Para:
M
D
C
A
D
C
A
D
C
E
A
B
B
A
B
B
A
B
U
A
D
F
A
D
F
A
D
A
D
F
A
D
F
A
D
P
A
D
F
A
D
F
A
D
R
A
D
F
A
D
F
A
D
Ó
A
D
F
A
D
F
A
D
X
A
D
F
A
D
F
A
D
I
A
D
F
A
D
F
A
D
M
A
D
F
A
D
F
A
D
O
A
D
F
A
D
F
A
D
A
D
F
A
D
F
A
D
D
A
D
F
A
D
F
A
D
E
A
D
F
A
D
F
A
D
S
A
D
F
A
D
F
A
D
T
A
D
F
A
D
F
A
D
I
A
D
F
A
D
F
A
D
N
A
D
F
A
D
F
A
D
O
A
D
F
A
D
F
A
D

Nuremberg – Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

O Missouri tem muita história para contar

Saindo de Springfield, parei primeiro em Halltown, com uma população na marca impressionante de 170 habitantes. Se o carro estiver a uma velocidade maior que, digamos, oitenta quilômetros por hora, ela vai passar despercebida. Mas é melhor não cair nesta tentação, sobretudo quem curte antiguidades. É um bom local para se conseguir boas pechinchas.

Depois, alcancei Carthage, fundada em 1842 e assim chamada em homenagem ao centro comercial que existiu no norte da África (Cartago). Em 1864, as guerrilhas pré-guerra civil provocaram um incêndio que destruiu quase todas as casas e o tribunal. A tragédia foi um dos desastres causados pela Batalha de Carthage, em 5 de julho de 1861, quando mil e cem voluntários do Missouri, do lado da União, combateram quatro mil soldados do estado do Missouri, os confederados, acompanhados de dois mil recrutas desarmados.

A cidade ficou famosa também por duas personagens femininas: Belle Starr (1848-89) e Annie Baxter. A primeira, neé Myra Belle Shirley, lutou durante a guerra civil, como informante dos movimentos das tropas federais para as guerrilhas dos confederados sulistas. Era uma espécie de Jesse James de saias, excelente atiradora, e integrou o bando de Quantrill. Teve seu irmão morto durante uma das dezenas de pequenas batalhas das guerrilhas que antecederam a Guerra de Secessão. Tomou o lugar dele e ficou famosa.

Foi morta por um fora-da-lei no rancho de seu segundo marido, Sam Starr. A fama da outra deve-se igualmente ao fato de ser uma lutadora, mas por causa diferente. Annie Baxter foi eleita em 1889 para uma cadeira de representante no Jasper County, mas não permitiram que ela assumisse, porque as mulheres naquele tempo não podiam ter cargos públicos. Ela levou o caso até a Suprema Corte estadual e obteve decisão favorável. Nos tempos áureos da extração de zinco e chumbo, a cidade possuía mais milionários que qualquer outra em todos os EUA. Cada um de seus 11 mil habitantes sabe esta história de cor e é com orgulho que eles mostram as casas em estilo vitoriano bem preservadas, erguidas no século XIX. São o maior símbolo da opulência daqueles tempos.

Resolvi dar uma caminhada e vi-me, de repente, na Town Square. Quem assistiu o filme De volta para o futuro (1985) deve prestar especial atenção a essa praça. Ninguém havia me alertado sobre o local. Mas, quando cheguei lá e olhei para a igreja com o relógio enorme, surgiu-me de pronto a cena da tempestade. Deu até para eu me sentir um pouco o Michael J. Fox, ator que fez o personagem principal. Fiquei pensando se Steven Spielberg ou Robert Zemeckis, respectivamente o produtor e o diretor, não passaram algum dia por aqui e encontraram inspiração.

Eu, particularmente, acredito que qualquer semelhança não terá sido mera coincidência, mesmo que as sequências tenham sido rodadas em estúdio. Aliás, como que para confirmar a aura legendária e mítica que a envolve, a Route 66 encontra-se muitas vezes com o cinema.

Antes de deixar Carthage, encontrei ainda mais uma curiosidade histórica: o 66 Drive-In, que esconde um interessante cemitério de carros americanos. Depois de satisfazer o estômago no Deli & Donut, disse adeus e botei o pé na estrada.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Carthage

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

A diversidade natural do Missouri

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

É bom conferir se está tudo ok com o veículo

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Em Orlando, os outlets são tão importantes quanto a Disney!

De hora em hora, pare o automóvel e desça com o cão

Crie uma wish list com destinos que você quer visitar

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Na maioria dos destinos há opções para todos os bolsos

O problema muitas vezes é falta de planejamento

O sucesso ocorre com “Planejamento Antecipado”

Em Munique, desde 1810, é realizada anualmente a Oktoberfest

Munique conta atualmente com 1.6 milhão de habitantes, enquanto que sua região metropolitana abriga mais de 6 milhões de pessoas. É a cidade mais populosa da Baviera e do sul da Alemanha e a terceira mais populosa do país, atrás apenas de Berlim e Hamburgo. Foi fundada em 1158 e bastante destruída durante a Segunda Guerra Mundial. Porém, foi completamente reconstruída nas décadas posteriores. Já esteve na 4ª posição entre as “Cidades Mais Habitáveis do Mundo”. Entre as cidades próximas estão Zurique a 315 km, Praga a 380 km, Viena a 440 km, Milão a 490 km e Berlim a 590 km.

Munique, uma das cidades mais agitadas e alegres da Alemanha, desde 1810 é a casa da Oktoberfest, a maior festa da cerveja do mundo! Este evento é um dos principais chamarizes turísticos do país.

Munique é famosa pela sua bela arquitetura e rica cultura. Aliás, a beleza de sua arquitetura deixa muitos viajantes bem impressionados! Embora tenha sido fortemente danificada por bombardeios aliados durante a guerra, muitos dos seus edifícios históricos foram reconstruídos e o centro da cidade foi totalmente revitalizado, incluindo a maior igreja da cidade, a Frauenkirche e a famosa prefeitura (Neues Rathaus).

É um importante e desenvolvido centro financeiro, urbano, logístico, cultural e político da Alemanha e Europa continental. É sede de diversas empresas de renome mundial, como a montadora BMW e museus de tecnologia e ciência, como o Deutsches Museum e o BMW Museum. É a cidade mais próspera da Alemanha e o faz repetidamente no top 10 do ranking global de qualidade de vida.

Munique apresenta um clima continental seco. Os fatores determinantes para algumas características climáticas da região são os Alpes e o rio Danúbio, que fazem uma espécie de “divisão” do tempo: a área de um dos lados dos Alpes apresenta clima diferente da outra. Ou seja, o tempo ali é relativamente muito variável e podem mudar de forma violenta e inesperada. No inverno (dezembro a março), as baixas temperaturas predominam na região e você terá necessidade de roupas adequadas para enfrentar dias gelados. Munique experimenta invernos frios, mas a chuva pesada raramente é vista no inverno. O mês mais frio é janeiro com uma temperatura média de -2°C. Durante a primavera (março a maio), as temperaturas estão mais amenas e a cidade fica toda florida! Os verões (junho a agosto) são quentes e agradáveis, ​​com temperaturas de 23°C. No outono (setembro a novembro), os dias ficam mais curtos e ocorre o Oktoberfest, em setembro. Uma multidão de turistas invade a cidade nesse período!

Além da festa cervejeira, a cidade oferece muitas atrações e é preciso de cinco noites para explorá-la bem! Caso não tenha muito tempo, faça um bom planejamento e com três noites é possível conhecer as atrações turísticas.

O Aeroporto Internacional Franz Josef Strauß foi aberto em Erdinger Moos, a 29 km de distância de Munique. Este figura como o segundo maior da Alemanha e o sétimo da Europa. Originalmente, o aeroporto estava mais perto do centro da cidade, em Riem. No entanto, em 1992, ele foi transferido para seu local atual para atender à demanda por mais capacidade e instalações mais modernas. Hoje, oferece conexões para a maioria dos aeroportos alemães e europeus, bem como muitos destinos intercontinentais. O aeroporto de Munique foi nomeado melhor aeroporto da Europa 8 vezes nos últimos 10 anos!

O aeroporto se conecta ao centro por trens suburbanos (S-Bahn), linhas S1 e S8. O S1 leva à estação central, através dos distritos norte e oeste de Munique, enquanto o S8 serve os distritos orientais antes de chegar à estação central. Os trens partem a cada 5 a 20 minutos e o trajeto até o centro é de 40 minutosl. Se for pegar o trem a partir do aeroporto, você tem que validá-lo na estação Feldmoching, o que significa que você só pode viajar com o trem S1. Você vai ter que sair (ou mudar para o metrô) em Feldmoching. Certifique-se de que você está na parte correta do trem se você tomar a linha S1.

A Estação Central de Munique (Hauptbahnhof) está convenientemente localizada no centro, embora a estação principal fique a oeste da Marienplatz (duas estações de S-Bahn) e apenas à uma curta caminhada do centro. A Hauptbahnhof possui uma ótima infraestrutura para viajantes, incluindo vários restaurantes, lojas e até um supermercado (que está aberto aos domingos também!).

A cidade oferece conexões de alta velocidade para Paris, Estrasburgo, Salzburgo, Innsbruck, Viena, Budapeste, Zurique, Verona, Veneza, Milão e outras cidades via Eurocity e City Night Line (trem noturno). Duas estações de trem adicionais estão localizadas a oeste (Munique Pasing) e leste (Ostbahnhof de Munique), ambas conectadas ao transporte público. Com um ticket diário pode-se utilizar o metrô, trem ou ônibus. Apesar de serem mais práticos, os passes diários não são dos mais baratos. Nas principais estações de metrô, existem bilheterias que fornecem mapas de trem e metrô gratuitos. É necessário validar os bilhetes antes de entrar no metrô. Senão, corre-se o risco de ser multado pela fiscalização.

A melhor maneira de se locomover por Munique é usando o sistema de transporte público composto por trens suburbanos (S-Bahn), metrô (U-Bahn), bondes e ônibus. O metrô cobre mais a área do centro, enquanto o S-Bahn vai para áreas um pouco mais distantes. As estações de S-Bahn, são marcadas com um “S” branco em círculo verde. Todas as linhas atravessam a cidade em um único túnel (Stammstrecke) entre as estações Donnersbergerbrücke e Ostbahnhof.

Existe apenas um sistema de ingressos, chamado MVV, o que significa que você pode usar todos os meios de transporte com o mesmo bilhete. Você pode receber bilhetes individuais, grupais, diários, semanais e mensais. Uma opção econômica é comprar bilhetes na estação Hauptbanhof. O Bayern Ticket dá direito a até 5 pessoas viajarem nos trens regionais por toda a Bavária durante um dia inteiro e também inclui 4 cidades fora da Bavária (Kufstein, Reutte, Ulm e Salzburgo). Estando em Munique, dá para conhecer várias cidades da Rota Romântica!

As estações de metrô, ou seja, U-Bahn, são marcadas com uma “U” branca no fundo num quadro azul. O site da empresa MVV inclui mapas da rede U-Bahn, S-Bahn, bondes e ônibus, mapas dos parques de estacionamento e parque, informações de preços e horários. O mapa de rede MVV oficial está disponível na maioria das estações e absolutamente indispensável.

Uma das melhores maneiras de explorar a cidade é em cima de uma bicicleta. Visitas guiadas, aluguéis e mapas estão disponíveis na estação Hauptbahnhof e em muitos outros lugares da cidade. Há muitas ciclovias, especialmente ao longo do rio Isar, nos parques e até mesmo no centro da cidade.

As bicicletas também podem ser alugadas pelo sistema Call-A-Bike, que é administrado pela Deutsche Bahn. Você precisa do número listado nas bicicletas com seu celular e se registrar no site callabike.de para usá-los. O serviço é conveniente, pois você aluga uma bicicleta disponível em toda a cidade e simplesmente deixa-a no seu destino. No entanto, esta não é uma alternativa econômica se você estiver planejando muitas viagens em um único dia. Nesse caso, é melhor conseguir um aluguel de dia ou de um dos serviços de aluguel localizados em todo o centro de Munique.

No entanto, as taxas de acidentes envolvendo bicicletas estão aumentando em Munique. Assim, a polícia impõe as regras de trânsito dos ciclistas mais rigorosas, especialmente no início da primavera sendo o começo da primavera. Os capacetes não são necessários para os ciclistas, mas são recomendados.

A primeira Oktoberfest ocorreu em 12 de outubro de 1810 para comemorar o casamento do príncipe Ludwig da Baviera e da princesa Therese de Sachsen-Hildburghausen. Todos os cidadãos de Munique foram convidados para uma celebração num prado em frente à torre da cidade, posteriormente renomeado o Theresienwiese, em homenagem à noiva. Nos primeiros anos da feira, realizaram-se corridas de cavalos e, à medida que o evento cresceu, uma convenção agrícola, que ainda acontece a cada quarto ano, foi adicionada ao programa. Em 1896, os empresários que trabalhavam com cervejarias em Munique construíram as primeiras barracas gigantes da cerveja na Oktoberfest, e o consumo de cerveja tem sido o principal foco desde então.

Hoje, a Oktoberfest é o festival de cerveja mais conhecido em todo o mundo e foi replicado em todos os continentes. No centro do espetáculo, estão grandes barracas de cerveja que são montadas ao longo da Wirtsbudenstrasse, na parte norte de Theresienwiese, com capacidade para até 10.500 pessoas, além de centenas de tendas adicionais e milhares de assentos nos jardins de cerveja adjacentes. Aqui, apenas as cervejas vindas das 6 principais cervejarias de Munique (Augustiner, Hacker-Pschorr, Hofbräu, Löwenbräu, Paulaner, Spaten-Franziskaner) são vendidas. As tendas são abertas às 10h geralmente (9h nos finais de semana). O primeiro dia é o dia útil (em alemão, anstich). Não há cerveja servida antes do meio dia e, uma vez que as tendas certamente estarão cheias até então, levará algum tempo até que todos sejam atendidos. Na maioria das barracas de cerveja, o bar fecha às 22h30 da tarde, enquanto a barraca fecha às 23h30. Você deve terminar sua cerveja antes disso, uma vez que a segurança eliminará a área de forma implacável.

A estação de metrô mais próxima, a Theresienwiese (linhas subterrâneas U4 e U5), estará muito lotada e às vezes será fechada por causa disso. Como alternativa, vá para a estação de metrô Goetheplatz (linhas U3 e U6). Também provavelmente estará lotada, mas você ainda terá algum ar para respirar lá. Apenas siga a multidão quando você sair da estação.

Especialmente nos fins de semana, você deve tentar entrar nas tendas antes das 10 da manhã. Durante a semana, a maioria delas estão abertas durante todo o dia, no entanto, não é fácil conseguir um assento se você for num grupo maior. É uma regra geral: você não será servido se você não tiver assento! A exceção é o Hofbräu Festzelt, onde a cerveja também é servida em uma área permanente. Não é recomendável deixar a tenda se quiser entrar mais tarde, já que pode estar cheio naquele momento. Também há barracas menores, que também oferecem cerveja, comida bávara e música. No entanto, a Oktoberfest tem mais diversão a oferecer do que apenas dentro das barracas de cerveja. Na Schaustellerstrasse, você pode andar nas montanhas-russas, assumindo que você ainda é capaz de fazê-lo depois de aproveitar a cerveja de Munique.

O cardápio da gigante festa cervejeira constitui-se de pratos típicos da Baviera, como joelho de porco (eisbein) e vários tipos de salsichas como a weisswurst (salsicha branca) de carne de vitela e miúdos cozidos. Tem ainda as salsichas (würstchen) de todos os tipos, tamanhos e com os mais variados acompanhamentos: pão, molho de mostarda picante ou doce, salada de batata, entre outros. O tipo de cerveja mais tradicional é a Helles, servida em um caneco de 1 litro. A música típica alemã é tocada sem pausas durante todo o dia!

Tome alguns cuidados para reforçar seu planejamento ao embarcar e fique atento a essas dicas. A acomodação será difícil de encontrar e os preços podem ser facilmente duplicados durante a Oktoberfest. Fumar não é permitido nas tendas, mas algumas apresentam áreas designadas para fumantes ao ar livre. Pense duas vezes se quiser deixar uma barraca para fumar, uma vez que você não poderá entrar novamente. Se você está com crianças pequenas, tente evitar de ir nos fins de semana. Todas as terças-feiras, das 12 às 18 horas, são os dias da família com descontos em muitos passeios. Fique longe das brigas, pois a polícia poderá prendê-lo e, se você estiver louco o suficiente para atacar e ferir alguém com um stein de cerveja, você será acusado de tentativa de homicídio culposo!

Munique tem acomodação para todos os tipos de viajantes. A área diretamente em torno da Estação Central de Munique (Hauptbahnhof) tem inúmeros albergues juvenis e hotéis de luxo, além de muitos pequenos hotéis.

O centro histórico, no coração da cidade, é um dos melhores locais para você se hospedar, pois além de concentrar hotéis, pousadas e hostels, abriga as principais atrações turísticas. Nos arredores da Theresienwiese, você também irá encontrar hotéis rodeados de muitas lojas, bares e restaurantes. A região é movimentada dia e noite. Há também muitos hotéis e albergues juvenis em outros distritos de Munique, especialmente Schwabing, Bogenhausen (Arabellapark) e a área em torno da estação Munich East (Haidhausen). À medida que se move para os bairros residenciais da cidade, as opções disponiveis são as  pequenas pousadas.

Você pode escolher a localização da sua acomodação dependendo da finalidade da sua visita. Os que buscam cultura podem ficar em Schwabing, perto de galerias e museus. Os aficcionados em curtir a vida noturna podem pensar em um lugar em Ludwigsvorstadt-Isarvorstadt, perto do rio Isar, onde a densidade de bares e clubes é a mais alta. No entanto, com o sistema de transporte público muito eficiente de Munique, você pode chegar literalmente a qualquer lugar da cidade dentro de 30 minutos.

Esteja ciente de que os preços podem variar significativamente de acordo com a estação. Normalmente, você tem que pagar preços mais altos durante os meses de verão de junho a agosto. Encontrar acomodações acessíveis pode ser difícil quando há feiras na cidade. Durante a Oktoberfest, os preços de acomodação tendem a triplicar ou quadruplicar e os proprietários de acomodação mudam seus termos de uso e pagamento.

A Bavária é conhecida como a maior produtora de cerveja do mundo e as principais marcas comercializadas por lá são: Augustiner, Hacker-Pschorr, Hofbrau, Lowenbrau, Paulaner-Thomasbrau e Spaten-Franzinskaner. A fábrica mais conhecida de cerveja é a Holfbrauhaus, a 2 quarteirões da Marienplatz.

A Hofbräuhaus foi fundada em 1589 pelo Duque William V da Baviera para evitar ter que comprar cerveja da baixa Saxônia. Apenas em 1828, a cervejaria foi aberta ao público. Na Segunda Guerra Mundial, toda sua estrutura foi destruída num bombardeio, porém foi reconstruída em 1958. Em 1920, foi realizado ali o primeiro evento político importante do Partido dos Trabalhadores Alemães (DAP). Nesse dia, Hitler apresentou o “Programa de 25 pontos” do partido para uma audiência de 2 mil pessoas, segundo descrição no Mein Kampf.

Não deixe de explorar o Viktualienmarkt, mercado de alimentos localizado no coração da cidade a poucos passos da Marientplatz. O mercado surgiu do comércio dos fazendeiros, mas tornou-se um mercado gourmet com uma área de 22.000 m² repleta de barraquinhas de comida, cerveja e artesanato. Impossível ir à Munique e não ir ao Viktualienmarkt!

Munique é uma ótima cidade para saborear as saborosas salsichas de vitela! Mas, não deixe de experimentar o tradicional pretzel, pão de sal em formato de nó que é vendido em praticamente todas as esquinas da cidade com mostarda doce e uma weissbier. Os típicos biergartens, ou jardim das cervejas, são imperdíveis. Trata-se de jardins instalados em parques, feiras e estabelecimentos comerciais onde é possível degustar cerveja e delícias da culinária alemã em meio a um cenário natural!

A refeição bávara geralmente começa com uma sopa, de que existem muitas variedades entre elas a leberknödelsuppe (sopa com bolinho de fígado), grießnockerlsuppe (sopa com bolinhos de sêmola) e pfannkuchensuppe (sopa de ‘panqueca’, que na verdade é um caldo de carne com tiras de massa de panquecas). Os pratos principais são tipicamente à base de carne. Alguns deles que você deve provar são: schweinsbraten (porco assado), schweinshaxe (nódulo de porco assado), brathendl ou simplesmente hendl (frango assado) ou bauernente (pato assado). Esses são geralmente servidos com molho e knödel (grandes bolachas cozidas ou cozidas de batata ou pão) ou späzle (macarrão de ovo). As sobremesas típicas incluem o bayrische (um creme com frutas ou geleia) e dampfnudeln (feito de massa de amêndoa e servido com creme de baunilha).

Se você gosta apenas de um lanche, quase todos os açougueiros vendem leberkässemmeln, um embutido que consiste de uma mistura de carnes de vaca e de porco, especiarias e limão, cozida em uma panela aberta e tradicionalmente servido com uma mostarda doce e granulada. Eles tendem a ser muito baratos e deliciosos. O bratwurst é encontrado em qualquer barraquinhas de Munique!

Procure fazer um tour a pé! Comece explorando o centro histórico (Altstadt), com monumentos que remetem a 800 anos! Ali, o principal local é a Marienplatz, a praça mais famosa da cidade. Fundada em 1158, a bela praça tem no seu centro a Coluna de Maria, erguida em 1638, que dá o nome à praça. Ali, estão o prédio da prefeitura (Neues Rathaus), em estilo neogótico, com um  relógio e um carrilhão famoso. É impossível perder a simpática orquestra de bonecos que está bem no topo deste prédio. São 43 sinos e 32 figuras de cobre que encenam 4 melodias diferentes. Centenas de pessoas se reúnem em frente à torre para assistir à pequena  encenação diária do carrilhão às 11 da manhã (ou às 12h e às 17h no verão). Depois, visite o Residenz Museum, o maior palácio urbano da Alemanha.

Os reis da Bavaria transformaram Munique na capital da arte alemã nos anos 1800 e ainda é sede de coleções e museus de classe mundial. Em Munique, há um distrito inteiro abarrotado de museus, o Kunstareal, no bairro de Maxvorstadt. O local inclui 16 museus, 40 galerias e 7 escolas de arte. Por isso, vale a pena dedicar algumas horas do dia para visitá-los! Aos domingos alguns museus públicos cobram apenas 1 euro para entrar. Entre eles, o Alte Pinakothek (arte clássica do século 14 até o 18), o Neue Pinakothek (obras do século 19 e início do 20), a Glyptothek, o Antikensammlungen, o Bavarian Nation, a Pinakothek der Moderne (maior museu de arte moderna da Alemanha), o Lenbacchaus e o Museu Municipal de Munique.

A maioria dos museus de Munique fecha às segundas. O Castelo Nyphemburg e os jardins, bem como o Museu Deutsche, são os únicos lugares abertos. O showroom da BMW com modelos de última geração está aberto para visitação pública, embora o próprio museu esteja fechado. Assim, a melhor maneira de planejar seu itinerário é visitar os museus em dias que não sejam segunda-feira e usar este dia para explorar a cidade. Para muitos museus, o domingo será o melhor dia para a visita, uma vez que a admissão é de apenas 1 euro. Isso inclui o Pinakotheken, o Museum Brandhorst, o Museu Nacional da Baviera e o Glyptothek, bem como o Staatliche Antikensammlungen. O Neue Pinakotheke, no entanto, está aberto às segundas-feiras e fechado às terças-feiras.

Visite o Englischer Garten localizado em Schwabing. Este é o coração verde de Munique e a entrada é gratuita. É um lugar maravilhoso para relaxar, desfrutar de uma cerveja em um dos vários jardins de cerveja, passeando pelos riachos e lagos ou simplesmente aproveitando o sol nos gramados. Basta se dirigir para Münchner Freiheit ou Ostbahnhof, por S- ou U-Bahn, e pegar o ônibus nº 54 para Chinesischer Turm.

Uma boa opção é adquirir o Munique City Pass. Os titulares podem se beneficiar de acesso ilimitado ao transporte público e também obter descontos em mais de 30 das atrações da cidade  como museus, pontos turísticos, lojas, entre outros. Está disponível em seis versões (bilhetes individuais e de grupo). O cartão pode ser comprado com duração de 1 ou 3 dias. Há também a opção de comprar o cartão de 3 dias para toda a rede de transporte.

Caso esteja com interesse em fazer compras, comece na Neuhauserstrasse e a Kaufingerstrasse, as principais ruas de comércio. Ambas são um largo calçadão de pedestres, uma em sequência à outra, repleto de lojas como Zara, H&M, Mango e algumas de marcas locais. Outras ruas de comércio importantes são a Pettenbeckstrasse, a Weinstrasse, a Maximilianstrasse e a Residenzstrasse. Boa parte desses locais está concentrada na região central, o que facilita bastante a locomoção.

Quem vai a Munique pode aproveitar para conhecer Zurique, na Suíça, e Praga, na República Tcheca, as duas cidades estão a cerca de 300 km. Ou, pode ser uma oportunidade para ir até Colônia, Frankfurt e Berlim. O Bayern Ticket permite que você viaje em qualquer lugar da Baviera nos trens regionais o dia todo (apenas a partir das 9h). Custa € 38 para um grupo de até 5 pessoas e € 22 para um individual. Há o Bilhete Schönes Wochenende, válido em todos os lugares da Alemanha apenas nos fins de semana. Custa € 42 para um grupo de até 5 e também é restrito aos trens regionais.

Munique é uma cidade muito segura para os seus residentes e viajantes e os crimes violentos são extremamente raros. Tome as precauções habituais (como não deixar sua câmera sem vigilância) e não acontecerá nada de errado. O principal risco é o consumo elevado de cerveja e outras bebidas que levam álcool.

A cidade tem uma mente aberta com um grande número de imigrantes e expatriados que vivem na cidade (25% dos moradores têm antecedentes de migração). Será muito improvável que você encontre algum problema por ser estrangeiro.

Munique usufrui de uma animada cena gay com muitos bares, clubes e danceterias espalhados por seu centro histórico. A cidade tem a terceira maior comunidade gay alemã depois de Berlim e Colônia.

Dentre os eventos mais disputados pelo público LGBT encontra-se a Oktoberfest, que possui dias e tendas voltadas a este público, como a Bräurosl, Fischer Vroni e Schottenhamel. Curiosamente, a concentração dos foliões acontece no bairro de Glockenbach (Glockenbachviertel), onde morou o icônico frontman da banda Queen, Freddie Mercury, próximo às Gärtnerplatz Square e Hans-Sachs-Strasse.

Na cidade, encontram-se desde cafés descolados com clientela mista até bares com atmosfera divertida e nostálgica. Para refeições, tem desde locais rústicos com a tradicional culinária alemã a bistrôs charmosos e discretos.

Outras cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça | 

Sugestão do Blog

Palestra Motivacional + Livro + Viagem de Incentivo

 

Leia mais

Munique usufrui de uma animada cena gay!

A Alemanha é o número um da cerveja e número dois do uísque!

Se o assunto é cerveja, a Alemanha é primeiro país que vem à mente!

A Alemanha possui uma quantidade impressionante que são obras de arte!

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Livros de Viagens

Uma Aventura Legal – Soluções Criativas

Viagem de incentivo – Egito

Estratégia de Guerra dos Vikings

A teoria do rio principal e seus afluentes

A viagem é como a vida em miniatura

Viaje pela Europa gastando pouco e divertindo-se muito

O sacrifício para realizar a viagem pela Europa

Transformando um sonho numa viagem pela Europa

Cuidados necessários ao embarcar para uma viagem

Compre sua passagem com antecedência, pode conseguir ótimos preços

Índice Big Mac

Qual a sua medida de realização?

Despedida no aeroporto em Boston

Caçando camundongos no Basement

Horário de funcionamento dos bancos na Europa

Média de preço de táxi para as regiões centrais das cidades na Europa

Temperatura média de algumas cidades da Europa

Cuidados ao chegar muito cedo numa estação de trem

Desconfie de pessoas muito solícitas na viagem

Horário de funcionamento do comércio na Europa

Algumas palavras úteis para ajudar na viagem pela Europa

Diferença horária entre o Brasil e a Europa

3 meses sem lavar minha calça jeans

Fazer compras no supermercado é a melhor opção

Quando tomar banho num albergue?

Faça seu marketing pessoal no albergue e divirta-se

A cantada do coelho erótico

Distâncias quilométricas entre as principais cidades da Europa

Taxa de serviço cobrado em restaurantes na Europa

Chegando em uma nova cidade na Europa

Estratégia para pegar uma cabine de trem

Programe uma viagem de trem pela Europa

Técnica de viagem pela Europa: daytrain

 

O rio Mississípi é um irmão gêmeo da Route 66

Ao perceber a importância que o rio tem na vida daquela cidade, entendi que o Mississipi é uma espécie de irmão gêmeo da Route 66, e compreendi também por que ambos desempenham papel de destaque na vida e na literatura americanas. Viajar através deles era um hábito muito popular.

Na década de 1800, as cidades isoladas dependiam do rio, e entre 1920 e 1960, da estrada, para dinamizarem um pouco tanto o comércio como a comunicação. Assim eles tornaram-se objeto de incontáveis histórias, músicas, lendas e produções para a telona e a telinha, e ajudaram autores como Samuel Clemens e John Steinbeck a ganhar reputação como escritores. Mas, iguais no sucesso, iguais no fracasso. A Route 66 e o rio Mississipi foram gradativamente perdendo a importância conforme outros meios de transporte ou corredores eram abertos.

Os velhos traçados da estrada foram ali substituídos por um emaranhado de rodovias, freeways e avenidas. Os vestígios da Route serpenteiam pela cidade, exigindo bastante atenção. Seguindo pela Watson Road, dois pontos destacam-se. O primeiro é o Coral Court Motel, fechado em 1993. Mesmo assim ainda é possível admirar suas formas originais. A construção é um famoso exemplar de art déco, que foi incluído no Registro Nacional de Locais Históricos. Isso torna muito difícil a possibilidade de que venha a ser demolido, como aconteceu com o The 66-Park-In. Este drive-in, aberto em 1948, foi derrubado em março de 1994 para dar lugar a um supermercado.

Outra atração imperdível é o Ted Drewes’ Soft Custard Stand. É possível encontrar à sua porta filas de turistas que, antes mesmo de procurar uma pousada, vão em busca de algo especial: comprovar a fama adquirida pelos cones de sorvete de Ted Drewes. O sorvete é a grande paixão da vida de Drewes, nascida em 1928, um ano depois da Route 66 ser oficialmente estabelecida no estado do Missouri. Em 1930, seu pai abriu o negócio, que no início não deu certo. Em 1931, a loja ressurgiu na forma de um novo stand na South Grand Avenue, a apenas alguns quarteirões da Gravois, outro nome da Route 66 em Saint Louis.

Neste dia, conheci um lugarejo que praticamente não está registrado em mapa algum: Times Beach, construído tendo como única rua a Route 66. Foi fundado em 1925, incentivado por uma promoção do jornal Saint Louis Times. Num esquema publicitário, o jornal oferecia assinaturas do diário para quem comprasse um lote de terreno na região. Durante muito tempo, sobretudo por causa das enchentes, as casas eram construídas em nível mais alto e pertenciam a famílias que queriam fugir da cidade durante as férias ou feriados. Depois da Segunda Guerra Mundial,

Times Beach começou a ser invadida por pessoas que pretendiam ali fixar residência, em busca de moradia barata. Com os problemas das enchentes minimizados, as casas passaram a ser mais convencionais. Como a comunidade não tinha dinheiro para realizar benfeitorias, tais como pavimentação de ruas, a prefeitura contratou uma empresa para jogar óleo nas ruelas de terra, a fim de evitar o excesso de poeira. Não sabia, no entanto, que o produto estava misturado com dioxina, um dos componentes do agente laranja, usado durante a guerra do Vietnã. Em 1982, enquanto testes eram feitos para detectar a gravidade do problema,

Times Beach sofreu duas das piores enchentes da sua história. O departamento do governo americano responsável pela pesquisa sobre a qualidade do solo, em função do uso do óleo, desaconselhou os moradores a permanecerem na cidade. Avisaram: “Se você ainda está em Times Beach, pegue as suas roupas e vá embora. Se você fugiu de Times Beach, nem pense em voltar.” Existe até hoje uma certa controvérsia quanto à real toxicidade do produto. Mas o que importa é que a localidade foi completamente abandonada, transformando-se numa cidade fantasma. O que restou dela são os sinais da Route 66. E só. Ainda é possível ver o pouco que sobrou — não muito, devido também à ação dos vândalos.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Saint Louis

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas
Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai
Leia mais

Como esta atualmente o percurso da Route 66

A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

A diversidade natural do Missouri

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

O Missouri tem muita história para contar

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

É bom conferir se está tudo ok com o veículo

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Em Orlando, os outlets são tão importantes quanto a Disney!

De hora em hora, pare o automóvel e desça com o cão

Crie uma wish list com destinos que você quer visitar

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Na maioria dos destinos há opções para todos os bolsos

O problema muitas vezes é falta de planejamento

O sucesso ocorre com “Planejamento Antecipado”

Munique – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Munique – Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicoshistóricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

O maior medo que enfrentei numa viagem

Durante minhas viagens pelo mundo já enfrentei muitos desafios que foram fundamentais em trazer mais aventura para minha vida. Muitos momentos de superação serviram para fortalecer minha capacidade de superar adversidades. Aliás, tornou-se minha profissão capacitar os profissionais nas empresas.

De todas as experiências que enfrentei sem dúvida nenhuma a mais arriscada e que não aconselho ninguém a fazer foi descer o Grand Canyon de mula no inverno.

Cheguei numa manhã no parque e fui direto ao hotel pegar informações sobre o passeio: Bright Angel Trail. Sempre sonhador, senti-me como num daqueles filmes passados nas montanhas quando entrei na recepção do hotel. No balcão, havia algumas fotos de mulas descendo por estreitos atalhos nas rochas, durante o verão.

A descida é concorrida, é necessário um ano e meio de antecedência para reserva, para meu “azar” alguém havia desistido.

Fui alertado sobre os perigos por um Cowboy que seria nosso guia. Não prestei muita atenção em suas dicas e me arrependi muito. Recebi uma vareta para usar caso a mula empacasse e deveria ficar muito atento. Ele dizia “Quando vocês pararem, voltem a cabeça do animal para o abismo. Vendo-o, ele ficará com medo e não pulará, se por acaso tiver algum sobressalto. A mula, ao caminhar, concentra-se nas patas da que vai à frente. Por isso, todos são responsáveis pelos outros, porque qualquer erro pode fazer com que os animais que vêm atrás se inquietem.”

Fomos a um curral para novas instruções, quando ele deu a ordem de partir, dei uma bobeada e fiquei em penúltimo na fila. Péssima escolha, ninguém poderia errar e teria que confiar em mulas.

A descida era lenta. Os passos eram milimetricamente estudados. Avista… essa era de tirar o fôlego, tanto pela beleza como pelas condições climáticas. Como era inverno, a trilha estava completamente tomada pela neve, o que tornava a tarefa das mulas mais difícil. A certa altura, deveria fazer uma curva estranha. A cabeça do animal ia mais à frente, como se estivesse para cair. Fiquei ansioso. Mas era o percurso correto. É como estar num trem numa serra muito estreita, entre penhascos e abismos.

A mula pisava em falso algumas vezes, por causa da neve fofa. A sensação de ter um paredão de rocha de um lado e do outro um abismo de dois quilômetros não chega a ser tranqüilizante. Naquele instante, todas as instruções me vieram à cabeça como um flash de máquina fotográfica. “Não errem”, “Não deixem de voltar a cabeça da mula para o penhasco”… Aquilo não era filme. Se eu caísse, não tinha jeito de contar depois que eu me agarrei a um milagroso galho no meio do caminho. Só havia duas verdades: a emoção e o abismo.

Estava encurralado. Não havia mesmo como sair dali. O medo chegava mais forte a cada vez que as patas da mula pisavam claudicantes na neve. No auge do nervosismo, avistei os primeiros da fila, com olhares deslumbrados diante da paisagem.

A descida durou duas horas e meia. A cada trinta minutos, parávamos, para que as mulas pudessem descansar e tomar fôlego. A vegetação era a mesma dos filmes de faroeste: rala e coberta de neve, com um tom acinzentado. Na beira da trilha, veados se aproximavam curiosos. Olhavam para nós como se dissessem “boa sorte”.

Atingimos finalmente um platô largo, onde a possibilidade de descida se esgotava. Dali para a frente, o abismo era intransponível. Olhei para o rio Colorado, que passava bem abaixo de onde estávamos. Naquele momento de alívio e angustiado procurei relaxar. A subida foi outro sofrimento com as derrapadas constantes das mulas. Terminei com a certeza de que nunca mais faria esse passeio novamente.

Cidade na Route 66 no estado do Arizona

Flagstaff

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Flagstaff é a porta de entrada para o Grand Canyon

Museum Club é considerado ponto de encontro na Route 66

O Arizona oferece os cenários mais estonteantes dos EUA

As estradas não foram feitas para carros comuns

O viajante deve percorrer suas ruas até o Wigwan Village

Se não conhecer o Jackrabbit, não esteve no Sudoeste

A Route 66 está mais viva do que nunca

A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

É bom conferir se está tudo ok com o veículo

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Em Orlando, os outlets são tão importantes quanto a Disney!

De hora em hora, pare o automóvel e desça com o cão

Crie uma wish list com destinos que você quer visitar

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Na maioria dos destinos há opções para todos os bolsos

O problema muitas vezes é falta de planejamento

O sucesso ocorre com “Planejamento Antecipado”

Munique – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

O início da minha viagem pela “mother road”

Chicago, ponto inicial da Route 66, é uma cidade impressionante. Não exatamente pelos sete milhões de habitantes de sua área metropolitana, mas sim pela exuberante riqueza e imponência de sua invenção mais famosa, os arranha-céus: envidraçados, de concreto, dourados, azuis, cinzas, de todas as cores, alturas e materiais.

Não é à toa que é considerada a capital da arquitetura americana. Seu nome originou-se de “Chicagou”, que era como os índios a chamavam, e ficou famosa no mundo inteiro na década de 1920, uma fase delicada em que a contravenção e o crime organizado alarmavam o país. Mas, mesmo nesta época, sua taxa de crescimento permaneceu inabalável, tanto que até hoje é uma cidade de índices populacionais fortes.

Embora tenha ficado insone, a noite no trem foi bastante confortável, o que me desobrigou de ter que dormir de dia quando cheguei. Assim, deixei minhas coisas no albergue e fui caminhar pela cidade. Aqui, cabe uma advertência: quem espera dos albergues americanos ambiente semelhante ao de um dormitório de universidade cheio de jovens e estudantes de todas as partes do mundo, pode se decepcionar. Ao contrário dos europeus, eles hospedam pessoas de todas as idades.

Quando a ferrovia chegou à cidade, dizia-se que os comerciantes locais sofreriam concorrência desleal. Ao contrário, acabamos nos tornando o centro da malha ferroviária do país — disse orgulhoso o homem, que vim a descobrir, minutos mais tarde, ser articulista de negócios do jornal que eu tinha na mão.

A economia diversificada, segundo ele, torna a cidade muito estável. Eu não tinha idéia disso: ao redor da área metropolitana, existem pelo menos 12 mil empresas, o que faz de Chicago a primeira cidade dos EUA no fabrico de comida congelada e enlatada, produtos metálicos, maquinária, instrumentos musicais, telefones, equipamentos domésticos e doces. O estado de Illinois fabrica noventa e cinco por cento dos mais de dezoito mil tipos de produtos industrializados pelo homem.

Existem em Chicago pelo menos 58 instituições de ensino superior e um centro médico de dar inveja a qualquer outro no país. Por fim, disse-me que era também a cidade das igrejas. Os moradores podiam escolher entre cerca de 2.700 templos religiosos. Assim que ele fez uma pausa na manifestação de bairrismo e orgulho municipal mais bem fundamentada que já ouvi, pude saber como ele tinha tantas informações de cabeça. Logo depois, pediu-me desculpas, agradeceu-me por ter cedido um espaço para ele e saiu correndo para iniciar seu trabalho em mais uma edição do Chicago Tribune.

Apesar da temperatura baixa, o dia estava bonito e isso me animou a conhecer de perto o lago Michigan. Resolvi dar uma volta de barco e conferir o skyline da “cidade dos arranha-céus”. É realmente uma experiência inesquecível. Entendi pela primeira vez aquela expressão que tantas vezes vi nos mapas dos EUA: “região dos grandes lagos”. O Michigan não é um lago. É um mar. De uma margem, é impossível ver a outra.

Chicago parecia inesgotável em atrativos, mas era hora de seguir viagem. Meu primeiro contato com a Route 66 aconteceu, enfim. A estrada começa ao lado do lago Michigan, entre o Jackson Boulevard e a elegante Michigan Avenue, a apenas alguns quarteirões ao norte, onde se inicia atualmente a Interstate 55 (I-55) para a 90 e 94. A I-55 é a rodovia que corre mais tempo paralelamente ao traçado original da Route 66, no estado de Illinois.

Como viria a constatar depois, pouco restou desse traçado original em Illinois. O ponto de partida da Route situa-se num local bem pouco turístico: uma região próxima à estrada de ferro, cheia de carros abandonados e prédios caindo aos pedaços. Um cenário ideal para se filmar uma daquelas histórias de contrabandistas da época da Lei Seca. Ali, disse adeus a Chicago, peguei uma carona e botei o pé na estrada. Minha aventura realmente começara.

Cidade na Route 66 no estado de Illinois

Chicago

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Como esta atualmente o percurso da Route 66

Meu contato de primeiro grau com a histórica 66

A Route 66 representou o nascimento dos postos de gasolina

A cidade de Lincoln em Illinois

Um caminhoneiro com história para contar da estrada

Uma carona na caminhonete de Stanley

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

É bom conferir se está tudo ok com o veículo

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Em Orlando, os outlets são tão importantes quanto a Disney!

De hora em hora, pare o automóvel e desça com o cão

Crie uma wish list com destinos que você quer visitar

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Na maioria dos destinos há opções para todos os bolsos

O problema muitas vezes é falta de planejamento

O sucesso ocorre com “Planejamento Antecipado”

Munique – Rent a bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Munique – Outlets

Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Munique – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

O fim da “mother road”

Quase ao fim da minha viagem, segui de carro por um daqueles longos boulevards de Los Angeles que levam até o mar e cheguei a Santa Mônica. Fundada em 1875, tem aproximadamente 85 mil habitantes e é uma típica cidade litorânea. As praias são largas, de areia branca.

No inverno, no entanto, é impossível sequer pensar em arriscar-se a entrar no mar. As águas ficam insuportavelmente geladas. Mesmo no verão, o oceano Pacífico insiste em manter uma temperatura bastante baixa.

Nos arredores da praia, pistas e mais pistas ocupadas por skatistas, patinadores, ciclistas e até corredores com walkiemans. No Santa Monica Boulevard até o Santa Monica Pier, onde há um carrossel restaurado há pouco tempo, que foi usado no filme Golpe de mestre, com Paul Newman e Robert Redford.

A região do pier conta com um parque e uma placa que diz: “Will Rogers Highway, dedicada, em 1952, a Will Rogers, humorista, viajante do mundo, bom vizinho. Essa rua principal da América, a Route 66, foi a primeira rodovia em que ele viajou, numa carreira que o trouxe diretamente aos corações de seus compatriotas.” No píer há um portal que diz: “Santa Monica Yatch Harbor. Pesca esportiva. Passeio de barco. Cafés.”

A Route 66, que nasce no lago Michigan e morre à beira-mar, é uma rodovia que significa muito para as cidades por que passa e para as pessoas que nelas vivem. Mas, a estrada começou a ficar pequena para o tráfego de uma América cada vez mais desenvolvida e os acidentes cresceram. Em 1954, foi aprovado um plano de reformulação do sistema de highways, que levou mais de vinte anos para se concretizar.

Aos poucos, as novas auto-estradas foram abandonando as ruas das cidades e fazendo seu percurso contornando-as. À mother road, restou o papel de coadjuvante venerada. Muitos dos que viveram em função daquela estrada queriam que as modernas interestaduais na região fossem chamadas de I-66.

No entanto, para substituir a grande rota diagonal foram necessárias nada menos que cinco estradas. As obras atrasaram muito e só em 1985 o Comitê de Estradas Americano reuniu-se e tomou a decisão final de desativar a Route 66. Quando a interestadual passou pela localidade de Williams, Arizona, a 66 havia “morrido”. Não havia mais placas oficiais. Deixara de ser a Route.

Cidade na Route 66 no estado da Califórnia

Santa Mônica

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Como esta atualmente o percurso da Route 66

Needles é a primeira cidade da Califórnia

Bem-vindo à Califórnia

Como esta atualmente o percurso da Route 66

Locação de filmagem de Bagdad Café

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Em Barstow, na rua principal, passa a Route 66

Rancho Cucamonga uma das atrações na 66

Como esta atualmente o percurso da Route 66

A origem do Mc Donald`s na estrada mãe

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

Munique – Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Munique – Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

O dia que embarquei para percorrer a Route 66

A visão do skyline de Boston, de cima, do avião, teve o efeito de um relâmpago sobre mim. De repente, comecei a lembrar-me de uma discussão de que participei, quando estudava em Harvard, a respeito da rota da história. Há os que defendem a teoria da linha do tempo, que seria uma reta sempre em busca do infinito. Já os pessimistas juram que se trata de um círculo vicioso: as civilizações, como por instinto, seguiriam a mesma ordem, ascensão, apogeu e declínio; ao longo dos séculos, alternariam-se o liberal e o repressor, o rigor e a anarquia, a felicidade e a tristeza.

Mas foi numa tarde fria, naquela mesma cidade em que estava prestes a aterrizar, que ouvi a melhor definição sobre este tema, dada pelo professor que propusera o debate. Segundo ele, a história segue a rotina de uma espiral. Um desavisado poderia achar que os ciclos de prosperidade e decadência, abundância e escassez compreenderiam um simples retorno: sempre se voltaria ao ponto de partida para começar tudo de novo, de igual modo e mecanicamente.

No entanto, se pararmos para analisar melhor, veremos que a história é cíclica sim, mas que, a cada retorno, corresponde um avanço. Assim, também as pessoas às vezes voltam ao seu ponto de partida. Ao recomeçarem, dificilmente repetem os erros anteriores e são capazes de reconstruir a vida com base na experiência acumulada.

Na ocasião em que ouvi esse argumento, achei-o interessante, ainda que muito filosófico. Parecia concordar com ele, mas faltava-me entender como isso se dava de fato. Agora, no momento da chegada, o quebra-cabeça se completava.

Boston foi antes e seria agora um ponto de partida. Dali eu saíra há quase três anos cheio de planos. Fora ali que eu planejara a minha primeira aventura. E ali eu conseguira encontrar força de vontade, coragem e motivação para realizar um sonho. E lá estava eu de novo. Milhares e milhares de quilômetros depois, no tempo e no espaço. Pronto para pôr em prática mais um sonho. Voltava para onde tudo começara. Mas o Sérgio que retornava então a Boston era bem diferente daquele que a deixara. A vontade de vencer etapas era a mesma, só que com muito mais experiência vivida. Senti o impacto do trem de aterrizagem.

Pode parecer estranho, mas, enquanto seguia os procedimentos rotineiros do desembarque — pegar as malas, ir para a imigração, carimbar o passaporte, passar pela alfândega… —, minha cabeça rodava. Fazia tudo isso como se estivesse na minha terra natal. A cidade que assistiu à Declaração de Independência dos Estados Unidos é a mesma onde eu declarei minha própria independência.

A rota em espiral desta história ia de Ribeirão Preto para São Paulo, dali para Boston, em seguida Europa, São Paulo e novamente Boston. A capital de Massachusetts fora a minha ponte para o mundo. Agora, decidira-me a fazer dela um trampolim. Iria iniciar o mergulho num novo sonho, mas desta vez dentro dos Estados Unidos da América. Podem me chamar de sentimental: foi exatamente por isso que eu quis começar a partir de Boston. Queria rever amigos, lugares e recordar momentos importantes para mim. Isso, sem dúvida, iria me ajudar a reunir forças para realizar a minha iminente aventura.

Percorrer a Route 66 era um desafio, mas não foi uma idéia que nasceu da noite para o dia. Antes de desembarcar em Boston, obtendo informações mais concretas sobre esta estrada, tive contato com ecos de sua fama internacional. Minha mãe contou-me a respeito de um seriado de TV que a tinha como cenário principal. Diversas músicas, sobretudo no estilo on the road dos anos 50 e 60, citam a estrada.

Uma das que se tornaram mais famosas foi Get Your Kicks on Route 66, de Bobby Troup, gravada por mais de quarenta intérpretes, entre eles Nat King Cole, Paul Anka, Bob Dylan, Chuck Berry, Van Morrison, Depeche Mode, Rolling Stones, Natalie Cole, Sammy Davis Jr., Earthquake e pelo próprio autor.

Também já tinha ouvido falar do quanto ela foi importante para o desenvolvimento dos EUA. Mas as informações genéricas eram insuficientes para explicar o fascínio que exerceu e ainda exerce. Suponho que seja caso único no mundo moderno uma estrada local ser conhecida em tantos países. Fenômeno semelhante talvez só o da Via Appia, em Roma, principal via de acesso do Império Romano. Mas quanto tempo tem-se de voltar para encontrar um paralelo!

Pode parecer exagero, mas uma das primeiras coisas que aprendi é que, ao viajar, não importa para onde, convém estar sempre bem informado a respeito do lugar de destino. Isso, além de dar mais segurança, ajuda a economizar. É na certa mais proveitoso saber de antemão os locais por que se vai passar, o que eles significam e qual a distância entre eles.

É possível ser mochileiro, pegar carona, dormir do jeito que der no meio do caminho e ainda assim ser organizado. Pelo menos um mês antes de tomar o avião para os EUA, levantei todo o percurso da Route 66, the old road, como a chamam os americanos. A ideia era vencer seus 3.917km utilizando todos os meios de transporte disponíveis, no prazo de 66 dias. E não teria graça ser de outra forma. Afinal, esta serpente de asfalto arrasta-se desde as redondezas do lago Michigan, em Illinois, até o Pacífico, na Costa Oeste do país. Entre estes dois extremos, a Route atravessa rios, planícies, montanhas, desertos e canyons de oito estados, 102 cidades e diversas nações dos americanos nativos, os índios.

Agora, ali, no aeroporto Logan, de Boston, pensava que precisava aproveitar ao máximo a primeira e única vez em que eu saberia ao certo onde iria dormir. Do lado de fora da Alfândega, encontrei meu amigo Amaro, que fora me esperar. Eu iria ficar hospedado na casa em que ele mora.

Seria ótimo ter um pouco de sossego para me recuperar da maratona da viagem aérea, principalmente por causa do fuso horário. Por menor que seja a diferença, a pessoa sempre fica meio confusa. Ainda no aeroporto, ouvi alguns brasileiros falando alto, naquela algazarra típica de marinheiro de primeira viagem.

Cidade nos Estados Unidos

Boston

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

A importância de cursar Harvard na minha vida

O restaurante Papparazzi na minha vida

Em Boston, com amigos antes de percorrer a Route 66

Eu sou uma empresa 

Um viajante comporta-se como um empreendedor 

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66 

A estrada fundada por empreendedores visionários 

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira 

Get your kicks on ROUTE 66 

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro 

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema 

Como surgiu o número 66? 

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota 

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

O Arizona oferece os cenários mais estonteantes dos EUA

No caso Arizona, no entanto, esta máxima foi desafiada. Vizinho da Califórnia e quadragésimo oitavo estado a ser admitido na federação americana, não se intimida com a fama alheia e promove uma festa de imagens inesquecíveis para quem se aventura pelos seus 294.057 km². Se a Califórnia tem Hollywood, filmes, glamour e estrelas, o Arizona oferece alguns dos cenários mais estonteantes dos EUA, como o fantástico Grand Canyon, por exemplo.

Fazer fronteira com a Califórnia não é fácil. Se lá ficam duas das maiores cidades americanas, o Arizona é pouco povoado. Mas nem liga para isso: vasto, quente, rochoso, multicolorido, não é apenas um simples estado, é uma experiência. Depois de passar por tantos lugares interessantes e tantas situações inusitadas, imaginava, àquela altura, que não teria mais como me surpreender. Que nada. O Arizona deixou-me literalmente boquiaberto.

Como os demais estados da região Oeste, esbanja variedade e contrastes. A população ainda é pequena, mas cresce a passos largos: desde 1940, aumentou em quase dez vezes. As fazendas irrigadas combatem com o seu teimoso verde a terra árida, que fornece 60% de toda a produção de cobre dos EUA.

Os arqueólogos podem provar a existência de traços da cultura indígena no Arizona há 25 mil anos, através de ruínas por todo o território. Desde cerca de 500 a.C. até a século XV, o povo dominante na região era os honokam. Eles praticavam agricultura com irrigação e os restos dos canais que abriram ainda podem ser observados nas redondezas da cidade de Phoenix. Menos de cem anos depois, os espanhóis começaram a chegar, vindos do Novo México. Frustrados pela procura inútil de ouro naquele estado, por volta de 1580, Antonio Espejo e Juan de Oñate embrenharam-se pelas terras secas do centro do Arizona, encontrando indícios do mineral que se tornaria seu principal produto.

Em 1670, os espanhóis haviam estabelecido muitas missões para catequizar os índios. Enquanto os mineiros e os agricultores mudavam-se lentamente para a região do Vale de Santa Cruz, os índios resistiam cada vez mais. Em 1776, Tucson tornou-se uma fortaleza. Em 1821, quando o México ficou independente da Espanha, o Arizona passou a ser um estado, a maior parte do tempo, beligerante, pois os brancos tinham dificuldade de se estabelecer devido à resistência apache.

Nesta época, comerciantes americanos começaram a freqüentar a região, aproximando-a cada vez mais dos EUA. Quando o México e os EUA terminaram a guerra em 1848, um vasto território que ia do Texas à Califórnia, incluindo o Arizona, foi anexado pelos americanos. Primeiro, foi incorporado ao Novo México, e apenas em 1863 conseguiu a sua independência. Passou anos lutando contra os índios, tanto os navajos quanto os apaches. Durante os anos que se seguiram à Guerra de Secessão, em meio a sangrentas batalhas, a extração de ouro e prata tornou o território cada vez mais habitado. Depois de derrotar os índios em 1890, com crescimento econômico e bastante experiência administrativa, o povo do Arizona começou a mobilizar-se para ganhar o status de estado. O Congresso aceitou o pedido em 1912.

A Route 66 no Arizona só foi pavimentada na década de 1930. Após a Segunda Guerra Mundial, exércitos de turistas cruzavam o estado ansiosos para conhecer o território indígena, o Painted Desert, a Petrified Forest ou o Grand Canyon. Hoje, a interestadual encarrega-se do tráfego pesado, mas trechos bastante confiáveis da velha estrada permanecem, incluindo um bastante notável entre Seligman e Kingman. Este é um dos pedaços mais bem conservados da mother road, entre Chicago e Santa Mônica.

A primeira cidade no estado é Lupton, localidade que vivia do gado e tomou seu nome emprestado de um funcionário de uma seção da Companhia de Estradas de Ferro. Em seguida, passei por Allentown, Houck, Sanders e Chambers, até Holbrook Ali, a Route 66 quase desaparece; portanto, desde Lupton, a melhor opção é mesmo a estrada interestadual, o que evita que se perca tempo tendo como paisagem apenas cidades fantasmas. Chambers, durante um período, foi conhecida como Halloysite. Nos anos 30, foi rebatizada em homenagem a Charles Chambers, funcionário do correio.

Cidades na Route 66 no estado do Arizona

Holbrook | Winslow | Flagstaff | Williams | Seligman | Kingman | Oatman

Estados que fazem parte da Route 66
Outros países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Estados Unidos | Curacao | Peru | Uruguai

Leia mais

O viajante deve percorrer suas ruas até o Wigwan Village

As estradas não foram feitas para carros comuns

Se não conhecer o Jackrabbit, não esteve no Sudoeste

Flagstaff é a porta de entrada para o Grand Canyon

Museum Club é considerado ponto de encontro na Route 66

O maior medo que enfrentei num viagem

A Route 66 está mais viva do que nunca

A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada quilometro que percorríamos

Enquanto fotografava o posto Plillips 66, comecei a ouvir, de repente, um barulho ensurdecedor. Por um instante, pensei que pudesse ser uma tempestade, um furacão, sei lá. Aquele ronco sufocava o silêncio e finalmente percebi que vinha de várias motos, acelerando ao mesmo tempo. Motos simplesmente não, Harley-Davidsons. A gangue era formada por seis motoqueiros, orgulhosamente cavalgando aquelas máquinas enormes, pretas e legendárias, cromadas com símbolos tribais, caveiras, etc. O grupo parara no posto para abastecer. Como não viram o frentista, um deles veio me perguntar:

— Você sabe quem está atendendo aqui? Não sabia lhe dizer, mas esta foi a senha para iniciar uma conversa com aquele grupo cinematográfico. Glenn, o rapaz que se dirigiu a mim, era o típico Harley-Davidson maníaco. Lenço na cabeça, jaqueta de couro, calças jeans (também outra invenção do Velho Oeste) e um distanciamento misterioso.

— Estamos percorrendo a Route 66 também — informou.

— Vão ficar por aqui? Tem um museu… — falei.

— Não, cara, a gente não pára em lugar nenhum — disse ele.

— A gente põe a moto na estrada e pronto. Dorme onde dá — acrescentou outro membro do grupo, com pesados óculos escuros e visual bastante parecido com o de Glenn. Chamava-se Thunder.

— É nome de batismo ou apelido? — perguntei.

— Não importa. Eu me chamo Thunder — respondeu rispidamente. Thunder era alto, forte, com o porte atlético valorizado pela pesada jaqueta de couro que estava usando. Não era muito de sorrir, segundo me contou outro rapaz, Troy, este um pouco mais baixo e aparentando ser o novato do grupo. Os seus jeans deviam estar mais surrados do que os meus. Alex, outro deles, era um homem louro e forte, que parecia passar os momentos em que não estava montado na sua moto em academias, fazendo musculação. Troy sugeriu-lhe que fosse procurar alguém para atendê-los. Alex saiu e restaram ainda dois sobre as motos: eram Jamie e Stephen. De todos eles, talvez fossem os dois mais típicos exemplares daquela fauna. Mas pareciam ter feito voto de silêncio. Não tinham aberto a boca uma vez sequer.

Na maior cara-de-pau, pedi uma carona até Amarillo, que era então o destino deles. Sempre tive vontade de andar numa Harley-Davidson, principalmente depois que tomei conhecimento das histórias a respeito da moto e seus criadores. Em vez de fazer motos para competir com as japonesas e mesmo investir na quantidade, eles tiveram coragem de fazer um produto que se destacava pela particularidade, pela distinção. Para minha surpresa, Glenn, o porta-voz do grupo, concordou:

— Tudo bem. Você já andou de moto?

— Ainda não — confessei.

Ao ouvir esta resposta, percebi um leve sorriso estampado no rosto dele. Por um instante, até o emburrado Thunder abriu uma exceção e esboçou também um sorriso. Não entendi muito bem por quê. Naquele momento. Poucos minutos depois, o ronco ensurdecedor que chegara a mim antes mesmo de Thunder, Glenn, Jamie, Troy, Alex e Stephen ocupou de novo o espaço da pacata McLean.

As motos começaram a zunir pela estrada e pude perceber pela primeira vez por que eles gostavam tanto daquilo. Estávamos no fim da tarde e uma brisa fria começava a dominar o ambiente, sobretudo porque era inverno. O vento na cara, a velocidade, que se sente muito mais de perto na garupa de uma moto, o asfalto passando por baixo de você como se fosse a correnteza de um rio… Muitos tentaram, tentam e ainda tentarão definir qual a sensação experimentada por aqueles que se dizem livres. Talvez a subjetividade do conceito ajude a manter o Mistério. Sem a pretensão de ser definitivo, posso dizer que os momentos que passei a bordo de uma Harley-Davidson foram aqueles em que experimentei com mais propriedade o que é exatamente sentir-se livre. A liberdade me tocava a cada metro que percorríamos.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Mc Lean (TX)

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

No Texas, há 299 km da Route 66,91% estão ainda em uso

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon as belas formações rochosas destacam-se

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

A Nostalgia Gift Shop é uma loja de quinquilharias referentes à Route 66

Um deles era outra loja de quinquilharias referentes à Route, a Nostalgia Gift Shop. Quem pretende entrar no espírito, não pode deixar de ir a este local. Há desde placas até carros antigos à venda, além de bombas de gasolina, latas de óleo e banheiras. O dono do estabelecimento era mais um de uma “espécie” com a qual estava entrando em contato agora: a dos fanáticos pela Route 66.

Conversamos sobre o quanto ela significava para o espírito americano em meio a dúzias de camisetas, canecas, xícaras, canetas, bolas, e tudo o mais que a mente possa imaginar e ser classificado como souvenir. Foi ele quem me deu a dimensão correta de quantas pequenas cidades, ao longo dos quase quatro mil quilômetros do percurso, tinham como rua principal a estrada. Em torno dela, negócios desenvolveram-se. Não só servia de passagem para a produção, como era um produto em si mesma. Além de beneficiar as economias locais, ela constituía uma “indústria”, a da Route 66.

Hoje parece lugar-comum. Mas é fundamental lembrar o seu aspecto pioneiro. Quando a 66 surgiu, não havia estradas do gênero nos EUA. Mais que isso, as estradas, no estilo americano, não existiam em lugar algum do mundo. A Route inaugurou esse estilo. E quem viveu os seus tempos de ouro não se conforma com o fato de ela agora estar relegada a um emaranhado de junções, desvios, etc. Mesmo oficialmente desativada há mais de dez anos, no Missouri, assim como em todos os demais estados, existe uma associação em campanha intensiva pelo renascimento e conservação da estrada.

— Tenho certeza de que um dia o governo vai se conscientizar da importância simbólica da Route 66 e vai reativá-la.

O discurso do dono da loja a que Jimmy me levara seria ouvido por mim ainda muitas vezes. Não sei se corresponde à verdade ou se é um sonho. Mesmo assim, dá a dimensão de o quanto a 66 representa para as pessoas.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Rolla

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

A diversidade natural do Missouri

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

O Missouri tem muita história para contar

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

No Texas há 299 km da Route 66 (91%) ainda em uso

No Texas, há 299 km da Route 66, dos quais cerca de 91% estão ainda em uso. Portanto, foi uma experiência bastante agradável percorrer este território de geografia tão variada, com florestas e desertos, pântanos e montanhas, uma espécie de amostragem de tudo que existe nos EUA.

Vinha tranquilamente pelas onduladas montanhas de Oklahoma, com árvores sempre ladeando a estrada, e, poucos instantes depois de ultrapassar a placa indicando a divisa, percebi que as montanhas se aplainavam, desapareciam, e que estava num lugar nitidamente diferente. Era como se alguém tivesse examinado cuidadosamente o terreno e decidido, sem levar em conta interesses políticos e considerando apenas os aspectos geológicos, que a linha divisória deveria passar exatamente por ali.

A sensação era estranha, porque o vasto espaço à frente causava certo medo. Não seria o local adequado para um pioneiro pousar ou para um viajante contemporâneo ter um dos pneus furados. Aquela terra desafiava cada um a se abrir para ela, a admirar a sua rude magnificência. Aceitei o desafio.

O Texas é um dos estados mais importantes dos EUA e já na entrada grandiosa oferece a noção precisa disso. Parece um enorme palco que se descortina para o viajante, com dramas e peculiaridades que nos permitem chamá-lo de único. Não por acaso, seu símbolo maior é a estrela solitária, afixada na bandeira e responsável pelo epíteto de “estado da estrela solitária”.

O enredo dessa peça dramática começou cedo, menos de trinta anos depois de Cristóvão Colombo descobrir a América. Em 1519, Alonzo Álvarez de Piñeda explorou a costa texana. Nove anos mais tarde, Alvar Nuñez Cabeza de Vaca naufragou perto da cidade de Galveston e começou a vagar pelo território. Inspirado nos contos a respeito da peregrinação de Cabeza de Vaca, Francisco Coronado entrou no estado, trazendo com ele o frei Juan de Padilla, o primeiro missionário, sacrificado anos mais tarde pelos mesmos índios que tentara converter à religião dos “caras-pálidas”. Os resultados insatisfatórios de todas as suas expedições desencorajaram os espanhóis, que negligenciaram a região por mais de meio século. Somente quando René-Robert Cavalier estabeleceu o Forte Saint Louis em 1685 e proclamou o lugar território da França, os espanhóis acordaram.

A falta de sorte e a hostilidade dos índios fizeram fracassar a invasão francesa, que servira para alarmar a Espanha. Logo, duas missões foram estabelecidas. Até 1762, a política espanhola para o Texas variou muito em função das relações com a França. Naquele ano, a cessão da Lousiana para a Espanha despertou enfim o interesse pelas partes sudoeste e costeira do Texas. No final do século XVIII, apenas três localidades podiam ser consideradas povoamentos fixos no estado. Mas a Lousiana seria retomada pela França e depois vendida aos EUA. Por causa desta confusão, o Texas passou a ser uma região reclamada desde o Tratado da Flórida, de 1819.

No ocaso do império espanhol, o governo da Metrópole resolveu finalmente adotar uma política de colonização séria. Permitiu, então, a Moses Austin que assentasse trezentas famílias americanas na região conhecida como Brazos. Foi o começo do Texas anglo-americano. Depois da morte de Austin, seu filho Stephen convenceu o recém-empossado governo da nova República do México a manter a permissão para a colonização, feita basicamente por americanos. Por volta de 1835, eram mais de vinte mil os imigrantes, além de quatro mil escravos. Já nesta época, os EUA tinham feito inúmeras propostas de compra da região.

Contrariados com o comando mexicano, as obrigações alfandegárias, as restrições à escravidão e as diferenças culturais de toda ordem, os colonos texanos americanos iniciaram uma revolta que teve seus contornos finais nas planícies de San Jacinto, onde o general Sam Houston venceu as tropas mexicanas em 21 abril de 1836.

O Texas tornou-se uma república independente, sem o reconhecimento do México. Aliás, este caso é único na federação americana. A nova nação nasceu cheia de problemas, com lutas políticas internas pelo poder, um Tesouro vazio, e uma moeda instável e fraca. Para os texanos, soou como um alívio a anexação aos EUA em dezembro de 1845, quando se tornou o vigésimo oitavo estado americano.

O passado de lutas do Texas ajudou a forjar o caráter de sua gente. O estado pertenceu a seis bandeiras: Espanha, França, México, República do Texas, confederados (durante a Guerra de Secessão) e EUA. Por terem lutado pela própria independência, os texanos demonstram orgulho por tudo o que é made in Texas e uma confiança exagerada naquilo que fazem.

As batalhas sangrentas e a diversificação de atividades tornaram esse povo agressivo, direto, bombástico, e um crente fervoroso em doutrinas e no individualismo. Até hoje, eles refletem boa parte de seu passado agrário, embora a urbanização seja forte. No século XX, a descoberta em larga escala de petróleo mareou a economia texana. Sua reserva de recursos naturais enriqueceu o estado, que é um dos que têm maior renda per capita em todo o país. Embora o óleo, o gado, o algodão e os grãos em geral desempenhem papel importante, o comércio e a indústria vêm conquistando cada vez mais espaço.

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon as belas formações rochosas destacam-se

Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

Hannover – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

No pueblo de Tesuque o respeito à tradição é total

O pueblo de Tesuque chamou-me especialmente a atenção e, por isso, tratarei dele em separado. Dentre os que visitei, foi nele que realmente me detive, não sei ao certo por quê. Nos guias, todos eram elogiados, tanto pela qualidade das peças de artesanato quanto pelos aspectos culturais. Como não tinha tempo suficiente para visitar um a um detalhadamente, resolvi escolher Tesuque para fazer uma espécie de imersão na cultura dos autênticos pioneiros do continente americano. Não sabia eu que esta escolha, aparentemente aleatória, tinha um sentido, que seria uma dessas coisas inexplicáveis que acontecem na vida e marcam para sempre.

Estava entrando num pueblo onde a palavra “tradição” não era um termo vazio de significado e cuja importância reside em ter sido um dos primeiros a fazer contato com os espanhóis. Os habitantes de Te-Tsu-Gek (Tesuque) fabricam vasos de cerâmica e esculturas de boa qualidade, e têm plena consciência do papel que desempenharam durante a Revolta dos Pueblos, em 1680.

Em 10 de agosto, os escritórios e o comércio locais fecham, em homenagem ao primeiro ataque deflagrado na reação ao poder opressor dos religiosos europeus. No entanto, embora arraigados a seu passado de glória, não perdem o contato com a realidade e estão desenvolvendo uma produção agrícola totalmente sem agrotóxicos, associada a técnicas históricas de cultivo, para subsistência e comercialização no Centro de Santa Fé. Confirmando sua sintonia com o presente, os moradores de Tesuque permitem que os trailers acampem numa área delimitada, autorizam os visitantes a nadarem no lago próximo e ainda incentivam-nos a tentar a sorte no Bingo Tesuque, com o que obtêm alguma renda extra.

Confesso que ao chegar lá, fiquei surpreso com tamanha “modernidade”. Não esperava ver índios de jeans e crianças com walkiemans. Mas percebi depois como as coisas funcionam. Eles fazem algumas concessões ao que nós chamamos de moderno. No entanto, no que se refere aos costumes, à religiosidade e à espiritualidade, o respeito à tradição é total. Assim, nem todos os lugares são acessíveis aos turistas. Os locais considerados sagrados permanecem intactos e são proibidos aos que vêm de fora. A princípio, eles aproximam-se um pouco desconfiados, pois muitos visitantes tendem a esquecer que os índios não estão num aquário para serem observados.

Estão na casa deles e se não quiserem ser “observados”, têm esse direito. Após algum tempo admirando a aldeia, caminhei em direção a algumas crianças, que sorriram. Retribuí, e logo havia um pequeno grupo de turistas ao nosso redor. De repente, chegou um homem alto e forte, que se identificou como o chefe espiritual do pueblo. Mesmo antes de saber de quem se tratava, ficara impressionado com a altivez e a autoridade que impôs simplesmente com a sua presença. Não se via nos olhos das crianças o medo, como o que se tem de um preceptor severo. Nos olhos delas, havia um brilho de admiração e confiança, típico de quem está diante de um líder verdadeiro. Aquela impressão foi tão forte, que não entendi quando me disse seu nome, pouco comum.

Pode até parecer uma experiência corriqueira, mas naquele momento tive a noção perfeita da diferença. Ainda que tenha se permitido alguns avanços, a sociedade dos pueblos, particularmente aquela, prezava sobretudo o “sentir”. Noções como sagrado, alma e medo estão presentes e desempenham papel ativo no cotidiano deles. Ao longo dos séculos, a nossa busca desenfreada por uma “modernidade” vem, cada vez mais, nos distanciando do sentir. Com a sensibilidade embotada, só conseguimos acreditar naquilo que podemos “tocar”, no que é palpável, naquilo que podemos enxergar. Muitos de nós só gostamos da nossa imagem, aquela refletida nos espelhos, sem ter noção de que a alma fala por outros canais.

Quando saí dali, sentia-me com força suficiente para competir com Andy Peyne no Bunion Derby e atravessar os EUA a pé. Estava renovado, feliz. A gente às vezes passa tanto tempo mergulhado nas coisas do mundo dito moderno que negligencia o que não faz parte da realidade visível. Não resisti e chorei, de saudade das pessoas que não via há tempos, mas também de felicidade. E feliz eu fui dormir.

Cidade na Route 66 no estado do Novo México

Santa Fé

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

O Novo México parece não ter fronteiras

Santa Fé a “terra da montanha mágica”

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Albuquerque é a cidade mais agitada do Novo México

O The Blue Swallow em Tucumcari

Santa Rosa é uma comunidade pitoresca no Novo México

Budville era uma oficina no meio do deserto

Quase no final da estrada no Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

 

Hannover – Rent a Bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Hannover – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Needles é a primeira cidade da Califórnia

Passando por trechos da Route 66 original, onde a estreita faixa de asfalto fazia-me imaginar como teria sido possível a presença de tráfego pesado ali, no passado, cheguei a Needles. Na primeira cidade da Califórnia, não era de se estranhar o nome bastante sugestivo que recebeu a rua que corresponde à estrada mãe: Broadway Street. Não havia dúvidas: eu estava realmente na terra do cinema. Fundada em 1883, com a chegada da Companhia Ferroviária de Santa Fé, tem hoje cerca de cinco mil habitantes.

Segundo uma versão, teria recebido o mesmo nome de uma ponte de arcos prateados que cruza o rio Colorado e, de acordo com outra, quem a chamou de Needles (agulhas) teria sido um soldado do Forte Mojave, em alusão às rochas das Black Mountains do Arizona, que podem ser vistas dali. A praça central mais parece um oásis com palmeiras, pimenteiras e tamarineiras, que produzem uma sombra mais do que providencial para uma comunidade entravada no meio do deserto de Mojave.

Durante a Segunda Guerra Mundial, existiu ali um centro de treinamento para o exército americano. Dezenas de milhares dos soldados do general Patton aperfeiçoavam as técnicas de combate aos nazistas, nas areias do deserto. Naquela época, numa situação tão grave, o Mojave não significava morte, mas sim uma chance para a vida. Eram tempos difíceis para os EUA, pois o general Erwin Rommel, a “Raposa do Deserto” do chanceler alemão Adolf Hitler, arrasava a Europa com a sua divisão de tanques Panzer.

A mesma divisão que entrava praticamente sem resistência ou oposição no Norte da África, conseguindo, assim, assegurar o acesso a uma reserva de petróleo quase ilimitada, o que garantiria o funcionamento da máquina de guerra do exército da Alemanha. Os EUA perceberam então que se a Inglaterra — àquela altura com metade de Londres debaixo de escombros — não fosse apoiada, a tendência seria de que a guerra terminasse, com a vitória catastrófica dos nazistas. E isso não iria demorar muito a acontecer. Portanto, o destemido general George Patton resolveu tomar urna decisão histórica. Como tinha consciência de que o deserto do Mojave não só era parecido com o do Norte da África, como poderia até ser pior, forçou cada tanque, caminhão, motocicleta e aeronave de reconhecimento a integrar o seu duro centro de treinamento especial. Mais de dois milhões de homens foram treinados para sobreviver, sob as condições mais adversas, nestas dez mil milhas quadradas que agora me rodeavam.

O grande Mojave cumpriu a sua missão. Patton e a sua Segunda Divisão também cumpriram a deles, varrendo os nazistas do Norte africano como se tivessem nascido naquelas dunas intermináveis. Já conheciam os seus segredos. Finda a guerra, com a vitória dos Aliados, os viajantes atraídos pelo desenvolvimento de Los Angeles e da costa do Pacífico, passaram a seguir a trilha dos imigrantes de Oklahoma, usando o Mojave apenas como passagem. Atualmente, o Mojave, e sua vasta paisagem de areia grossa e mais escura, é utilizado principalmente pelo cinema.

Ainda em Needles, fui visitar a National Old Trail, fundada em 1923, e passei pelo Pal Motel e o 66 Motel. A visão de tanto deserto transformara-me num homem faminto e sedento. Portanto, resolvi perguntar a algumas pessoas qual era o melhor lugar para uma boa refeição. Indicaram-me, então, o Hungry Bear Restaurant, que, como sugere o nome, é para quem tem fome de urso. Fiquei impressionado com o tamanho do cheeseburger e mais ainda com a quantidade de batatas fritas que o acompanhava.

Cidade na Route 66 no estado da Califórnia

Needles

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Bem-vindo à Califórnia

Como esta atualmente o percurso da Route 66

Locação de filmagem de Bagdad Café

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Em Barstow, na rua principal, passa a Route 66

Rancho Cucamonga uma das atrações na 66

Como esta atualmente o percurso da Route 66

A origem do Mc Donald`s na estrada mãe

Como esta atualmente o percurso da Route 66

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

O fim da mother road

Como esta atualmente o percurso da Route 66

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

O hostel é bacana para quem procura viajar gastando pouco

Leve para a viagem músicas que o motorista goste

Leve dólar e experimente os traveller’s checks

Aprenda convivendo com uma família

Evite peças volumosas e que amassem

Viajar é fazer descobertas!

Em Chicago, os outlets serão uns dos melhores lugares para compras

O veterinário saberá a dosagem correta para seu animal

Depois de decidido o destino, alguns detalhes podem ser planejados

Mantenha a mente aberta

Evite consumir nos pontos mais turísticos

Junte-se com pessoas em hostels e campings e cozinhe junto

Se você é daqueles que diz não ter jeito para pechinchar, habitue-se

Fique esperto ao fazer sua mala

Leve o essencial na mão e faça um seguro

Hannover – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

O Museum Club é considerado ponto de encontro na Route 66

Em Flagstaff, a Route 66 passa pela Santa Fe Avenue, ao lado da estação de trem. É ali que estão as principais atrações da cidade, com destaque para o Museum Club, um bar inaugurado em 1918, considerado ponto de encontro obrigatório para os amantes e fanáticos da Route 66. O som, como não poderia deixar de ser, é a música country.

Há, também, lugares ótimos para hospedagem, como o Hyatt Chalet Motel; o Western Hill Motor Hotel and Restaurant; o Twilite Motel; o Sage Motel; o Nor Star Motel; o 66 Motel; o Hotel Monte Vista, com a Ma Zip’s Pancake House; o The Westerner; o Joe’s Place, que anuncia servir “bebidas boas e más”; o Black Cat Cafe; o Skyline Motel; o The Grand Canyon Cafe, que oferece comida chinesa e americana; o Wigwam Curios; o Kachina Cafe; o Saga Motel; o Timberline Motel; e o Lumber Jack Cafe, onde é possível encontrar-se um frango frito “divino”.

Depois de tantas aventuras e emoções inéditas, despedi-me de Flagstaff com uma agradável sensação de antecipada saudade. Segui, então, na direção de Grand Canyon Village, onde fica o famoso restaurante El Tovar, conhecido pelo cheiro de aveia que exala durante o café da manhã. Saindo dali, cheguei a Sedona e, depois, visitei o castelo de Montezuma, espécie de monumento controlado pela iniciativa privada, como as Meramec Caverns, no Missouri.

Cidade na Route 66 no estado do Arizona

Flagstaff

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Flagstaff é a porta de entrada para o Grand Canyon

O maior medo que enfrentei num viagem

O Arizona oferece os cenários mais estonteantes dos EUA

As estradas não foram feitas para carros comuns

O viajante deve percorrer suas ruas até o Wigwan Village

Se não conhecer o Jackrabbit, não esteve no Sudoeste

A Route 66 está mais viva do que nunca

A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Trabalhe num hostel para economizar na viagem

Escolha um carro confiável e que seja confortável

Estipule um orçamento diário

Leve apenas o que você consegue carregar sozinho

Washington é uma ótima opção para realizar boas compras!

Organizando a viagem do seu peludo

Dicas importantes para sua preparação

Muitas vezes, você se sentirá um tolo e perdido

Destinos desconhecidos costumam oferecer os mesmos atrativos

Escolha destinos econômicos para viajar

Tente economizar em serviços que você mesmo pode realizar em casa

Leve os documentos de seu bicho de estimação

Abasteça seu frigobar para economizar na viagem

Faça viagens seguras e preste atenção na burocracia

Hannover – Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Hannover – Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Michael Wallis é o maior estudioso sobre a Route 66

Tulsa é uma espécie de capital da Route 66, pois foi onde Cyrus Avery morou e onde ficava a associação que impulsionou todo o progresso da estrada através dos anos, até ser desativada. Foi lá, naquela cidade tão interessante, que entrei em contato com uma pessoa muito especial. Deixara um recado na secretária eletrônica de Michael Wallis, e custei a acreditar quando peguei a linha e ele estava do outro lado. Falei-lhe de minha aventura pela Route 66 e ele prontificou-se a marear uma entrevista. Wallis é escritor e tem uma obra obrigatória para quem quer conhecer melhor essa estrada. Por isso, meu interesse por ele. Fui para o encontro bastante ansioso. Mas deu tudo certo.

Tomamos café da manhã e um dos ingredientes da conversa foi seu livro Mother road, do qual ele falava com entusiasmo, ajudado pela mulher, Suzanne. Wallis, um homem gordo, baixo e com farta barba, foi muito simpático e deu-me uma autêntica aula a respeito da Route 66. Boa parte das informações que recolhi deve-se a ele.

Saí de Tulsa com o telefone de Michael Wallis no bolso, e liguei para ele algumas vezes para tirar dúvidas eventuais. Nossa conversa fora tão amistosa que eu me senti suficientemente à vontade para incomodá-lo de novo. Só que ele não parecia se incomodar. Afinal de contas, a Route 66 faz parte da vida dele. Atraído pelo fascínio da mother road, ele não relutava em apresentar-me a um precioso acervo de histórias sobre ela.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

Tulsa

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Tulsa tem abundância de arquitetura art déco

Curtindo as cidades no estado de Oklahoma

Como esta atualmente o percurso da Route 66

Oklahoma é um dos lugares mais “quentes” da Route 66

Pioneirismo de Oklahoma em criar a Route 66

Os mistérios da spooklight

Percorrendo a 66 de carona no estado de Oklahoma

Bunion Derby transformava pessoas comuns em heróis

“Costelas de dinossauro” na mother road

Chegando ao final do estado de Oklahoma

A cidade fantasma de Texola

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Trabalhe num hostel para economizar na viagem

Escolha um carro confiável e que seja confortável

Estipule um orçamento diário

Leve apenas o que você consegue carregar sozinho

Washington é uma ótima opção para realizar boas compras!

Organizando a viagem do seu peludo

Dicas importantes para sua preparação

Muitas vezes, você se sentirá um tolo e perdido

Destinos desconhecidos costumam oferecer os mesmos atrativos

Escolha destinos econômicos para viajar

Tente economizar em serviços que você mesmo pode realizar em casa

Leve os documentos de seu bicho de estimação

Abasteça seu frigobar para economizar na viagem

Faça viagens seguras e preste atenção na burocracia

Meu contato de primeiro grau com a histórica Route 66

O tempo estava frio quando passamos por Joliet. A cidade, que tem pouco mais de setenta mil habitantes, tornou-se há tempos, e ainda é, um centro industrial importante em Illinois, fabricante de equipamentos para remover terra, produtos de aço e petróleo, produtos químicos e componentes eletrônicos, dentre outros.

Chamou-me a atenção uma placa em que aparecia a foto do casal mais famoso do teatro inglês, Romeu e Julieta. Perguntei ao meu caronista se sabia por que aquele cartaz, com cara de marca turística, simbolizava aquele lugar. Ele me contou que Joliet, fundada em 1831, foi chamada durante muitos anos de “Juliet”, não se sabe bem ao certo por quê. Não demorou muito e surgiu, perto dela, uma cidade chamada “Romeo”, que atualmente tem o nome de Romeoville.

Na maior parte do tempo, seguíamos pelas estradas paralelas e não exatamente pela Route 66, que, como pude logo notar, está praticamente desaparecida nesta arrancada de sua terra natal, Chicago. Passamos por Elwood, Wilmington e Braidwood.

Nesta última, um certo William Hennebarry descobriu rico veio de carvão nos idos de 1865, enquanto cavava um poço artesiano. Dizem que até hoje é possível ver algumas das estruturas das muitas minas que apareceram na região. No auge do ciclo da mineração, cerca de seis trens por dia paravam ali para escoar a produção. Ao sul da cidade carvoeira, as estradas atuais encontram-se com a Route original. Era meu primeiro contato de primeiro grau com a histórica 66.

À tarde, cheguei à pequena Dwight, de 2.500 habitantes. À beira do que foi a Route 66, encontrei um posto de serviço no estilo dos que nos acostumamos a ver em filmes on the road: uma casinha de alvenaria, envelhecida, com bombas dos anos 40. Conversei com alguns moradores para pedir informações a respeito de onde ficar. Apesar de pequena, Dwight conserva o espírito das localidades pelas quais a Route 66 passou um dia: o orgulho de fazer parte do trajeto.

Em todo o Meio-Oeste, dezenas de cidades guardam com carinho sinais da mother road. Aquela não era diferente. Gostei muito de dois dos pontos mais característicos do lugar, o Carefree Motel e o Marathon Oil Station. Estão muito bem conservados, apesar de datarem dos anos 30.

O estado de Illinois foi o recordista por pavimentar mais de 1.600km de ruas por ano. Em 1930, tornou-se o primeiro estado em que a estrada estava completamente asfaltada nos seus 521km. A realização deste feito só foi completada na extensão total em 1938.

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas
Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai
Leia mais

O inicio de minha viagem pela mother road

Como esta atualmente o percurso da Route 66

A Route 66 representou o nascimento dos postos de gasolina

A cidade de Lincoln em Illinois

Um caminhoneiro com história para contar da estrada

Uma carona na caminhonete de Stanley

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Trabalhe num hostel para economizar na viagem

Escolha um carro confiável e que seja confortável

Estipule um orçamento diário

Leve apenas o que você consegue carregar sozinho

Washington é uma ótima opção para realizar boas compras!

Organizando a viagem do seu peludo

Dicas importantes para sua preparação

Muitas vezes, você se sentirá um tolo e perdido

Destinos desconhecidos costumam oferecer os mesmos atrativos

Escolha destinos econômicos para viajar

Tente economizar em serviços que você mesmo pode realizar em casa

Leve os documentos de seu bicho de estimação

Abasteça seu frigobar para economizar na viagem

Faça viagens seguras e preste atenção na burocracia

Hamburgo – Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos históricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Hamburgo – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Hamburgo – Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

A Meramec Caverns é considerada “o tesouro enterrado do Missouri”

Na altura da cidade de Stanton, que tem aproximadamente 120 habitantes, fica uma das atrações de beira de estrada mais famosas da Route 66: as Meramec Caverns, também chamadas de “o tesouro enterrado do Missouri”. Trata-se de uma referência ao fato de que Jesse James, um dos legendários ladrões do Velho Oeste, escondia ali seus tesouros, e até mesmo pessoas e cavalos. Jesse nasceu em Clay County, Missouri, em 5 de setembro de 1847, e ganhou fama de Robin Hood entre os habitantes da sua região. Aos 15 anos, durante a Guerra da Secessão, juntou-se ao bando de guerrilhas pró-confederados (os sulistas), que era liderado por William C. Quantrill. Depois da guerra, formou um bando com o irmão Frank.

Eles assaltaram bancos, carruagens e trens até 1876, quando o grupo foi dizimado ao tentar roubar um banco em Northfield, no estado de Minnesota. Os irmãos conseguiram escapar e formaram outra gangue. Em 3 de abril de 1882, Jesse foi baleado e morto por um membro da quadrilha que estava atrás da recompensa oferecida pelas autoridades. Frank rendeu-se, foi julgado e condenado duas vezes. Hoje, mesmo tendo sido um fora-da-lei, Jesse James tem um museu em sua homenagem nas redondezas de Stanton.

As cavernas têm formações clássicas, com estalactites e animais fossilizados. Acredita-se que elas tenham pelo menos quatrocentos milhões de anos. Uma das principais atrações é percorrer os atalhos usados por Jesse James para escapar da perseguição da lei. O responsável pela descoberta das cavernas e pela sua abertura ao público, ocorrida em 1937, foi um empresário chamado Lester B. Dill. Dizem que ele teria sido capaz de cavar de próprio punho um buraco, se a caverna não existisse. Dill nasceu em 1898 e foi o segundo filho de uma família de nove crianças.

Tinha apenas seis anos quando seu pai, Thomas Benton Dill, levou-o para conhecer a Fisher’s Cave, perto do rancho da família. Com dez anos, levava grupos de visitantes à caverna e, através do tempo, passou a explorar uma série delas, espalhadas pelo vale do rio Meramec. Na época do boom da extração de óleo, a família foi para Oklahoma, em busca de enriquecimento, mas, em 1928, seu pai foi nomeado o primeiro superintendente do Meramec State Park. Assim, Lester resolveu voltar, assinou um contrato e virou um guia de caverna. Abriu um restaurante e uma loja de souvenirs, e transformou as Meramec Caverns num dos lugares mais visitados ao longo da Route 66. A ele também é atribuída a invenção de uma das maiores instituições americanas, o bumper sticker, aquele adesivo que se coloca no vidro traseiro dos carros.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Stanton

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

A diversidade natural do Missouri

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route 66

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

O Missouri tem muita história para contar

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Trabalhe num hostel para economizar na viagem

Escolha um carro confiável e que seja confortável

Estipule um orçamento diário

Leve apenas o que você consegue carregar sozinho

Washington é uma ótima opção para realizar boas compras!

Organizando a viagem do seu peludo

Dicas importantes para sua preparação

Muitas vezes, você se sentirá um tolo e perdido

Destinos desconhecidos costumam oferecer os mesmos atrativos

Escolha destinos econômicos para viajar

Tente economizar em serviços que você mesmo pode realizar em casa

Leve os documentos de seu bicho de estimação

Abasteça seu frigobar para economizar na viagem

Faça viagens seguras e preste atenção na burocracia

McLean é uma cidade pacata e simpática

McLean é outro lugarejo bastante pacato. Aplaca na entrada da cidade informava que a população era de 843 habitantes. Mas, no outro extremo, observei divertido que uma nova placa informava: população de aproximadamente 900 habitantes. Pensei que talvez quisessem impressionar melhor quem vinha de Amarillo, no sentido contrário ao meu, uma cidade bem maior.

O lugar estabeleceu-se como entreposto de transporte de gado por volta de 1900. O terreno onde está localizado foi doado por Alfred Rowe, um rancheiro inglês, que morreu no naufrágio do Titanic. Seu nome, no entanto, é uma homenagem a W. P. McLean, que pertencia à comissão de estradas de ferro.

Os historiadores não conseguem entender por que a cidade não homenageou Rowe, mas conta a lenda que o funcionário ligado à ferrovia esteve ali uma ocasião e fez um discurso que deixou os moradores muito bem impressionados. Isso teria sido o bastante para transformar a cidade em McLean. Existem alguns trechos da estrada velha por lá. Quando cheguei, era domingo e havia várias pessoas indo para a missa.

Acerta altura, parei num sinal e baixei o vidro, porque estava com calor. Sem querer, encarei um pedestre. Ele olhou fixo para mim e disse: “Hello”, com um aceno de mão. Confesso que fiquei espantado, porque, além dele, mais de uma pessoa acenou-me e disse o mesmo hello. De tanto ouvir que o americano preserva a sua privacidade e que o homem do interior é desconfiado por natureza, aquele gesto foi totalmente inusitado para mim. Depois, vim a descobrir que, apesar de a vida ir a passos de tartaruga naquele lugar, os moradores não se sentiam ameaçados por forasteiros. Eles os encaravam como extensão da própria família: quem viajava pela Route 66 era parte da família americana e merecia ser bem tratado.

A Associação da Route 66 em McLean possui um museu conservado com carinho e tão importante quanto o de Galena, no Kansas. Como era domingo, infelizmente estava fechado.

. O museu ocupa uma área de 1.600 pés quadrados e contém mais de trezentos artefatos sobre a Route 66, como sinais de advertência, equipamentos de postos de gasolina, livros, fotografias de época, um mapa enorme na parede com todo o traçado da estrada e o Texas Route 66 Hall of Fame.

As pessoas geralmente se esquecem de que os POWs (prisioners of war), sigla com que os americanos se referem aos prisioneiros de guerra, não são criminosos condenados e, portanto, os nazistas dificilmente tentariam fugir. Mesmo que algum conseguisse chegar à Alemanha, naquela época, teria sido enviado diretamente para o front da Rússia, onde os alemães começavam a perder a guerra, depois do longo cerco a Stalingrado. Ir para lá era morte certa.

Em 1927 aconteceram os dois maiores eventos presenciados em McLean: a cidade descobriu uma reserva de petróleo e a Route 66 chegou até ela, provocando uma onda de construções. No mesmo prédio do Old Route 66 Texas Exhibit, que é como se chama o museu, fica outro tipo de exposição muito interessante: o Devil’s Rope Museum, dedicado a um artefato inventado durante a conquista do Oeste americano. O nome é uma alusão alegórica a ele: corda do diabo, que, na verdade, é o hoje popular arame farpado. É o maior museu sobre a história deste artigo.

Outros pontos turísticos de McLean são a Texas Motel, a Carl’s Barber Shop, o Avalon Theater e o Cowboy Cafe, em torno do qual se amontoam pick-ups e aqueles enormes sedans de estilo texano, com chifres nos capôs. Os frequentadores empanturram-se com cowboy burgers, chuck wagons, rancher special, patty melts, sourdough burgers e chiliburgers abertos, além dos cowboys burritos. Tudo no melhor estilo da cozinha tex-mex, meio mexicana, meio texana.

Saindo do museu, fui tirar fotos do posto Phillips 66. Fundada por Frank Phillips em 1917, a Phillips Petroleum Company estabeleceu o primeiro local de venda em Wichita, no Kansas. O nome “66” não foi exatamente em homenagem à estrada. Surgiu durante uma reunião realizada em Bartlesville, Oklahoma, em 1927. Um dos altos executivos da empresa, John Krane, fizera uma viagem de carro até Tulsa para testar a nova gasolina por eles fabricada. Quem dirigia o carro era Saity Sawtell. A certa altura, Kane reparara que o desempenho estava acima do normal e comentara, entusiasmado: “Este carro parece estar a 60 (milhas por hora) com a nossa nova gasolina.” “Sessenta coisa nenhuma. Nós estamos a 66”, respondera o motorista. Quando souberam disso, na reunião, os empresários entreolharam-se e perceberam a coincidência: “Indo a 66 milhas por hora na Highway 66.” Eles acabavam de decidir qual seria o símbolo da gasolina, até porque uma das especificações técnicas do novo produto apontava para o número 66. Os postos Phillips 66 são uma espécie de nexo geográfico da Route 66, embora tenham se espalhado por todo os EUA. Sempre que alguém estiver perdido por ali, o que não é tão difícil de acontecer, pode procurar um destes postos vermelhos para se reencontrar.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Mc Lean (TX)

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

Palo Duro Canyon as belas formações rochosas destacam-se

No Texas, há 299 km da Route 66,91% estão ainda em uso

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Trabalhe num hostel para economizar na viagem

Escolha um carro confiável e que seja confortável

Estipule um orçamento diário

Leve apenas o que você consegue carregar sozinho

Washington é uma ótima opção para realizar boas compras!

Organizando a viagem do seu peludo

Dicas importantes para sua preparação

Muitas vezes, você se sentirá um tolo e perdido

Destinos desconhecidos costumam oferecer os mesmos atrativos

Escolha destinos econômicos para viajar

Tente economizar em serviços que você mesmo pode realizar em casa

Leve os documentos de seu bicho de estimação

Abasteça seu frigobar para economizar na viagem

Faça viagens seguras e preste atenção na burocracia

Hamburgo – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Hamburgo – Outlets

Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

A locação de filmagem do Bagdad Café no meio do deserto

Seguindo viagem, passei por Essex, uma cidadezinha de apenas cem habitantes, e acabei em Amboy, com quinhentos moradores, cujo nome foi tomado emprestado de um vulcão extinto. Sua cratera, que fica a oeste, parece um oásis de água esverdeada no meio do deserto. As lavas, agora petrificadas, praticamente tocam a estrada. Na região, a melhor pedida para aplacar a fome é o Roy’s Café, aberto desde 1938. Além de ser um bom lugar para se comer, é um bom lugar também para se ouvir as histórias interessantes contadas por Buster Burris, o proprietário.

Adiante, fica a cidade de Bagdad, que foi imortalizada por ter emprestado o nome para o filme Bagdad Café, rodado em 1988, com Marianne Sagebrecht, embora as cenas não tenham sido gravadas ali e sim em Newberry Springs. Continuei seguindo adiante e, aos poucos, vi crescer à minha frente uma casa vermelha no meio do deserto. Na parede, um cartaz bem grande informava: “Film location of the movie ‘Bagdad Café’” (Locação de filmagem de Bagdad Café). Logo descobri que ali funcionava mesmo um café, mas seu nome não era Bagdad e sim Sidewinder Cafe.

A proprietária, Shirley Hileman, também não reproduzia o clima algo misterioso do filme, com sua aberta simpatia. Ao entrar, encontrei-a rodeada de pessoas dos mais diversos países, falando sobre como foi filmada uma cena assim, onde se passou outra, pacientemente divertindo os fregueses com histórias curiosas do set de filmagem. Pedi um café e fiquei de longe ouvindo a conversa. Logo ela se desvencilhou do grupo e veio até mim, como uma legítima hostess.

— Posso sentar um pouco?

— Por favor — respondi.

Shirley contou-me que as filmagens duraram cinco semanas e o local fora alugado por US$ 10 mil.

— Todos os moradores da cidade participaram do filme, inclusive eu. No final, o elenco inteiro confraternizou-se com a gente. Eles assinaram uma foto com os membros da equipe, para que eu guardasse de lembrança do momento. Apenas o Jack Palance recusou-se a participar.

— Recusou-se?! Por quê?

— Sei lá. Ele era muito esquisito.

Em algumas cenas do filme, o céu, quase sempre azul, era cortado por um bumerangue. O profissional que ajudou nas mesmas está ganhando muito dinheiro fabricando este objeto.

— Pessoas do mundo inteiro vêm aqui querendo tomar café na garrafa térmica amarela, que é o elo para explicar o nome do filme. Eu estou pensando até em comprar uma.

— Por que você não muda o nome da casa para Bagdad Cafe?

Ela pensou um pouco, estudou as palavras, mas só conseguiu dizer:

— Estou pensando nisso. Ainda não me decidi.

Mas tem plena consciência da importância que o local adquiriu. Para ela, algo de mágico criou-se ali a partir de então:

Bagdad Café mareou profundamente a vida das pessoas que estiveram envolvidas no projeto. Todos os anos, vários dos atores voltam para relembrar os bons momentos. E pessoas do mundo todo vêm até aqui, sentam no balcão, pedem um café e vão embora. É simples assim. Às vezes, fico me perguntando que espécie de magia é esta.

A atenciosa comerciante levantou-se para conversar com outro cliente que acabara de entrar. Fiquei reparando no ambiente, nas cadeiras vermelhas, no balcão, nos equipamentos, mantidos praticamente como nas cinco semanas de filmagem. Shirley voltou à minha mesa, trazendo uma foto tirada durante as locações. Nela, aparece a casa com a placa de Bagdad Cafe. Colocou-a na minha mão:

—  Vi que você gostou muito desta foto. Guarde-a como lembrança.

Agradeci muito. Afinal, eu havia observado e comentado a foto com entusiasmo, mas jamais imaginei que ela pudesse tirar um elemento de decoração do café… Foi um ato simpático que guardo com muito carinho.

Cidade na Route 66 no estado da Califórnia

Newberry Springs

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Needles é a primeira cidade da Califórnia

Bem-vindo à Califórnia

Como esta atualmente o percurso da Route 66

Em Barstow, na rua principal, passa a Route 66

Rancho Cucamonga uma das atrações na 66

A origem do Mc Donald`s na estrada mãe

Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

O fim da mother road

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Trabalhe num hostel para economizar na viagem

Escolha um carro confiável e que seja confortável

Estipule um orçamento diário

Leve apenas o que você consegue carregar sozinho

Washington é uma ótima opção para realizar boas compras!

Organizando a viagem do seu peludo

Dicas importantes para sua preparação

Muitas vezes, você se sentirá um tolo e perdido

Destinos desconhecidos costumam oferecer os mesmos atrativos

Escolha destinos econômicos para viajar

Tente economizar em serviços que você mesmo pode realizar em casa

Leve os documentos de seu bicho de estimação

Abasteça seu frigobar para economizar na viagem

Faça viagens seguras e preste atenção na burocracia

Hamburgo – Rent a Bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar. 

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano