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Glenrio fica na divisa entre o Texas e Novo México

Finalmente, cheguei a Glenrio, na divisa entre o Texas é o Novo México. O nome é uma combinação inusitada da palavra glen, vale estreito em inglês, com a espanhola rio. Fundada em 1903, quando a Companhia Ferroviária Rock Island construiu um canteiro de obras no local, atualmente Glenrio está praticamente deserta e deve ter não mais do que uma dúzia de habitantes. O único motel tem um nome curioso: First in Texas/Last in Texas.

Muitos prédios foram derrubados para a construção da Interstate 40. Mas, particularmente essa divisa que eu estava atravessando agora tem uma história bastante triste para contar, que teve seu momento mais agudo durante a década de 1930: o Dust Bowl, ao qual venho me referindo com insistência nos capítulos anteriores. Nos dias 10 e 11 de maio de 1934, uma violenta tempestade de areia varreu os solos do Texas, Oklahoma, Kansas, Arkansas e Colorado. Para suportar a poeira, os habitantes tiveram que colocar toalhas molhadas nas janelas e todos, adultos e crianças, viram-se obrigados a cobrir ou ter o rosto coberto com panos também molhados.

No dia seguinte, estava tudo vermelho, vermelho de sujeira, de terra, de areia. O vento soprava forte e levantava espessas nuvens vermelhas, de tal forma que as pessoas não conseguiam sequer ver o sol. As luzes das cidades tinham que permanecer sempre acesas, como se uma chuva forte estivesse chegando. As tempestades tornaram-se freqüentes e um verdadeiro pesadelo para algumas famílias. Antigos pequenos fazendeiros, que já haviam sofrido com a pobreza, perdido a terra e eram apenas trabalhadores a serviço de outros, viram afinal esgotarem-se todos os seus recursos.

Restou-lhes apenas juntar a família e a mobília em qualquer veiculo que tivessem, e partir daquele lugar que parecia amaldiçoado pela natureza. Com eles, levaram também todos os pequenos comerciantes, que viviam em função destas comunidades. Por causa do novelista John Steinbeck e do cineasta John Ford, a US Highway 66 ficou associada à memória da Grande Depressão. O livro As vinhas da ira descreve a viagem de uma família de Oklahoma rumo à Califórnia.

No Texas, era comum então ver pessoas com colchões no teto dos carros vagando pela Route 66. Os migrantes tinham consciência do problema que estavam vivendo.  As pessoas chegavam aqui sem um tostão no bolso. Vários proprietários de postos de gasolina combinaram uma maneira de evitar que os okies ficassem abandonados pelo caminho. O dono de um posto colocava gasolina suficiente para que eles chegassem até um determinado lugar, onde o dono do posto local fazia o mesmo. Desta maneira, eles iam levando os migrantes no caminho da Califórnia.

Os anos da Depressão foram muito difíceis, embora alguns negócios tenham conseguido florescer. Numa época em que a vida de famílias inteiras desestruturava-se, a Route 66 representava ainda mais fortemente a esperança por algo melhor adiante. As pessoas juntavam o que tinham e tentavam a sorte ao longo da mother road.

Quando se passa pelas intermináveis planícies texanas, percebe-se com clareza o papel protagonizado pela estrada. Ela ligava áreas que necessitavam de um contato com o resto da civilização para se desenvolverem. Locais perdidos no meio do mapa, voltaram ao anonimato quando a Route 66 foi desativada oficialmente.

No entanto, guardam ainda um trunfo precioso: tornaram-se para sempre personagens da história de um mito, revivido a todo momento por pessoas como eu e tantas outras que entendem que a Route 66 nunca deixará de representar um estilo, uma filosofia de vida, e uma parte fundamental da própria história americana.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Glenrio

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

No Texas, há 299 km da Route (66,91%) ainda em uso

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon: as belas formações rochosas destacam-se

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Para jovens de todas as idades!

Levar pouca bagagem facilita seu deslocamento pelos destinos

No começo é muito difícil viajar sozinha

Boston não é um dos tradicionais pólos do consumismo, mas não decepciona!

Viajando de carro com seu pet

Faça a sua viagem, não a dos outros

Preste atenção nos detalhes e repare nas interações humanas

Descarte gastos com planos de celulares

Desligue-se do senso comum e aparências

Procure a melhor taxa de câmbio em viagens internacionais

Procure as menores taxas ao desembarcar

Os dois maiores gastos de viagem são transporte e hospedagem

Procure se conter na hora de arrumar a mochila

A letra da música “Get your kicks on Route 66”

GET YOUR KICKS ON ROUTE 66

If you ever plan to motor west;

travel my way, take the highway that’s the best.

Get your kicks on Route Sixty-Six!

 

It winds from Chicago to L.A.,

more than two thousand miles all the way.

Get your kicks on Route Sixty-Six!

 

Now you go thru Saint Looey Joplin, Missouri

and Oklahoma City is mighty pretty.

You’ll see Amarillo, Gallup, New Mexico;

Flagstaff, Arizona; don’t forget Winona,

Kingman, Barstow, San Bernardino.

 

Won’t you get hip to this timely tip:

When you make that California trip.

Get your kicks on Route Sixty-Six!

Get your kicks on Route Sixty-Six!

 

Words & Music by Bobby Troup

Copyright © 1946, Renewed / copyright © 1973

Londontown Music All Rights Reserved.

 

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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O Galena Mining and Historic Museum é um local imperdível na Route 66

Cheguei finalmente a Galena, cidade pequena como a maioria no Kansas. A pacata localidade teve seu período de efervescência quando a atividade mineradora respondia por boa parte da sua economia. A principal atração ali é o Galena Mining and Historic Museum, depositário da memória histórica tanto do lugar quanto da Route 66. É, aliás, um dos dois principais museus sobre a estrada.

O outro fica no Texas. Do mesmo modo que o museu, o seu curador é uma atração à parte com seus quase noventa anos. Howard Litch, homem magro, de estatura mediana, óculos de aros transparentes, trabalhou na construção da estrada e até hoje conta as histórias que presenciou à beira dela com lucidez impressionante. Filho de Tom Litch, nasceu em 17 de julho de 1906 em Galena.

Sua infância foi modesta, com o pouco dinheiro obtido pelo pai nas minas. Dava para comer e ter um teto, segundo ele. Estudou até os 16 anos, quando pediu ao pai para largar a escola. Queria ser mecânico e esta foi a sua função por cinquenta anos. Seu primeiro emprego foi numa agência da Ford. Por volta de 1936, conseguiu abrir um negócio próprio na rua principal, que era a Route 66. Depois de um curto período servindo ao exército durante a Segunda Guerra Mundial, Litch voltou a Galena para dar novo impulso a sua garagem. Tinha um bom equipamento e um serviço 24 horas.

O tráfego era pesado nos anos 50 e 60. Os turistas quase o levavam à loucura. Para conter a ansiedade deles, enquanto os mecânicos trabalhavam, ele levava os donos dos carros para passear na cidade. No auge da Route 66, Litch chegou a empregar cinco mecânicos, dois ajudantes, e um rapaz que encerava os carros e consertava pneus. Mas, em 1974, ele aposentou-se e a família não continuou o negócio. O homem para quem vendeu a oficina pediu-lhe para deixar a placa com o nome dele. Até hoje está lá, tamanho o prestígio e a tradição.

— A cidade foi tão boa para mim, e eu tive sempre tanto trabalho, que resolvi fazer algo por ela. Foi assim que me envolvi com o museu — diz Litch, que não se separa de seu boné azul exaltando a terra natal.

Escolheu-se para acolher a instituição uma antiga estação de trem. Os objetos estavam sendo colecionados há anos, desde minerais, instrumentos de trabalho dos mineiros e fotografias, até uma bandeira nazista capturada por um mecânico de Litch que servira aos Aliados na guerra. O mais difícil foi conseguir os sinais e a placa da estrada.

— Temos um bocado de história nesta cidade e esta rodovia lá fora é um grande pedaço dela — diz com orgulho.

Além das informações precisas sobre a Route 66, ele conhecia boa parte da história de sua pequena Galena, que tem pouco mais de três mil habitantes.

— No começo, a cidade vizinha de Empire tinha minas mais ricas que as de Galena. Então, para evitar que os habitantes daqui fossem para lá, eles resolveram erguer uma cerca. Os nossos moradores esperaram pacientemente que a cerca ficasse pronta, o que demorou meses. Quando isso aconteceu, eles simplesmente tocaram fogo nela e botaram-na ao chão. Algum tempo mais tarde, as minas de Empire começaram a se esgotar.

No museu, deliciei-me com os mais diversos objetos coletados pelos curadores: latas de coca-cola, marcas de cigarro, isqueiros, todos dos tempos áureos da Route 66. Passei pelo menos quatro horas no meio daquele material significativo. A casa ainda conservava a arquitetura de estação de trem do interior, com telhado rebatido, tábuas horizontais pintadas de cinza-claro, e portas e janelas em verde mais escuro.

Cidade na Route 66 no estado do Kansas

Galena

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Terminando de percorrer o estado do Missouri

Somente 21 km da Route 66 cortam o estado do Kansas

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A Route 66 foi responsável pelo hábito de viajar de carro nos EUA

A Route 66, ou the old road, é uma serpente de asfalto que se arrasta desde as redondezas do lago Michigan, em Illinois, até o Pacífico, na costa oeste do país. Entre estes dois extremos, a estrada atravessa rios, planícies, montanhas, desertos e canyons de oito estados, 102 cidades e diversas nações dos americanos nativos. sãos 3.917 quilômetros.

Embora tenha nascido antes do gênero, a Route 66, nos EUA, é a grande responsável pela introdução nos Estados Unidos do hábito de viajar de carro, antes praticamente monopolizado pelo trem. Este dado não apenas contribuiu para desenvolver a indústria automobilística norte-americana e tornar o automóvel um dos maiores sonhos de consumo de uma pessoa como propiciou, anos mais tarde a criação do “road movie”.

Tradicional corrida de carros que vai de Seligman a Kingman, um percurso de 180 km, a serem vencidos em três dias. Da última corrida, haviam participado 1000 carros, dos mais variados. O espírito não é chegar primeiro, mas parar em todos os pontos de interesse da Route 66. É o contato com os bares, os cafés, os hotéis, enfim, com a filosofia existencial das pessoas que moram na estrada e vivem dela.

A Route 66 tem uma importância simbólica para o povo americano. A estrada é um mito que passa para o inconsciente coletivo geração após geração. É um símbolo de vitalidade para todos os americanos. Por isso, ainda que o governo a tenha desativado oficialmente como via federal de tráfego, ela continua mais viva do que nunca, e assim continuará, pois os mitos não morrem.

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Hamburgo – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

 

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Hamburgo -Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Flagstaff é uma boa opção para chegar ao Grand Canyon

Indo no caminho de Flagstaff, é preciso atentar para Winona, conforme aconselha o compositor Bobby Troup na música mais famosa a respeito da estrada, Get your kicks on Route 66: “Don’t forget Winona” (Não esqueça Winona), ele diz. Localizada a apenas 24 km a leste de Flagstaff, a cidade foi conhecida como Walnut até 1886, quando recebeu o nome atual. Mas é um lugar muito pequeno.

É preciso muita, mas muita atenção para não perdê-la, pois ela passa rápido demais pela vista. Há uma brincadeira no Arizona de que se você piscar os olhos enquanto passa por lá, não a verá. No entanto, há ali um trecho interessante de estrada recuperado. Foi somente na década de 1920 que a localidade passou a constar do mapa do estado, quando a esposa do comerciante Billy Adams, Myrtle Adams, tornou-se a primeira funcionária do correio em todo o Arizona. A agência foi aberta no Winona Trading Post, loja de seu marido.

Flagstaff foi fundada em 4 de julho de 1876, exatamente no ano do primeiro centenário da independência dos EUA, por um grupo de pioneiros vindos de Boston que acampou no terreno de F. W. McMillan. Para comemorar o feriado da independência, os colonos tiraram os galhos de um pinheiro e amarraram em seu tronco uma bandeira americana.

Pouco tempo depois, muitos se mudaram de lá, decepcionados com a péssima qualidade do solo. Na época, a má fama chegava até San Francisco. As pessoas costumavam informar aos viajantes: “Travel straight west until you come to that flagstaff” (Vá na direção oeste, até encontrar aquele mastro de bandeira). Daí, o nome da cidade. Depois de 1880, Flagstaff ganhou status permanente e seis anos mais tarde era considerada ponto estratégico entre Albuquerque e Los Angeles, com a ferrovia desempenhando papel importante na vida da comunidade, o que acontece até hoje. Apesar da fama inicial, está longe de ser meramente uma passagem neste roteiro.

Cheguei de ônibus à noite e o que temia desde o início da subida da serra confirmou-se. Fazia muito frio em Flagstaff. Havia nevado bastante na semana anterior e ainda não houvera tempo para que toda a neve se dissolvesse, o que tornava o chão escorregadio demais. Aprendi logo que quanto mais borracha tiver o solado do calçado, maiores são as chances de se evitar uma queda. Hospedei-me no quarto 117 do Town House Motel.

Cidade na Route 66 no estado do Arizona

Flagstaff

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Museum Club é considerado ponto de encontro na Route 66

O maior medo que enfrentei num viagem

O Arizona oferece os cenários mais estonteantes dos EUA

As estradas não foram feitas para carros comuns

O viajante deve percorrer suas ruas até o Wigwan Village

Se não conhecer o Jackrabbit, não esteve no Sudoeste

A Route 66 está mais viva do que nunca

A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

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Eu sou uma empresa

Num dos vários momentos em que descanso nas minhas viagens gosto pensar em algumas analogias para compreender melhor o que estou fazendo e melhorar meus resultados. Cheguei a conclusão de que: Eu sou uma empresa.

Eu, assim como qualquer corporação, tenho um Departamento Financeiro, que é o meu bolso, para controlar os gastos, fazendo com que o orçamento seja corretamente empregado em meu beneficio. Empresa que não cuida do bolso pode até falir. Pessoa física, então, é mais fácil ainda. Portanto, adotei uma política de dar bastante apoio a esse departamento. Mas, dinheiro não é tudo.

O meu Departamento de Recursos Humanos cuida das relações que terei com terceiros para trocar informações e fazer sempre um treinamento, a fim de reciclar minhas ideias. Até “contrata” pessoas que podem me ajudar e “demite” aquelas com quem não posso contar.

Já o Departamento de Marketing é aquele através do qual tento vender as minhas ideias, expondo-as convenientemente para que as pessoas as compreendam e compartilhem dos meus objetivos. A empresa que não comunica bem aquilo que faz não vende e, se não vende, fecha as portas. Cheguei à conclusão de que vender as próprias idéias é essencial para todo e qualquer profissional, não importa o cargo que ocupe.

O Departamento de Produção é o meu corpo. Ele tem as diversas “máquinas” capazes de gerar força suficiente para que eu possa lutar e atingir os meus objetivos. Todos os setores precisam estar em harmonia, funcionando direito, para que a produção seja capaz de conquistar o mercado.

Concluí, finalmente, que esta empresa deve ser controlada por um único administrador: eu. E que o seu mercado é muito especial: a vida. Uma pessoa de sucesso é aquela que conseguiu chegar à diretoria da sua empresa “pessoal”, que teve condição e coragem de traçar a estratégia, e fazer todos os departamentos trabalharem em função do objetivo maior: ganhar o mercado, viver.

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Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

O que veio a se chamar mais tarde Route 66 envolveu uma árdua batalha, que o leitor conheceu anteriormente, quando passamos juntos pelo Kansas. As más línguas chegaram a dizer que o maior interesse de Cyrus Avery era fazer uma estrada que passasse pela sua cidade, Tulsa. O resto era conversa…

Mas Avery não desistia. Fez incontáveis discursos em diversas localidades da Route, primeiro para estabelecê-la, e depois para conseguir a sua total pavimentação. Junto com os eventos paralelos, encarregou-se de incutir a Route 66 nas mentes dos turistas americanos. Mais ou menos nesta época, surgiu o slogan “a rua principal da América”, que encerrava uma mensagem sutil. Tão sutil quanto os arcos dourados que quarenta anos depois fizeram o sucesso do McDonald’s.

Em uma “rua principal”, a pessoa sente-se em casa, assim como o familiar “M” da conhecida lanchonete desperta a sensação de se estar sempre em casa. O mesmo acontece com a padronização das cadeias de hotéis americanos, nos quais a decoração é parecida, a fim de dar ao viajante a impressão de que está num lugar conhecido e seguro.

Logo, até em propaganda e marketing a Route 66 parece ter sido pioneira. Em 1932, surgiu o primeiro texto pago sobre ela no Saturday Evening Post. O anúncio, que custou dois mil dólares e preencheu toda a coluna da esquerda na página 52, conclamava os americanos a tomarem a “grande estrada diagonal” e irem para Los Angeles assistir aos Jogos Olímpicos. A resposta foi muito boa.

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Cozinhar ou comprar comida no supermercado são formas de economizar

De dólar em dólar, você economiza um montão

Leve pouca bagagem na sua viagem

Sugestões simples para evitar problemas na viagem

Acampar é uma terapia na qual todas as pessoas deveriam experimentar

Só na ficção o sujeito escolhe um local aleatório no mapa

Viajar durante a semana é mais barato

Em Frankfurt a praça Römerberg possui edifícios históricos dos séculos XIV e XV

Frankfurt é a quinta cidade maior da Alemanha. Possui uma população de 750 mil dentro de seus limites administrativos e cerca de 2.500.000 habitantes agrupados na região urbana. É o lar de, nada menos que, pessoas de 180 nacionalidades diferentes, portanto um verdadeiro caldeirão cultural! Quase 25% dos residentes de Frankfurt são estrangeiros. A cidade já foi considera a 7ª em qualidade de vida ao redor do mundo, é a mais cara da Alemanha e a 10ª do mundo. Consta como a mais rica da Europa por PIB per capita.

Frankfurt é o principal centro financeiro do continente europeu, com as sedes do Banco Central Europeu, do Banco Federal Alemão, do Deutsche Bank e do Commerzbank. Abriga 63 bancos nacionais e 152 internacionais, bem como 41 escritórios de representação de bancos internacionais. Por isso, a cidade é carinhosamente chamada de Bankfurt e é conhecida como Bankenstadt ou, literalmente, “Cidade dos bancos”!

Nos transportes, a cidade se destaca em âmbito mundial: o Aeroporto de Frankfurt é um dos mais movimentados de todo o mundo pelo tráfego de passageiros e é o aeroporto mais movimentado pelo tráfego de cargas na Europa; a Estação Central de Frankfurt é um dos maiores terminais de trens da Europa; e a Frankfurter Kreuz é um dos trevos rodoviários mais utilizados na Europa.

Tem cerca de 570 empresas da indústria da publicidade e 270 empresas de relações públicas. A Bolsa de Valores de Frankfurt é uma das maiores do mundo e representa mais de 90% do volume de negócios no mercado alemão. As indústrias automotiva, de tecnologia, serviços, consultoria, mídia, entre outras, complementam a base econômica. Frankfurt  possui a 3ª maior área de exposição do mundo onde realizam-se anualmente mais de 50 feiras e exposições, entre elas a Frankfurt Motor Show; o maior salão automóvel do planeta; a Music Fair; e a Frankfurt Book Fair, a maior feira de livros do mundo. A rua Zeil, uma das principais da cidade, apresenta o maior volume de negócios da Alemanha.

Frankfurt é a cidade natal de Goethe, de Anne Frank e da Escola de Frankfurt. Considerada um centro cultural de reputação nacional e internacional, possui cerca de 60 museus e galerias de exposição concentrados nas proximidades ou na região central da cidade. Frankfurt é uma das sedes da Biblioteca Nacional da Alemanha.

Entre os locais de renome cultural, estão a sala de concertos Alte Oper, o English Theatre Frankfurt e muitos museus como o conjunto Museumsufer, o Natural Senckenberg e Casa Goethe. A cidade também é caracterizada por várias áreas verdes e parques, incluindo o Wallanlagen, a Floresta da Cidade e dois grandes jardins botânicos, Palmengarten e Jardim Botânico da Universidade.

Seu clima é temperado oceânico, com temperatura média anual de 10°C e médias mensais que variam de 2°C (em janeiro) a 20°C em julho. A melhor época para visitar Frankfurt é no final da primavera. Os verões tendem a ser ensolarados e quentes, em torno de 25°C. Raramente neva em Frankfurt, mas seus invernos costumam ser bem chuvosos.

Frankfurt fica no coração da Alemanha central e, como tal, é o centro de transporte nacional. Tem excelentes sistemas férreo, rodoviário e aéreo. Chegar e sair de Frankfurt é fácil!

O Aeroporto de Frankfurt (Flughafen Frankfurt am Main), está entre os mais movimentados do mundo, localizado 12 km do centro. Serve a 265 destinos e possui dois terminais. Está ligado ao centro por táxi, ônibus (linha 61 para Frankfurt Südbahnhof) e por S-Bahn (trens rápidos). Para chegar à cidade, pegue as linhas S8 ou S9 da Regional Bahnhof (estação ferroviária regional) no Terminal 1. Se você quiser mudar para os trens de longa distância, saia em Frankfurt Hauptbahnhof (Estação Central de Frankfurt) ou Frankfurt Südbahnhof (Estação Frankfurt Sud). As estações Frankfurt Taunusanlage, Frankfurt Hauptwache e Frankfurt Konstablerwache estão no coração da cidade. O trajeto aeroporto-estação central leva 11 minutos. Certifique-se de comprar um bilhete nas máquinas de venda automática da estação de trem (aceitam apenas dinheiro) antes do embarque.

A Estação Central de Frankfurt (Frankfurt Hauptbahnhof, muitas vezes abreviada como Frankfurt Hbf ou F-Hbf) é a maior estação ferroviária alemã. Por causa da lindíssima arquitetura, a Frankfurt Hauptbahnhof definitivamente vale uma visita! O S-Bahn (trem suburbano) para o aeroporto, centro e cidades vizinhas saem das plataformas subterrâneas 101-104. Esta estação é servida por 342 trens que, diariamente, partem para destinos domésticos e europeus. Atua como um centro principal tanto para os trens interurbanos, como o InterCity e ICE, e trens regionais. É a estação de trens ICE mais importante da Alemanha. As plataformas para trens de longa distância são compridas, portanto, conceda tempo extra para localizar a área de embarque do trem.

A melhor maneira de circular por Frankfurt é de metrô (U-Bahn), bonde ou ônibus. Para fazer conexões com os subúrbios, use o S-Bahn, cujas paradas são assinaladas com um “S” branco em fundo verde. A cidade tem nove linhas de trem S-Bahn (S1 a S9), que atravessam o túnel da cidade e servem às seguintes estações: Ostendstraße, Konstablerwache, Hauptwache, Taunusanlage e a Central. Ao sair da cidade, o S-Bahn viaja acima do solo. Oferece acesso à feira (S3, S4, S5, S6), ao aeroporto (S8, S9), ao estádio (S7, S8, S9) e às cidades vizinhas de Wiesbaden, Mainz, Darmstadt, Rüsselsheim, Hanau, Offenbach Am Main, Oberursel, Bad Homburg, Kronberg e Friedberg.

As U-Bahn são marcadas com uma letra branca “U” em um fundo azul. Possui nove linhas (U1 a U9) que servem Frankfurt e os subúrbios maiores de Bad Homburg e Oberursel, no norte. O intervalo mínimo de serviço é de 2 a 3 minutos.

Todas as linhas S-Bahn e U-Bahn U6 e U7 se reúnem no Citytunnel no centro de Frankfurt (ao lado da linha S7, que termina na estação central). Você pode comprar bilhetes individuais, todos os dias e semanalmente, ou obter bilhetes individuais ou ingressos para um grupo de até cinco pessoas viajando juntos.

Frankfurt tem dez linhas de bonde (11 a 21), com chegada a cada 10 minutos. O bonde funciona apenas acima do solo e servem mais paragens do que o U-Bahn ou S-Bahn. Uma série de linhas de ônibus completam o sistema de transporte público. Os ônibus noturnos substituem o U-Bahn e os serviços de bondes entre 1h30 e 3h30. As várias linhas de ônibus são as trans-europeias como a Eurolines, cujo terminal principal é a Hauptbahnhof mesmo. Frankfurt possui várias autoestradas e pode ser facilmente alcançada de carro. Porém, estacionar na cidade é uma dor de cabeça, especialmente durante grandes convenções!

A cidade é bikefriendly, costurada por uma rede de ciclovias que estão seguramente separadas do tráfego. Possui as chamadas “ruas de bicicletas”, vias onde o ciclista tem o direito de passagem e onde veículos motorizados só têm acesso permitido se não perturbar os usuários da ciclovia! A Deutsche Bahn disponibiliza bicicletas para aluguel através do serviço Call a Bike. As bicicletas estão estacionadas por toda a cidade, incluindo algumas estações ferroviárias credenciadas. A Nextbike também disponibiliza bicicletas para alugar.

Frankfurt figura como um dos principais destinos turísticos da Alemanha. Sua infraestrutura, economia e diversidade cultural compõem com um cenário cultural vibrante. A quantidade de atrações convida, em média, 5 milhões de turistas por ano para visitá-la. Para comportar essa multidão de viajantes, a rede hoteleira central oferece 228 hotéis, dos quais 13 são de luxo e 46 são de primeira classe! Durante as principais feiras os preços sobem, até mesmo para os hotéis mais baratos.

Muitas acomodações estão localizadas em torno da estação central Frankfurt HbF, próximas de alguns pontos turísticos. Porém, esta mesma região é o distrito de luz vermelha de Frankfurt, famosa por seus muitos mendigos e drogados que acampam ali. Embora a área seja bem policiada e bastante segura, muitos turistas ficam com uma impressão um pouco negativa de Frankfurt depois de permanecerem nesta área. Se você está querendo economizar na sua estadia, vale a pena se hospedar um pouco mais distante do centro antigo, pois os preços caem bastante.

As feiras de Frankfurt são bem conhecidas, datadas desde o ano de 1160. A Messe Frankfurt é um dos maiores centros de exposições do mundo, hospedando um fluxo contínuo de exposições pequenas, grandes e gigantescas – a Motor Show atrai quase 1 milhão de visitantes. A maioria das feiras estão abertas ao público durante pelo menos parte do tempo e pode ser uma experiência fascinante. O Messe tem sua própria estação de trem (Messe), a duas estações de distância da Estação Ferroviária Central (da plataforma 104, subterrânea) operando nas linhas S3, S4, S5, S6, e também há uma estação Messe na linha do metrô U4. Os bilhetes antecipados para feiras geralmente permitem o uso gratuito de todos os transportes públicos.

No quesito alimentação, uma área notável para o jantar é a Fressgass. Na realidade, é uma rua chamada Grosse Bockenheimer Strasse apelidada assim por conter muitos cafés, restaurantes e comércios de alimentos em toda sua extensão. Dá para chegar lá tranquilamente pegando o metrô para a estação Hauptwache ou Alte Oper. No final de maio até início de junho, ali rola o Fressgass Fest, com quiosques de alimentos, música ao vivo e, claro, muita cerveja!

Experimente a cidra local, apfelwein, um tipo de vinho de maçã regionalmente conhecido como ebbelwoi, äppler ou stöffsche. Tem um teor de álcool de 5.5% a 7% e um gosto um tanto azedo. Se você estiver em grupo, peça um bembel, um jarro de barro que vem em tamanhos diferentes e mantém a bebida fria. A apfelwein também pode ser pedida como sauergespritzer, que é misturada com 30% de água mineral; ou como süssgespritzer, quando misturada com soda de limão, de laranja ou suco de maçã recém-prensado. A maioria dos bares que servem a apfelwein fica em Sachsenhausen.

As delícias da culinária típica são imperdíveis! Experimente o grünesoße, molho verde é feito com ovos cozidos, óleo, vinagre, sal e uma quantidade generosa de ervas diferentes, cebolinha, salsa e salada; a frankfurter würstchen, pequena salsicha feita de carne de porco defumado vendida como um cachorro-quente; e o frankfurter rippchen, prato tradicional que consiste em costeletas de carne de porco curadas, cozidas com chucrute ou caldo de carne e servidas com chucrute, purê de batatas e mostarda amarela.

Se você está visitando atrações e museus, considere a compra de um cartão Frankfurt, que permite viagens ilimitadas no sistema de transporte público da cidade (incluindo o aeroporto) e descontos em muitos museus. Está disponível como um bilhete de um e dois dias, em versões individual ou um grupo de até cinco pessoas. Não são vendidos nas máquinas de venda automática, só podendo ser comprados no aeroporto (porta de chegada B, terminal 1), em agências de viagens, estações ferroviárias, nos balcões de informações turísticas na Hauptbahnhof e Römer ou on line. É mais barato do que o bilhete de transporte público equivalente que inclui o aeroporto.

No verão, uma caminhada ao longo do rio Main é uma coisa agradável de se fazer. Muitas pessoas passam uma tarde ensolarada caminhando ou sentadas no gramado jogando frisbee ou futebol. É uma área relativamente calma, considerando que você estará no coração da cidade. A única desvantagem é que pode ficar meio lotada de gente quando o tempo é bom. Tente ir durante o horário comercial num dia da semana se quiser paz e sossego.

Frankfurt é uma das poucas cidades europeias com um número significativo de arranha-céus com pelo menos 150 m de altura. Abriga 14 dos 15 arranha-céus existentes na Alemanha! A maioria está no distrito financeiro (Bankenviertel) perto do centro.

Uma boa dica é fazer um tour a pé pela Römerberg, a praça mais central e bonita do centro antigo. Esta bela parte histórica da cidade, assim como muitas outras, foi completamente destruída durante os bombardeios da Segunda Guerra Mundial, e posteriormente reconstruída. Römerberg é o antigo centro de Frankfurt e concentra uma série de edifícios históricos que datam dos séculos XIV e XV. Römer é a câmara municipal de Frankfurt. Na Römer, você também pode visitar o Alte Nikolaikirche (construído em 1290). Vários restaurantes, cafés e lojas menores são encontrados na praça e arredores. Caminhando em direção ao rio Main, você se aproxima do Eiserne Steg, uma ponte do século XIX que leva a Sachsenhausen, bem como A Rententurm (Torre Aduaneira), torre fortificada do século XV em estilo gótico e conectada ao Saalhof, um antigo castelo do século XII que mais tarde foi modernizado, mas nunca completamente destruído.

Os museus na Alemanha geralmente são fechados às segundas (há exceções) e o horário de abertura exato em outros dias depende do museu. Se você quiser visitar um museu em um feriado público, verifique com eles antes para ter certeza de que eles abrem naquele dia.

Os museus em Frankfurt oferecem uma ampla gama de exposições. Muitos estão agrupados no distrito chamado Museumsufer. Para chegar lá, pegue o metrô para o Schweizer Platz ou Willy-Brandt-Platz, em seguida, caminhe em direção ao rio Main. Você pode ver os arranha-céus quando sai da estação Schweizer Platz, e essa é a direção que você precisa seguir.!Há museus suficientes em Museumsufer para mantê-lo ocupado por um tempo e é especialmente adequado se você ficar em Frankfurt apenas por um curto período de tempo.

O Museumsufer Ticket é válido para admissão em todos os museus municipais durante dois dias consecutivos e está disponível em todos os museus de Frankfurt!

Frankfurt é um ótimo lugar para fazer compras, pois serve tanto para turistas como para a população local. A maioria das possibilidades de compras estão localizadas no centro. A maior parte das lojas estão abertas até 20h, embora algumas fechem às 21 ou 22h. Em geral, todas fecham aos domingos.

A Zeil é a principal rua comercial de Frankfurt. É uma área só para pedestres e delimitada por duas grandes praças públicas: a oeste pela Hauptwache, e a leste pela Konstablerwache. Ali, cerca de 85% das lojas são de departamentos, tais como H&M, Esprit, Zara e New Yorker. Os shoppings que ocupam a Zeil são: Zeilgalerie, My Zeil, Galeria Kaufhof e Karstadt. Durante o mês do Natal, acontece o Mercado de Natal, um dos maiores e mais antigos mercados deste tipo na Alemanha.

Outras opção é a Berger Straße, rua comercial mais longa de Frankfurt. Esta é menos cheia do que a Zeil e oferece uma variedade de pequenas lojas, restaurantes e cafés charmosos.

A Braubachstraße, em Altstadt, é outra rua que oferece uma grande variedade de galerias de arte, livrarias de segunda mão e lojas de antiguidades, perfeita para alguns achados!

A Münchener Straße, no distrito de Bahnhofsviertel, entre a estação central e Willy-Brandt-Platz, é a rua comercial mais multicultural da cidade, com muitas lojas que vendem produtos importados da Turquia, Oriente Médio e outros!

A Kaiserstraße é uma das ruas mais conhecidas e considerada uma das mais belas devido à quantidade de edifícios em estilo Gründerzeit. A curiosa localidade ainda é sinônimo para o bairro da ‘luz vermelha’ de Frankfurt, embora os negócios voltados para o sexo tenham se mudado para ruas vizinhas como a Taunusstraße. Hoje, a ‘comportada’ Kaiserstraße abriga muitas lojas menores, restaurantes e cafés. Todos os outros sábados de manhã acontece ali um (imperdível!) mercado de pulgas até às 16h no Museumsufer!

Frankfurt tem tido a maior taxa de criminalidade per capita de todas as comunidades da Alemanha há anos. Para a Alemanha, a cidade é bastante perigosa, mas o crime violento não é tão comum quanto em algumas cidades em países como os Estados Unidos.

O crime físico é, em geral, concentrado no distrito de luz vermelha em torno da estação ferroviária central, que também é o local de muitos traficantes de droga e viciados. A área de Gallus, a oeste da estação central, também não possui a melhor reputação. No entanto, Frankfurt ainda está segura e é altamente improvável que você enfrente um assalto à mão armada ou outros crimes violentos. Use seu senso comum e evite pessoas bêbadas ou agressivas durante à noite.

Se você tem um problema ou está sendo assediado, chame a polícia para obter ajuda. A polícia alemã é competente e muito útil! Enquanto você se comportar respeitosamente com a polícia, você não deve ter nenhum problema. Ultimamente, oficiais de polícia falsos têm sido um problema. Todos os oficiais reais têm um cartão verde com uma fotografia e um número e nenhum deles verificará seu dinheiro. Comprar e contrabandear drogas são crimes graves com consequências terríveis.

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Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas especiais

Em Los Angeles estava na ultima etapa da minha viagem. Percorrer a Route 66 era uma questão de tempo. No albergue caminhava para relaxar e procurava interagir com as hospedes para que pudesse aprender cada vez mais. Nesses locais essa e uma grande oportunidade que os albergues proporcionam.

Conheci duas pessoas especiais.  A primeira foi Peter Anciano, de 81 anos, que havia lutado na Segunda Guerra Mundial. Por causa de uma bomba que explodira próximo a ele, tinha dificuldades de escutar com o ouvido direito. Estava no albergue e, todas as noites, era o mais animado na pista de dança. Além disso, acordava cedo para fazer musculação. Seu uniforme era um agasalho do tipo esportivo e um boné. A vitalidade dele era de dar inveja a muito jovem.

— Um dos segredos é a alimentação. O corpo é muito sensível, delicado, fruto de uma sofisticada combinação de elementos. Você é único, eu sou único. Cuido do meu corpo para manter a saúde — dizia.

Na volta para Nova York, enfrentaria três dias de viagem de ônibus. O esforço era para encontrar a namorada, de apenas 27 anos.

— A alimentação é importante, mas sem mulher não adianta nada — continuava ele em tom de brincadeira, mas, no fundo, falando a verdade.

A outra pessoa especial que conheci foi Futoshi Suzuki, um estudante japonês de vinte anos. Tentara ingressar numa universidade do Japão, mas não conseguira obter a média necessária.

— Alguns amigos meus se mataram, de tão humilhados que ficaram. Mas eu resolvi viajar, para fugir de tamanha pressão.

Como ele estava com muito pouco dinheiro, consegui arranjar-lhe um emprego no albergue como faxineira de quartos. Suzuki andava sempre com um walkieman e pediu-me emprestada alguma fita. Dei-lhe a da Route 66, com a música de Bobby Toup.

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Frankfurt – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Continuando a minha aventura, volto a falar de Glenrio, pois a mesma cidade que é a última do Texas é a primeira do Novo México. Como muitas outras no meio de divisas, aquela também tinha seus aspectos curiosos. Embora a estação ferroviária ficasse no lado leste (no Texas), a maior parte da população preferiu se acomodar do lado oeste (no Novo México).

É razoavelmente comum nos EUA cidades que se espalham por dois lados da divisa entre dois estados. Eu mesmo já havia passado por uma: Saint Louis, no Missouri. Ainda que tendo dupla localização, muito pouca gente vive em Glenrio. Apesar de ter sido uma importante passagem, está relegada hoje aos trechos da velha Route 66, que tem ali quatro faixas, herança dos tempos áureos. A população mais numerosa é a de cachorros, que tornam impossível a chegada de qualquer viajante sem que a cidade inteira tome conhecimento, tamanho o alarido que fazem.

Logo em seguida, passei por San Jon, outro lugar que, assim como Glenrio, nasceu por causa da estrada de ferro. O primeiro prédio surgiu em 1902, embora o trem só tenha chegado dois anos mais tarde. O nome da cidade provavelmente é uma americanização da palavra espanhola zanjon, que significa canal profundo. Hoje, cerca de trezentas pessoas vivem lá. Para além desta pequena comunidade, a estrada fica bastante ruim e é possível entender por que a Route 66 foi considerada perigosa para o tráfego pesado.

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Em Boston, com amigos antes de percorrer a Route 66

A minha agenda para aqueles dias em Boston estava repleta de encontros com amigos que fiz quando morava ali. À medida que me aproximava do Centro, lembrava de o quanto a cidade me parecera assustadora da primeira vez. Boston não é exatamente muito grande.

Cercada de mar por quase todos os lados, parece um grande aterro. Aliás, boa parte dos bairros novos são resultado da engenharia humana. Mesmo assim, fiquei um pouco intimidado com os arranha-céus das mais variadas cores, formas, tamanhos e materiais nas fachadas. Os viadutos, verdadeira mania americana, deixam o homem muito pequeno. Sob estas gigantescas “obras de arte”, segundo a denominação dada pelos arquitetos, a cidade fica mais escura, soturna, hostil até.

Quando cheguei à casa de Amaro, que ficava na Larch Street, só queria saber de dormir. Estava no meu limite. Embora não tenha sido uma viagem das mais cansativas, o tal de jetleg, síndrome que acomete quem percorre longas distâncias de avião, derrubou-me. Chega um momento em que as pessoas falam com você e parece que elas estão em rotação lenta, mas, na verdade, é você quem está. Era assim que eu me sentia: devagar, quase parando. Resolvi, então, dar uma folga para o corpo e fui me deitar, mas o estômago acabou reclamando seu naco de atenção.

Estava prestes a percorrer um símbolo que desperta paixão e curiosidade. A Route 66 faz parte da galeria de mitos americanos. Estar com os amigos em Boston era também motivo de forte emoção. Todos eles me ajudaram muito naqueles tempos difíceis. Amaro, por exemplo, chegou a rachar comigo as despesas de um quarto, quando estávamos os dois cheios de planos. Assim, poucos dias antes de eu iniciar a nova aventura, fizemos uma reunião com todos os companheiros dos “velhos tempos”:

Estava prestes a atravessar uma região mítica e que me era desconhecida, de todas as maneiras possíveis e imagináveis. Para viajar sem um esquema previamente montado, é preciso, sem dúvida, ter resistência. Consciente disso, aproveitei minha semana em Boston para, além de comprar os últimos equipamentos necessários à viagem, preparar-me sob três pontos de vista: biológico, psicológico e físico.

A preparação biológica era mais fácil. Teria que me acostumar de novo a dormir menos, a andar mais durante o dia e à dieta americana. No aspecto da resistência física, Boston foi muito útil, pois a cidade é um paraíso para quem curte caminhar. Percorrer as ruas estreitas, todas de mão única, com tráfico pesado e traçado obtuso, faz a pessoa se sentir na Europa em pleno território americano, sobretudo quando se passa por Beacon Hill, com suas casas elegantes, de tijolos e jardineiras, e seus moradores de modos rígidos, geralmente bem vestidos e com sotaque britanizado.

Quanto à parte psicológica, faltava-me algo: preparar-me adequadamente para o inesperado, para os problemas, os desafios, que sempre surgem ao longo de qualquer jornada. Aprender a enfrentar e vencer o medo é um exercício a que a humanidade vem se dedicando possivelmente até mesmo desde antes de Alexandre, o Grande. Quem se deixa dominar pelo medo tem maior dificuldade de arranjar uma solução criativa para resolver impasses. E não só os de uma viagem.

Todos temos limites, alguns deles intransponíveis. Procurar o equilíbrio foi a minha missão principal naqueles dias em que andei, fiz compras, conversei com os amigos e me informei a respeito de tudo que tinha 66 no nome. Suponho que possa estar passando a impressão equivocada de ser uma pessoa saudosista, presa ao passado ou qualquer coisa semelhante.

Cidade nos Estados Unidos

Boston

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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A estrada fundada por empreendedores visionários 

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66” 

Em propaganda e marketing à Route 66 foi pioneira 

Get your kicks on ROUTE 66 

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Como surgiu o número 66? 

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

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Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Peça muitas dicas à equipe do hostel

Cuide de seu cartão de credito no exterior

Montar a mala é como um quebra-cabeça

Nova York oferece ótimas e muitas opções de outlets que valem a pena!

Viajar com pets dentro e fora do país

Para viajar mais é necessário planejar

Pesquise sobre o lugar para onde você vai

Será um momento perfeito para fazer reflexões

Cozinhar ou comprar comida no supermercado são formas de economizar

De dólar em dólar, você economiza um montão

Leve pouca bagagem na sua viagem

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Acampar é uma terapia na qual todas as pessoas deveriam experimentar

Só na ficção o sujeito escolhe um local aleatório no mapa

Viajar durante a semana é mais barato

 

Em Barstow a sensação de explorar a Route 66 é constante

Estive em Barstow, fundada em 1880. Inicialmente, Barstow era um agitado centro para aqueles que se dirigiam ao Death Valley, onde fervilhava a atividade da mineração. Localizado próximo à cidade, ali foi descoberta grande quantidade de prata, em 1851. Quatro anos depois, Barstow já contava com dois hotéis, uma igreja, 13 saloons e até um pequeno bairro chinês, um “Chinatown”.

Tornou-se, ainda, a meca da Companhia Ferroviária de Santa Fé, como vimos, uma das principais do gênero existentes nos EUA, responsável no final do século XIX pelo mesmo tipo de desenvolvimento que a Route 66 proporcionaria alguns anos depois. Hoje, o lugar tem cerca de vinte mil habitantes e sua rua principal, a Main Street, é aquela por onde passa a Route 66.

Como a rodoviária fica afastada do centro, uma boa opção é hospedar-se num hotel nas suas redondezas. Quando saltei do ônibus e vi a longa ladeira que precisava subir para chegar ao coração da cidade, e considerando o peso respeitável de minha mochila e o meu cansaço, foi o que fiz. Depois de estar devidamente acomodado, resolvi, para ter maior mobilidade, alugar um carro. Aliás, isso foi uma das primeiras coisas que aprendi no estado: a Califórnia é talvez a região mais rodoviária dos EUA e sem carro, fica tudo muito complicado.

Assim, fui de carro para Newberry Springs, que fica a 43km de Barstow, na direção leste. A estrada era árida, seca, o dia estava quente. Mas eu estava bem. Abordo de um bólido vermelho e com o vento no rosto, senti de novo uma imensa alegria correndo pelas veias. Liberdade talvez fosse o sinônimo desta sensação.

No rádio, começou a tocar o tema do filme Thelma e Louise (1991). Parecia que o programador da emissora “KW qualquer coisa” estava querendo responder à minha dúvida. Descobri exatamente como eu me sentia naquele momento. Como as personagens do filme de Ridley Scott. Livre de medos, de amarras, apenas deixava, o sedan levar-me pela estrada.

Todo mundo tem um momento na vida em que se depara com um abismo. E, dependendo da circunstância, ele representa uma opção diversa. Durante a minha viagem, deparava-me a todo instante com um novo desafio. Os estados sucediam-se e com eles as situações inusitadas, emocionantes, difíceis até. Por mais de uma vez, senti que algo visceral corria dentro de mim e vinha se tornando mais e mais forte.

Era uma dica: estava no caminho certo. No caminho que o chefe espiritual de Tesuque havia traçado. Embora sentado num carro, sentia-me como se estivesse realmente voando em busca da liberdade. Ainda que a descida de mula no Grand Canyon tenha tido um gosto de feito épico, que é como a maioria das pessoas entende e conceitua uma “aventura”, a emoção que vivenciei ao vencer cada etapa planejada, a sensação de que eu era capaz de ir em frente, apesar das barreiras, para num constituíram a minha grande aventura. Uma aventura que estava ainda em pleno curso, pois sabia que haveria sempre muito que ver, por mais que já tivesse visto.

Cidade na Route 66 no estado da Califórnia

Barstow

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Viajar durante a semana é mais barato

Frankfurt – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Curtindo as cidades no estado de Oklahoma

Cheguei então a Stroud, cidade que foi bastante agitada até Oklahoma ser admitido como estado. Nada menos que nove saloons disputavam a presença dos cowboys, que levavam gado até aquele lugar. Depois, tornou-se uma cidade “seca”, sem bebida, e hoje tem apenas 2.500 habitantes.

Entre Stroud e Bristow, está depositada a maior reserva estadual de petróleo: nada menos do que 75 bilhões de pés cúbicos. Apesar de tudo, no ramo da alimentação, a pacata localidade oferece duas atrações interessantes, o Chili Willie’s Famous Chicken e o Rock Cafe, ponto tradicional da Route 66. É fácil reconhecê-lo, porque há um anúncio da Coca-Cola, recém-colocado, mas reproduzindo as antigas placas. Quando entrei no Rock Cafe, senti-me nos anos 50, em especial depois de ver uma bem conservada juke box, que, obviamente, esmerava-se no repertório. O chef é suíço, o que faz o cardápio inflar de “especialidades suiço-germânicas”. Os churrascos e hambúrgueres grelhados eram bastante saborosos e cheiravam gostosamente antes de fumegar à minha frente. Como havia voltado no tempo, resolvi dar uma olhadinha no 66 Antiques, uma atraente loja com artigos de época relacionados à Route 66.

Passando por Davenport, que tem 1.500 habitantes, entrei em Chandler. A vila é sossegada e organizada, e grande parte dos cerca de quatro mil moradores é muito prestativa. Na First Street, fica o Lincoln Motel, um exemplo de conservação dos marcos da Route 66, em excelente forma para um prédio inaugurado em 1939.

Não pretendia dormir lá, mas decidi dar uma parada, o que foi ótimo, pois o dono acrescentou-me algumas informações sobre a história da estrada. Conforme ele me disse, pude comprovar que a cidade adora restaurações: mais adiante, vi um posto de gasolina bem parecido com os primeiros que havia conhecido ainda em Illinois. A determinação para reformas explica-se, segundo ele, pelo fato de que em 1897 praticamente todos os prédios da cidade foram abaixo por causa de um vendaval. A reconstrução começou imediatamente. No entanto, o caso mais saboroso que relatou foi esse:

— Aqui em Chandler ocorreu o último duelo no estilo tradicional do Velho Oeste. Foi em 1924, e quem perdeu a vida foi um policial chamado Bill Tilghman. Ele está enterrado no cemitério municipal — contou.

Outra comunidade simpática no caminho é Arcadia, fundada em 1889 no processa conhecido como Land Run, na ocupação do então território de Oklahoma. Tem apenas 450 habitantes. Mesmo assim, abriga uma construção famosa, o Round Barn, erguido em 1898, que faz parte do Registro Nacional de Locais Históricos, que o considera uma espécie de patrimônio cultural.

O celeiro, redondo, é de carvalho nativo e já existia muito antes de Cy Avery pensar em idealizar a Route 66. Uma das principais qualidades da obra é a sua acústica. Dizem que é possível ouvir um alfinete cair no chão do lado oposto ao que se está. Basta ficar perto das paredes. Se o tratamento acústico for suficiente para satisfazer a sua fome de conhecimentos, possivelmente só lhe restará satisfazer a fome física: assim, vá ao Bob’s BBQ.

Cidades na Route 66 do estado de Oklahoma

Quapaw | Commerce | Miami (OK) | Afton | VinitaChelsea | FoyilClaremore |Catoosa | Tulsa | Sapulpa | Bristow | Stroud | Davenport | Chandler | Arcadia | Oklahoma City | Bethany | Yukon | El Reno | Hydro | Weatherford | Clinton | Elk City | Sayre | Erick | Texola

Estados que fazem parte da Route 66
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Tulsa tem abundância de arquitetura art déco

Bunion Derby transformava pessoas comuns em heróis

“Costelas de dinossauro” na mother road

Chegando ao final do estado de Oklahoma

A cidade fantasma de Texola

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Frankfurt – Rent a bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Frankfurt – Outlets

Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Curiosidades: arame farpado e “gringos”

No prédio do Old Route 66 Texas Exhibit, que é como se chama o museu, fica outro tipo de exposição muito interessante: o Devil’s Rope Museum, dedicado a um artefato inventado durante a conquista do Oeste americano. O nome é uma alusão alegórica a ele: corda do diabo, que, na verdade, é o hoje popular arame farpado.

É o maior museu sobre a história deste artigo. A vida dos pioneiros era difícil. Para manter o gado protegido de animais selvagens, e mesmo de salteadores e ladrões, foi necessário criar algo que afastasse os indesejáveis. O inventor ficou rico em pouco tempo, porque o arame farpado foi patenteado e virou coqueluche nacional em meados do século XIX.

A Guerra do México, entre 1845 e 1848, é considerada pelos historiadores como uma das campanhas militares mais desastrosas para o exército americano, ainda que o conflito tenha resultado em vitória para os EUA.

O México tinha um governo instável, pouco mais de duas décadas depois de se tornar independente da Espanha. Nas disputas internas, a questão do Texas transformou-se em bandeira. Mesmo com aquele território tendo proclamado a sua independência, os mexicanos consideravam que os EUA declararem a anexação seria uma atitude provocadora.

O México entendeu o envio de tropas para a fronteira do Texas como provocação e iniciou um conflito que teve 17 meses de efetivas batalhas. Os EUA arregimentaram muitos voluntários que apoiavam o conflito, fazendo com que o exército pulasse dos regulares seis mil homens para 115 mil.

Ao final, através do já referido Tratado de Guadalupe Hidalgo, os EUA confirmaram a soberania sobre o Texas e ainda ficaram com o Novo México e a Califórnia, o que anexou 3,1 milhões de quilômetros quadrados ao território americano. Em troca, o México recebeu US$ 15 milhões como indenização.

O exército americano, na guerra que ajudou a redefinir as fronteiras dos EUA, trajava uniformes verdes e era conhecido como the greens. A população, revoltada com a violência dirigida inclusive aos civis, protestava contra eles com o slogan: “Green go”. A corruptela transformou-o no adjetivo gringo, que passou a designar os estrangeiros, sobretudo dos países ricos e, em especial, dos EUA.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Mc Lean (TX)

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Sorte sua que Shamrock existe

No Texas, há 299 km da Route (66,91%) ainda em uso

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon: as belas formações rochosas destacam-se

Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas e o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

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Viajar durante a semana é mais barato

Frankfurt – Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Frankfurt – Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos históricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Como surgiu a música “Get your kicks on Route 66”

Robert William Troup Jr. Natural de Harrisburg, Pensilvânia, era filho de um excelente pianista, que não chegou a vê-lo iniciado na música. A mulher Cynthia propôs-lhe escrever uma música sobre a Route 40.

Ele não gostou da ideia. Mais para frente, depois que passaram pelas Meramec Caverns, no Missouri, a mulher sussurrou ao seu ouvido: “Get your kicks on Route 66.” Foi assim, por acaso, que nasceu o maior sucesso da carreira de Troup.

Quando chegou a Los Angeles, conseguiu mostrar algumas de suas composições a um dos mais requisitados cantores da época, Nat King Cole. Nat amou de cara a música sobre a estrada. A gravação teve uma repercussão enorme. Foi reeditada na voz de diversos outros intérpretes.

Algum tempo mais tarde, Nat King Cole encontrou-se com Troup e ambos descobriram que, não importava quantas músicas compusessem ou cantassem, o sucesso eterno seria sempre a que falava da Route 66.

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Viajar durante a semana é mais barato

Frankfurt – Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

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Como está atualmente o percurso da Route 66?

Atualmente, o percurso da Route 66 é feito por cinco estradas interestaduais diferentes. Entre Chicago e Saint Louis, a Interstate 55; de Saint Louis a Oklahoma City, a Interstate 44; de Oklahoma City até Barstow (Califórnia), a Interstate 40; dali até San Bernardino, a Interstate 15; e, finalmente, de San Bernardino até Santa Mônica, o ponto final, pega-se a Interstate 10.

Pode-se imaginar que pelo fato de estar “desativada” pelo governo, a Route 66 não exista mais como tal. No entanto, longos trechos são totalmente trafegáveis e servem hoje como vicinais entre pequenas comunidades, que a utilizam para transporte e escoamento de pequenas produções, e para quem deseja evitar as interstates, de tráfego mais pesado.

Por causa desta importância, cada um dos oito estados que atravessa tem uma associação dedicada a preservar a 66 não só do ponto de vista físico — como no conserto de alguma falha no asfalto —, como também da memória.

Há todo um mercado editorial em torno da estrada, com revistas bimestrais e jornais, assim como eventos a ela dedicados; de competições automobilísticas no Arizona a concursos de miss, dos quais participam candidatas dos oito estados. A preocupação básica é transmitir para gerações futuras histórias e personagens que se envolveram com a Route 66, nos aspectos econômico, cultural ou turístico.

A Route 66 não combina com o lado asséptico, frio e pragmático das highways modernas. Hoje, as rodovias passam, geralmente, ao largo das cidades ou, no máximo, por sobre elas, em forma de viadutos.

Ao se viajar pelas highways, pouco se conhece das localidades que atravessam. Elas servem às cidades, mas não se integram a ela. Evidentemente, algumas das ideias bem-sucedidas da velha mãe foram incorporadas, como os postos de serviço e as lanchonetes de beira de estrada.

A Route 66, no entanto, entrou no coração das cidades, transformou-se na sua principal rua (ou, pelo menos, numa das principais) e adquiriu intimidade com o cotidiano daquelas comunidades, tornando-se personagem fundamental de suas vidas. No auge, ela servia de passagem para uma economia que chegou a movimentar alguns bilhões de dólares.

Exatamente por isso, pelo tom pioneiro e de intimidade, é que tantas pessoas ainda cultuam quilômetros e quilômetros de asfalto que na verdade não existem, apenas oficialmente. Nos corações dos moradores às suas margens e nos dos milhares e milhares de turistas que passaram e passam por ela, indo do meio-oeste para a Califórnia e de lá para o meio-oeste, a Route 66 continua existindo.

É como na música de Bobby Troup: ponha os pés na estrada e vá em frente. “If you ever plan to motor west / travel my way; / take the highway that’s the best. / Get your kicks on Route Sixty-Six.” (Se você pensar em ir para o Oeste / viaje pelo meu caminho; / pegue a rodovia. que é a melhor. / Ponha os pés na Route 66.)

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Chegando ao final do estado de Oklahoma

Finalmente, deixei Clinton e segui viagem. No caminho, passei por Foss, uma cidade considerada oficialmente como fantasma. A única lembrança da Route 66 é um posto de gasolina abandonado. Depois de algum tempo, cheguei a Elk City, com mais de dez mil habitantes. Originalmente, ela chamava-se Crow. Mudou seu nome para Busch em 1901, com a esperança de que o magnata da cerveja de Saint Louis, o dono da Budweiser, construísse uma fábrica na cidade. Ela estava na trilha dos cowboys, no movimento que ficou conhecido como Dodge City Cattle Trail, quando reses de gado foram conduzidas para o norte.

Em 1947, foi descoberto um poço de petróleo em Elk City e nos seis anos seguintes foram extraídos mais de 27 milhões de barris do ouro negro. Nas décadas de 1930, 1940 e 1950, a Route 66 desempenhou papel decisivo para a comunidade, que foi eleita pelos viajantes uma de suas paradas preferidas para o pernoite. Até hoje, os muitos motéis espalhados pela 3rd Street atestam esta fama.

A cidade tem orgulho de sua herança cultural, o que pode ser conferido no Basin Museum of Natural History, localizado no Centro, no prédio do Casa Grande Hotel. No pátio detrás, encontra-se um monumento à atividade principal da região: uma sonda gigante com 55m, a maior do mundo fora de operação. Era capaz de buscar petróleo em buracos com cerca de três metros de diâmetro por até 1.370m de profundidade. Na mesma rua do museu, fica o County Dove, uma mistura de gift shop com casa de chá. Mesmo que não se faça o estilo vegetariano, seria imperdoável dispensar a French silk pie. É uma sobremesa tão leve, que parece feita de “ar de chocolate”. Fiquei em dúvida se deveria usar o garfo ou se simplesmente cheirá-la resolveria.

A caminho do Texas, atravessei Sayre, lugarejo de cinco mil habitantes, onde a Route 66 é a rua principal. Uma história curiosa envolve uma ponte que servia à Route e passava pela cidade. Nela, teria acontecido a “grande revolta indígena” de 1959, em que a ponte teria sido queimada e barricadas teriam sido erguidas. A cada carro de fora do estado que tentava passar, os estudantes locais mandavam suspender os vidros e voltar para o Oeste por causa da revolta.

Apesar de a polícia rodoviária ter retido muitos carros, até hoje não se sabe ao certo se a revolta aconteceu mesmo ou foi apenas uma brincadeira dos jovens. No Centro de Sayre, fica o tribunal que serviu de cenário para o filme As vinhas da ira (1940), de John Ford, baseado no livro homônimo de John Steinbeck, que conta a história dos que sofreram com as grandes tempestades de areia que varreram Oklahoma e parte do Texas nos anos 30, no episódio que ficou conhecido como Dust Bowl.

Cidades na Route 66 do estado de Oklahoma

Clinton | Elk City | Sayre

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Düsseldorf é uma daquelas cidades que você se apaixona à primeira vista

Düsseldorf está localizada ao longo do rio Reno. Tem uma população de 650 mil habitantes e é a nona maior cidade do paí, além de um importante centro cultural. É considerada uma das 10 melhores cidades para se viver! Apresenta a terceira maior colônia japonesa da Europa e muitos bancos e corporações japoneses têm suas sedes europeias em Düsseldorf. Fica a 50 km de Colônia, 185 km de Frankfurt, 340 km de Hamburgo, 480 km de Berlim, 487 km de Munique e 490 km de Dresden.

A cidade é, depois de Frankfurt, o segundo maior centro financeiro da Alemanha. Düsseldorf não é apenas conhecida como um centro das indústrias alemãs de propaganda, mas também tem se tornado um dos maiores centros de telecomunicação. Em Düsseldorf, os números impressionam. Há 400 agências de publicidade, entre elas as três das maiores da Alemanha: Grupos BBDO, Publicis e Grey. Conta com 200 editoras, cerca de 170 instituições financeiras nacionais e internacionais, 130 agências de seguro e uma das maiores bolsas de valores da Alemanha.

A cidade realiza anualmente mais de 25 feiras e exposições e é famosa por sua vida noturna, carnaval, eventos, locais para compras e feiras de comércio como a Boot Messe, o maior salão náutico europeu. Todos os anos, mais de 4 milhões de pessoas visitam a Kirmes, feira de diversões que funciona por 9 dias no verão. Düsseldorf tem o título de metrópole fashion do país, é considerada um dos centros da moda na Europa e realiza uma das maiores feiras do mundo no setor.

O Aeroporto Internacional de Düsseldorf é o terceiro maior da Alemanha e oferece conexões para 175 destinos no mundo. Está localizado a 15 km da principal estação ferroviária, Düsseldorf Hauptbahnhof, ou a 12 minutos de metrô (linhas S7 ou S11). De carro, ônibus ou táxi, levam-se 20 minutos.

Düsseldorf está entre as cidades com uma das redes de transporte mais eficientes do mundo. Além disso, seu tamanho menor tamanho e localização reduz significativamente o congestionamento e garante a bem desenvolvida infraestrutura de transporte, com mínimos riscos de congestionamento do tráfego. A estação Düsseldorf Hauptbahnhof trabalha com diversos tipos de trens (S-Bahn, Regionalbahn e Regional Express). A redes de ônibus, bonde e metrô são gerenciadas pela Rheinbahn AG. Existe também uma rede ferroviária suburbana, a S-Bahn.

A maioria dos destinos em Düsseldorf pode ser alcançado pelo transporte local. Os bilhetes devem ser comprados e carimbados antes de usar o serviço de transporte. São adquiridos nas máquinas de venda automática nos bondes ou paradas do metrô. Para os trens como Regionalbahn ou Regionalexpress, há uma máquina antes de subir as escadas para a plataforma, que é onde você deve carimbar o seu bilhete. Há tipos diferentes de bilhete e as instruções da máquina estão somente em alemão. Existem tipos de bilhetes mais importantes. O bilhete de curta viagem (kurzstrecke) valem por 30 minutos e tem 4 paragens (em cada máquina de venda automática, há uma lista dizendo para onde se pode ir com ele). O bilhete A-Class, ou preisstufe A, é adequado para alcançar destinos dentro de Düsseldorf, válido por 90 minutos. O bilhete  diário (preisstufe A/ Tagesticket) vale até às 2h da manhã do dia seguinte. Os bilhetes para as regiões designadas por B, C e D são destinados às áreas suburbanas. Os principais pontos turísticos e estabelecimentos estão localizados na área A.

A falta de carimbo do bilhete nas máquinas apropriadas resultará em uma multa local ou sendo levada para uma estação de polícia pela segurança onde a polícia solicitará seu I.D. como o seu passaporte para uma acusação posterior. Argumentos como não ser alemão, não entender o idioma ou o sistema ser complicado, ou o fato de ter comprado um ingresso não serão aceitos como desculpa: se não estiver marcado, não é válido, e viajar com um bilhete não estampado é considerado infração.

Dirigir no centro de Düsseldorf exige o mesmo que em muitas outras grandes cidades alemãs. Os carros têm um adesivo que declara a categoria da poluição. O centro da cidade não é grande e para ir de uma atração à outra uma boa ideia é caminhar ou fazer passeios de bicicleta, pois a cidade é plana e é uma delícia pedalar às margens do Reno!

A cidade foi bastante destruída na Segunda Guerra Mundial e há poucos edifícios antigos. É interessante iniciar um roteiro a pé pela manhã logo cedo a partir da Cidade Velha (Altstadt, metrô U-Bahn Heinrich-Heine-Allee). Comece pela Basílica de St. Lambertus e vá até o coração da cidade, a Burgplatz, às margens do Reno. A pequena Cidade Velha tem mais de 300 bares, cafés e casas de cerveja concentrados ali. Pelo caminho, as atrações que você encontrará são o museu contemporâneo KIT, os tortos e divertidos prédios-conceito do arquiteto Frank Gehry, algumas cervejarias, esculturas, jardins, restaurantes e pubs. Na área central e histórica, a feirinha de Markt am Carlsplatz merece uma visita, assim como seus arredores.

A forma mais barata e simples de conhecer a cidade é adquirindo o Düsseldorf Card (bilhete turístico). Há opções para uma pessoa só ou para grupos/família. Este cartão concede uso ilimitado de bondes, ônibus e todos os trens/metrô sem sobretaxas (RE, RB, S-Bahn, 2ª classe) dentro da zona A da cidade, incluindo o aeroporto, e oferece descontos ou gratuidade em entradas nas atrações por 24, 48 ou 72 horas após a validação. Pode ser comprado nas máquinas de bilhetes. Um guia para descontos está disponível nos centros de informações turísticas.

Os pratos típicos da região são imperdíveis, dá vontade de experimentar todos! Entre eles, o düsseldorfer senfrostbraten (carne de porco assada na mostarda), rheinischer sauerbraten (carne picada com passas), halve hahn (banana com centeio, fatia de queijo, mostarda e pepino) ou ähzezupp (sopa de ervilha) oferecidos em toda parte dentro da Cidade Velha. O killepitsch é um licor local de cor vermelho-sangue aromatizado com ervas e feito a partir da combinação de 90 tipos de frutas, bagas, ervas e especiarias! Bebericar uma weissbier é sempre uma opção à prova de erros. Já uma altbier, cerveja escura por causa do trigo queimado, esquenta até a mais gélida das criaturas!

As cervejarias são uma atração a parte e um ótimo local para fazer as refeições. A cerveja símbolo de Düsseldorf é a alt. Na tradução, “alt” significa “velho”, pois identifica o antigo processo de alta fermentação de fabricar a cerveja. Aliás, Düsseldorf é a guardiã do velho estilo alemão de fazer cerveja! Para quem deseja mergulhar no mundo da altbier a dica é fazer um tour guiado que deve ser agendado no Centro de Informações Turísticas.

Düsseldorf é conhecida por seus muitos bares na área do centro da cidade (Altstadt). Na verdade, muitas pessoas se referem ao Altstadt como o “bar mais longo do mundo”. Ali, a altbier é servida em pequenos copos, disponível praticamente em qualquer restaurante da cidade. Na Altstadt, você pode desfrutar de outros tipos como cervejas Schlüssel, Uerige, Schumacher e Füchschen. Bolkerstrasse, Flingerstrasse (Uerige), Ratingestrasse e Kurzestrasse são as principais ruas onde você encontra todos os tipos de pubs e cervejarias. Uma variação da altbier é chamada de krefelder, ou seja, cerveja com Coca-Cola.

Durante os meses de verão, a Altstadt ganha vida após o dia intenso de trabalho. Especialmente nas noites de quarta-feira na Ratingerstrasse. Neste dia da semana, a rua fica repleta de pessoas e ganha uma gostosa atmosfera. Se você tiver a chance de ir, não perca!

Além da Altstadt, há muitos outros lugares ao redor da cidade para desfrutar de cerveja ou cocktails também. Durante os últimos anos, o Medienhafen (Media Harbour) tornou-se um dos bairros mais populares, especialmente no verão. Outras áreas não turísticas incluem Pempelfort (Nordstrasse), Unterbilk (Loretto Strasse, Düsselstrasse), Oberkassel (Luegallee) e Düsseltal (Retherstrasse).

No Bairro da Mídia (Medien Hafen), estão localizadas agências de publicidade, escritórios de design e hotéis-conceito. Aproveite para descansar nas praças centrais como Stiftsplatz, Marktplatz, Burgplatz, RauPlatz ou Carlsplatz.

Fazer uma caminhada ao longo do rio Reno no calçadão de Düsseldorf é um agradável passeio com uma bela vista. Essa parte da cidade é muito animada para se tomar uma boa cerveja!

Uma dica para explorar a cidade é fazer o tour no ônibus vermelho turístico de dois andares, o Hop On-Hop Off. O passeio dura 90 minutos e é possível que você desça em qualquer parada e explore seus lugares favoritos. Durante o percurso, saiba mais sobre cada atração e a história da cidade através de fones de ouvido (dez idiomas) ou de guias turísticos ao vivo.

Düsseldorf é considerada a cidade mais fashion da Alemanha e, mesmo que você não tenha intenção de fazer compras, não deixe de fazer um passeio na Königsallee, a mais movimentada. A Fonte de Netuno, por onde correm as águas do rio Düssel que divide a Königsallee, é o cartão postal da avenida. É referida às vezes como “Champs-Élysées de Alemanha”. Outra atração por ali é o Warenhaus Tietz, antigo armazém em estilo art nouveau onde funciona uma das filiais da loja de departamentos mais famosa da Alemanha, a Galeria Kaufhof. O shopping Shadow Arkadien fica na esquina da Königsallee com a Schadowstrasse. Esta última é a maior rua comercial de Dusseldorf com cerca de 200 lojas, desde a Karstadt (que vende de vestuário a artigos de papelaria) até a Peek & Cloppenburg (cadeia local de roupas e acessórios).

A cidade tem uma forte rivalidade com a vizinha Colônia, especialmente em relação às comparações entre as cervejas locais. Colônia é quase o dobro do tamanho de Düsseldorf em termos de população. Düsseldorf é uma potência econômica e capital do estado. Se você foi a Colônia, tente evitar qualquer comparação entre as duas cidades.

Düsseldorf é geralmente tão segura quanto outras cidades europeias de tamanho similar. No entanto, os arredores da estação ferroviária central podem ser um pouco intimidantes, especialmente à noite devido à presença de viciados. Os homens solteiros não brancos podem muitas vezes ser negados a entrar em bares, devido a ocorrências comuns de brigas entre a população turca ou do Oriente Médio. Em tal incidência, não discuta com essas turmas.

Outras cidades na Alemanha

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Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

O Camp Joy ajudou muitos viajantes na Route 66

No começo da Route 66, desenvolveu-se rapidamente no Missouri um tipo de negócio: os acampamentos. A geografia da região facilitava aos pequenos empreendedores construir cabanas ou motéis de madeira com um custo bem baixo. Isso atraiu muitas pessoas, como, por exemplo, Emis Spears. Ele, sua noiva Lois e os pais saíram em dois Fords, modelo T, em busca de um terreno para montar um camping.

Eram os anos 20, e eles circularam por Oklahoma e pelo Missouri através da então recentemente aberta Route 66, ainda sem pavimentação. Quando chegaram a Lebanon, pararam na margem da estrada e começaram a contar o número de carros que passavam por ali. Os dados devem tê-los agradado bastante, porque decidiram estabelecer-se. Compraram um lote de terra, ergueram algumas tendas, alugadas a 50 cents por noite, e fundaram o Camp Joy. Quem me contou essa história foi a filha do casal, Joy Fischer, que mora em Lebanon.

— O turismo era ainda um bebê de colo naquela época e o Camp Joy estava sempre recebendo melhorias e mais cabanas.

A evolução foi exatamente esta: começou com o viajante parando na estrada e montando o seu próprio acampamento por uma noite; depois, surgiram os campings públicos e os privados, que se transformaram posteriormente nos bangalôs para turistas e, após a Segunda Guerra Mundial, nos motéis modernos. Joy lembrou com saudade do tempo em que o motel crescia como negócio familiar:

— No começo, os viajantes faziam o próprio jantar em fogueiras ao ar livre. Mais tarde, minha mãe e minha avó montaram um café na nossa casa, do outro lado da estrada. As pessoas, à noite, iam nos visitar, conversavam. Conhecemos e ficamos amigos de muita gente. — Soltou um suspiro e continuou: — Até a TV chegar.

— Como assim? — perguntei curioso.

— Depois que a TV e o ar-condicionado chegaram às cabines, as pessoas deixaram de se visitar, não quiseram mais se reunir para conversar.

Os Spearses foram pioneiros no negócio de fornecer comida, hospedagem e combustível. Todos estes comércios desenvolveram-se ao longo da Route 66 e muitos estabelecimentos viveram em função deles.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Lebanon

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O Bunion Derby transformava pessoas comuns em heróis

Novamente a sorte me sorriu e fui parar no Claremore Motor Inn, onde veio ao meu encontro um pouco mais da história da Route 66. Não é um marco da cidade, mas é um lugar confortável, com um recepcionista ótimo para uma boa conversa. Ele foi um antigo patrulheiro da Route e contou-me parte de um acontecimento famoso: o Bunion Derby, maratona organizada pelo promoter C. C. Pyle, a fim de despertar o interesse pela Route 66.

O vencedor da legendária corrida foi Andy Payne, natural de Claremore. Mas, Pyle, na verdade, não tinha qualquer ligação direta com a estrada. Era um empresário, especialista em fazer grandes negócios e em marketing pessoal, além de se empenhar em vender a idéia daquilo que estivesse promovendo. Até então, seu feito mais conhecido fora empresariar um jogador de futebol americano, Red Grange. Idealizou, assim, uma maratona de 5.712km, em que corredores de todo o mundo sairiam de Los Angeles, atravessariam toda a extensão da Route 66 e continuariam até Nova York. O prêmio para o vencedor seria de US$ 25 mil.

O derby prometia transformar pessoas comuns em heróis e chamaria a atenção do país para a Route 66. Isso despertou o interesse da Associação da Route 66, que viu na promoção do evento uma chance de melhorar as condições da estrada, ainda longe de estar totalmente pavimentada. O ano era 1927.

Em 4 de março de 1928, cerca de quinhentos mil espectadores assistiram os 275 corredores contornarem a Ascott Speedway, em Los Angeles, e começarem uma das mais longas e impressionantes odisséias do esporte moderno. Mesmo com atletas reconhecidos de todo o mundo, no segundo dia o número de concorrentes caíra para 199.

Havia todo o tipo de gente, velhos, jovens, um ator de cinema, que iniciou a corrida com os trajes bíblicos de um filme que estava fazendo, e até um garoto que comemorou seu aniversário de 16 anos na Route. Os familiares e treinadores acompanhavam de carro os maratonistas, assim como uma “van hospital”, outra que servia de restaurante e até mesmo um ônibus para a imprensa dormir. Por todas as cidades em que passavam, ao longo da Route 66 eram recebidos como heróis.

Nunca o mundo havia batido às portas daquelas modestas comunidades e elas retribuíam com discursos dos políticos, bandas, homenagens, saudações, tornando-se uma inesgotável fonte de noticias para os jornais e emissoras de rádio. Mas, como não poderia deixar de ser, aconteceram também alguns problemas. Corredores foram atingidos por carros. Outros pararam em cidades no meio do deserto que não tinham água para lhes oferecer. Várias localidades foram excluídas da Route por não terem concordado em dar apoio financeiro à corrida.

Em algum ponto entre o Texas e Oklahoma, um rapaz de Oklahoma, Andy Payne, assumiu a primeira posição. Era um índio cherokee cuja motivação para correr era a da maioria: precisava do dinheiro. Apesar da Depressão ter chegado oficialmente apenas em 1929, durante toda aquela década a zona rural dos EUA sofreu. Payne fora de carona até a Califórnia atrás de um emprego que nunca se materializara. Com o prêmio, poderia ajudar a família, voltar para casa e casar com a namorada. Algumas semanas mais tarde, quando os maratonistas chegaram ao Madson Square Garden, em Nova York,

Payne estava em primeiro lugar. Caiu como uma luva o fato de um oklahoman ter vencido. De todos os estados pelos quais a maratona passara, Oklahoma foi o que mais prestigiou o evento. Mais populosos do que os do oeste e menos “modernizados” do que os outros a leste, os moradores daquelas pequenas cidades se aglomeravam para ver o que estava “acontecendo no mundo”.

A Route 66 era a sua janela para a civilização. Quando ela foi fechada, quase todos aqueles lugarejos foram abandonados e relegados à estagnação. Mas, em 1928, tudo era festa. Em Oklahoma City, que eu conheceria adiante, mais de mil carros acompanharam os maratonistas, recebidos com bandas, tribunas de honra e uma multidão de entusiasmados torcedores. O governador do estado deu um prêmio especial para o primeiro colocado. As aulas nas escolas foram interrompidas para que as crianças pudessem ver a passagem dos corredores, que fazia também com que fazendeiros e profissionais de toda a espécie deixassem seus afazeres de lado. Valia a pena se aglomerar para ver os heróis.

Quase noventa dias depois de deixarem Los Angeles, apenas 55, dos 275 iniciantes, atingiram a linha de chegada em Nova York. Não havia bandas, multidões ou recepção oficial. Apenas dez maratonistas ganharam um prêmio em dinheiro, e mesmo assim tiveram que esperar cerca de seis dias até que Pyle conseguisse organizar suas finanças para finalmente pagá-los. Mas, se os nova-iorquinos não demonstraram o menor interesse, Oklahoma enviou uma delegação até a cidade para festejar a vitória de Payne.

A Route 66 viu muitos eventos ao longo de seu trajeto, antes e depois deste, mas nenhum tão grandioso. De qualquer forma, o país inteiro passou a conhecer muito melhor a 66 depois do Bunion Derby.

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Claremore

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Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

A maior economia da sua viagem poderá ser a passagem aérea

Você precisa ter uma média de quanto dinheiro pode gastar

Não despreze sua intuição, principalmente se você quer viajar sozinha

Las Vegas é a famosa cidade da diversão, mas você pode aproveitá-la para comprar!

Viagem em família com animais de estimação é uma tendência

Pesquise sobre os eventos que irão ocorrer no local

Pesquise a localização do quarto para pechinchar

Siga sempre a sua intuição!

Pare apenas em locais seguros

Confira as datas dos feriados e fuja deles

Controle seu vício, diversão e consumo

Atenção com malas durante viagens de trem, aeroportos e ônibus

Prepare-se para pagar pelo excesso de peso

Respeite algumas regras ao hospedar-se num hotel

Viajar pode ser mais barato do que você pensa

Budville era uma oficina no meio do deserto

Seguindo viagem na direção oeste, topei com um muro branco no qual uma caveira avisava que “700 milhas de deserto” estavam adiante e oferecia sacos de gelo. Entre ansioso e angustiado, percebi que uma nova fase da minha aventura iria começar, com a mudança da vegetação e da temperatura.

A 48 km de Albuquerque, atingi o pueblo de Laguna, o único pueblo importante à beira da Route 66 e que tem a particularidade de ter sido construído após a invasão espanhola, em 1800. Depois de atravessar uma ponte de ferro sobre o rio Puerco, a estrada seguia pela Laguna Reservation, onde é possível encontrar-se vias auxiliares que levam a ruínas indígenas e a minas de urânio. Como o transporte de urânio é perigoso, os campos de testes foram estabelecidos por lá mesmo, aproveitando o fato de que a região é esparsamente habitada.

No caminho, passa-se perto do pueblo de Acoma, também conhecido como Sky City, o mais antigo da América, no alto de um monte, a 18 km ao sul da Route 66. De novo, o cinema veio a esta região, onde foram feitas cenas do filme My name is nobody (1973), com Henry Fonda.

Logo depois, cheguei a Budville, cujo nome refere-se a H. N. “Bud” Rice, dono de uma oficina mecânica em 1928, quando a Route 66 ainda estava cheia de vida. Naquela época, todos os carros que quebravam entre Albuquerque e Grants eram rebocados para a oficina de Bud.

Adiante, encontrei Cubero, local onde o escritor Ernst Hemingway isolou-se para trabalhar naquele que se tornou talvez o seu romance mais conhecido, O velho e o mar. Pode parecer estranho a princípio que Hemingway tenha ido saborear suas taças de vinho à beira da montanha para escrever sobre o mar.

No entanto, ele mesmo explicou de forma filosófica a opção. A qualidade da percepção humana depende do contraste. Se a missão era escrever sobre o mar, o bom seria ir para um lugar o mais longe possível dele. Naquele momento, a vila de Cubero veio bem a calhar.

 

Cidades na Route 66 no estado do Novo México

Albuquerque | Grants

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Como está atualmente o percurso da Route 66

Needles é a primeira cidade da Califórnia

Locação de filmagem de Bagdad Café

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Em Barstow, na rua principal passa a Route 66

Rancho Cucamonga uma das atrações na 66

A origem do Mc Donald`s na estrada mãe

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

O fim da mother road

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

A maior economia da sua viagem poderá ser a passagem aérea

Você precisa ter uma média de quanto dinheiro pode gastar

Não despreze sua intuição, principalmente se você quer viajar sozinha

Las Vegas é a famosa cidade da diversão, mas você pode aproveitá-la para comprar!

Viagem em família com animais de estimação é uma tendência

Pesquise sobre os eventos que irão ocorrer no local

Pesquise a localização do quarto para pechinchar

Siga sempre a sua intuição!

Pare apenas em locais seguros

Confira as datas dos feriados e fuja deles

Controle seu vício, diversão e consumo

Atenção com malas durante viagens de trem, aeroportos e ônibus

Prepare-se para pagar pelo excesso de peso

Respeite algumas regras ao hospedar-se num hotel

Viajar pode ser mais barato do que você pensa

A Britten USA Water Tower é a Torre de Pizza em plena Route 66

A estrada entre Alanreed e Groom estava intransitável, em virtude dos desgastes causados pelo passar dos anos e das mudanças na Route. Boa parte do alinhamento original está hoje dentro de propriedades privadas, com aquelas sinalizações claras de “Sem acesso” ou “Proibido ultrapassar”. Por aqui, os mapas da Route 66 indicam a passagem por intermináveis canyons, pequenas serras, subidas e descidas, que logo terminam em longas pradarias.

A paisagem parece totalmente sem árvores. O Texas é o segundo estado americano em tamanho territorial, sendo possível andar em linha reta por 1.290km sem sair de dentro dos limites estaduais. Esta sensação de terra do sem-fim é bem traduzida numa canção que diz: “The sun has riz / The sun has set /And here we is / In Texas yet.” É a pura verdade: o sol nasce, fica alto e se põe, e o viajante continua dentro do Texas.

Passamos pelo belo lago MeClellan, local de camping bastante utilizado durante os anos da Depressão e do Dust Bowl. Saindo dali, chegamos a Jericho. Embora a única atração seja um motel abandonado, vale a pena dar uma parada.

A região entre Jericho e Groom era conhecida por ter muita lama. Durante algum tempo, era difícil encontrar-se alguém que não tivesse uma história de atolamento nesta região. O nome Groom vem de um militar inglês chamado B. B. Groom, que estabeleceu um rancho ali em 1902.

Por volta de 1910, havia se tornado uma comunidade ativa de fazendeiros e rancheiros dedicados ao gado e ao trigo. Mas, sem sombra de dúvida, a maior atração do local é a Britten USA Water Tower. Não é nenhum primor do ponto de vista arquitetônico, mas também sugere-se que não teria sido construída com essa pretensão. Foi feita apenas com a intenção de ser vista pelos viajantes, pelo fato de ser inclinada. É uma espécie de Torre de Pizza em plena Route 66. É um daqueles exemplos em que o marketing de beira de estrada se revela na sua melhor forma.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Groom

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

No Texas, há 299 km da Route (66, 91%) ainda em uso

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon: as belas formações rochosas destacam-se

Em Glenrio, a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

A maior economia da sua viagem poderá ser a passagem aérea

Você precisa ter uma média de quanto dinheiro pode gastar

Não despreze sua intuição, principalmente se você quer viajar sozinha

Las Vegas é a famosa cidade da diversão, mas você pode aproveitá-la para comprar!

Viagem em família com animais de estimação é uma tendência

Pesquise sobre os eventos que irão ocorrer no local

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Siga sempre a sua intuição!

Pare apenas em locais seguros

Confira as datas dos feriados e fuja deles

Controle seu vício, diversão e consumo

Atenção com malas durante viagens de trem, aeroportos e ônibus

Prepare-se para pagar pelo excesso de peso

Respeite algumas regras ao hospedar-se num hotel

Viajar pode ser mais barato do que você pensa

Düsseldorf – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Düsseldorf – Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos históricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Düsseldorf – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

No Big Texan Steak Ranch se você comer o steak em 1h não paga nada

Na entrada da cidade de Amarillo, encontra-se o Big Texan Steak Ranch. Inicialmente ficava na Route 66 original, mas quando a Interstate 40 foi inaugurada, o dono, Bob Lee, mudou-se para lá. Em 1976, um incêndio no prédio fechou a estrada por duas horas. Lee, porém, não se abateu. Anexou um motel ao restaurante e até hoje faz sucesso na região.

O Big Texan tem todo o clima de um saloon e procura reproduzir um rancho das cidades texanas do tempo da colonização, dos cowboys e dos fora-da-lei. É possível, por um momento, sentir-se como num cenário de filme. No jantar, há dança e música típica para animar. No entanto, não resta dúvida sobre qual é a maior atração do local: um steak.

A promoção é um desafio: quem conseguir comer o steak todo em uma hora, não paga um centavo por ele. Parece uma ótima proposta, até se saber qual o tamanho da iguaria: 72 onças, que correspondem a dois quilos. É gigantesco e ocupa o prato inteiro, com o impressionante detalhe de que aquele “meio-boi” vem ainda acompanhado de várias delícias: coquetel de camarão, salada, batata cozida e roscas amanteigadas.

É uma missão heróica para pessoas com estômago normal. Um dos recordes locais pertence a um certo Klondike Bill, sustentado por seus 172kg, que comeu não só um, mas dois steaks em uma hora. Há também um morador da região que já conseguiu o feito por mais de vinte vezes. O maior de todos os recordes, porém, pertence a um jogador de beisebol do Cincinnati Reds, que devorou aquele dinossauro em exatos nove minutos e trinta segundos. Assim como um Diplodoco ou um Tiranossauro Rex, deve ter demorado uma semana para fazer a digestão.

Dito desse modo pode até parecer que não é tão difícil, mas garanto que uma família inteira pode comer aquele bifão e sair satisfeita. Não tentei, até porque quem não tiver fôlego para encarar toda aquela carne tem que pagar. Que aposta!

Os que conseguem comer o steak não são exatamente os caras grandes. Geralmente, os jovens altos, magros, com um apetite incurável, se dão melhor. Na maioria das vezes, são estudantes ou então caminhoneiros.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Amarillo

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

McLean uma cidade pacata e simpática

No Texas, há 299 km da Route (66, 91%) ainda em uso

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Curiosidades: arame farpado e “gringos”

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Palo Duro Canyon: as belas formações rochosas destacam-se

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A estrada fundada por empreendedores visionários

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Get your kicks on ROUTE 66

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Por que é conhecida por mother road

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Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Seja flexível com datas e horários de passagens

Tome muito cuidado com seu dinheiro na viagem

Na Big Apple, nasceu o movimento gay!

Mostre ao mundo que você não é menos capaz

Miami é o paraíso das compras nos EUA e o destino dos brasileiros!

Qual a melhor maneira de transportar meu pet?

Viajar barato qualquer um pode aprender e eu sou a maior prova disso

É melhor ficar precavido ao hospedar-se num hotel

Você se desprende sem preocupações

Para quem não tem um roteiro definido, as opções são variadas

As barracas de rua oferecem ótima experiência cultural

Compre algumas coisas no supermercado e aproveite a luz do dia

Não faça compras desnecessárias

Planejar muito bem para aproveitar as oportunidades e viver experiências incríveis

Reserve pela internet a melhor opção para seu bolso

Utilize a tecnologia a seu favor na viagem

Em viagem, adote a mesma precaução que adota em seu país

Tomar medidas de segurança residencial antes de viajar é crucial

Düsseldorf – Rent a bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Düsseldorf – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Bem-vindo à Califórnia

Expanded Disneyland California Adventure Park features signs from Route 66 as a theme in Cars Land at the park in Anaheim, California June 5, 2012. The debut of Cars Land marks the completion of a five-year expansion at Disney California Adventure. Picture taken June 5. REUTERS/Alex Gallardo (UNITED STATES - Tags: ENTERTAINMENT TRAVEL) - RTR33LDR

A Califórnia é a terra onde nasceu a Disneylândia, e a indústria cinematográfica desenvolveu-se e ganhou força. Só estes dois fatos já seriam suficientes para fazer desta terra um dos lugares mais charmosos dos EUA. De fato, a Califórnia é a terra do sonho americano. Primeiro, representou o sonho de riqueza, da busca do ouro, de uma vida melhor, Cerca de 150 anos depois, transformou-se, ela mesma, numa fábrica de sonhos, onde é possível fazer os dinossauros reviverem, viajar para as galáxias mais distantes, ir ao centro da terra, andar numa nave dentro do corpo humano, mandar que o mar se abra para a passagem dos judeus, voltar ao passado e conhecer o futuro, onde, enfim, é possível voar, ter poderes mágicos e encontrar a felicidade. Uma terra onde tudo parece possível, o estado dourado, o Golden State.

Mas nem sempre cruzar a divisa do Arizona com a Califórnia foi uma aventura no bom sentido. No final da década de 1920 e início da de 1930, época da Grande Depressão, quando as tempestades de areia enterravam na miséria os habitantes do Oklahoma, do Texas e do Arizona, aproximar-se do Golden State causava ansiedade e terror. As divisas com a Califórnia foram todas fechadas com barricadas. Além disso, eram guardadas por homens fortemente armados, a maioria arregimentadas nos saloons de pior reputação ao longo da Route 66.

“Bem-vindo à Califórnia” foi uma placa que me tocou fundo. Estava na terra do “Luz! Câmera! Ação!”. Na terra do “Vire à esquerda no sinal vermelho”. Lugar interessante aquele. Último estado que percorreria na minha viagem ao longo de milhares de quilômetros. Eu estava prestes a descobrir por mim mesmo o ponto onde os espanhóis desembarcaram quando vieram expandir o seu Império no Novo Mundo.

Em 1540, Antonio de Mendoza, primeiro vice-rei da Nova Espanha (hoje o México), patrocinou um programa ambicioso de conquista e reconhecimento, que incluiu a expedição de Francisco Coronado para o atual Sudoeste dos EUA, a exploração do golfo da Califórnia por Hernando de Alarcón e a viagem ao longo da costa pelo navegador Juan Rodriguez Cabrillo. Este deixou a costa oeste do México em junho de 1542 e chegou em San Diego em setembro. Alguns meses mais tarde, o comandante morreu de um ferimento numa pequena ilha batizada de San Miguel, no arquipélago de Santa Bárbara.

A província da Califórnia não se envolveu diretamente na luta do México pela independência da Espanha, mas desde o inicio, em 1822, os californianos declararam-se aliados do México. Naquela época, era uma terra dedicada à criação de animais e com pouca agricultura. Este foi um período romântico da história daquele povo. Sob o comando do México, a província participou apenas de pequenas revoltas aqui e ali, a maioria sem derramamento de sangue. Elas tiveram pouco efeito sobre a vida tranquila dos californianos.

Quando a guerra acabou, o México cedeu o seu território para anexação dos EUA. Em 24 de janeiro de 1848, dez dias antes da assinatura do tratado de paz com o México, James Marshall descobriu ouro na região. Daí em diante, ocorreu um dos maiores movimentos migratórios conhecidos no mundo, a Corrida do Ouro. Por terra e por mar, os aventureiros chegavam aos milhares. Em 1852, a população local havia subido para 250 mil pioneiros.

Até aproximadamente 1870, o perfil do estado permaneceu inalterado. Mas, nessa época, uma seca rigorosa tornou a atividade pecuária pouco lucrativa. Com o fim do período de estiagem, a população partiu para uma agricultura mais diversificada. As estradas de ferro e o telégrafo chegaram, criando canais de comunicação permanentes com o resto do país. O desenvolvimento foi grande até a Depressão. Mas como a Califórnia tinha tradição democrata e apoiara o plano do presidente Franklin Roosevelt, o New Deal, isso serviu para aliviar as tensões criadas com a migração em massa de famílias vítimas do Dust Bowl. Depois da Segunda Guerra Mundial, a Califórnia começou uma nova era, transformando-se aos poucos num estado industrial. Enquanto o ar nas grandes cidades ficava praticamente irrespirável, o Golden State tornava-se o mais importante centro econômico do país.

Cidades na Route 66 no estado da Califórnia

NeedlesNewberry Springs | Barstow | Victorville | San Bernardino | Pasadena | Los Angeles | Santa Mônica

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