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Uma carona na caminhonete de Stanley

No fim da tarde, arranjei um hotel, com os pés estourando de dor. Naquele dia, caminhara muito pela cidade. Perguntei a uma atendente na recepção se ela sabia de alguém que estivesse seguindo viagem para Saint Louis no dia seguinte. Estava no quarto descansando quando bateram na porta. Um homem mais ou menos a minha altura, magro, cabelos grisalhos e bigode apresentou-se como Stanley e explicou que havia me procurado porque fora avisado na recepção de que eu precisava de uma carona.

Foi uma destas coisas que acontecem sem planejamento, mas que ficam na memória para sempre. Assim que confirmei a minha intenção, ele, sem me deixar falar nada, saiu dizendo que voltava já. Pouco depois, entrou trazendo muitas cervejas, frango, salgadinhos, chocolates e sorvete. Enquanto nos fartávamos com aquele piquenique fora de hora, Stanley contou-me um pouco de sua história. Era um desenhista de mão-cheia, pai de sete filhos e morava em Nova Orleans, Louisiana. Viera a Springfield para fazer retratos, caricaturas e charges em um shopping. Como o contrato de quarenta dias havia terminado, estava de partida. E precisava esvaziar a geladeira de tudo o que comprara para se manter.

Mal conseguia acreditar em tanta sorte. No dia seguinte, às seis horas da manhã, Stanley bateu na minha porta com uma roupa toda negra e um casaco verde-escuro, quase da mesma cor da caminhonete.

Pouco mais de uma hora depois, estávamos prontos para pegar a estrada. Ele com destino a Nova Orleans, para voltar a sua casa. Eu, rumo a Saint Louis, para cumprir outra etapa da Route 66, por dentro do estado do Missouri.

Stanley foi uma fonte valiosa de informações sobre a Route 66. Fomos conversando quase o tempo todo, Stanley e eu. O vento — gelado — queimava os lábios. A caminhonete de Stanley era meio antiga e, por isso, o aquecedor não funcionava muito bem. Mesmo assim, a conversa prosseguia animada. Ao longo de uma reta, sem casas nem lojas, mas ladeada por árvores, paramos de falar. O sol tentava vencer a espessa camada de nuvens que havia se formado desde as primeiras horas da manhã.

O mesmo efeito teve sobre mim a gentileza de Stanley. É verdade que era apenas o começo da viagem e eu não estava tão cansado como da outra vez. Ainda assim, tais experiências humanas, o contato direto com pessoas que, mesmo sendo de outro país e com outra cultura, acham espaço para serem gentis, têm um valor inestimável. Em geral, confere-se ao termo “aventura” cores muito fortes.

A bondade com que Stanley me tratou, nossa conversa que versou sobre os mais variados assuntos, foi um contato de valor inestimável. Uma grande aventura, sim. A visão estritamente épica da aventura faz com que desperdicemos preciosas oportunidades de nos relacionarmos com os outros, mesmo no país de origem. Há pessoas que até no trabalho mantêm uma postura distante, tornando o ambiente muito mais formal do que precisaria ser.

Eu e Stanley falávamos disso, quando ele me chamou a atenção para um fato. Já estávamos beirando o rio Mississipi. Vi uma ponte desativada, com um vão bastante acentuado. Era a Chain of Rocks Bridge, que foi aberta para o tráfego em 1927. Meu colega de viagem falou que se quiséssemos passar por fora da cidade de Saint Louis, deveríamos seguir por outra rota. Como não era o caso, fomos em frente, sempre por avenidas margeando o rio. O tempo estava mais quente e resolvi abrir um pouco o vidro.

Stanley deixou-me no albergue. A despedida teve um tom emocional. Afinal de contas, conversáramos bastante durante o caminho. Desejou-me boa sorte e respondi que sorte era ter a chance de encontrar gente como ele.

Cidade na Route 66 no estado de Illinois

Springfield(IL)

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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A Route 66 representou o nascimento dos postos de gasolina

Um caminhoneiro com história para contar da estrada

A cidade de Lincoln em Illinois

O início de minha viagem pela mother road

Como está atualmente o percurso da Route 66

Meu contato de primeiro grau com a histórica 66

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Quanto mais você gasta, mais pontos são acumulados

Um mapa detalhado pode ser útil quando você for viajar de carro

Quanto mais viajo, menos roupa preciso

O Boston CityPASS dá acesso a uma série de atrações com tarifas econômicas

A megalópole Chicago esconde um verdadeiro paraíso para os cães!

Aprenda com as pessoas muito mais do que os pontos turísticos!

Planejar uma viagem por conta própria depende de diversos fatores

Uma viagem ao seu interior

Nunca deixaria de viajar por falta de companhia

Tenha o seu smartphone em mãos com WhatsApp

Tome cuidado com os lugares à noite

Seja flexível ao escolher o destino

Seja um viajante independente e pesquise muito

O difícil é identificar o que é importante na hora de arrumar a mala

Ponha seus itens de higiene em pequenos frascos

Seja rápido em caso de roubo

Tire cópia de seus documentos e guarde

Um viajante comporta-se como um empreendedor

Gosto de viajar, de experimentar coisas novas. Um empreendedor passa por um processo semelhante ao do viajante. O ponto de partida é sempre um sonho.

Em seguida, tenta-se arranjar as melhores condições para realizá-lo. No caso de uma viagem, é preciso arrumar a mochila e equipar-se bem em todos os aspectos. No caso de uma empresa que almeja conquistar o mercado, é necessário preparar-se para enfrentá-lo, buscando um diferencial mercadológico. Eu acredito nas minhas ideias e uma empresa inovadora defende também as suas.

Toda estratégia de vendas precisa ser revista de tempos em tempos para não ser ultrapassada. A capacidade de reagir a uma mudança no mercado, nos tempos de hoje, precisa ser muito veloz. Igualmente há que se ter rapidez e presença de espírito para resolver um problema que surja durante uma viagem. Assim, o planejamento é essencial nos dois casos.

Nas minhas viagens, o orçamento costuma ser pequeno. Procuro gastar apenas o necessário, sem desperdícios, mas também sem economizar no essencial. Já ficou provado que um engenheiro, por exemplo, pode economizar em tudo, menos na qualidade do calculista que contrata. Um mal profissional pode causar a ruína de um prédio.

O convívio com seres humanos de uma maneira geral causa frustrações e decepções, mas também alegrias e surpresas agradáveis. De todas as formas, há um aprendizado constante, tanto numa viagem como numa empresa. Conviver é uma arte que nunca se aprende por inteiro.

Na vida pessoal e no trabalho, a missão é uma só: fazer com que as pessoas se relacionem da melhor maneira, a fim de que todos possam ter uma motivação comum, a de crescer. No fundo, estar vivo, superando as dificuldades que aparecem no dia-a-dia, já me parece ser uma tremenda aventura.

Quem se recusa a superar dificuldades ou evita viver situações com medo de eventuais perigos, está deixando de lado a oportunidade mais valiosa que a vida nos dá: experimentar e enfrentar o desconhecido. Foi aprendendo a lidar com ele que obtive os meus maiores progressos, profissionais e pessoais.

Estados que fazem parte da Route 66
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Um dos locais mais incríveis na Route 66 é o Cadillac Ranch

Em Amarillo está uma das atrações mais originais de todo o percurso da Route 66. É o Cadillac Ranch, obra excêntrica do bilionário Stanley Marsh III em homenagem à estrada americana. Inaugurado em 1974, por obra de um grupo de arquitetos de San Francisco, os críticos costumam chamá-lo de “monumento de arte popular dedicado à estrada mãe”, associando-o não raramente ao termo “bizarro”.

São dez cadillacs, com modelos variando entre 1948 e 1964, literalmente plantados no chão, no mesmo ângulo da grande pirâmide de Queóps. Ao longo dos anos, os caddys acabaram vítimas de pichadores. As mensagens, como sempre, são as mais variadas.

O Cadillac Ranch é o objeto de adoração perfeito. Se o símbolo da Igreja é a cruz, o da estrada é o automóvel. E poucos carros traduzem melhor a paixão por este meio de transporte do que o cadillac, um emblema americano quase tão forte quanto o hambúrguer ou a águia estampada no brasão do governo.

Neste sentido, o lugar é praticamente um santuário, ao qual devem comparecer todos os que admiram a experiência pioneira da Route 66. Além disso, é possível até imaginar-se um pouco como as personagens do cult filme Thelma e Louise, num daqueles carros compridas de cores diferentes..

Em toda a cidade de Amarillo, ouvem-se muitas histórias a respeito do milionário que é fazendeiro e colecionador de arte. Ele nasceu em Amarillo em janeiro de 1938, na época do Dust Bowl. Costuma dizer que a sua geração viveu sob duas grandes influências: a Route 66 e o cadillac, os dois maiores monumentos do sonho americano.

O ideal de vida dos adolescentes do seu tempo era arranjar uma namorada loura e ter um cadillac, para viajar com ela pela Route 66, com destino às praias da Califórnia. Isso significava liberdade. De ir, de fazer.

Marsha conheceu por acaso o Ant Farm, grupo experimental de arquitetos. Sempre interessado em arte, pediu-lhes que pensassem em algo para representar esse sonho americano. E assim nasceu o Cadillac Ranch. Ele afirma que a obra é arte popular, para o público em geral. Diz, ainda, que não se sente dono do rancho. Para ele, é a versão, na Route 66, da Estátua da Liberdade ou da Esfinge egípcia. Muitas vezes, vai incógnito até o monumento, para ouvir a opinião das pessoas e observar qual a reação delas. Posso até imaginar seus sonhos e fantasias.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Amarillo

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Amarillo é o centro de cowboys e gado

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon as belas formações rochosas destacam-se

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Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

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Um caminhoneiro com história para contar da estrada

Peguei carona num caminhão vermelho, enorme, daqueles em que o freio parece um grito e o motor um trovão. O caminhoneiro, que me levava de Lincoln a Springfield, foi bastante gentil. Tivemos uma boa conversa, apesar do pequeno percurso que separa as duas cidades. Trevor Hughs era o nome do motorista, contou-me orgulhoso que seu pai tivera a mesma profissão que ele e percorrera inúmeras vezes a Route 66. Falou de como a estrada facilitou o transporte e a vida de quem quisesse se deslocar entre o Meio-Oeste e o Oeste.

— Meu pai dizia que, no começo, a pavimentação era precária e com o uso constante era fácil encontrar um trecho da estrada rachado. De qualquer forma, era muito melhor do que andar na terra, como era antes.

Trevor não se conformava com o desativamento da Route e confessou-me que estava pensando em se juntar a uma associação que se preparava para pedir ao governo o reavivamento daquele trajeto.

— Muita gente ganhou dinheiro com esta estrada — comentou.

Disse-me que na altura de Braidwood havia um certo Peter Rossi que fez da Route seu modo de vida. Às suas margens, construiu um armazém, dois motéis, um restaurante e um posto de gasolina. Mas o primeiro empreendimento fora um salão de dança.

— Meu pai contava que, durante a Lei Seca, a casa cobrava dez cents por dança. No final, a entrada custava esta quantia e ficava-se lá quanto tempo se quisesse.

— Por que o negócio faliu? — perguntei.

— Quando a Lei Seca acabou, os salões de dança ficaram obsoletos, perdendo seu espaço para os bares e as tavernas. Não havia frequentadores suficientes para custear a orquestra que animava os bailes. Mas, entre a década de 1920 e a de 1930, foi um grande sucesso.

Trevor era um homem de porte tão grande quanto o do caminhão que dirigia. Seus cabelos longos, escuros e encaracolados confundiam-se com o vasto bigode. Bastante musculoso, exibia três tatuagens pouco discretas. Contou-me ainda que os postos de gasolina, como nós os conhecemos hoje, também foram um negócio de pioneiros quando a Route 66 surgiu. Antes, a gasolina era vendida em lojas, como qualquer outro artigo. A ideia evoluiu de acordo com o nascimento das estradas, porque as pessoas começaram a ir mais longe… Além de vender gasolina, os postos se transformaram em centros de serviço para os rodoturistas. No mesmo local onde se podia conseguir combustível, havia mecânicos, borracheiros e profissionais para fazer outros pequenos reparos. Esta concepção foi exportada para o mundo inteiro.

Pode-se dizer que foi uma das mais importantes invenções da Route 66. Infelizmente, o percurso era pequeno e cheguei a Springfield relativamente rápido. Agradeci ao homem que tão gentilmente me havia acolhido. Ao descer do caminhão, percebi logo que essa era uma cidade maior. A rua principal, com o emblema da Route 66, era bem mais movimentada que a média das ruas pelas quais havia passado até agora.

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Tulsa tem abundância de arquitetura art déco

Mas, meu destino era Tulsa, a segunda maior cidade de Oklahoma, fundada em 1879. Foi originalmente chamada de Tulsey Town, por causa dos índios da tribo creek, da comunidade Tulsey. Em 1890, surgiu o primeiro posto do correio e, em 1882, chegou a estrada de ferro. O gado veio logo depois para as ruas enlameadas ou empoeiradas, dependendo da estação do ano. “Era muita lama ou poeira para limpar.” Assim, os cidadãos decidiram que as ruas da cidade deveriam ter apenas 24 m de largura, em vez de 30,5 m, a medida padrão.

Os habitantes tiveram ainda vários problemas para que o lugarejo se desenvolvesse ao longo dos anos. Em 1901, foi descoberto petróleo na cidade vizinha de Red Fork. Tulsa temeu transformar-se num subúrbio da outra localidade. Construíram então a toll bridge, uma ponte que cobrava pedágio para ser atravessada, e ofereceram Tulsa como uma cidade “pequena e bonita, seca e alta, onde há boas igrejas, escolas e bancos”. O ciclo do petróleo atingiu o ápice e os migrantes passaram a chamar Tulsa de sua “casa”. Tanto que, em 1910, eram 19.500 os habitantes. Vinte anos depois, havia mais de 140 mil. Atualmente, a população é de quatrocentos mil. Seu tom cosmopolita é reforçado ainda pela principal atividade, a extração do petróleo.

Cerca de seiscentas empresas petrolíferas empregam mais de trinta mil pessoas. É considerada a “capital mundial do petróleo”. No entanto, sua economia é bastante balanceada. Além da atividade principal, a indústria aérea desempenha papel importante. Há uma fábrica da McDonnel-Douglas, fabricante dos aviões DC-10, entre outros modelos, e a American Airlines instalou ali sua base de manutenção, um centro de engenharia, um centro de reservas e a divisão financeira.

Grande parte do charme de Tulsa está na abundância de sua arquitetura art déco, como a igreja metodista da Boston Avenue. Um passeio pelo Centro da cidade é um verdadeiro paraíso para estudantes de arquitetura interessados neste estilo, dominante nos anos 20. Outros exemplos são a ponte da 11th Street, que, infelizmente, estava com placas avisando de sua demolição, e o Wharehouse Market, construído em 1929 no terreno do McNulty Ballpark, onde o lendário jogador de beisebol Babe Ruth impressionou plateias.

O mercado funcionou até 1978, quando entrou em decadência. Sempre interessado na história dos EUA, fiz ainda uma visita ao Gilcrease Museum, onde há uma coleção respeitável de obras sobre o desenvolvimento do país, assim como uma seção bastante completa que trata da arte dos americanos nativos, comprovando que o estado faz jus ao nome de Oklahoma, como território de maior concentração indígena.

Na mesma 11th Street, agrupam-se motéis e restaurantes, sobrevivendo ao drama de vários outros que tiveram de fechar as portas. Esta é a rua por onde passa a Route 66. Para hospedagem, há o Brookhaven Court, o Brookshire e o Route 66 Motel. Para comer, existem dois restaurantes típicos, o Metro Diner e o Route 66 Diner, este último inaugurado em 1935 e até hoje comandado por Sherry e Debby Higgs. Além deles, há o Pancake Place, o El Rancho Grande e o Mark & Mary Good Food. Locais que também devem ser conhecidos por aqueles sedentos de mais Route 66 são o Hank’s Hamburgers, o Ike’s Chili House, o Family Diner, o Wing’s Hamburgers e o East Side Cafe, aberto os sete dias da semana, e que tem como especialidade frango e steaks.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

Tulsa

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

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Viajar gastando pouco vai virar uma arte para você

Não se esqueça de alguns cuidados na sua viagem

Procure cursos na sua área e não congele!

É a experiência que faz o bom viajante

San Francisco é uma das grandes cidades amigas dos cães!

Comunicar-se é mais fácil do que você imagina

A primeira coisa é escolher o seu destino da viagem

A sensação de liberdade é um dos pontos altos

Use o máximo de contatos locais

Você deve ouvir, mais do que nunca, sua intuição

Você é quem decide

Quanto maior a flexibilidade de datas, mais barata é sua viagem

Saber frases básicas do idioma local pode ser útil para economizar

Pegue leve com as novas amizades

 

Terminando de percorrer o estado do Missouri

Cheguei a Joplin, cidade que começou a se formar em 1838. Sua atividade inicial, em 1850, era a mineração, com a extração de chumbo e zinco. Durante a Guerra de Secessão, acirrou-se uma série de rivalidades entre as companhias mineradoras que operavam em alguns lugarejos da região, devido ao próprio caráter do seu ramo de negócios. Foi dura a briga entre as companhias das localidades de Murphysburg e Joplin até 1873, quando as duas fundiram-se numa única cidade, com o nome de Joplin.

Hoje, com aproximadamente quarenta mil habitantes, continua a ser considerada a maior produtora de zinco do mundo e também lidera na extração de chumbo. No subsolo, há dezenas de túneis abandonados pelos mineradores. Depois da fusão das duas localidades, eles trabalharam tão arduamente na extração mineral que a cidade ficou parecendo um queijo suíço. Tanto que a Route 66 teve que alterar seu traçado ali várias vezes: de tempos em tempos, ela afundava num desses túneis.

Atualmente, o traçado da 66 coincide com a 7th Street, indo na direção oeste para o estado de Kansas. A natureza em Joplin é de uma beleza inesperada. Era impossível ter o verde, por causa do frio que estava fazendo, mas os fortes vermelhos e laranjas do outono ainda resistiam. Fiquei encantado com os gramados da simpática cidade.

No aspecto religioso é impressionante o número de igrejas ao longo do percurso. Fiquei sabendo até mesmo da existência do Bible Belt, uma “rede” de lugares onde a Bíblia rege tudo e todos. Pelos campos, pradarias, montanhas ou florestas, há sempre uma capela ou igrejinha. Joplin, por exemplo, uma cidade grande para os padrões do estado, traz nos seus guias turísticos uma sessão específica para as igrejas e templos. A comunidade negra do Missouri sem dúvida contribuiu em muito para esta particularidade.

Joplin fica bem perto de Galena, já no estado de Kansas, a terceira etapa da minha viagem pela Route 66. O novo alinhamento seguia direto para o Kansas, mas resolvi explorar um pouco mais a mother road dentro do estado que estava prestes a deixar. Foi uma decisão correta. Foram alguns quilômetros interessantes. Ali, naquele pedaço muito antigo de estrada, havia um certo ar de ressurreição. O uso local que se deu àquela “rua” protegeu-a do abandono. Ali, a velha estrada sobreviveu. Encontrou um espaço para respirar em meio a tantas rodovias largas, contra as quais não pode lutar. A Route 66 não combina com o lado asséptico, frio e pragmático das highways modernas.

Hoje, as rodovias passam, geralmente, ao largo das cidades ou, no máximo, por sobre elas, em forma de viadutos. Ao se viajar pelas highways, pouco se conhece das localidades que atravessam. Elas servem às cidades, mas não se integram a ela. Evidentemente, algumas das idéias bem-sucedidas da velha mãe foram incorporadas, como os postos de serviço e as lanchonetes de beira de estrada.

A Route 66, no entanto, entrou no coração das cidades, transformou-se na sua principal rua (ou, pelo menos, numa das principais) e adquiriu intimidade com o cotidiano daquelas comunidades, tornando-se personagem fundamental de suas vidas. No auge, ela servia de passagem para uma economia que chegou a movimentar quatro bilhões de dólares. Exatamente por isso, pelo tom pioneiro e de intimidade, é que tantas pessoas ainda cultuam quilômetros e quilômetros de asfalto que na verdade não existem, apenas oficialmente. Nos corações dos moradores às suas margens e nos dos milhares e milhares de turistas que passaram e passam por ela, indo do Meio-Oeste para a Califórnia e de lá para o Meio-Oeste, a Route 66 continua existindo.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Joplin

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Somente 21km da Route 66 cortam o estado do Kansas

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Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

Palestra Motivacional- Soluções Criativas para você e sua empresa

Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

Soluções estratégicas para seu evento

Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Viajar gastando pouco vai virar uma arte para você

Não se esqueça de alguns cuidados na sua viagem

Procure cursos na sua área e não congele!

É a experiência que faz o bom viajante

San Francisco é uma das grandes cidades amigas dos cães!

Comunicar-se é mais fácil do que você imagina

A primeira coisa é escolher o seu destino da viagem

A sensação de liberdade é um dos pontos altos

Use o máximo de contatos locais

Você deve ouvir, mais do que nunca, sua intuição

Você é quem decide

Quanto maior a flexibilidade de datas, mais barata é sua viagem

Saber frases básicas do idioma local pode ser útil para economizar

Pegue leve com as novas amizades

Sorte sua que Shamrock existe

No Texas, a primeira cidade a que cheguei foi Shamrock, uma comunidade pacata e organizada com cerca de três mil habitantes. Seu nome foi-lhe dado, em 1893, por George Nickel, um imigrante irlandês pastor de ovelhas e primeiro diretor do correio local. Significa ao mesmo tempo boa sorte e coragem. A tradição irlandesa pode ser notada no seu símbolo, um trevo de quatro folhas, espalhado pela cidade e usado nas celebrações do St. Patrick’s Day, em março, ocasião em que os shamrockers viram irlandeses por um dia, utilizando até mesmo barbas postiças para dar mais credibilidade à caracterização. No Elmore Park, é possível apreciar-se um dos orgulhos da cidade: um fragmento de pedra das ruínas do Blarney Castle, em County Cork, Irlanda.

Há algum tempo, Shamrock era conhecida pelas espessas nuvens negras expelidas pelas usinas de refino de petróleo. Cada vez mais sossegada, a cidade tenta hoje caracterizar-se como uma autêntica “comunidade Route 66”. Tudo está se desenvolvendo para que o turismo possa ser uma fonte de renda a ser explorada nos quase sete quilômetros da estrada que a atravessam.

O lugarejo se encontra exatamente no entroncamento entre a US-40, uma das principais artérias Leste—Oeste, e a US-83, que liga o Canadá ao México. Os folhetos de turismo anunciam que o povo é gentil de forma original: “Sorte sua que Shamrock existe.” Os cafés foram surgindo à beira da estrada para servir de apoio à demanda dos caminhoneiros e turistas em geral. Com o tempo, foram aparecendo os drive-ins, os diners (prédios pré-fabricados parecendo vagões de trem) ou as construções maiores que agregavam postos de gasolina, e, às vezes, até cabines e quartos para dormir. Muitos comerciantes faziam seus próprios projetos, o que os tornava famosos no percurso, mesmo para quem nunca parou em seus estabelecimentos.

Tive o privilégio de conhecer o U-Drop Inn and Tower Gas Station, um primor de obra no estilo art déco. Ali, tanto a arquitetura quanto a culinária tornaram-se uma instituição. A construção foi feita para chamar a atenção do viajante, que só se depara ali com planícies a perder de vista. Inaugurado em abril de 1936, o Tower Gas Station tem duas grandes torres, que simbolizam o encontro das duas estradas, a 66 e a 83.

Ainda vive ali Babe, viúva de John Nunn, autor do projeto arquitetônico, esboçado na areia com a unha, recorda ela. O fato de servir a inesgotáveis bandos de passageiros de ônibus durante 24 horas por dia fez a fama do lugar. Quando o restaurante abriu, os Nunns realizaram um concurso para escolher o nome do estabelecimento, oferecendo um prêmio de cinco dólares ao vencedor.

— Naquela época, em que um hambúrguer custava dez centavos, cinco dólares era bastante dinheiro — justificou a senhora Nunn.

O vencedor do concurso, que sugeriu o nome U-Drop Inn, foi um menino de oito anos de idade, que saiu de lá carregando o equivalente ao salário semanal da garçonete que acabara de ser contratada. Os proprietários podiam se dar a este luxo, porque, mesmo durante a Depressão, a Route 66 era generosa com os comerciantes. Os jornais festejavam o local como 94 “o prédio mais moderno da Route 66 entre Oklahoma City e Amarillo”.

Mais tarde, o ponto foi passado adiante pelos Nunns, que o compraram de volta em 1950, rebatizando-o de Nunn’s Cafe. Atualmente, retomou o nome de U-Drop Inn. A comida parece tentar servir de elo entre o passado e o presente. Quando passei por lá, não resisti e provei o special burger. Como estava no Texas, resolvi acompanhar o generoso hambúrguer com o refrigerante Dr. Pepper, que tem sua fábrica na região.

Cidade na Route 66 do estado do Texas

Shamrock

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Curiosidades: arame farpado e “gringos”

No Texas, há 299 km da Route 66,91% estão ainda em uso

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

Palo Duro Canyon as belas formações rochosas destacam-se

Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

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Somente 21 km da Route 66 cortam o estado do Kansas

Somente 21 km da Route 66 cortam o estado do Kansas e estavam completamente pavimentados no ano de 1929. No entanto, este pequeno pedaço é vasto em história e charme. Uma brincadeira local afirma que é preciso usar uma bússola para atravessar a parte Kansas da estrada. Em vez de seguir em longas retas, como nas planícies de Illinois, ou feito uma montanha-russa, como no Sul do Missouri, em Kansas a 66 parece uma serpente, em ziguezague constante, como aquelas pequenas estradas européias que rodeiam cordilheiras e serras.

Assim, a direção desejada só pode ser facilmente reconhecida quando o dia está começando ou terminando, por causa da posição do sol. No resto do tempo, é melhor arranjar outra maneira de descobrir onde se está. Até porque perguntar pode não ser muito útil neste caso. Parece ser uma velha tradição dos americanos centrais jamais admitir ignorância a respeito de qualquer coisa. Quem foi criado desde Ohio a Oklahoma sabe que não adianta pedir informações a um estranho ou num posto de serviços. Em vez de admitirem que não sabem a resposta, quando não sabem, os bem-intencionados habitantes do Centro-Oeste dizem aquilo que lhes parece mais próximo da verdade. E, geralmente, essa “verdade” não tem muito a ver com a realidade e está longe da precisão.

Originalmente, o Kansas era habitado pela tribo kansa, que emprestou o nome ao estado. Embora tenha sido explorado pela primeira vez em 1541, somente em 1854 a colonização começou. A agricultura sempre foi bastante importante para a economia local, com a produção de sorgo, milho, trigo, feijões, alfafa, feno, aveia, leite e soja.

Depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, a indústria, o comércio e o setor de serviços ganharam força. Atualmente, dois terços da população são classificados como urbana. Mesmo assim, com característica peculiar. Das seiscentas cidades incorporadas ao estado, aproximadamente cinqüenta têm população superior a cinco mil habitantes. Isso explica por que o Kansas tem urna atmosfera predominantemente rural, e também por que as pessoas costumam ser social e politicamente conservadoras.

Cidade na Route 66 no estado do Kansas

Riverton

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Terminando de percorrer o estado do Missouri

Galena Mining and Historic Museum

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

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Se não conhecer o Jack Rabbit, não esteve no Sudoeste

O trecho da Route 66 que corta Joseph City parece mais voltado para o turismo. No entanto, a maioria das lojas e outros estabelecimentos ali está fechada, dando a noção exata de que boa dose do sangue que corria nessa cidade era fornecido pela estrada. É a comunidade mórmon mais antiga da região, tendo sido fundada em 1876. Conta hoje com seiscentos habitantes.

Mas, em contrapartida ao seu esvaziamento, tem o privilégio de abrigar o Jack Rabbit Trading Post. Vira a placa anunciando-o desde Oklahoma e, enfim, estava lá. Os proprietários da casa dizem que se você não conhecer o Jack Rabbit, não pode dizer que esteve no Sudoeste. Construído depois da Segunda Guerra Mundial, na própria Route 66, as placas amarelas com letras vermelhas e a silhueta preta de um coelho são até hoje consideradas um dos símbolos da 66.

Atualmente, seu dono é Phil Blansett, que herdou a missão do pai. O posto de vendas foi criado por James H. Taylor, em 1949, e arrendado pelo pai de Blansett em 1961. No ano seguinte, pai e filho começaram a espalhar pelos postos de gasolina ao longo da estrada placas anunciando o local. Em 1969, quando o pai de Philip estava prestes a se aposentar, ele comprou de vez o negócio. Pode até parecer meio engraçado, mas fiquei emocionado ao me deparar com o enorme aviso da presença de Jack Rabbit, o coelho mais famoso dos EUA depois do Pernalonga: “Here it is” (Aqui está ele), dizia.

Foi ali que eu finalmente descobri quem era Jack Rabbit. Enquanto tomava um gole da cidra de cereja do Jack Rabbitt, via figura do jackalope, meio antílope, meio coelho. Um artigo de jornal perto de uma cabeça de jackalope explicava que a “estranha espécie é capaz de imitar a voz humana de um cowboy cantando para as suas hordas durante a noite”. O bicho tem orelhas muito grandes, que servem como radar para detectar possíveis predadores. Deixei a loja ainda emocionado. Agora posso dizer com certeza que estive no Sudoeste.

Na região de Winslow, fica um autêntico trecho da Route 66, em seu traçado original. As curvas formam belos desenhos e mostram como a estrada foi corajosa, entrando sem temor no meio do deserto árido. Dá para imaginar o quanto isso fora ousado nos anos 30 e 40. Começava, então, minha aventura através da paisagem típica do deserto americano. Eram longas planícies, interrompidas por rochas e penhascos, sempre com a terra semi-arenosa coberta com arbustos esparsos.

Experimentei a sensação de solidão daquele lugar, mas, ao mesmo tempo, era como se já sentisse antes falta dele, um local onde eu jamais havia estado. Pensei que isso talvez tivesse a ver com as paisagens, tantas vezes retratadas em filmes sobre o Velho Oeste. Naquela solidão infinita, percebi por que o deserto é cercado de tantas lendas. Ele pode ser, a uma só vez, duro e encantador. Ali, pude estar integralmente comigo mesmo, pude refletir. O sol quente nas planícies semi-áridas me fez voltar ao passado recente. O gosto era doce, sobretudo porque percebi que o sonho era real: eu estava mesmo com o pé na estrada usufruindo das gentilezas da legendária Route 66.

Cidade na Route 66 no estado do Arizona

Winslow

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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O viajante deve percorrer suas ruas até o Wigwan Village

O Arizona oferece os cenários mais estonteantes dos EUA

As estradas não foram feitas para carros comuns

Flagstaff é a porta de entrada para o Grand Canyon

Museum Club é considerado ponto de encontro na Route 66

O maior medo que enfrentei num viagem

A Route 66 está mais viva do que nunca

A Route 66 é a melhor maneira de conhecer os EUA

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

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Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

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Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

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Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

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Viajar gastando pouco vai virar uma arte para você

Não se esqueça de alguns cuidados na sua viagem

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É a experiência que faz o bom viajante

San Francisco é uma das grandes cidades amigas dos cães!

Comunicar-se é mais fácil do que você imagina

A primeira coisa é escolher o seu destino da viagem

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Você deve ouvir, mais do que nunca, sua intuição

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Pegue leve com as novas amizades

São mais de 100 filmes feitos na estrada

Flagstaff emprestou seus cenários a muitas produções, entre elas Um homem chamado cavalo (1982), com Richard Harris e Jean Gascon; American Anthem (1985), com Janet Janes, Michelle Phillips e Micheal Patake; Damnation alley (1976), com Jan Michael Vincent, George Peppard e Dominique Sanda; Dudes (1986), com Jon Cryer e Daniel Roebuck; The gun ball rally (1976), com Michael Sarrazin; Kit Carson (1940), com John Hall e Lynn Bar; Yellowstone Kelly (1959), com Clint Walker e John Russel; Comes a horseman (1978), com Jane Fonda, James Caan e Jason Robards; National lampoon’s vacation (1982), com Chevy Chase, Michael A. Hall e Berverly D’Angelo; Northwest mounted police (1940), com Gary Cooper e Madeline Carroll; Over the top (1986), com Sylvester Stallone; The quick and the dead (1986), com Kate Capshaw e Sam Elliott; Tall in the saddle (1944), com John Wayne; e Wild rovers (1970), com William Holden, Ryan O’Neal, Karl Maden e Lynn Carlin.

Se a origem e o final da Route 66 têm ligação com o meio cinematográfico, as cidades entre as duas pontas do trajeto, não ficam atrás. Santa Fé, por exemplo, no Novo México, é uma das cidades do Oeste americano que mais foram utilizadas como cenário para produções de cinema, com especial destaque para o marco do gênero road movie: Easy Rider (1968), com Peter Fonda. Também podem ser citados Butch and Sundance: the early days (1978), com Tom Berenger e William Katt; Chisum (1969), com John Wayne; Deadhead miles (1970), com Alan Arkin, Ida Lupino e George Raft; Every which way but loose (1978), com Clint Eastwood; The flying tigers (1942), com John Wayne; A gunfight (1970), com Kirk Douglas e Johnny Cash; The Left-handed gun (1958), com Paul Newman; Oklahoma! (1954), com Shirley Jones e Gordon McRae; Power (1985), com Richard Gere, Gene Hackman e Julie Christie; Atomic City (1952), com Gene Barry; Billy Jack (1970), com Tona Laughlin; The Cheyenne Social Club (1969), com James Stewart, Henry Fonda e Shirley Jones; The culpepper cattle (1971), com Gary Grimes e Bo Hopsinki; Red sky at the morning (1970), com Richard Thomas, Desi Arnez e Richard Crenna; Strange lady in town (1955), com Greer Garson; e The Texas rangers (1936), com Fred MacMurray.

Em Albuquerque, outra cidade do Novo México, a Route 66 cruza-se novamente com a do cinema. Foram muitos os filmes que tiveram a cidade como cenário, entre eles Backtrack (1990), com Dennis Hooper, Jodie Foster, Vincent Price e Bob Dylan; The fortune (1974), com Warren Beatty e Jack Nicholson; The man who feel to earth (1975), com David Bowie; Bunny O’Hare (1971), com Betty Davis e Ernest Borgnine; Death hunt (1980), com Charlie Bronson e Lee Marvin; Convoy (1977), com Kris Kristofferson, Ali MacGraw e Ernest Borgnine; Albuquerque (1948), com Randolph Scott, Gabby Hayes e Lon Chaney; Gas-s-s-s (1969), com Bud Cort, Cindy Williams e Ben Vereen; Shining season (1979), com Timothy Bottons; Skyjacked (1972), com Charlton Heston, Yvette Mimieux e Walter Pidgeon; Lonely are the brave (1962), com George Kennedy e Gena Rowlands; Outrageous fortune (1986), com Bete Midler; e uma jóia rara, A pueblo legend and the old actor, realizado em 1912, com uma das primeiras musas do cinema americano, Mary Pickford.

Gallup não se limitou a hospedar artistas, participando ela mesma de inúmeros filmes como Red skin (1929); Ambush (1949), com Robert Taylor, Chief Thundereloud, John Hodiak e Arlene Dahl; Colorado territory (1948), com Joel McCrea, Virginia Mayo e Dorothy Malone; The desert song (1942), com Dennis Morgan e Irene Manning; Fort defiance (1951), com Dane Clark, Ben Johnson, Peter Graves e Iron Eyes Cody; Four faces West (1947), com Joel McCrea; New Mexico (1951), com Lew Ayres, Marilyn Maxwell e Raymond Burr; Big Carnival ou a Montanha dos sete abutres (1950), com Kirk Douglas e Jan Sterling; The Hallelujah trail (1964), com Burt Lancaster, Lee Remick e Martin Landau; Raton pass (1951), com Dennis Morgan e Patricia Neal; Streets of Laredo (1948), com Mac Donald Carey, William Holden e William Bendix; Sundown (1941), com Gene Tierney; The bad man (1940), com Wallace Beery, Lionel Barrymore e Ronald Reagan; Only the valiant (1950), com Gregory Peck; Red Mountain (1951), com Alan Ladd; e as mais recentes aventuras do Super-Homem (1978), com Christopher Reeve.

O cinema também serve para colocar no mapa cidades como Williams (AZ), onde foram rodadas várias cenas de Midnight run (1988), estrelado por Robert De Niro, e Oatman (AZ), lugarejo de oitocentos habitantes, onde a grande atração é o Oatman Hotel. Ali, Clark Gable e Carole Lombard passaram a lua-de-mel, no quarto 15. A pequena cidade atuou no cinema como locação para filmes como Edge of eternity (1959), com Cornel Wilde; Foxfire (1954), com Jane Russell e Jeff Chandler; How the west was won (1961), com Gregory Peck, John Wayne, Henry Fonda, Andy Divine e Jimmy Stewart; Thunder run (1985), com Forrest Tucker e John Ireland; e Soldado Universal (1991), com Jean Claude Van Damme, Dolph Lundgren e Amy Walker.

Já na Califórnia, o viajante encontra o deserto de Mojave. Ali foram rodados pelo menos três filmes de enorme sucesso. O primeiro, Lawrence das Arábias (1962), com Peter O’Toole e Omar Shariff, foi dirigido pelo cineasta inglês David Lean. Originalmente dos anos 60, o filme teve uma versão recente, onde foi restabelecida a montagem inicialmente pretendida pelo diretor. O segundo, Chinatown (1974), com Jack Nicholson e Faye Danaway, situou sua história no começo do século XX, numa época em que os gângsteres estavam em moda nos EUA. O terceiro, Guerra nas estrelas (1977), de George Lucas, viajou para além da imaginação, ao transformar o Mojave no terreno de uma galáxia distante, onde batalhavam ferrenha e arduamente os cavaleiros de Jedi, do lado do bem, contra os comandados de Darth Veider, o representante do mal.

Mais adiante, fica a cidade de Bagdad, imortalizada por ter emprestado o nome ao filme Bagdad Café, rodado em 1988, com Marianne Sagebrecht, embora as cenas não tenham sido gravadas ali e sim em Newberry Springs.

Cidades na Route 66 

Santa Fé | Albuquerque | Gallup Flagstaff | Williams | OatmanNewberry Springs

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Quase no final da estrada no Novo México

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Santa Rosa é uma comunidade pitoresca no Novo México

Seguindo viagem, passei por Montoya, Newkirk e Cuervo. Este trecho coincide com a rota da primeira estrada que foi aberta no Novo México com ajuda do governo federal, em 1918. Como várias outras que conheci antes, estas pequenas cidades surgiram em função da ferrovia nos primeiros anos do século XX. Alguns prédios abandonados e trechos antigos da Route são atrações da região, mas é preciso não se incomodar com os buracos, alguns bem grandes. Embora simpáticos, estes lugarejos caminham a passos largos para o esvaziamento total, desde que a Route 66 foi descomissionada.

Estava a caminho de Santa Rosa num carro alugado. Dirigia devagar por causa das más condições da estrada. Em alguns pontos, só havia uma mão, porque no outro lado restava apenas o asfalto carcomido. Embora esse fosse um trajeto um pouco perigoso, a calma era contagiante. O gado pastava tranquilo numa paisagem de ar bucólico. Era difícil, para mim, imaginar que por ali rodara um tráfego mais pesado. A certa altura, não resisti. Parei o carro, saltei e aproveitei um pouco daquele céu de azul diferente. Deitei-me de costas sob uma árvore que parecia destinada a mim. Fechei os olhos e deixei-me levar pelo som do silêncio. Só o vento arejava meus pensamentos.

Santa Rosa é uma comunidade pitoresca de três mil habitantes, fundada em 1865, cujo nome original era Aqua Negra Chiquita (Pequena Água Negra). A mudança ocorreu em 1890, quando Celso Baca ergueu a capela de Santa Rosa em honra de sua mãe. Até hoje o pequeno prédio está de pé, como atração. Muitos de seus moradores gostam de traçar a árvore genealógica que os leva diretamente à descendência de Francisco Coronado, colonizador espanhol. Cidade de tradição e com setor comercial efervescente, tem como atividade principal o lazer.

Os lagos naturais e artificiais são o paraíso de pescadores, mergulhadores e adeptos dos demais esportes aquáticos. De todos eles, sem dúvida o mais festejado é o Blue Hole, um fenômeno geológico raro. Trata-se de um lago de fonte artesiana, em forma de sino, com 25m de profundidade, que movimenta 10.800 litros de água por minuto e mantém-se à temperatura constante de 18°C. A água recicla-se totalmente a cada seis horas e talvez esta seja a razão pela qual tem uma transparência fantástica. Exatamente por estes dois aspectos — a temperatura e a transparência —, o Blue Hole tornou-se a meca para os mergulhadores e fotógrafos. É praticamente uma piscina com muito espaço para a diversão.

Santa Rosa, por si só, é uma atração da Route 66 e o tempo colabora ainda mais para isso. Durante o inverno, em nenhum outro lugar a oeste de Saint Louis a viagem é tão difícil. A neve chega firme e, na velha estrada, removê-la é complicado. Assim, não demorou muito e os viajantes antigos começaram a descobrir ali uma boa opção para pouso.

Não faltavam locais tradicionais e o mais conhecido era o Club Cafe. Em operação desde 1935, foi fundado por Newt Epps. Um ano depois de sua inauguração, nascia, alguns quilômetros ao sul da cidade, um menino chamado Ron Chavez, em 18 de junho de 1936. Morando em Puerto de Luna, a 18,5km de Santa Rosa, Chavez e sua família ficavam isolados. O único contato com o mundo era a Route 66. Embora pobres, nunca lhes faltara nada. O pai fora para a Califórnia e o Colorado, para trabalhar no campo. Os tempos da Depressão foram difíceis para todos.

Ele e a família foram para a Califórnia por uns tempos, e quando voltaram para Santa Rosa, o Club Cafe tinha praticamente desaparecido. Em 1973, a interestadual chegara à cidade e os viajantes estavam desertando da Route 66. O dono orgulhava-se de servir “comida de verdade” e não “aquelas coisas com gosto de plástico, que saem de máquinas e levam um monte de produtos químicos”, dizia, referindo-se às cadeias de fast food. Infelizmente, as coisas pioraram e, em 1992, o Club Cafe teve de fechar as portas depois de 57 anos em operação.

Cidade na Route 66 no estado do Novo México

Santa Rosa

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Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

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Tome alguns cuidados ao viajar

Fique atento constantemente na sua viagem

Antes de comprar as passagens fique bem atento a alguns detalhes

O inverno é uma ótima época para viagens gastronômicas

Santa Fé a “terra da montanha mágica”

Enfim, cheguei a Santa Fé, uma das localidades mais pitorescas e interessantes que já visitei. Além de capital do Novo México, desde 1912, é a mais antiga cidade americana a oeste do rio Mississipi, entravada na base das Sangre de Cristo Mountains. Por causa da altitude (2.133m), o clima é ameno para os seus cerca de 55 mil habitantes.

Foi fundada em 1610 por dom Pedro de Peralta, que construiu o Palácio dos Governadores. Em 1680, os espanhóis foram expulsos de lá pelos pueblos indígenas. Mas voltaram pacificamente em 1692, sob o comando do general Diego Vargas. A cidade da “fé sagrada” é também o ponto final da famosa Santa Fe Trail.

A Route 66 original fez um desvio de 202 km, para levar os motoristas até a “terra da montanha mágica”, seguindo a mesma trilha feita por militares americanos durante a Corrida do Ouro em busca do Eldorado californiano. A Santa Fe Trail foi a principal artéria de comércio do Oeste durante o século XIX. Ligava Franklin, que mais tarde mudou de nome para Independence, no Missouri, a Santa Fé, no Novo México, e Chihuahua, já no México. William Becknell é considerado o desbravador da rota em 1821, quando o México se recusava a permitir o comércio de americanos na região. Mas a atividade expandiu-se e os lucros subiram a níveis astronômicos, atraindo numerosas caravanas de mercadores desde o Missouri.

A Santa Fe Trail, por volta de 1830, era um complexo de vias com duas principais e mais uma dúzia de rotas auxiliares. Mas o comércio deu um salto ainda mais espetacular depois da cessão do Novo México em 1848, interrompido drasticamente durante a Guerra de Secessão. Os ataques de índios tornaram-se mais freqüentes e violentos no final dos anos 1860. Duas décadas depois, a trilha foi suplantada pelas estradas de ferro Atchison, Topeka e Santa Fé.

Durante os anos em que oficialmente cortou Santa Fé, a Route 66 correspondia às ruas Cerrillos e Old Pecos Trail. Em 1937, um novo trecho foi pavimentado e ligou diretamente Santa Rosa a Albuquerque, privando a velha cidade da estrada mãe. Só que o “atalho” economizava até quatro horas de viagem.

Se o problema do viajante for tempo, o jeito é ir direto e esquecer Santa Fé e as cidades do norte. Mas, tendo oportunidade, vale a pena seguir a “rota original” de 1926 e passar por uma região que é considerada uma das mais bonitas de toda a Route 66. Não são apenas os guias de turismo que falam bem de Santa Fé. Até mesmo artistas de Hollywood costumam passar férias por lá, quando querem um pouco de calma e sofisticação.

Santa Fé é o centro da região dos pueblos indígenas, fazendeiros de longa data e grandes artesãos, com belos trabalhos em cerâmica, cestas e jóias. Nos dias santos de suas tribos, apresentam danças cerimoniosas e dramáticas. Para quem se interessa pela herança indígena, como eu, não existe lugar melhor nos EUA para mergulhar no universo desta cultura milenar, que produz obras de arte talhadas pela paciência e por uma filosofia com profundidade suficiente para não envergonhar seus adeptos diante de um Kant, um Hegel ou mesmo um Wittgenstein.

Uma das maiores curiosidades comuns a toda a região é a verdadeira adoração pela pimenta-vermelha. O comércio desta iguaria tornou-se uma das principais fontes de renda para os índios. Mas o tempero também faz parte da tradição cultural. Vi cachos e cachos de pimenta pendurados nas portas de dezenas e dezenas de casas, em varais nas aldeias, nas portas de cantinas, etc. Como o meu estômago não é admirador das coisas excessivamente picantes, evitei a comida típica com medo de ter que beber um “lago” de água. Desde o Texas, os pratos vinham-se tornando cada vez mais condimentados. E ali parecia que a “temperatura” das guloseimas era quase tão elevada quanto a do clima. Mas, a natureza é sábia e, assim, ao lado de tanta pimenta, a neve é abundante no inverno, já que a região fica no alto das montanhas.

Cidade na Route 66 no estado do Novo México

Santa Fé

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

Leia mais

O Novo México parece não ter fronteiras

No pueblo de Tesuque o respeito à tradição é total

São mais de 100 filmes feitos na estrada

O The Blue Swallow em Tucumcari

Albuquerque é a cidade mais agitada do Novo México

Santa Rosa é uma comunidade pitoresca no Novo México

Budville era uma oficina no meio do deserto

Quase no final da estrada no Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

Como surgiu o número 66?

Minha viagem com o padre Marcelo Rossi e o Gugu

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O inverno é uma ótima época para viagens gastronômicas

Relações íntimas entre a “mother road” e o cinema

Como não poderia deixar de ser, sempre fiz referências a respeito das relações íntimas entre a mother road e o cinema. A começar de seu trajeto. Por que Chicago e Los Angeles? Qual a relação entre as duas cidades? Na verdade, um dos primeiros diretores da história do cinema dos EUA chegou a Los Angeles egresso de Chicago.

O rigor do inverno de 1907 quase levou Francis Boggs e sua pequena companhia à falência. Somente as cenas de interior do épico “O Conde de Monte Cristo” (1908) haviam sido filmadas quando a neve acabou com qualquer chance de se realizar as locações externas.

Boggs, equipe e atores foram para o Oeste, em busca de um lugar que lhes oferecesse melhores condições e luz adequada para  a baixa velocidade das películas de então. Acharam em Los Angeles aquilo de que precisavam: sol brilhando, terra barata e cenários livres. No ano seguinte, Boggs resolveu estabelecer seu negócio naquela cidade. Depois, foi seguido por outros diretores, como Cecil B.De Mille, Ince e Sennett.

Até mesmo o nome Hollywood indica relação entre as duas metrópoles. O nome não se deve às árvores providenciais plantadas mais tarde naquela região seca. Hollywood era como se chamava uma modesta localidade no meio do estado de Illinois. Outra prova desta ligação foi o verdadeiro “fascínio” que o período da Lei Seca e os gangsters de Chicago exerceram sobre os diretores de cinema.

Os road movies são filmes em que uma determinada estrada desempenha papel importante na história, como se fosse uma das personagens. Os protagonistas estão sempre em busca de algo e a estrada serve de metáfora para a busca. O gênero marcou o cinema, ultrapassou as fronteiras dos EUA.

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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A estrada fundada por empreendedores visionários 

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Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”   

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira 

Eu sou uma empresa 

Get your kicks on ROUTE 66 

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro 

Um viajante comporta-se como um empreendedor 

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O surgimento da estrada mãe

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Biografia

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Viajando com seu pet para o exterior- documentação e inconvenientes!

Encontre hotéis mais baratos nas capitais do agito

Ao invés de cismar com um destino deixe o destino escolher você

É uma forma de conhecer a si mesmo

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O inverno é uma ótima época para viagens gastronômicas

A Red’s Giant Hamburg foi pioneira no sistema drive-thru

Springfield tem uma história complexa durante a guerra civil, embora tenha ficado do lado dos sulistas a maior parte do tempo. As diferenças fizeram com que surgisse uma North Springfield. Mas, com o crescimento econômico, as duas acabaram por se fundir numa só no ano de 1887. Hoje, sua população é de 200 mil habitantes e, segundo eles, a cidade tem 66 atrações turísticas.

Na cidade, prevalece a arquitetura da época de ouro da Route 66. Descobri um depósito de bombas velhas, todas dos anos iniciais da Route, ao lado do motel em que me hospedei. Grande parte das velhas máquinas eram da Phillips 66, uma rede de postos de gasolina que são encontrados em toda a 66. Foi como voltar ao passado. Já que a Route 66 é quase humana, meter-me no meio daquelas bombas, imaginar por que elas haviam saído de operação, dava-me a sensação de estar num asilo visitando algum amigo querido.

O progresso torna algumas funções, pessoas e objetos desnecessários para a maioria, mas sempre há quem os recorde e restaure sua importância. É isso: viajar pela Route 66 força-nos a resgatar a importância de muitos personagens e objetos que viveram em função dela e formaram parte da história. A maioria das bombas estava empilhada, mas havia algum interesse em conservá-las. Com regularidade, aparecem produtores de filmes atrás destas bombas para colocarem-nas nos seus postos de gasolina no meio do deserto, num ponto perdido do mapa..

No setor gastronômico, a Route 66 também foi pioneira. A loja de Sheldon Chaney (o Red) e Julia, sua esposa, inaugurada em 1947, tornou-se a primeira do mundo a servir hambúrgueres no sistema drive-thru, com a cozinha exposta para o consumidor, hábito corriqueiro nas atuais cadeias de fast-food. Chamava-se Red’s Giant Hamburg. A grafia hamburg para a palavra hamburger, em inglês, não foi ideológica e sim um acidente. O proprietário calculou mal o tamanho da placa. Por isso, a sílaba final “er” não coube. No entanto, esse detalhe pitoresco era o que menos importava para seus fiéis consumidores. Até 1980, quando fechou as portas, Red tinha uma clientela grande, que não se afastou de lá nem mesmo quando a Route 66 foi desativada oficialmente.

A essa altura, fazia muito frio no Missouri. Não via a hora de chegar a regiões em que o clima fosse mais ameno. Para o viajante on the road, o inverno é uma estação hostil. Dei sorte de não pegar nevascas muito intensas como as que ocorreram no ano anterior.

Cidade na Route 66 no estado do Missouri

Springfield (MO)

Estados que fazem parte da Route 66
Países nas Américas

Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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O Missouri tem muita história para contar

A McKinley Bridge está em operação há pelo menos oitenta anos

O Mississipi é um irmão gêmeo da Route 66

Meramec Caverns “o tesouro enterrado do Missouri”

O Wagon Wheel Motel reproduz o estilo americano da época

A diversidade natural do Missouri

Nostalgia Gift Shop uma loja de quinquilharias referentes à Route 66

Nos Ozarks tem-se a impressão parece uma montanha-russa

Camp Joy ajudou muitos viajantes pela estrada mãe

10 Atrações imperdíveis na Route 66

Distância das Principais Cidades da Route 66

Rádios na ROUTE 66

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O inverno é uma ótima época para viagens gastronômicas

O Rancho Cucamonga é uma das atrações na Route 66

Fui até Victorville, fundada em 1878 e que tem aproximadamente quarenta mil habitantes. Sua principal atração é o Roy Rogers and Dale Evans Museum. Logo segui viagem rumo a San Bernardino, que fica apenas a 101 km de Los Angeles. Seu nome homenageia San Bernardino de Siena, uma missão de assentamento malsucedida. Embora tenha começado a se formar em 1810, a cidade foi fundada mesmo em 1851, por imigrantes mórmons que compraram terras de fazendeiros mexicanos e organizaram o lugar nos moldes de Salt Lake City.

Ficaram lá alguns anos até serem chamados de volta a Utah por Bringham Young. A cidade que eles deixaram para trás tornou-se um ponto de junção de diversas estradas de ferro importantes e a principal localidade no rumo do porto de Los Angeles. Hoje, tem 175 mil habitantes e sua maior atração é o California Theater, inaugurado em 1928. É um dos cinemas mais místicos na Costa Oeste americana, localizado no 562 West 4th Street, que é um complemento da Route 66. Fiquei impressionado com a sua concepção. Projetado por John Paxton Perrine, o prédio assemelha-se a uma mesquita, com a frente trabalhada em detalhes.

San Bernardino tem ainda uma indústria cítrica forte. Nos arredores da cidade, perto das montanhas de San Gabriel, os vales são utilizados para esta cultura. O ar tem cheiro de flor de laranjeira. É, ao mesmo tempo, suave e penetrante. Além das laranjas, está intimamente ligada a um dos ícones mais festejados da culinária americana: o hambúrguer. Ainda nos anos 30, um dos apelidos de Los Angeles era o de “capital nacional do restaurante-coma-dentro-do-seu-carro”.

Finalmente, como curiosidade, San Bernardino é a cidade natal do ator Gene Hackman, que atuou brilhantemente em Operação França, Mississipi em chamas, Os imperdoáveis e Um sonho de liberdade, entre muitos outros filmes.

Seguindo viagem, passei pelo Rancho Cucamonga e pela Virginia Dare Winery, que é uma das vinícolas mais antigas do estado, fundada em 1839. Embora não tenha sido restaurada, mantém o charme desta que é outra paixão do californiano: o vinho, especialmente do tipo Chardonnay.

Logo depois, cheguei a Pasadena, fundada em 1874. Tem cerca de 131 mil habitantes e é cortada pela Route 66 no Colorado Boulevard. As principais atrações ali são o Pasadena Play House, The Tournament of Roses e o Rose Bowl, estádio onde o Brasil disputou contra a Itália e venceu a final da Copa do Mundo de 1994, tornando-se o primeiro tetracampeão de futebol.

Na extremidade oeste da cidade, fica uma bela ponte em forma de arco, construída em 1912, que serve para atravessar o Arroyo Seco. Na Archibald Avenue, há um posto de gasolina típico dos anos 20 e, um pouco adiante, o Dolly’s Diner, que serve desde 1940 uma comida para lá de decente.

Cidade na Route 66 no estado da Califórnia

Victorville

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Em Barstow, na rua principal, passa a Route 66

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Em Los Angeles conheci no albergue duas pessoas muito especiais

O fim da mother road

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Quase no final da estrada no Novo México

Dali a Grants, chega-se num tempo relativamente rápido. A cidade foi fundada em 1882 e tem cerca de 8.500 habitantes. Assim como diversos lugares nos EUA, seu nome se deve à estrada de ferro: os irmãos Angus, Lewis e John Grant trabalhavam para a companhia de Santa Fé e tinham ali um canteiro de obras, o Grants” Camp. Em 1881, a estação recém-inaugurada foi chamada de Grants Station. O ano da fundação corresponde à época em que o posto do correio começou a funcionar, “na localidade de Grant”. Somente em 1936 é que Grants passou a ser a denominação definitiva. Às margens da estrada de ferro, os mineiros trabalhavam ferozmente graças a uma das maiores reservas de urânio no mundo.

O auge da extração começou em 1950, quando um índio da tribo navajo, Paddy Martinez, descobriu o primeiro veio na Haystack Mountain. Antes da corrida pelo urânio, Grants era apenas uma sonolenta cidade à beira da Route 66, que dentro de seus limites se chama Santa Fe Avenue. Nos dias de glória que se seguiram, a cidade explodiu comercialmente, com lojas, cafés e bares repletos de mineiros, operários e até turistas.

Hoje, porém, há que se ter muito cuidado, pois, como Grants é bastante deserta e as acomodações não são muito fartas, a todo momento bate-se de frente com a esperteza de alguns gerentes. No meu caso, estava cansado e queria pernoitar ali. Depois de caminhar por algum tempo, parei diante de um motel, atraído pelo anúncio de que a diária era de nove dólares. Achei muito bom e resolvi entrar. Quando perguntei na recepção se havia vagas, o funcionário disse-me que os quartos com a diária do cartaz estavam lotados, mas que tinha outros disponíveis, só que ao preço de US$ 19 o pernoite. Pareceu-me caro demais, visto que a média ficava em torno de US$ 12, e resolvi procurar outra hospedagem. Constatei, em seguida, que o artifício parece ser uma prática local, pois a situação repetiu-se duas vezes, em diferentes motéis.

Segui, então, rumo a Thoreau, cidade de 450 habitantes, que tem seu nome em homenagem ao escritor Henry David Thoreau. Passei pelo Forte Wingate, desde 1868 uma reserva militar. Na região, há uma estrada que leva à Kit Carson Cave, onde o guerreiro indígena que emprestou o nome à caverna resistiu a um cerco de vários dias, durante o combate das tropas do governo contra os navajos em 1864. Em breve, tanto a Route 66 quanto a Interstate 40 deixariam o Novo México e embrenhariam-se no Arizona.

Quanto a mim, estava chegando finalmente a Gallup, a última cidade do Novo México. Na entrada, existe um conjunto de penhascos de cor avermelhada que fazem um belo efeito ao pôr-do-sol. Fundada em 1881, tem aproximadamente vinte mil moradores e é considerada a capital indígena dos EUA. Seu nome inspirou-se em David L. Gallup, responsável pelo pagamento dos salários dos trabalhadores da Companhia Ferroviária de Santa Fé. Quando iam receber, os funcionários diziam: “We’re going to Gallup’s” (Estamos indo ao Gallup). Além da ferrovia e das minas de carvão, o comércio com as tribos zuni, hopi e navajo transformou-se em atividade importante. Os postos comerciais espalharam-se e a cidade ganhou status econômico.

Agora, eu estava a 48 km de um outro estado. Embora tenha passado por tantos cenários de cinema, não me sentia exatamente com o mesmo vigor do Super-Homem. Afinal, havia quase cinquenta dias que eu estava na estrada, num cotidiano bastante exigente. Por mais que as experiências tenham sido inesquecíveis, chegou um momento em que eu precisava de uma renovação.

Cidades na Route 66 no estado do Novo México

Albuquerque | GrantsGallup

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Por que é conhecida por “mother road”?

A Route 66 foi a primeira highway dos EUA. A partir dela, nasceu a noção de malha rodoviária nacional. Ao lado disso, sua construção foi pólo de atração para muita gente. Além de atravessar e impulsionar cidades que já existiam, a estrada abriu caminho para a fundação de novos lugares, e serviu de meio e razão de vida para um número imenso de pessoas. Até hoje, é comum encontrar localidades que sugiram por causa da Route 66.

A Route 66 por passar em muitas comunidades pobres e ter sido origem de diversos negócios, como os postos de gasolina, os motéis e os cafés, entre outros, a Route 66, mais do que simplesmente guiar, como era sua intenção inicial, acabou por acolher estas comunidades. Por isso, chamam-na de mother road.

Simboliza uma trilha para tempos melhores — raramente encontrados, mas nem por isso menos aguardados. A Route 66 não representa apenas o que o povo americano era à época de sua construção. Mais que isso, ela sinalizou-lhe aquilo que ele teria condições de chegar a ser um dia. Mais do que simbólica para o povo americano, a noção da estrada longa que liga dois pontos distantes transformou-se numa metáfora da vida, adotada em lugares muito distintos do leito em que a Route 66 se estendeu.

Os anos da depressão foram muito difíceis, embora alguns negócios tenham conseguido florescer. Numa época em que a vida de famílias inteiras desestruturava-se, a Route 66 representava ainda mais fortemente a esperança por algo melhor adiante. As pessoas juntavam o que tinham e tentavam a sorte ao longo da mother road.

Locais perdidos no meio do mapa, voltaram ao anonimato quando a Route 66 foi desativada oficialmente. No entanto, guardam ainda um trunfo precioso: tornaram-se para sempre personagens da história de um mito, revivido a todo momento por pessoas como eu e tantas outras que entendem que a Route 66 nunca deixará de representar um estilo, uma filosofia de vida, e uma parte fundamental da própria história americana.

Estados que fazem parte da Route 66
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Stuttgart – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Pioneirismo de Oklahoma em criar a Route 66

O automóvel passou a ser fabricado nos EUA em 1893. Em 1901, um aventureiro levou seis dias para percorrer uma distância de 1.176 km, de Kokomo, no estado de Indiana, a Nova York. Dois anos depois, veio a primeira travessia continental. Nestas expedições, fartamente divulgadas, os viajantes encontravam apenas trilhas enlameadas e de difícil transposição.

Entre 1905 e 1913, Charles Glidden, um aficionado por automóveis natural de Boston, juntou-se à American Automobile Association, a fim de promover a idéia de usar-se o carro como meio de transporte para o turismo. Conseqüentemente, passou a defender a prioridade na construção de estradas melhores, que, com o avanço acelerado do progresso, vinham-se tornando fundamentais para todos.

Durante este período, mais especificamente em 1909, a Portland Cement passou a fornecer concreto para o asfaltamento de algumas ruas nos EUA. Cobriu-se cerca de 1,6km, desde a Woodward Avenue, em Detroit, até Wayne Countys State Fair Grounds. Desde então, muitos funcionários envolvidos com a questão dos transportes começaram a frequentar cursos em universidades, como os do Massachusetts Institute of Technology, para aprender a técnica da pavimentação.

Carl Graham Fisher é outro exemplo de pioneiro. Criador das Quinhentas Milhas de Indianápolis, a corrida mais famosa do automobilismo mundial, começou um movimento para persuadir companheiros da luta pela construção de estradas a contribuírem com a Lincoln Highway, a primeira que seria totalmente pavimentada, no Norte dos EUA.

Os fundos por ele arrecadados somaram quatro milhões de dólares e, mesmo com o entusiasmo das pessoas, logo se chegou a uma conclusão: o dinheiro era suficiente para cobrir apenas alguns quilômetros de estrada, nunca a extensão total. Provou-se que este avanço do progresso custava caro demais aos bolsos do cidadão. O governo precisava organizar o negócio

Antes das rodovias nacionais, surgiram as locais, chamadas de trails. Cy Avery foi um dos que se engajaram na criação da Ozark Trail. Em meados da década de 1920, estimava-se a existência de pelo menos 250 trilhas marcadas nos EUA. No entanto, a uniformidade era precária e o viajante costumava se deparar cora mapas confusos e diferentes maneiras de identificar uma rota qualquer. Algumas vezes, a identificação fazia-se através de um símbolo, como a cabeça de um índio, na Pontiac Trail, em Illinois.

No entanto, o mais comum era haver simplesmente faixas coloridas penduradas na cerca ou no poste mais próximo. O pior era que, não raro, a mesma cor identificava duas trilhas diferentes. Por volta de 1925, os viajantes já manifestavam profunda irritação, porque as trilhas não custavam barato e eram difíceis de vencer.

Nesta época, o governo federal começara a formular a sua política e a definir o seu papel na construção de rodovias, ainda que lentamente. O primeiro ato, o Federal Aid Road Act, havia sido assinado em 1916, seguido por outro em 1921 que pedia aos estados que designassem um sistema de vias rurais conectadas, para a abertura de concorrência a verbas federais. Mesmo assim, com fundos devidamente votados, pouco aconteceu até 1924.

Se a construção de rodovias tornou-se uma questão política de interesse nacional, em Oklahoma ela adquiria contornos ainda mais cruciais. O estado sequer completara vinte anos de existência e, portanto, não havia desenvolvido um complexo de trilhas, abertas por pioneiros, ou um sistema de vias para o tráfego de carruagens, ou mesmo as estradas de ferro, como as que cortavam o resto do país. As poucas ruas existentes eram malfeitas, inadequadas e mal-conservadas.

Ainda em 1912, Cy Avery lançou um movimento pedindo ao governador Lee Cruce que declarasse feriado estadual, para que os cidadãos “tirassem Oklahoma da lama”. A iniciativa foi um sucesso e desde então Avery fez destas campanhas seu principal objetivo.

Cidades na Route 66 do estado de Oklahoma

Quapaw | Commerce | Miami (OK) | Afton | VinitaChelsea | FoyilClaremore |Catoosa | Tulsa | Sapulpa | Bristow | Stroud | Davenport | Chandler | Arcadia | Oklahoma City | Bethany | Yukon | El Reno | Hydro | Weatherford | Clinton | Elk City | Sayre | Erick | Texola

Estados que fazem parte da Route 66
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Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Tulsa tem abundância de arquitetura art déco

Bunion Derby transformava pessoas comuns em heróis

“Costelas de dinossauro” na mother road

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10 Atrações imperdíveis na Route 66

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Rádios na ROUTE 66

Temperatura nos EUA para percorrer a Route 66

Associações da ROUTE 66

Aprendi com ela a perseguir a minha própria rota

A estrada fundada por empreendedores visionários

Aqui surgiu camping, drive-thru e postos de gasolina

Como surgiu a música“Get your kicks on Route 66”  

Em propaganda e marketing a Route 66 foi pioneira

Get your kicks on ROUTE 66

Foi a responsável pelo hábito de viajar de carro

Por que é conhecida por mother road

O surgimento da estrada mãe

Relações íntimas entre a mother road e o cinema

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Viagem de incentivo- Route 66

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Certos lugares no mundo exigem um carro

O romantismo da Big Apple está em cada canto da cidade!

Procure além da rota Estados Unidos- Inglaterra

Viajando com seu pet para o exterior- documentação e inconvenientes!

Encontre hotéis mais baratos nas capitais do agito

Ao invés de cismar com um destino deixe o destino escolher você

É uma forma de conhecer a si mesmo

Pesquise e faça passeios por conta própria

Procure trocar ideias sobre seu roteiro com quem já fez a mesma viagem

Tome alguns cuidados ao viajar

Fique atento constantemente na sua viagem

Antes de comprar as passagens fique bem atenta a alguns detalhes

O inverno é uma ótima época para viagens gastronômicas

Stuttgart – Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicoshistóricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

Berlim | Bonn | Bremen | Colônia | Dusseldorf | Frankfurt | Hamburgo | Hannover | Munique | Stuttgart | Nuremberg

Países na Europa

 Alemanha |  Áustria |  Bélgica |  Dinamarca |  Escócia |  Espanha |  Finlândia |  França |  Grécia |  Holanda |  Hungria |  Inglaterra |  Irlanda |  Irlanda do norte |  Itália |  Luxemburgo |  Noruega |  País de Gales |  Polônia |  Portugal |  Principado de Mônaco |  Republica Tcheca |  Suécia |  Suíça |  Vaticano

Stuttgart – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Stuttgart – Outlets

Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Percorrendo a Route 66 de carona no estado de Oklahoma

Fui, então, para Vinita, fundada em 1881, uma das cidades mais antigas de Oklahoma, com menos de seis mil habitantes. Seu nome homenageia a escultora Vinnie Ream, cuja obra mais famosa é a estátua de Abraham Lincoln no capitólio em Washington. Neste lugar, um famoso personagem americano, o eterno cowboy Will Rogers, fez seus estudos secundários.

Saindo de Vinita, passa-se por White Oak, antes de se atingir a cidade de Chelsea. Na parte oeste desta cidade, em 1899, foi descoberto petróleo pela primeira vez, o que mudou a vida para sempre da comunidade, antes dedicada ao comércio de feno e à pecuária. Este era outro lugar frequentado por Will Rogers e sua irmã.

Em Foyil, fiz um programa obrigatório e emocionante: ver um trecho da Route 66 exatamente como era em seus primórdios mais remotos. É difícil encontrar ao longo de quase todo o percurso pedaço mais original que este, com o concreto rosa usado no começo dos anos 30 envolvendo a cidade com suas curvas. Ainda em Foyil, conheci outra curiosa atração, o Ed Galloway’s Totem Pole Park. São esculturas verticais erguidas há mais de cinquenta anos por um destes empresários que soltaram a veia artística tendo como inspiração a Route 66. Uma dica: se a fome apertar, uma boa opção é o Top Hat Dairy Bar, no cruzamento entre a Route 66 e a 28A. O cardápio é o de sempre: muito sanduíche, milk shakes e batatas fritas, aliás, bem fritas mesmo.

Mais para a frente, chega-se a uma cidade um pouco maior, com aproximadamente 13 mil habitantes. Claremore foi fundada, ainda como comunidade indígena, no século XIX e foi conhecida por mais de cinqüenta anos por sua água gasosa, descoberta por acidente em 1903, durante a perfuração de um poço de prospecção de petróleo. Embora não seja correto, conforme eu mesmo pensei que fosse então, muitos consideram Claremore como sendo a terra natal do ator e cowboy Will Rogers, que atuou em mais de setenta filmes e escreveu centenas de artigos em jornais do mundo inteiro. Ele mesmo costumava dizer que havia nascido “no meio do caminho entre Claremore e Oologah”.

De qualquer maneira, é ali que fica o Will Rogers Memorial e o Will Rogers Hotel, um prédio interessante que está condenado. O memorial é visitado por mais de trezentas mil pessoas por ano. Outro personagem ilustre de Claremore é Lynn Riggs, autor da peça Green grow the lilacs, que originou o famoso musical americano Oklahoma!. A história de amor singela é baseada na peça de Riggs, com música de Richard Rodgers e letra de Oscar Hammerstein. Estreou em 1943 e foi um dos musicais que ficou mais tempo em exibição na Broadway. Existe, ainda, na cidade, um inusitado museu bélico, o Davis Gun Museum. Embora não seja uma pessoa com especial atração por armamentos, sequer os populares 38”, fiquei impressionado com a variedade do acervo. São armas de todos os tipos imagináveis, desde as antigas do Velho Oeste, com cabos de madeira, até metralhadoras que ficariam mais apropriadas nas mãos de um Arnold Schwazzernegger.

Cidades na Route 66 do estado de Oklahoma

VinitaChelsea | FoyilClaremore

Estados que fazem parte da Route 66
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Argentina | Bolívia | Chile | Curaçao | Estados Unidos | Peru | Uruguai

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Route 66- Planejamento Estratégico

Viagem de incentivo- Route 66

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Entrevista I – A origem do Viajante Profissional

Biografia

No seu evento com o profissional Sergio Motta

Antes de sair de casa: durma bem e garanta que está bem descansado

Os EUA sempre foram uma nação consumidora de cerveja!

Monte o curso de acordo com seu tempo

Escolha itens multiuso.  Essa regra é clássica

Viajar sozinha pode ser muito melhor que você imagina

Cada animalzinho tem uma necessidade específica

Conselhos para não se dar mal na viagem

Saia da sua zona de conforto

Não faça economia burra, busque um bom custo-benefício

Os locais podem dar aquelas dicas valiosas e baratas

Caso decida ficar mais tempo no local

Cuidado com objetos “exóticos”, perecíveis e frágeis

Stuttgart – Rent a bike

Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Stuttgart – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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No Palo Duro Canyon as belas formações rochosas destacam-se na natureza

Cerca de uma hora de viagem depois de deixar Amarillo, cheguei a Palo Duro Canyon, onde foi rodada a cena final do filme Indiana Jones e a última cruzada. As formações têm uma coloração avermelhada. O maior símbolo do parque é uma enorme pedra, solitária no meio do vale, que tem 243m de profundidade. Estar ali, especialmente vendo o lugar do alto, trazia de volta a constatação da pequenez do homem diante da sábia natureza.

O canyon, onde está, parece um elemento decorativo. No meio de planícies a perder de vista, as belas formações rochosas destacam-se ainda mais. O passeio ao parque inclui um café da manhã à moda dos cowboys, feito numa fogueira ao ar livre. O espírito do Velho Oeste permanece ali, na sua mais perfeita tradição, com aquelas Balearas de ferro precárias, queimadas pelo fogo nos campos abertos.

A bordo de um trem chamado Sad Monkey Railroad, fiz uma excursão pelas regiões do parque que não se pode atingir de carro. Revivi um Pouco dos velhos tempos, ao percorrer tantas trilhas naquele amontoado de pedras seco, árido, pois por elas passaram os índios apaches, os comanches, os caçadores de búfalos e, muito antes, os exploradores espanhóis. Naquele local, ocorreu a batalha de Palo Duro Canyon, em 28 de setembro de 1874, uma das mais importantes da revolta indígena.

Foi erguido ali um monumento, onde fiquei sabendo que tropas vindas de cinco direções combateram os índios durante seis meses. A Quarta Cavalaria, comandada pelo coronel Ranald S. Mackenzie, seguiu um numeroso grupo de índios até o seu local sagrado, no canyon. Movendo-se silenciosamente antes do amanhecer, a tropa desceu pelos penhascos perigosos e atacou de surpresa o acampamento inimigo, sem lhes dar chance de fugir. Alguns guerreiros indígenas tomaram posição no alto do canyon e começaram a atirar nas tropas, para permitir que as mulheres e as crianças fugissem.

Vendo que estava em desvantagem, Mackenzie ordenou aos soldados que queimassem o acampamento e levassem os suprimentos e os cavalos. Mais de 1.400 animais foram roubados, sendo que, destes, cerca de mil foram sacrificados logo em seguida. A cavalaria não sofreu baixas e apenas quatro índios foram dados como mortos. Sem mais da metade dos seus cavalos e sem qualquer suprimento, os revoltosos tiveram que voltar às reservas de Fort Sill e Fort Reno.

Já a caminho do Novo México, passei por Vega, cidade fundada em 1903, com 840 habitantes, e por Adrian, que revela atraentes surpresas para o fotógrafo ávido por prédios antigos. Um deles destacou-se para mim: o Adrian Cafe, com sua convidativa placa “Get your sips on Route 66” (Encha a cara na Route 66). Além da arquitetura interessante, a comida é ótima, especialmente a torta de amoras, feita em casa.

Estados que fazem parte da Route 66
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Amarillo é o centro de cowboys e gado

Um dos locais mais incríveis: Cadillac Ranch

Big Texan Steak Ranch, se comer o steak em 1h não paga

McLean uma cidade pacata e simpática

No Texas, há 299 km da Route 66,91% estão ainda em uso

Sorte sua que Shamrock existe

Curiosidades: arame farpado e “gringos”

Britten USA Water Tower a Torre de Pizza em plena Route 66

Numa Harley-Davidsons a liberdade me tocava a cada metro

Em Glenrio a população mais numerosa é a de cachorros

Glenrio fica na divisa entre o Texas é o Novo México

10 Atrações imperdíveis na Route 66

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Cuidado com objetos “exóticos”, perecíveis e frágeis

Stuttgart – Hospedagem

Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Stuttgart – Informações Turísticas

Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Os mistérios da spooklight

Como não tinha nada a perder, resolvi esperar a noite cair naquela cidade, cujo nome homenageava a tribo indígena dos quapaws, que originalmente habitava o estado de Arkansas. Quapaw surgiu em 1833, quando os índios mudaram-se para o território indígena, no atual estado de Oklahoma.

No entanto, foi fundada oficialmente em 1897, com a corrida pela extração mineral de zinco, carvão e chumbo, como no vizinho Kansas. Na virada do século, o comércio de feno e palha era a atividade mais importante. Depois, a região ficou conhecida por ser ideal para o gado, incrementando-se a pecuária.

Hoje, a localidade tem 1.100 habitantes e é calma mas trabalhadora. Em vários prédios, há incríveis pinturas artísticas nas paredes. Numa oficina, havia um desenho reproduzindo um posto de gasolina antigo. Bati uma foto, impressionado que fiquei com a perfeição do trabalho. Quando voltei para casa, mostrei a foto para muita gente que custou a acreditar que aquilo não era de verdade. Mais adiante, encontrei uma lavanderia que resolveu pintar na parede uma série de fachadas de pequenas lojas. Outra vez, o realismo dos desenhos poderia levar um desavisado a acreditar que aquela era realmente uma cena de Centro de cidade.

Quando a noite caiu, tratei de descobrir onde acontecia a tal da spooklight. Não tive dificuldades. Os nativos são sempre os primeiros a chegar ao local onde o fenômeno supostamente ocorre. O lugar exato era às margens do Spring River, batizado de Devil’s Promenade ou “o passeio do demônio”. Não pude deixar de me sentir um “caça-fantasmas”. Depois de procurar um pouco, consegui uma carona até o Devil’s Promenade. Já pensou pegar carona para o inferno?!

Não tinha muita gente no local, por causa do frio, mas dizem que na alta estação até mil carros chegam a se amontoar naquele espaço para ver a aparição. Fiquei esperando ansioso, embora estivesse duvidando de que algo realmente fosse acontecer. De repente um “oh!” coletivo chamou-me a atenção. E vi, de fato, uma bola de luz girando em torno de si mesma. No começo, pensei que fosse o reflexo dos faróis dos carros. Depois, uma ilusão de óptica. Mas ela continuava ali. Movia-se com rapidez. Parecia realizar passos de dança, para o alto, para baixo. Esfregando bem os olhos, acreditei que estivesse sonhando e que aquilo não passasse de vontade minha de entrar na história de Peter Pan, para encontrar a fada Sininho. Mas não. Era verdade. A bola de luz continuou com o seu balé solitário, diante do olhar estupefato de quem assistia pela primeira vez e dos olhares de admiração dos locais.

Findo o espetáculo, que durou cerca de 15 minutos, comecei a perguntar, a quem quer que encontrasse, o que era aquilo. Ouvi várias explicações tentando dar um sentido para o fenômeno. Uma delas: a luz era o espírito de uma mulher índia que foi decapitada com o marido e os filhos durante uma batalha. A spooklight seria a sua eterna procura pela cabeça. A outra é muito parecida: seria um mineiro decapitado que até hoje estaria procurando a parte do corpo perdida.

Cheguei à conclusão de que é inexplicável. Sobretudo depois que soube que as tentativas feitas por cientistas e técnicos das forças armadas para esclarecer o fenômeno foram todas malsucedidas. A hipótese mais plausível era a de que na verdade a spooklight era uma refração das luzes da estrada que passa perto dali. No entanto, esta teoria começa a ficar meio inconsistente ao se tomar conhecimento do primeiro registro do seu aparecimento: foi vista por índios quapaw em meados do século XIX.

Nesta época, creio, não havia muitos carros por ali e, ainda assim, faróis… Protegida pela falta de teorias convincentes para explicá-la, a bola de luz permanece realizando seu espetáculo, sempre envolta na aura de mistério que pessoas competentes foram incapazes de resolver.

Muita gente ficou ali, no campo, até o sol nascer. Fiquei por lá também, quieto, ruminando a noção de que o ser humano é essencialmente pretensioso. Acha que domina tudo e todos, mas a natureza, de vez em quando, encarrega-se de sinalizar o contrário, apresentando-lhe dilemas insolúveis.

Cidade na Route 66 do estado de Oklahoma

Quapaw

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Oklahoma é um dos lugares mais “quentes” da Route 66

Muita gente é levada a imaginar, e eu mesmo fui advertido disso por algumas pessoas menos cuidadosas, que o estado de Oklahoma serve apenas de passagem para destinos mais interessantes no sentido oeste. No entanto, se tivesse acreditado nelas, teria jogado fora a chance de conhecer um dos estados mais jovens da federação americana e um dos lugares mais “quentes” da Route 66.

Quando os espanhóis chegaram a Oklahoma em 1541, encontraram os índios da planície, os kiowas, os comanches e os apaches. Mais tarde, vieram os cheyennes e os utes. Já no século XIX, juntaram-se a eles tribos “civilizadas”, como os cherokees, os creeks e os seminoles, transferidos para o estado pelo governo americano. Outras tribos foram deslocadas para aquela região, que passou a ser considerada território indígena. Na metade do século XX, estimava-se que um terço de toda a população de índios dos EUA vivesse em Oklahoma.

A ligação com a cultura indígena é tão forte que até o nome do estado foi escolhido pelos índios, mais especificamente pelo reverendo Allen Wright, chefe da nação choctaw, em 1866. Okla quer dizer “pessoas” e humma significa “vermelho”. Portanto, a terra das pessoas vermelhas, isto é, dos “peles-vermelhas”. Em 1890, o termo Oklahoma foi usado pela primeira vez pela federação, quando instalou o governo do território de Oklahoma. A data oficial do ingresso do estado na federação dos EUA, no entanto, é 16 de novembro de 1907. Foi o quadragésimo sexto a se integrar. Entre 1889 e 1910, as terras livres atraíram migrantes de todas as partes do país. Com a exploração de reservas de óleo, criou-se nova onda de migração.

Oklahoma está entravada no meio de cinco regiões geográficas dos EUA e tem a forma de uma panela. Alegoricamente, pode-se dizer que, nesta panela de culturas, muita história foi cozinhada, o que traz um molho especial para o viajante. Formado pelos territórios livres e os dos índios, o estado preservou aspectos culturais indígenas, misturados com a herança trazida pelos pioneiros.

Isso reflete-se no desenvolvimento da economia, baseada na produção de manufaturas, na agricultura e na extração mineral. A região tem importância estratégica para os EUA, porque em Oklahoma é possível encontrar petróleo, gás natural e carvão em qualquer um dos 77 municípios (counties). De tal forma, que até mesmo no subsolo da sede do governo estadual há um poço em operação. O fato, inédito, leva todos os anos milhares de turistas até o capitólio de Oklahoma City.

Outra particularidade na história do estado é a sua inusitada relação com os fora-da-lei. Existiam os comuns e os eleitos. Oklahoma teve certamente uma cota mais do que representativa nos dois casos, desde a conquista da terra, o que fixou a “moda”. Anos depois, alguns políticos decidiram que Oklahoma City deveria ser um centro mais lucrativo para o governo estadual. Resolveram o problema da forma mais “simples”: roubaram o great seal – um selo, ou brasão, que identifica o governo – do capitólio na cidade de Gunthrie e trouxeram-no para a sua capital. Como resultado disso, burlar a lei transformou-se numa instituição paralela, algo como um quinquagésimo estado dentro do território de Oklahoma.

Alguns dos mais famosos fora-da-lei estabeleceram-se bastante tempo por lá, mesmo que não tivessem começado ali suas atividades, como foi o caso de Jesse James e seu bando, que se iniciaram no crime no Missouri. Outro fora-da-lei cuja fama ultrapassou as divisas estaduais foi Pretty Boy Floyd, uma espécie de robbin hood dos anos 30. Especialista em roubo a bancos, costumava rasgar todas as hipotecas que neles encontrava. Além disso, gostava de oferecer, em troca de silêncio, uma “refeição”, com uma nota de mil dólares.

Em todo o estado, as pessoas atingidas pela Depressão econômica entendiam seus motivos e sentiam-se atraídas pelos seus feitos. Assim, a maioria da população protegia-o e cuidava para que não fosse apanhado. Quando Floyd foi capturado e morto pelo FBI, vinte mil pessoas choraram por ele naquele que se tornou o maior enterro da história de Oklahoma. Mas seria injusto caracterizar o estado como a terra dos fora-da-lei, até porque, para as pessoas comuns, a honestidade é um dos pré-requisitos, como pude notar. O mais importante a respeito de Oklahoma é que foi ali que nasceu a ideia da Route 66, pois Cyrus Avery era um cidadão de Tulsa, onde “a grande estrada diagonal” começou. Avery sabia que havia uma necessidade quase desesperada, na área rural americana, de bons caminhos e foi o primeiro a perceber o impacto positivo que uma rodovia poderia ter sobre a região Sudoeste.

Cidades na Route 66 do estado de Oklahoma

Quapaw | Commerce | Miami (OK) | Afton | VinitaChelsea | FoyilClaremore |Catoosa | Tulsa | Sapulpa | Bristow | Stroud | Davenport | Chandler | Arcadia | Oklahoma City | Bethany | Yukon | El Reno | Hydro | Weatherford | Clinton | Elk City | Sayre | Erick | Texola

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Cuidado com objetos “exóticos”, perecíveis e frágeis

O viajante deve percorrer suas ruas em Holbrook até o Wigwan Village

Pouco depois de Chambers, tive o primeiro encontro com as paisagens estranhas do Arizona. Foi em Holbrook, na Petrified Forest. Como o nome mesmo já diz, é uma floresta de pedras, declarada monumento nacional em 1906, o que possibilitou a preservação da área em suas formas mais originais. Ali existe também o Painted Desert. Em ambos os casos, a Route 66 reaparece. No chamado Kashina Point, fica o Painted Desert Inn, café e restaurante inaugurado em 1924 por Herbert Lore.

Em 1936, foi comprado pelo governo, que realizou inúmeras reformas no lugar. E foram tantas que só quatro anos depois pôde ser reaberto ao público. Durante os anos 50 e 60, houve problemas de estrutura que tiveram que ser sanados para que o local continuasse a operar. Para sorte do novo dono, Fred Harvey, o prédio foi tombado pelo patrimônio americano em 1975. O parque tem outras atrações, como as velhas cicatrizes deixadas pela Route 66 e a floresta de pedras, formada ao longo de 170 milhões de anos, no tempo em que os dinossauros dominavam a terra.

Ali, o solo seco de hoje era coberto de água e as “árvores” ficavam a mais de 910m de profundidade. Holbrook havia sido uma cidade hostil, formada por vaqueiros, e foi fundada oficialmente em 1882, a partir da Old Stage Station, como homenagem ao primeiro engenheiro da companhia Pacifíc and Atlantic Railroad, H. R. Halbrook. Em 1914, era conhecido como o único município sem uma igreja.

Holbrook não tem mais a agitação dos tempos em que a Route 66 estava ativada. Mesmo assim, aconselho o viajante a percorrer suas ruas calmas até o Wigwan Village, o preferido das crianças em toda a estrada. As acomodações são justamente o maior atrativo, pois reproduzem detalhadamente cabanas de índios, fazendo com que o hóspede sinta-se numa “autêntica” comunidade de apaches, no meio do Velho Oeste.

Está localizado no Centro da cidade, na Hopi Drive. Inaugurado em 1° de junho de 1950, por Chester E. Lewis, o projeto baseou-se em outros empreendimentos semelhantes no país, mas, ainda que não tenha sido uma idéia exatamente inédita, o Wigwan fez sucesso desde o começo. Um hotel no mesmo estilo foi construído depois em Rialto, na Califórnia, mas só o de Holbrook foi reformado e oferece melhores condições, inclusive um providencial ar-condicionado. Talvez revisar a saga dos pioneiros seja uma das experiências mais procuradas pelos americanos, porque eles tornaram-se o símbolo da determinação de seu povo.

A maioria daquelas famílias lançava-se em corridas alucinadas para obter um lote de terra; depois, tinha que lutar contra o clima, os vizinhos mais poderosos e os fora-da-lei, além de enfrentar a fúria justificada dos antigos donos da terra, os índios, que não haviam sido consultados a respeito da partilha. Os colonos são vistos como heróis.

Voltando a Holbrook, foi ali também que nasceu o primeiro acampamento para turistas dos EUA, o The White Motor Court. Na sua esteira, vários outros estabelecimentos foram instalados ao longo da Route 66.

Cidade na Route 66 no estado do Arizona

Holbrook

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O The Blue Swallow em Tucumcari

Logo que entrei no Novo México cheguei em Tucumcari, fundada em 1901. Também conhecida como o lugarejo com quatro quilômetros de comprimento e dois quarteirões de largura, virou cidade por causa da ferrovia e tem aproximadamente sete mil habitantes. Mas antes, muito antes no tempo, o lago Tucumcari fora ponto de parada para animais pré-históricos. Há evidências de que homens das cavernas, conquistadores espanhóis, pioneiros e os fora-da-lei passaram por ali com o mesmo objetivo dos dinossauros.

O seu nome é indígena e provém de uma lenda algo semelhante ao shakespeareano Romeu e Julieta. Wautonomah, chefe apache, estava doente e sentia a morte se aproximar. No entanto, sua sucessão preocupava-o. Seus dois melhores guerreiros, Tonopah e Tocom, eram inimigos capazes de se matar pelo amor de uma mulher chamada Kari, filha do grande chefe. Ela amava Tocom e odiava o outro. Certa noite, Wautonomah chamou os dois e comunicou-lhes que deveriam decidir quem seria o novo chefe por meio de um duelo de facas. O vencedor teria também a mão de Kari. A moça assistiu ao combate escondida, sem que ninguém soubesse. Quando o punhal atingiu o coração de Tocom, Kari, desesperada, saltou de seu esconderijo e cravou a faca que carregava no coração do adversário do seu amor. Em seguida, pegou a faca de Tocom e esfaqueou o próprio coração. Os três morreram. Diante da cena, o chefe apache ficou desesperado. Wautonomah pegou então a faca de Kari e matou-se. Suas palavras finais, “Tocom! Kari!”, acabaram imortalizando-se. Mas, na verdade, a área onde fica a cidade era habitada por índios comanches e não pelos apaches, o que sugere outra versão para o seu nome.

Pode ter sido inspirado na montanha que domina o cenário no sentido sul, derivando-se da palavra tukamukaru, que significa sentar e esperar alguém ou alguma coisa se aproximar. Tal informação talvez contenha um grau maior de contabilidade, pois a montanha era usada como ponto de observação para os exércitos, comanches.

Para a maioria dos viajantes da Route 66, o verdadeiro Oeste começa sempre com algum evento significativo. Um destes sinais é chegar a Tucumcari, onde hoje modernas highways cortam terrenos habitados desde os primórdios da América. É conhecida como o portão para o estado da luz e do céu, estado dos índios e dos artesãos. No entanto, decidiu se devotar a uma atividade mais prosaica: quartos de motel. Existem ali nada menos do que dois mil, número absurdo para uma cidade que tem menos de sete mil habitantes. Dizem que à noite o céu fica iluminado, tamanho o número de letreiros de neon.

Os mais famosos são os do The Blue Swallow Motel, do The Pine Lodge, do The Western Drive-In e o do The Lasso, além de muitos outras dos anos 40 e 50 que sobrevivem até hoje. No Deli’s Restaurant ou no La Cita, prova-se a típica comida tex-mex, meio mexicana, meio texana. Também acolhem bem o viajante o Paradise, o Royal Palacio, o Safari, o Cactus, o Buckaroo, o Sahara Sands, o Aruba, o Pony Soldier, o Apache e o Palomino. Para comer, as outras opções são o Del’s, o Dean’s e o Blake’s.

O The Blue Swallow foi fundado por Lillian Redman, e a influente revista Smisthsonian classificou-o como o “último, melhor e mais aconchegante dos motéis dos velhos tempos”. A história de Lillian confunde-se com a da própria Route 66. Nascida no Texas em 1909, chegou ao Novo México em 1915, numa carruagem que a trouxe à cidade de Santa Rosa, onde o pai tentaria nova vida. Ao completar os estudos, trabalhou muitos anos como garçonete e cozinheira em vários lugares do Sudoeste. Passando por Tucumcari, apaixonou-se por Floyd Redman, dono de um estacionamento de trailers na cidade. Em 1958, Redman deu a Lilian como presente de noivado o The Blue Swallow. Construído durante os anos 40, foi o melhor regalo que ela jamais havia recebido.

Desde a primeira noite de operação, eles tinham hóspedes. Já marido e mulher, assumiram o compromisso de sempre colocar o cliente em primeiro lugar. Quando os hóspedes não tinham dinheiro para alugar um quarto, aceitavam objetos como pagamento, desde TVs até bolas de boliche. Mas, se a situação fosse realmente ruim, o casal acabava hospedando de graça. O marido morreu e os pais dela também. Lilian teve então que passar uns tempos em Amarillo, mas nunca deixou de tomar conta do motel, que, até hoje, mantém as diárias que cobrava nos anos 60 (!) e conserva uma edição luxuosa da Bíblia no balcão da recepção.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o racionamento de combustível diminuiu o fluxo de viajantes na Route 66. Os civis eram obrigados a trafegar a uma velocidade máxima de 59 km por hora. Quando a guerra acabou, o movimento voltou a aumentar, principalmente porque as famílias perceberam que a viagem de carro dava mais liberdade e era mais econômica do que a de trem. Passar as férias de verão no Oeste tornou-se uma das coqueluches nacionais.

Com tanta profusão, a cidade se assemelhava a uma pequena Las Vegas. A reputação como ponto de parada seguro para os viajantes fez a fama do lugar. A Route 66 passa ali pelo Tucumcari Boulevard. Do lado direito, indo em direção a oeste, fica a parte velha da cidade. No entanto, desde 1956, quando o Highway Act foi assinado, a Route 66 começou a definhar. Enquanto o tráfego continuava através da cidade, Tucumcari pouco foi afetada. Mas a colocação de placas de sinalização tornou o trânsito pesado. Até 1981, a Interstate 40 não havia chegado lá. Só três anos mais tarde, a Route 66 foi ali oficialmente desativada.

Mesmo assim, os habitantes locais não a deixaram morrer e organizaram uma série de associações, que tiveram seu auge de atuação quando a estrada completou 66 anos em 1992. Turistas do mundo inteiro compareceram. Graças a isso, boa parte dos motéis continuou em operação. Interessado ainda em visitar atrações históricas, fui conhecer o Tucumcari Historical Museum, que tenta reconstituir a vida no Velho Oeste. Nele, milhares de itens contam sobre o passado da região: carruagens, casas de xerife, artefatos indígenas, hospitais do começo da civilização, tudo sobre a vegetação e o clima, arames farpados e pedras preciosas.

Cidade na Route 66 no estado do Novo México

Tucumcari

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Nuremberg – Atrações Gratuitas

Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos históricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

Cidades na Alemanha

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Países na Europa

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Nuremberg – Pet Friendly

Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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O surgimento da Route 66

Cyrus Avery, considerado o mentor da Route 66. Foi ele quem organizou o primeiro grupo de pessoas que lutou pela construção das rodovias nacionais. No início, eles pretendiam chamar a atenção para o estado precário da maioria dos caminhos do estado de Oklahoma, pois ali as comunidades eram distantes demais umas das outras, sem o auxilio de estradas.

Quando o automóvel começou a dominar a paisagem urbana, a discussão sobre a necessidade de rodovias interestaduais ganhou importância. Até então, o desenvolvimento das ferrovias havia tornado a discussão um tanto estéril.

Depois, a ideia inicial extrapolou e a American Association of State Highway Officials conseguiu deflagrar um significativo movimento para a criação de um sistema integrado de rodovias. Avery não só fomentou o movimento que resultou na construção da Route 66, como foi quem atuou para que a estrada fosse batizada com esta designação. Esta é uma história curiosa que viria a conhecer depois.

Do mesmo modo que Cy Avery, como ficou conhecido durante a década de 1920, deu o pontapé inicial no que veio a se tornar depois um dos símbolos da opulência americana, eu queria mergulhar neste “sonho”.

Cyrus Avery, o idealizador da estrada, conseguiu que o governo tomasse a iniciativa de criar um sistema de rodovias interestaduais, que serviriam para ligar todas as pequenas localidades às cidades grandes e facilitariam a circulação de automóveis pelo país. Isso foi decidido em 1926. No entanto, numa decisão típica de República federativa, Washington deixou que o departamento de estradas de cada estado decidisse qual o melhor traçado.

Uma vez decidido, o governo federal abriria o caminho. Mas o asfaltamento, mais uma vez, caberia aos estados por onde passaria a estrada principal. Joseph informou-me orgulhoso que o estado de Illinois foi o recordista também neste caso.

Os engenheiros chegavam a pavimentar mais de 1.600km de ruas por ano. Em 1930, tornou-se o primeiro estado em que a estrada de Cy Avery estava completamente asfaltada nos seus 521km. A realização deste feito só foi completada na extensão total em 1938.

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É bom conferir se está tudo ok com o veículo

Evite carregar um monte de coisas desnecessárias

Em Orlando, os outlets são tão importantes quanto a Disney!

De hora em hora, pare o automóvel e desça com o cão

Crie uma wish list com destinos que você quer visitar

Seguindo recomendações é possível tornar a viagem inesquecível

Na maioria dos destinos há opções para todos os bolsos

O problema muitas vezes é falta de planejamento

O sucesso ocorre com “Planejamento Antecipado”

Nuremberg – Pontos Turísticos

Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Nuremberg – Outlets

Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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Nuremberg – Restaurantes

Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.

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O restaurante Papparazzi na minha vida

Fui ao Papparazzi, restaurante italiano no qual trabalhei, num shopping center. Não ficava muito longe de onde estava. Quando entrei, lembrei-me instantaneamente das noites geladas em que eu deixava o trabalho tarde. Foram tempos duros aqueles, mas me ajudaram a pagar os cursos nos EUA. Por isso, cheguei a sentir saudades daquele cheiro de molho à bolonhesa misturado com a muzzarella derretida e o pepperoni.

Havia resolvido fazer da semana que pretendia passar em Boston basicamente um tempo para uma reflexão a respeito da minha vida ali antes e agora, em outra situação. Sob este ponto de vista, o Papparazzi assumia um papel simbólico.

Quando fui pedir emprego ali, entrei pela porta dos fundos e virei lavador de pratos. Sempre que enfiava as mãos nos dois tanques de água fria, limpando montanhas de louça suja, pensava que se os meus planos se concretizassem, queria voltar, mas pela porta da frente. E foi o que aconteceu. Entrei como cliente e admirei as mesas típicas de cantina italiana, com toalhas brancas, as peças gigantescas de parmesão em cima das mesas, o movimento sempre intenso. A única coisa que diferia um pouco era o tom das conversas. Se as cantinas têm fama de lugares de muita algazarra, ali adotava-se postura mais discreta.

É difícil descrever minha sensação ao ver o movimento de pessoas levando copos e pratos com restos de pizza para a cozinha. Não foi exatamente saudade o que senti, mas sim uma sensação estranha, parecida à do personagem de Cinema Paradiso. Talvez uma saudável nostalgia, embora um tanto melancólica. Era como se eu tivesse me transportado de novo para o tempo em que ocupava ali a posição de lavador de pratos. Foi um tempo importante da minha vida, mas que passou. A visita foi fundamental, porque serviu para reforçar a noção exata de que Boston fora o ponto de partida naquele tempo e voltava a ser agora.

Hoje, não preciso lavar louça. Só tenho uma coisa em comum com aquele Sérgio: a vontade de viajar, de conhecer, de desvendar segredos, de ver gente nova, lugares inusitados ou históricos. Posso até parecer com aqueles sujeitos que decidem tirar férias, pegam um atlas e apontam para um local qualquer do mapa. E vão conferir como se vive naquele ponto perdido, ou nem tanto. Claro, estou nos EUA e não em alguma aldeia numa ilha da Oceania. Mesmo assim, o espírito de aventura persiste.

Dos dias de lavar pratos sujos de pizza de pepperoni às aulas de Harvard. Da viagem pela Europa à que estava prestes a fazer pela Route 66. Num momento mágico, vi-me no meio do Grand Canyon, por onde passaria dias depois. Naquele vazio, agressivo e majestoso, tranqüilo e amedrontador, percebi definitivamente que uma aventura mais uma vez estava começando.

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