preencher uma a uma (dados pessoais; documentos; dados complementares como profissão, e-mail e endereço; e local de atendimento). No final, clique em gerar protocolo e imprima o número para levar no dia do seu comparecimento.

  1. Pagamento

Ao preencher as guias da solicitação do passaporte, gere o boleto de Guia de Recolhimento da União (GRU) e faça o pagamento da taxa de emissão no banco. Guarde o comprovante de pagamento desta taxa junto com a documentação para apresentar no dia da ida ao posto da PF.

  1. Agende a data de atendimento

O agendamento é preciso para alguns postos. Se você já tem o protocolo da solicitação, agende se for o caso.

  1. Comparecimento ao posto da Polícia Federal

Na data agendada, se apresente na PF com toda a documentação listada no item 1, mais o protocolo da solicitação e comprovante de pagamento da taxa. Não é leve fotografias 3×4, pois você terá que tirar uma nova lá na hora. Eles irão conferir a documentação, tirar sua foto e coletar a sua assinatura e suas digitais, por reconhecimento biométrico ou por carimbo. Você receberá um protocolo onde tem a data provável de retirada. O prazo é de seis dias úteis.

Agora, é só esperar seu passaporte ficar pronto!

  1. Retirada do seu passaporte

Na data estabelecida no item 5, compareça ao posto novamente com um documento de identidade original e faça a retirada! Seu passaporte é válido por dez anos.

Caso você já tenha passaporte, mas ele está próximo de vencer, é bom renová-lo! Para isso, é só fazer o procedimento descrito acima.

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Pare de desculpas. Viaje!

Viajar é uma decisão somente sua. Tenho uma infinidade de argumentos para convencê-lo a realizar uma viagem, mas você tem que estar disposto a fazer de tudo para concretizar este sonho. A iniciativa tem que partir de você. Sua vontade tem que ser maior do que todos os problemas imaginários que estamos acostumados a criar!

Geralmente, escuto e recebo e-mails dizendo “Não tenho dinheiro”; “Não sei falar outra língua” ou “Não tenho tempo”. Com relação a tempo, você pode se programar para passar 3, 5, 10, 15, 20 dias ou um mês, dependendo da circunstância e interesse. Todos nós conseguimos nos organizar e encontrar um tempo quando realmente queremos. O segredo é um fazer um bom planejamento com antecedência e, se precisar, algum esforço para adequar a agenda.

Com relação a não saber falar outra língua, quando estive na Polônia os idiomas principais eram o russo, alemão e polonês! E nem por isso deixei de aproveitar bastante. No Egito, estava preocupado com relação à interação e fiquei surpreso com a quantidade de pessoas que falam inglês. Lembre-se que você é o viajante e os pessoas que vivem no local, se quiserem que você gaste dinheiro, irão fazer inúmeros esforços para agradar e merecer alguma recompensa.

O dinheiro parece o problema mais grave. Mas, tente economizar 50 reais por semana, em um ano terá juntado 2.600 reais.

No seu planejamento, há opções de hostels, viagens mais curtas, tempo no local. Enfim, seu orçamento poderá se adequar com relação ao local, tempo e suas expectativas do que fazer na viagem. Basta ter interesse e ajustar alguns detalhes para sair da rotina. A passagem aérea você consegue parcelar em 12 vezes em alguns casos. O Eurailpass é muito vantajoso e econômico para percorrer de trem os destinos pela Europa.

Hoje em dia, tem vários sites e aplicativos de hospedagens, aluguel de carro e outras facilidades para obter informações e comparativos de preços. Tudo isso para ter certeza que está fazendo um bom negócio. Para atravessar a fronteira, há passagens de ônibus e a opção de juntar amigos e viajar de carro.

Caso esteja convencido, mas ainda não tenha a certeza do que realmente quer, poderá ainda discursar sobre uma dúzia de problemas entre eles: faculdade, idade, família, os pais não deixarem, namorado (a) que não quer, trabalho, filhos, não ter férias. Mas, se você realmente quer realizar este sonho, depende somente de você.

Esteja preparado para os imprevistos, pois são impossíveis de prevê-los e estas mudanças é que lhe proporcionará um charme a mais na sua viagem e desenvolverá o seu espírito aventureiro e lhe dará força para atingir novos objetivos.

Chegou sua hora. Tenho certeza que será a melhor decisão que irá tomar com relação ao seu crescimento pessoal e profissional. Invista em você! A vida é uma só e levamos somente lembranças. Saiba que viveu intensamente a sua.

Por isso, preste muita atenção em todas as informações desse Blog. Se precisar, leia outras vezes e elabore o seu roteiro, prepare-se e saiba que onde estiver eu estarei torcendo por você e tenho a certeza que também faço parte deste sonho. Vamos sonhar juntos a partir de agora. Chegou a sua hora! Quero ler suas histórias estampadas num livro. Viva a sua VIAGEM!

Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo

 

Viagens de Incentivo
Palestra Motivacional

O Novo México parece não ter fronteiras

O Novo México parece um imenso território sem limites. A Terra do Encantamento descende diretamente do Céu. Outros lugares na Route 66 constituem-se de rios, montanhas e planícies. Muitos estados nasceram da vontade de ferro de homens que defenderam suas fronteiras com determinação. Mas o Novo México parece não ter portas na sua história, nem telhados na sua existência.

A maior ligação do seu povo, dizem os compêndios, é com a terra e com o céu. As fronteiras, naqueles 314.342km², são formadas pelo encontro de ambos. Em 1849, o capitão Randolph Marcy fez um relatório sobre uma região do Novo México conhecida como Llano Estacado, chamando-o de “o grande Saara da América do Norte (…) ilimitado quanto o oceano. Nem mesmo os selvagens se atrevem a atravessá-lo, a não ser em dois ou três pontos, onde sabem que podem encontrar água”. A princípio, portanto, pareceu-lhe uma terra agressiva, que não desejava a presença do homem. Marcy fora encarregado de uma expedição à Califórnia, no tempo da Corrida do Ouro. Seu objetivo era reconhecer o terreno entre o Arkansas e Santa Fé, para a implantação de uma estrada nacional.

Era dia quando entrei no Novo México e logo percebi que a cor do céu mudara. O azul cobalto acentuado surpreendeu-me, assim como as nuvens de chuvas passageiras, tão próximas que parecia possível tocá-las. Como num desenho animado, era como se elas caminhassem em cima de mim. Fosse pelo brilho do sol ou pela proximidade da chuva, naqueles vales infindáveis, eu tinha a sensação de ser o centro da cena. Descobri, assim, que é fácil ficar envolvido por uma terra em que sol, céu, terra e água se encontram de forma tão peculiar. Parece que ali a única exigência feita ao turista é que se permita ficar encantado.

Este território foi ocupado desde cedo e por muitos séculos pelos índios, ou, usando o termo atual politicamente correto, americanos nativos. Os exploradores espanhóis, que lá chegaram no século XVI, chamavam suas aldeias de “pueblos indígenas”, uma vez que sua organização social não diferia muito daquela dos pueblos ou vilas espanholas. Os apaches e navajos eram seminômades. Estes últimos adotaram muito do modo de vida dos pueblos, embora com estrutura social menos sólida e mais individualista, enquanto os apaches permaneceram nômades.

Os 19 grupos indígenas ali existentes têm diversos pontos de contato entre suas culturas, apesar de falarem pelo menos seis dialetos diferentes. As aldeias são lugares obrigatórios para quem passa pelo Novo México, principalmente quando estão celebrando alguma festa, que costuma incluir rituais e danças. Alguns pueblos ignoram os turistas, enquanto outros tentam conciliar as tradições indígenas com os beneficies trazidos pela cultura dos brancos, especialmente os viajantes. Mas a máquina fotográfica é um artefato com o qual é preciso ter cuidado. Não é todo lugar ou toda pessoa que pode ou quer ser fotografada.

Assim que Cristóvão Colombo descobriu a América, os espanhóis começaram a explorar a terra. O território foi visto pela primeira vez em 1539, pelo frei Marcos de Niza, como uma “vila” indígena dos hawlkuh, perto de onde fica hoje a cidade de Gallup, no Novo México. O frei voltou à Espanha com histórias delirantes de localidades cheias de ouro, que deixaram o vice-rei tão impressionado, que no ano seguinte Niza foi nomeado guia da expedição comandada por Francisco Coronado. Este retornou à Metrópole dois anos mais tarde praticamente falido, sem ter encontrado nem ouro nem qualquer outra coisa de valor.

Os primeiros sinais de colonização foram dados por Don Juan de Oñate em 1598. Em 1609, Pedro de Peralta fundou a cidade de Santa Fé, a mais antiga dos EUA. Os povoados pipocaram ao longo do Rio Grande até 1690, quando os pueblos indígenas, com o auxílio dos apaches, expulsaram todos os europeus daquele território, no que ficou conhecido como Revolta dos Pueblos.

Em 1810, Napoleão Bonaparte conquistou a Espanha e 11 anos depois o México tornou-se uma nação independente. No ano seguinte, William Becknell levou para a região os primeiros vagões sem trilhos e começou o que posteriormente viria a ser chamado de Santa Fe Trail. Após a guerra com o México, em 1848, o Novo México passou a ser território americano, como resultado do Tratado de Guadalupe Hidalgo, assinado pelos dois Congressos naquele ano.

A Guerra do México, entre 1845 e 1848, é considerada pelos historiadores como uma das campanhas militares mais desastrosas para o exército americano, ainda que o conflito tenha resultado em vitória para os EUA. O México tinha um governo instável, pouco mais de duas décadas depois de se tornar independente da Espanha. Nas disputas internas, a questão do Texas transformou-se em bandeira. Mesmo com aquele território tendo proclamado a sua independência, os mexicanos consideravam que os EUA declararem a anexação seria uma atitude provocadora. O ato realmente foi aprovado pelo Congresso americano em 1845. Até então, vinha sendo negado, não em função das ameaças diplomáticas mexicanas, mas porque os antiescravagistas temiam que dali fossem nascer vários estados onde o trabalho escravo seria permitido.

Por essa razão, houve resistência dentro dos EUA à política do presidente James Polk de garantir a entrada do Texas na federação. Pelo menos, a justificativa oficial era impedir o avanço da Inglaterra sobre o Texas. Na época, boa parte da política externa americana estava voltada para frear os avanços britânicos na região. O México entendeu o envio de tropas para a fronteira do Texas como provocação e iniciou um conflito que teve 17 meses de efetivas batalhas.

Os EUA arregimentaram muitos voluntários que apoiavam o conflito, fazendo com que o exército pulasse dos regulares seis mil homens para 115 mil. Ao final, através do já referido Tratado de Guadalupe Hidalgo, os EUA confirmaram a soberania sobre o Texas e ainda ficaram com o Novo México e a Califórnia, o que anexou 3,1 milhões de quilômetros quadrados ao território americano. Em troca, o México recebeu US$ 15 milhões como indenização.  Finalmente, em 1912, a Novo México foi admitido na federação americana com o status de estado. A capital desde então foi Santa Fé.

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Santa Fé a “terra da montanha mágica”

No pueblo de Tesuque o respeito à tradição é total

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Albuquerque é a cidade mais agitada do Novo México

Santa Rosa é uma comunidade pitoresca no Novo México

O The Blue Swallow em Tucumcari

Budville era uma oficina no meio do deserto

Quase no final da estrada no Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66” ? 

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira 

Get your kicks on ROUTE 66 

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema 

Como surgiu o número 66? 

 

 

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Dormir com futuros amigos é a proposta dos albergues

Atlantic City dispõem de uma ótima infraestrutura para diversão!

Evite viajar sozinha em áreas de risco

Viajar por conta própria dá liberdade, autonomia e até economia

Evite ficar hospedado diante do principal cartão postal da cidade

Caso alguma coisa não saia conforme o plano, improvise

É preciso ter muito cuidado para ter a melhor experiência possível

Uma maneira de poupar dinheiro é optar por destinos econômicos

Foi assim que encontrei locais incríveis pelo mundo para dormir

Nada de colocar o dinheiro dentro do sapato

Nos Ozarks tem-se a impressão de estarmos numa montanha-russa

Logo que se deixa Rolla, a Route 66 bandeia-se para a região dos Ozarks. Este é mais um nome exótico, proveniente de uma corruptela. A palavra original é a expressão francesa aux arcs. É constituída por formações rochosas relativamente antigas, geralmente planas, mas pontiagudas. Tem alguns vales profundos. Quando se entra nos Ozarks, tem-se a impressão de que se está numa montanha-russa, tamanho é o número de subidas e descidas.

Antes de pegar um ônibus, passei por Martin Springs, importante trecho da mother road, 3,5km a oeste de Rolla. Quando sequer se sonhava com a construção da estrada, era ponto de parada dos pioneiros, para que os cavalos e os rebanhos pudessem beber água. Em 1925, na época em que se discutia o traçado e o nome da velha 66, foi inaugurado ali o estabelecimento The Old Homestead, conhecido como o primeiro posto voltado para os caminhoneiros no país. Três anos depois, W. D. e Lynna Aaron construíram uma loja para vender radiadores, única no ramo durante muito tempo na região. Lynna servia lanches leves e mantinha em estoque alguns produtos. Perto dali, havia o Club 66, aberto em 1938 e que foi destruído pelo fogo duas vezes.

Na altura de Doolittle, a Route 66 se estreita e é ladeada por árvores que se encostam umas às outras, formando uma espécie de túnel. Como quase não havia trânsito naquele trecho, o ônibus ia bem devagar pela longa alameda. Era como voltar no tempo, para os idos dos anos 50 e 60, quando a estrada tinha ainda grande parte de sua imponência.

Passei, então, por Devil’s Elbow e cheguei a Lebanon. A localidade, nascida em 1849, durante a guerra civil, foi alternadamente ocupada por nortistas e sulistas. Primeiro, surgiu a ferrovia. Ao lado dela, foi construída a Route 66.

Atravessar aquela região dava a estranha impressão de que estava no caminho errado. Sempre ladeando a estrada de ferro, com a interestadual atrás, a 66 parecia algo esquisita. Mas não. Era apenas um velho pedaço da estrada mãe e não uma zona mal-assombrada, como pôde até parecer a princípio. Lebanon tem dez mil habitantes e é a maior cidade entre Rolla e Springfield. Um dos locais interessantes para o visitante é o Munger Moss Motel, bastante popular. Outros atrativos são o Nelson Hotel e o Dream Village, construídos por Arthur Truman Nelson.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Rolla

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Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

A diversidade natural do Missouri

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Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

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O Missouri tem muita história para contar

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Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Regras de conduta devem ser respeitadas

Seja inteligente ao pesquisar seu destino de viagem

A tendência é que comecem a adquirir o hábito de viajarem sozinhas

É muito importante cultivar o espírito da pechincha

Maior probabilidade de fazer amizades

Economize reservando o carro no Brasil

Use sua carteira de habilitação para ficar seguro

Verifique quais são os documentos necessários para o destino escolhido

A polícia turística é muito eficiente

Viajar mais, gastando menos. Quem não quer isso?

 

Colônia – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Cidades na Alemanha

Colônia- Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos históricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Colônia – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Colônia – Rent a bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Colônia – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Colônia – Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Colônia- Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Bremen tem mais de 1.200 anos de história e é a terra da cerveja Beck’s

Bremen tem 680 mil habitantes e está localizada ao norte da Alemanha, próxima de Hamburgo e Hannover. É uma cidade pequena, mas não menos encantadora! Possui mais de 1.200 anos de história e foi, durante a maior parte de sua existência, uma cidade-estado independente. Bremen é uma cidade estreita, alinhada ao longo de ambas as margens do rio Weser. Toda a cidade está localizada em planícies planas. Trata-se de um dos mais importantes centros comercial e turístico do interior do país e Europa Central. Sua área metropolitana tem cerca de 2.7 milhões de habitantes, sendo a 10ª mais populosa do país.

Bremen tem o mais importante porto para transporte da Europa e é a terra da cerveja Beck’s. Os que tiveram infância devem estar familiarizados com a cidade através da história dos Irmãos Grimm, Os Músicos de Bremen, o quarteto mais animal desde os Beatles!

O aeroporto de Bremen oferece voos para a maioria das cidades alemãs e alguns destinos europeus. É facilmente acessível por transportes públicos (linha de bonde 6, a 10 minutos do centro). A estação central Hugo-Schauinsland-Platzn não fica muito distante do centro histórico. Dessa estação partem trens para várias cidades como Hamburgo, Bremenhaven e Hannover, ou cidades mais distantes como Berlim, Munique, Dortmund e Colônia. Há também trens que conectam as áreas periféricas de Bremen. A forma mais barata de viajar é compartilhar um bilhete em grupo com outras pessoas.

Uma boa pedida para refeição é almoçar no mercado aberto da cidade. Experimente o kluten, doce tradicional de Bremen. São cubos de hortelã-pimenta cobertos de chocolate. A chocolateria Hachez, perto da Câmara Municipal, é um tradicional local para visitar e comprar o kluten, embora eles estejam disponíveis em muitos outros lugares em todo o centro.

Experimente alguns pratos típicos como o kohl und pinkel (linguiça e carne de porco processadas como um chouriço acompanhado de batatas) e o o smelt (peixe pequeno de sabor intenso acompanhado de repolho e batatas). Outro prato que vale a pena provar é uma antiga refeição chamada labskaus, ou prato de marinheiro, que consiste de purê de batatas, carne enlatada, cebola, ovo frito, beterraba ou ragu de frango. Supermercados como o ALDI e o LIDL são os mais baratos para fazer pequenas compras.

Muitos pratos tradicionais de Bremen e do norte da Alemanha são super saudáveis. Esta região é famosa pela grünkohl (uma espécia de couve exótica e saborosa, geralmente servida cozida e com legumas), pelos pratos à base de peixes (enguia defumada e arenque), bem como pela geleia de frutas vermelhas ou pelo butterkuchen (bolo com levedura e coberto com muita manteiga, açúcar e amêndoas), esse último não muito saudável, claro! Você pode encontrar alguns restaurantes especializados em peixes em Böttcherstrasse.

Uma dica de passeio é caminhar à beira do rio Weser, na Weserpromenade, entre as pontes Bürgermeister Schmidt e a de pedestres Teerhofbrücke. É onde as pessoas curtem o final do dia, especialmente no verão. Tem vários Biergärten, ou “jardim das cervejas” na tradução literal, onde você pode provar a famosa Beck’s, fabricada em Bremen. Aproveite para visitar a Brauerei Beck & Co (Cervejaria Beck, rua Am Deich 18-19). o local é também um museu que conta a história de uma das mais tradicionais cervejarias alemãs e o passeio inclui degustação.

O transporte urbano é muito eficiente e pode ser realizado por ônibus e bonde. A estação de trem é também a de ônibus e, passando por baixo do viaduto, chega-se ao centro em 10 minutos. Os ônibus noturnos são indicados por um “N” e funcionam quase a noite toda, partindo a cada 30 minutos da estação central. Você pode comprar bilhetes no ônibus ou bonde, mas sai um pouco mais barato comprar um conjunto de quatro tickets ou um passe de um dia todo para indivíduos ou grupos, ou uma passagem semanal individual. Os bilhetes devem ser comprados antes de embarcar nos trens. Os táxis são encontrados em toda parte e trabalham 24 horas. Não há necessidade de reservá-lo com várias horas de antecedência. Além disso, os motoristas de táxi e os funcionários do call center podem ter dificuldades em entender um telefonema em inglês.

Bremen é a cidade mais bike friendly entre as maiores cidades alemãs. Você pode alugar bicicletas na estação ferroviária e tem várias lojas de bicicletas espalhadas pela cidade.

Bremen é extremamente charmosa e tem um centro histórico bonito, quase todo em estilo gótico. Os principais pontos turísticos da cidade estão ali, entre eles: a prefeitura (Rathaus), erguida entre 1405 e 1410 e considerada um dos principais exemplares da arquitetura gótica, toda em tijolos; a estátua de Rolando, símbolo de justiça e da liberdade da cidade erguida no século XIV; as construções medievais da Altstadt (Cidade Velha); a praça do mercado (Marktplatz); a catedral; o Parlamento; as lojas de arte e restaurantes da Böttcherstrasse; a imperdível estátua de bronze dos Músicos de Bremen (Saltimbancos); as ruelas estreitas recheadas de ateliês e lojas no bairro medieval Schnoor. Tudo isso se visita a pé, em curtas e agradáveis caminhadas que podem ser intercaladas com paradas estratégicas em cafés e sorveterias!

No subsolo da Rathaus, está a maior adega subterrânea da Alemanha, com túneis que se estendem por mais de 2 km em uma área com mais de 5 km2. Neste lugar, os vinhos são produzidos desde 1404, mas, atualmente, o vinho mais antigo é de 1647. Por ser tão antigo, custa uma fortuna e ninguém mais paga para degustá-lo. Dentro do restaurante, há tonéis enormes e basta chegar até uma das portas das adegas para sentir o aroma delicioso que vem lá de dentro. Nas paredes a frase que inspira o lugar: “Tomar vinho é como um poema, a diferença é que os versos fluem para dentro”!

Quero reforçar dois locais imperdíveis na cidade que merecem uma visita. Ao deixar a Marktplatz, você será recebido por um lindo mural dourado na entrada da Böttcherstrasse. Esta fascinante rua é a mais animada e popular da cidade, com 110 m de comprimento que abrigam lojas de artesanato, restaurantes, museus, oficinas e um carrilhão. Considerada por muitos a rua mais bonita da Europa! Outro local interessante é o bairro de Schnoor, que é uma viagem no tempo com os seus antigos edifícios medievais datados dos séculos XV e XVI. O nome deste bairro vem do fato das casas serem geminadas, grudadinhas e as ruas bem estreitas, dando a impressão de ser um colar cheio de contas! A rua mais estreita tem 64 cm! É um ótimo local para tomar um café, passear entre as ruelas, tirar fotos e adquirir alguma lembrancinha.

A cidade oferece duas ótimas opções para compras. A McGeiz tem várias lojas na cidade com seções de 0.55 centavos, 1 euro, 2 euros, 2.50 euros, etc. Para chegar lá, pegue o trem 2 na Domsheide, sentido Gröpelingen e desça na estação Waldau Theater. O trem passa na frente do shopping antes de chegar à estação. Ou saindo da Bahnhof, pegue o trem 10 e desça na mesma Waldau Theater. Outra opção é a Primark, rede de lojas inglesa que instalou a primeira loja na Alemanha em Bremen. Fica no shopping Waterfront e seus preços são convidativos. Para chegar lá, no Domsheide, pegue o trem 3, sentido Gröpelingen e desça na estação Use Akschen. Não deixe de verificar as populares H&M, C&A e Zara, pois especialmente no final de cada estação do ano, estas oferecem descontos de até 70%.

Nos arredores de Bremen, vale a pena conhecer a Rota dos Contos de Fadas, ou Märchenstrasse. O roteiro conta com as cidades que ilustraram as mais famosas histórias infantis, como Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, Branca de Neve e os Sete Anões ou Bela Adormecida. Tudo isso graças aos relatos dos moradores aos famosos irmãos Grimm, Wilhelm e Jakob. O lugar encanta crianças, jovens e adultos. É como se você estivesse num daqueles cenários belíssimos de um livro, dentro das histórias que povoavam nossa imaginação na infância!

Começa por Hanau, cidade natal dos Grimm. Perto, fica a cidadela de Lohr am Rhein, onde há quem afirme que Branca de Neve (Schneewittchen) viveu muito feliz ali com os Sete Anões (ou seria o príncipe?)! Em seguida, vem Ziegenhain/Schwalmstadt, onde as moças solteiras de antigamente usavam um capuz vermelho, fato que serviu de inspiração para a criação da Chapeuzinho Vermelho (Rotkäppchen). Em Kassel, bem no meio da rota, está o Museu Grimm. Seguindo viagem, na floresta de Rheinhardswald, está o castelo de Sababurg, onde a Bela Adormecida (Dornröschen) dormiu durante 100 anos. Em Marburg, especificamente na torre Trendelburg, Rapunzel jogou suas tranças cor de mel. A cidade medieval de Hameln foi onde o flautista de Hamelin (Der Rattenfänger von Hameln) livrou a população dos ratos e das crianças também. A viagem termina em Bremen, com os quatro músicos de Bremen (Die Bremer Stadtmusikanten).

Para quem vai passar apenas um dia em Bremen, uma opção é utilizar os lockers da estação, guardar a mochila, curtir a cidade e partir para a próxima cidade!

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Berlim | Bonn | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

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Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Bremen- Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.