Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Belém é venerada como o berço de Davi e Jesus. O rei Herodes, o Grande, perguntava: “Onde nascerá o Messias?” Os sábios de sua época respondiam, com convicção: “Belém” (Mateus 2:5). Hoje é uma cidade movimentada, habitada por muitos árabes cristãos e muçulmanos, hábeis artífices e artesãos.
Fui para a basílica da Natividade. Em diversas ruas, mal cabia um carro, tomadas que estavam pelo comércio árabe. Como o Natal se aproximava, a decoração característica alegrava o visual. Uma indicação de hospedagem é o convento dos padres franciscanos, ao lado da basílica.
Começara a chover e eu já pusera a capa para me proteger. Trazia-a sempre na mochila. A água escorria em abundância pelos cabelos de Mohamed, mas ele não se importava. Sua determinação era chegar ao local desejado. Andava acompanhando os beirais das casas para não se molhar em excesso, mas as goteiras não facilitavam. Enfim, a fachada do convento surgiu, mas tocamos a campainha insistentemente e nada. Os vizinhos não tinham qualquer informação a dar. Estava cansado e desorientado.
— Meu Deus, o que vou fazer agora? Que droga! Estava demorando para alguma coisa dar errado. Se bobear, vou ter de passar a noite na rua!
Mohamed me lançou um olhar de ligeira reprovação.
— Muitas pessoas dizem “não tenho o bastante”. É ruim se afobar com algo que está faltando. Sabe o que acontece? A falta vai aumentar e alguma coisa vai estar sempre faltando…
Surpreendi-me com as palavras dele. Foi então que percebi: eu estava de capa, razoavelmente vestido e protegido, enquanto ele, que não reclamara de nada, estava encharcado até os ossos.
— Para mim, a vida e o ser humano são como a água de um rio. Se tentar apanhá-la com a mão, ela se esvai por entre os dedos. No entanto, ela é infinitamente forte, capaz de qualquer esforço para alcançar o seu destino, abrindo passagem por entre as rochas — continuou. Em seguida, sorriu: — Venha, conheço um hotel. Vou levá-lo até lá.
Depois daquela lição de moral, resolvi me calar. Mohamed propôs:
— Se preferir, pode dormir comigo e com meu irmão.
Não entendi direito e perguntei:
— Onde mora?
— Aqui na cidade.
— O que você faz?
— Trabalho na rua vigiando os enfeites de Natal na praça.
Ao passarmos por uma loja em frente à praça, ele apontou-a, dizendo:
— Nós dormimos ali.
De novo, fiquei olhando para ele sem saber o que dizer, tamanha a sua generosidade e desprendimento. Hospedei-me no hotel voltado para a praça. Quando tirei a carteira do bolso para dar-lhe uma colaboração, Mohamed interrompeu meu gesto e disse:
Estamos vivendo o fim da era gerencial. O conceito de gerente já morreu, precisamos é de líderes, donos de processos, pessoas aptas para comandar. A nova preocupação das empresas deve ser a educação dos executivos. O foco dos líderes deve ser como um agente de mudanças.
Liderança esta ligada a visão de como será o futuro e executar essa visão em etapas. O problema é que os executivos estão presos na armadilha das responsabilidades funcionais e das tarefas específicas.
Hoje em dia é preciso dotar os líderes de um conjunto de habilidades que lhes permita analisar as situações e tomar decisões, mesmo quando nunca antes tenham vivido essas situações. O líder tem que ter um papel de facilitador nas organizações aquele que está ao lado das pessoas, ajudando-as nos processos e na solução dos problemas, facilitando seu caminhar em direção aos resultados desejados naquele processo. Sua liderança é voltada para a ajuda no caminhar dos processos, não para a cura de pessoas ou grupos.
A liderança está cercada de inúmeras dificuldades operacionais, durante anos os gerentes foram treinados a se voltar para as tarefas e encarar as pessoas como “recursos humanos” que precisam funcionar com os demais recursos.
A grande maioria dos gerentes “dormiu técnicos e acordou gerente”. As promoções aos cargos de chefia ocorriam (ocorrem) sem ao menos preparo para a complexa tarefa que é tratar com pessoas. As experiências do dia-a-dia é que deverão proporcionar o conhecimento ao novato, de como ele deve enfrentar os problemas provenientes do relacionamento interpessoal.
Como disse um Lord Inglês “gerentes são necessários, líderes são essenciais”. Eles querem ser seus seguidores, mas exigem que você os conheça, reconheça, ensine, estimule a correr riscos, acompanhe, ajude, proteja.
A habilidade de um gerente em liderar uma equipe está baseada na capacidade dos integrantes de sua equipe em liderar também. Incentivar mais lideranças entre os membros de sua equipe é pré-requisito para um gerente exercitar o poder de maneira eficiente.
O líder trabalha com pessoas comuns e obtém resultados extraordinários com essas pessoas, pois sabe que sua visão se tornará a realidade se a mudança naquela direção for feita com a adesão e a contribuição de cada participante da equipe.
12 Diferenças entre Gerenciar e Liderar:
1) Gerenciar é algo passivo. Liderar requer pró-atividade.
2) O gerente administra o líder inova.
3) O líder aconselha e o gerente conduz as pessoas.
4) O gerente é uma cópia o líder é original
5) O gerente focaliza-se em sistemas e estruturas; o líder focaliza-se nas pessoas.
6) O líder diz “nós” e o gerente diz “eu”.
7) O gerente tem visão a curto prazo; o líder tem perspectiva a longo prazo
8) O líder se preocupa com pessoas e o gerente com coisas.
9) O gerente pergunta como e quando; o líder pergunta o que e por quê
10) O líder contempla o amanhã e o gerente enxerga o hoje.
11) O gerente tem seus olhos sempre nos limites; o líder tem seus olhos sempre nos horizontes
12) Os líderes inovam e os gerentes gerenciam.
Mais do que gerentes eficientes, as empresas necessitam de uma nova safra de líderes eficazes com novos estilos e perfis e com qualificações muito diferentes da lista de atributos que fazem parte dos tradicionais textos sobre o tema. Temos a necessidade de mudarmos o foco de construirmos uma “fabrica de gerentes” para uma “fabrica de líderes”.
As transformações no ambiente empresarial exigem uma maneira de pensar sobre o líder eficaz e sobre como cultivar uma nova safra de líderes. A liderança não está isolada no topo do organograma.
O líder de verdade não precisa de cargos para fazer diferença. O gerenciamento se refere aos meios pelos quais empresas complexas são mantidas ordenadas, não-caóticas e produtivas.
Liderança refere-se a lidar com eficácia com as mudanças causadas pela competitividade e volatilidade dos tempos atuais. Precisamos cada vez mais de pessoas que conduzam nas empresas.
Iniciara um longo processo de aprendizagem, ao buscar compreensão das posturas do maior líder da humanidade. Cerca de dois mil anos depois, não surgiu ainda outro que o superasse. Assim, continua a ser seguido por bilhões de pessoas que o admiram e calcam suas vidas nos seus ensinamentos, perpetuados através da Bíblia.
São mensagens simples, básicas e humanistas, mas muitas vezes esquecidas, transformadas em algo complicado ou, até, utilizadas com finalidades bem distantes do genuíno espírito cristão. Alexandre, o Grande, Carlos Magno e Napoleão Bonaparte foram líderes poderosos. Por sua impressionante presença, exerciam grande influência sobre aqueles a quem comandavam. Porém, segundo relatos, o próprio Napoleão teria dito: “Jesus Cristo tem influenciado e comandado seus súditos sem sua presença corporal visível.” Através da sua palavra e pela maneira como viveu em harmonia com ela, Jesus prossegue fazendo parte da existência de uma considerável parcela da humanidade até hoje. Conforme certo escritor expressou apropriadamente: “Todos os exércitos que já marcharam, todas as frotas navais que já se construíram, todos os parlamentos que já se reuniram e todos os reis que já governaram, juntos, não influenciaram a vida do homem sobre a terra de forma tão poderosa.”
Há quem explique Jesus historicamente como um magnífico líder revolucionário, capaz de arregimentar seguidores fiéis para lutar por uma causa que incluía a derrubada do poder instituído, o desafio à doutrinação religiosa vigente e o questionamento dos valores distorcidos da época. Outros restringem-se a privilegiar seu caráter divino. As duas colocações, porém, são dignas de consideração e não se excluem.
Para praticar os ensinamentos de Jesus, inclusive no que diz respeito ao exercício da liderança, não é necessário conhecer profundamente as escrituras ou a época e os locais onde foram elaboradas. Os fundamentos de sua teoria lançaram as sementes para o desenvolvimento da cultura humanista, hoje infelizmente tão em desuso.
No mundo atual, o fantástico e indispensável desenvolvimento tecnológico tem tido mais atenção da comunidade planetária do que o indispensável crescimento do ser humano, tanto no aspecto individual quanto coletivo. Talvez, por isso, vivamos tempos conturbados, em que o homem abandonou a sua essência como espécie, chegando a um estado de canibalismo quase antropofágico.
Assim, não custa nada lembrar sempre a regra áurea ditada por Jesus e aplicá-la no dia-a-dia: “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles.” Sábias palavras. No entanto, apesar de ainda ouvidas e ditas constantemente, poucos são os que param para refletir sobre elas, captando-as no seu sentido integral. Nelas, resume-se o caminho para uma vida melhor, com menos represas e defesas, e, portanto, mais feliz e saudável.
Eram 4h45 e estava escuro. A certa altura, paramos em um grande cruzamento com semáforo.
O motorista fez uma conversão. Como não havia placas sinalizadoras, não tinha como saber se ele tentava dar voltas para esticar a corrida. Na realidade, isso nem fazia sentido, pois combináramos um preço fixo.
A rua que pegamos era muito mais modesta do que a avenida. Meu sentimento de mal-estar foi crescendo. À frente, uma série de desvios. À medida que nos distanciávamos da avenida principal, as ruas iam se estreitando e as casas ficando mais simples. Passamos por um cruzamento e vi uma placa escrita em árabe.
Enquanto o número de desvios aumentava, a paisagem adquiria contornos ermos, restringindo-se a uma interminável fileira de casas às escuras, sem uma vivalma na rua.
Reparei que, de tempos em tempos, o motorista me olhava discretamente pelo retrovisor. Isso me deixou ainda mais apreensivo. Se pretendia me assaltar ou algo semelhante, eu estaria no meio do nada. Com cuidado, tirei meu canivete da mochila. Abri-o e o mantive escondido na mão.
De repente, ele fez uma manobra brusca, o que não era lá muito aconselhável para um carro em estado precário. Saímos do asfalto e entramos por uma estrada de terra batida, onde uma árvore dificultava a passagem. Os buracos eram constantes e, num deles, tive a impressão de que o pneu havia furado.
O motorista demonstrava estar intranqüilo e corria a toda velocidade. Meu coração batia acelerado. Estava perplexo; não entendia o que se passava e o que aquilo tinha a ver com o caminho para Israel. Após o terceiro ou quarto buraco que sacudiu o veículo, bati com a cabeça no teto com certa violência. Ele balbuciou algo em árabe e eu não entendi. Freou de maneira brusca, levantando uma espessa camada de poeira. Assim que parou, me pediu para esperar.
Estava atônito e sozinho. Saltei com o canivete na mão e a mochila nas costas. Mantive a porta do carro aberta. Eram 5h05 da manhã e o frio persistia.
O taxista sumiu, evaporou-se. Voltou-me à cabeça aquela pergunta: será que tomara a decisão correta indo para a Jordânia? Andava de um lado para o outro, sem me afastar do veículo. Minhas mãos congelavam e o canivete queimava como uma pedra de gelo, mas continuava agarrado a ele com firmeza.
Foi então que vi dois jovens caminhando em minha direção. Assustei-me, pensando que seria assaltado. Entretanto, eles me olharam com ar calmo e seguiram em frente. Constatei, enfim, que estava numa montanha. Via o Centro da cidade ao longe. Muito nervoso, passei a ouvir vozes.
Algumas casas tinham as luzes acesas. Imaginava como conseguiria sair dali sem falar uma palavra de árabe. Afinal, notei que as vozes vinham de alto-falantes e tinham um ritmo constante. A paisagem era bucólica, com o tom dos lamentos ao fundo servindo para realçá-la. Os indícios da aurora se anunciavam, embora quase imperceptíveis para olhos menos atentos.
Enfim, aquele som monótono soou alto bem atrás de mim. Para minha surpresa, o canto da ladainha começara na casa onde o motorista entrara. A quantidade de luzes acesas foi crescendo. Agora, já não sabia se o sentimento predominante era o de medo ou o de achar tudo bastante inusitado. Estava num morro, talvez no subúrbio de Amã, ao lado de uma Mercedes velha, com um canivete na mão e cercado de mesquitas. Enquanto os galos ensaiavam os primeiros movimentos de sua sinfonia matinal, os muçulmanos rezavam. O motorista, Kalil, retornou e pediu desculpas por ter me feito esperar.
Enquanto conversávamos, fechei o canivete e guardei-o na mochila, com uma pitada de remorso por ter suspeitado de que o homem fosse um assaltante. Este foi o choque cultural inaugural da viagem.
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Na minha viagem pela Terra Santa fiz amizade com um jovem druso que me contou que naquela vila moravam cerca de seis mil do seu povo. Ele explicou que o casamento para os drusos é da seguinte maneira. Primeiro, a gente encontra uma menina. Se estiver interessado nela, tem de falar com os pais sobre a família dela. Então, eles vão consultar os pais dela para ver o que acham. Se disserem que sim, que não têm nada contra, é marcado um jantar entre as famílias. Se o namoro der certo, deve-se construir uma casa e depois casar.
É proibido pela nossa lei se casar com uma menina que não fosse drusa. A maioria das famílias drusas é grande. São aproximadamente cinquenta mil drusos em Israel. Mas há outros na Síria, no Líbano e na Jordânia. A maioria vive no Oriente Médio.
A religião foi fundada por um egípcio de nome Aldarzi, provavelmente em mil e vinte e nove. Hoje não há drusos no Egito. Estes rezam em lugares especiais para rezar, os helwa. Há locais separados para homens e mulheres.
Não é possível se tornar um druso. Esta é uma religião secreta. Maomé era contra a criação de uma nova religião. Por uma questão de estratégia, os drusos foram morar no alto das montanhas de Golan, pois isso facilitava a defesa se houvesse algum ataque. O povo rezava escondido. Só pode ser druso quem nasce da união de drusos, não pode se converter. Não é permitida a união conjugal com outros povos.
Para se tornar um druso religioso demora cerca de seis meses e tem-se que ser aprovado pelos religiosos da helwa.
Eles acreditam em Deus e em reencarnação. Não são muitos os que conseguem rever suas famílias.
Não era uma questão de acreditar ou não, pois seria estupidez não estar aberto para aprender o novo ou o diferente. No entanto, em ocasiões como essa, formação e religião se misturam. Não é fácil encarar com naturalidade, de uma hora para outra, filosofias de vida tão diversas.
Ao mesmo tempo, esse é um dos fatores mais fascinantes de toda viagem: a oportunidade de conhecer pessoas, lugares e culturas distintas. Isso mexe com a gente, obrigando-nos a enxergar as coisas de outro modo, a entender que existem vários pontos de vista e tentativas de encarar a realidade; aqui, tratava-se do grande dilema humano: a aceitação da morte.
Quem permanece plantado na rotina, fica cristalizado, pensando de um jeito só,ano após ano. Perde-se, assim, talvez, o principal sentido da vida, que é simplesmente viver com prazer. Não se cresce, não se desenvolve a capacidade de discernimento e valores equivocados criam raízes na alma, fazendo brotar a hipocrisia e a infelicidade.
Estava curioso para conhecer os portões das muralhas da Cidade Velha, uma das atrações de Jerusalém. Elas se estendem por quatro quilômetros, alcança a altura de vinte metros e conta com sete grandes e famosas portas: “Os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém” (Salmos 122:2). Por isso, transpus o portão Herodes ou porta das Flores, que é a entrada para o bairro muçulmano,e, através de informações, descobri o albergue.
Atravessei um pátio e dei na cozinha. Lá dentro, na sala de tevê, fui abordado pela recepcionista, uma tcheca chamada Blanka, que me indicou o dormitório, repleto de gente. Na realidade, a hospedaria não me agradara, pois ficava numa área que não parecia oferecer segurança à noite. Saí para espairecer e, próximo ao portão Jaffa, deparei-me com o albergue Petra, que era bastante acolhedor. Decidi que no dia seguinte mudaria de hospedagem, deixando um recado para Michael com o novo endereço.
Andar pela Cidade Velha foi uma experiência inusitada. Suas ruas estreitas e a multiplicidade de caminhos impressionavam. O comércio era intenso. As diversas igrejas e religiões e os vários locais sagrados criavam um clima de charme todo especial. Era raro um carro passar por ali. Continuei pelas ruelas sem destino, apenas para fazer um reconhecimento. Observando as construções, encantava-me com a arquitetura. l.
Naquele dia, às quatro da tarde, seria celebrada a missa em honra do santo patrono da igreja de São Estevão, próxima à saída do portão São Estevão ou portão dos Leões, na muralha oriental,logo à direita na estrada para Jericó.
Como o templo pertence aos gregos ortodoxos, este é o único dia do ano em que é permitida a entrada de católicos. Aproveitei e fui à missa, que contou com a presença de padres franciscanos. Dentro da igreja, uma pedra ocupava grande parte da nave, simbolizando onde São Estevão foi apedrejado, para se tornar o primeiro mártir dos cristãos.
Na parede, destacavam-se afrescos com representações bíblicas referentes a este acontecimento. A celebração foi em italiano e durou cerca de meia hora. Quando saí, o céu se nublara e ameaçava chover.
O próximo destino era o cenáculo: “Onde queres tu que nós vamos preparar-te o que é necessário para comermos a Páscoa? Enviou-o, pois a dois de seus discípulos e disse-lhes: ‘Ide à cidade e lá vos sairá ao encontro um homem que levará uma bilha de água; ide atrás dele: e onde quer que ele entre, dizei ao dono da casa que o Mestre diz: ‘Onde é o aposento em que eu poderei comer a Páscoa com meus discípulos? ’ E ele vos mostrará um cenáculo, todo mobiliado, e preparai-nos lá o que é necessário. E partiram seus discípulos e chegaram a cidade e acharam tudo como ele lhes havia dito e prepararam a Páscoa” (Marcos 14:12-15).
Cerca de 25 metros adiante, entrei numa portinha que ficava do lado esquerdo da rua. Dessa vez, eram 22 degraus de escada a subir, até uma sala onde havia apenas uma cadeira e uma mesa.
Ao fundo, outra porta, que transpus e vi que dava em um pátio interno. Logo, outra porta e, ao passar por ela, encontrei enfim o cenáculo, a sala onde Jesus lavou os pés dos discípulos, realizou a Última Ceia e instituiu o mistério da Eucaristia, na noite anterior à sua prisão: “E chegada que foi a hora, pôs-se Jesus à mesa e com ele os doze apóstolos… Também depois de tomar o pão, deu graças e partiu-o, e deu-lho, dizendo: ‘Este é o meu corpo que se dá por vós: fazei isto em memória de mim.’ Tomou também da mesma sorte o cálice, depois de cear, dizendo: ‘Este cálice é o Novo Testamento em meu sangue que será derramado por vós’” (Lucas 22:14-20).
Foi ali também que, sete semanas depois, o Espírito Santo se manifestou a Maria e aos apóstolos durante o Pentecostes. Ao notar a presença de um altar, fui até lá e me ajoelhei para rezar. Estava sozinho e fui tomado de novo por uma estranha sensação, essa assustadora.
Ainda ajoelhado, levei as mãos à barriga e comecei a me contorcer com uma dor insuportável, que me fez chorar copiosamente. Era como se minha cabeça fosse explodir. Já estava há muito tempo em Jerusalém e começava a perder o autodomínio e ficar profundamente alterado. Meu envolvimento com a cidade chegara a tal ponto que tive medo de poder manifestar sintomas da conhecida e dolorosa síndrome de Jerusalém. De repente, o coração começou a acelerar tanto que mal consegui respirar. Desesperado, puxava os cabelos com força para ver se aliviava a dor de cabeça. Sentia um cataclismo dentro de mim, como se uma raiz de árvore estivesse se fixando no organismo para crescer e explodir, rompendo o meu corpo. Já não tinha qualquer sentido tátil, a visão se alterara, a audição estava comprometida, o paladar não se fazia notar e os cheiros anteriores desapareceram, sendo substituídos por uma mistura alucinante de odores florais. Não existia mais massa corpórea, como se tivesse me tornado uma espécie de fluido flutuando pelo espaço. Tentava encontrar o chão, mas só sentia o vácuo sob meus pés.
Enquanto isso, as lágrimas corriam livremente pelo meu rosto, sem parar e intensas. Sem controle sobre mim mesmo e desorientado, tentei fazer longas inspirações para oxigenar o cérebro, expirando mais discretamente. Repeti o movimento inúmeras vezes até que constatei que estava voltando para o meu corpo. Aos poucos, a dor de cabeça diminuiu e as contrações do estômago desapareceram. Só então me dei conta de que ainda estava ajoelhado e, com alguma dificuldade, consegui equilíbrio para me levantar. Saí dali aflito e perturbado. A próxima parada seria o albergue, o mais rápido possível.
A antiga aldeia de Betânia ficava na encosta leste do monte das Oliveiras, onde se situa hoje a vila árabe de El Azaryia. Ali, Jesus passou em seu caminho de Jericó para Jerusalém. Além disso, tornou-se um lugar especial para ele. Quando vinha pregar em Jerusalém, se hospedava em Betânia, na casa de Maria, Marta e Lázaro, impossibilitado de passar a noite naquela cidade, por causa das tramas dos fariseus.
Foi lá que Jesus encontrou corações abertos que o amavam e esperavam-no ansiosos em todas as ocasiões. O episódio da ressurreição de Lázaro teve ali o seu cenário: “… Betânia ficava perto de Jerusalém, a uns quinze estádios. Muitos judeus tinham vindo até Maria e Marta, para as consolar da perda do irmão… Retiraram então a pedra, Jesus ergueu os olhos para o alto e disse: ‘Pai, dou-te graças porque me ouviste. Eu sabia que sempre me ouves; mas digo isso por causa da multidão que me rodeia, para que creiam que me enviaste.’ Tendo dito isso, gritou em alta voz: ‘Lázaro, vem para fora!’ O morto saiu com os pés e mãos enfaixados e com o rosto recoberto com um sudário…”(João 11: 41-44).
Pouco depois, avistamos a igreja de Lázaro. Perto da entrada do templo franciscano, uma placa dizia: “Hoje, como no passado, o amor de Jesus busca um refúgio onde seja amorosamente aguardado e onde Ele possa descansar. Ele acha nossos corações cheios de distrações: pessoas, trabalho, nossos próprios interesses. Ele anela que esvaziemos nossos corações e que O recebamos com amor.” Vi um senhor aparando um jardim florido e fiz-lhe um sinal com a cabeça, pedindo-lhe que nos indicasse o local que procurava. Com a mão direita, ele apontou para que fôssemos em frente e virássemos à esquerda. Deparamo-nos com um portão de ferro que tentei abrir duas vezes, mas estava trancado. Contornamos o pátio e vimos um minarete de uma mesquita muçulmana ao lado da igreja. Dessa vez, acertamos e entramos em umas grutas que ficavam à esquerda. Assustei-me, pois estava muito escuro e notei um vulto vindo em nossa direção. Era o padre Cláudio. Disse-lhe que procurava o túmulo de Lázaro e ele me indicou. O guia recomendou que abaixássemos a cabeça nas escadas.
Nunca damos muita importância a normas de segurança até acontecer algum problema. Por via das dúvidas, costumo atender às recomendações. Abaixamos a cabeça e começamos a descer. Gustavo levou um belo escorregão e chegou lá embaixo na minha frente. A descida se fazia por 24 degraus íngremes do século XVII e era bastante escorregadia. E mal iluminada.
A gruta era fantástica. O espaço lembrava uma pequena sala. Uma perfuração na rocha indicava onde ficava o túmulo de Lázaro propriamente dito. Na antecâmara, podia-se ler em uma placa essa palavras: “A glória de Deus será vista por aqueles que em tempos de maior angústia E desespero depositam sua fé em Jesus, na certeza de que Ele é maior do que qualquer angústia, maior do que a própria morte.”
Como não havia janela, o ar era abafado. Mostrei a Gustavo a passagem bíblica. Jesus não atendeu ao pedido de Maria e Marta e não foi até seus amigos em seu momento de grande aflição, deixando que a morte se abatesse sobre eles, na figura de Lázaro. E porque queria que eles fortalecessem a sua fé e aguardassem a hora certa. A virtude da paciência lhes foi exigida e ensinada, num instante difícil e crucial. Portanto, nos dias atuais, que fique a lição: a paciência para obter um bom resultado é uma das melhores opções para que possamos atingir o equilíbrio e, em conseqüência, os nossos objetivos. Prosseguindo, depois de ter ressuscitado Lázaro, Jesus agradeceu a Deus por isso.
Sabe de onde vem a palavra Jerusalém? Vem do nome do deus dos cananeus, Salém. Por volta de mil antes de Cristo, a cidade foi tomada pelo rei Davi. Para cá foi trazida a Arca Sagrada. Ao longo de sua história, Jerusalém foi invadida por egípcios, babilônios, gregos, romanos, persas, muçulmanos, cristãos, mamelucos e turcos. Só foi retomada para os judeus por Herodes, em vinte e dois antes de Cristo. Durante o domínio dos procuradores romanos, após a morte de Herodes, viveu períodos turbulentos.
O cristianismo começou a se destacar somente no século quatro da nossa era, quando se tornou a religião oficial do Império Bizantino, sob o domínio de Constantino. A visita da mãe do imperador, Santa Helena, marcou o início da construção das primeiras igrejas cristãs na Terra Santa.
Não existe outra cidade que tenha sido causa e palco de tantos conflitos como esta. Foram e continuam sendo inúmeras as disputas étnicas e de fé religiosa, e as barreiras políticas. E pensar que aqui estão lugares santos reverenciados pelas três maiores fés monoteístas do mundo, que são um constante atrativo para peregrinos de todas as nacionalidades.
Compramos duas tequilas, quatro garrafas de vinho e seis cervejas só para a nossa turma. Assistimos do terraço ao último pôr-do-sol daquele ano, enquanto víamos os pontos de luz dominarem aos poucos a paisagem da velha Jerusalém. Por isso, sentamos logo e rezamos, junto com outros que convidáramos para cear conosco, totalizando 15 pessoas à mesa. O cardápio incluía peru, arroz, salada e frango assado com batatas. Estava uma delícia. Satisfeitos, fomos de novo para o terraço, com colchões, cobertores, violão e muita bebida.
Admirar a cidade de Jerusalém daquele ponto privilegiado e estar com amigos tão fraternos parecia um sonho. Ouvia o som das músicas e das pessoas cantando alegres ecoando no fundo do coração. Estar rodeado por um clima de felicidade em estado puro é uma oportunidade rara e rica em sensações. A energia positiva que aquele grupo irradiava era tão intensa que foi atraindo outros hóspedes do albergue. Começamos a contagem regressiva em voz alta. Minha mente pulsava a mil:
— Dez…
Retornei, num flash relâmpago, a Amsterdã e me vi andando de meias pelo aeroporto.
— Nove…
Ouvi, misturado às vozes, o som do mar e das gaivotas em São José do Acre.
— Oito…
Olhei para cima e o facho de luz me trouxe a imagem do anjo Gabriel anunciando a vinda do Menino Jesus a Maria.
— Sete…
Apurei o olfato e quase sentia o aroma dos pinheiros mesclado ao do mar da Galiléia.
— Seis…
Veio-me à boca o gosto das frutas que provei enquanto conversava com os drusos.
— Cinco…
Voltei às cavernas de Qumran, levado pela brisa suave que soprou.
— Quatro…
Percorreu-me o corpo um frio que quase se confundia com o do deserto, na noite que passei no acampamento dos beduínos.
— Três..
Arrepiou-se toda a minha pele, não sabia se por causa do vento ou pela lembrança dos milhares de crânios das crianças imoladas por Herodes.
— Dois…
Ouvi nitidamente o riso de Mohamed enquanto ceávamos pertinho de onde Jesus nasceu em Belém.
— Um…
De olhos fechados, me vi na igreja do Santo Sepulcro, com os seus cânticos e o cheiro de incenso que vinha dos turíbulos. Abri os olhos lentamente e gritei a plenos pulmões, com o coração transbordando de alegria:
— Feliz ano-novo!
Todos se abraçavam emocionados no primeiro minuto do dia consagrado à confraternização universal. Pessoas de várias partes do mundo que, por alguma razão, estavam ali naquele momento especial cumprimentavam outras que provavelmente jamais voltariam a ver. Eu, Richard, Gustavo e Salvador nos aproximamos e nos unimos os quatro em um longo abraço. Interrompi o “laço” que formáramos para dizer o quanto aquela ocasião seria inesquecível para mim. Com lágrimas nos olhos, voltamos a nos abraçar.
O tempo voou sem que eu percebesse. Eram cinco da manhã, a festa já terminara, mas eu e Salvador ainda estávamos cheios de gás. Por isso, resolvemos sair e ir ao Centro de Jerusalém, na cidade nova. Na rua, fazíamos serenatas para os casais apaixonados. Em uma esquina, nos deparamos com um rapaz e uma moça que davam a impressão de não estarem se entendendo muito bem. Fiz um sinal para Salvador, e ele começou a dedilhar no violão uma canção de Augustin Lara. Aproximei-me deles o mais amistosamente possível, para que não se assustassem.
— Solamente una vez… — comecei.
Eles ficaram surpresos. A moça sorriu primeiro. O rapaz se descontraiu quando dei um agudo meio desafinado, mas com uma tremenda boa intenção. Minha interpretação foi ficando fervorosa e reparei que ele dera a mão a ela. Empolgado, apurei ainda mais a garganta.
— … amé en la vida…
Quando arrematei a música, os dois estavam se beijando apaixonadamente. Parei e olhei para Salvador, que ostentava um sorriso tão largo quanto o meu.
— O beijo é a única música que faz esquecer as lágrimas — disse-lhes Salvador.
— Feliz ano-novo para vocês — desejei, com sinceridade.
Onde reside o conhecimento está o líder para enfrentar desafios e resolver problemas. Isto é o que dá força à equipe: a livre manifestação dos talentos em benefício dela mesma e da organização.
Um dos fatores de sucesso do futuro será compartilhar o conhecimento e para isso há algumas dicas para você se posicionar com relação à gestão do conhecimento na sua unidade de trabalho: analise que conhecimentos são valiosos para a organização; garanta que não haja barreiras à difusão deles; utilize facilitadores; crie processos para que os conhecimentos cheguem às atividades e projete uma infra-estrutura que permita ter acesso a esse conhecimento com facilidades.
O objetivo é maximizar o potencial dos conhecimentos que existem numa organização. A meta é fazer com que todo conhecimento valioso esteja à disposição de todas as pessoas. O conceito de organização que aprende parte de experiências enquanto a gestão do conhecimento tem a ver com o aproveitamento dos recursos resultantes do conhecimento.
A gestão do conhecimento concentra-se nos conhecimentos ainda não descobertos que poderiam ser aproveitados, enquanto a organização que aprende enfatiza a forma de aprender continuamente a fim de poder melhorar. Compartilhar conhecimento é poder.
A liderança consiste em transmitir energia. A capacidade do líder de conseguir essa adesão depende em parte de como fluem as emoções dentro do grupo. Já vimos como as emoções se disseminam a partir da pessoa mais expressiva do grupo.
As pessoas passam mais tempo olhando para o líder do que para as outras e tendem a imitá-lo, mas uma pequena mudança na expressão facial ou no tom da voz de uma figura poderosa pode ter mais impacto do que demonstrações de sentimentos por alguém que ocupe uma posição de menor destaque.
Os líderes bem sucedidos exibem um alto grau de energia positiva, que se espalha por toda a organização. Além disso, quanto mais positivo for o ânimo do líder em um grupo, mais positivos, prestativos e cooperativos serão os membros do grupo. Esse carisma emocional depende de três fatores: ter emoções fortes, ser capaz de expressar essas emoções com vigor e ser um transmissor emocional mais do que um receptor.
Pessoas altamente expressivas comunicam-se por meio de suas expressões faciais, voz, gestos, todo o seu corpo. A tarefa do líder baseia-se numa ampla gama de habilidades pessoais. A liderança acarreta inflamar a imaginação das pessoas e inspirá-las. É preciso mais do que o simples poder para motivar e liderar. A maior diferença entre líderes excelentes e os medianos está no seu estilo emocional. Os líderes mais eficazes são mais positivos, expansivos, sociáveis.
Após uma década priorizando o gerenciamento de processos, as empresas começam a perceber a necessidade de dar ênfase à administração de pessoas, pois é cada vez mais difícil substituir profissionais qualificados. O ritmo acelerado das mudanças é emocionante, mas em um mundo onde tudo é incerto não surpreende que uma das primeiras baixas tenha sido a confiança no ambiente de trabalho. Infelizmente, as organizações de hoje são altamente imprevisíveis.
Num ambiente turbulento, líderes devem formular perguntas que façam com que o sistema descubra a nova direção a seguir. Em vez de proteger a todos da ameaça, o líder deve gerar energia/motivação para enfrentar o desconforto e os desafios da mudança.
Em vez de manter as normas, os processos e os sistemas, o líder deve dizer: “Temos de estabelecer novas normas, processos e sistemas, pois os antigos já não funcionam mais”. Uma vez que o conflito é uma fonte valiosa de novas ideias, em vez de reprimi-los, o líder pode controlar sua manifestação dentro de limites, para que gere trabalho produtivo. Em vez de orientar as pessoas, o líder poderá desorientar as pessoas propositadamente, como forma de impelir à criação de novos papéis, estruturas e formas de operação.
Empresas vencedoras devem seu sucesso ao fato de ter líderes que fomentam outros líderes em todos os níveis. Estas sabem o valor de ter pessoas capazes e despendem tempo e esforço para fazer com que todos desenvolvam habilidades de liderança.
O maior legado que os líderes bem sucedidos podem deixar são os outros líderes bem sucedidos que ajudaram a desenvolver. Os melhores líderes sabem a hora certa de sair de cena. Isso requer um nível de segurança interior que permite ao líder manter em sua equipe talentos que sejam melhores que ele próprio.
As empresas estão se “descontruindo” em unidades menores de negócios para se tornarem mais competitivas. Mesmo as que estão buscando economia em escala por meio de fusões e aquisições estão se reestruturando em unidades menores, mais autônomas.
Em vez de poucos líderes no topo da pirâmide como no passado, as empresas passaram a necessitar de muitos líderes em vários níveis nos seus diferentes negócios e a disponibilidades de líderes para empresariar produtos, áreas geográficas e clientes passou a ser o diferencial dessas.
As empresas precisam construir “organizações que ensinam”, ou seja, capazes de moldar líderes. Há grandes líderes que dedicam grande parte de seu tempo em ensinar pessoas.
A formação de novos líderes deve fazer parte dos compromissos que os líderes das organizações possuem. O grande desafio será liderar pessoas que estão fora das paredes da empresa: clientes, autoridades, acionistas e investidores e até mesmo seus competidores.
Líderes eficientes enxergam possibilidades que os outros não vêem. Essa percepção mais ampla se origina da consciência da parcialidade que colore sua própria visão e a de outras pessoas. A capacidade de enxergar significa assumir o papel do outro, ou seja, de distinguir o que é daquilo que nós desejamos que seja.
No entanto, os líderes precisam saber e querer ouvir. A arte de ouvir – ato é impulsionado pela curiosidade e empatia- é muito mais sutil do que pensa a maioria. Grandes líderes não só ouvem o que as pessoas estão dizendo, mas também como elas dizem. Há uma necessidade latente de ter o senso de auto-importância, pois temos uma necessidade natural de nos sentirmos importantes e as pessoas que sentem que os outros precisam delas podem passar a vida toda resolvendo os seus problemas.
De tanto resolver e estimular a solução dos problemas dos outros, você cresce na organização e fica mais difícil ouvir e aprender, como se tivéssemos todas as respostas.
A liderança é a habilidade de criar uma visão positiva do futuro, aliada à capacidade de decompô-la em passos menores os objetivos e, ao mesmo tempo, tenacidade para desenvolver e implementar as estratégias para conduzir nossas ações até aos objetivos e, por decorrência, a concretização da visão.
Por isso, o líder deve ter a alta capacidade de persuasão e motivação, para mover as pessoas acreditarem e compartilharem de seus sonhos e suas visões. Tem que preocupar-se pelo desenvolvimento de sua equipe. Deve ser um educador, um mestre, e ao mesmo tempo um aluno, sendo capaz em transferir aos outros conhecimentos e humildade o bastante para aprender.
Ser líder envolve a coragem de encarar a realidade e ajudar as pessoas à sua volta para que façam o mesmo. Os líderes oferecem direção, mas isso significa fazer perguntas bem estruturadas, em vez de fornecer respostas definitivas. Liderança significa influenciar a organização a enfrentar problemas e aproveitar oportunidades, mobilizar as pessoas para que possam resolver desafios.
Um verdadeiro líder enfatiza o futuro e quase sempre é tido como modelo. Olham-no como pessoa capaz de ajudá-lo a obter a profunda satisfação pessoal que buscam. Ser um líder significa ter o poder para moldar o presente e o futuro de uma organização através da cooperação de um grupo.
A igreja dos Pães e Peixes foi construída no século IV. Situada a quase duzentos metros da estrada, rememorava um dos milagres mais conhecidos de Jesus, o da multiplicação: “Jesus, porém, lhes disse: ‘Não é mister que vão; dai-lhes vós de comer.’ Então, eles disseram: ‘Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.’ E ele disse: ‘Trazei-mos aqui.’ E, tendo mandado que a multidão se sentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e erguendo os olhos ao céu, os abençoou e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços que sobejaram doze alcofas cheias. E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças” (Mateus 14:16-21).
Assim que cheguei, avistei uma placa na entrada: “Jesus, o Amor encarnado, sente-se compelido a ajudar onde quer que Ele veja os seus filhos passando necessidades ou aflições. Mas Ele espera por mãos vazias estendidas para Ele, nas quais possa depositar as suas dádivas.”
O prédio foi criado para reproduzir o estilo bizantino, usando vários dos mosaicos originais. Não havia cadeiras no interior e a simplicidade era a tônica, apesar de a nave ser espaçosa e longa.
Fui direto até o altar. Ajoelhei-me e agradeci pelo privilégio de poder estar vivendo aquela experiência. Ao baixar os olhos, porém, percebi que estava ao lado de onde teria sido realizado o milagre.
No chão, um mosaico de pedras desenhava peixes e pães, e servia de marco. Feito no século V era um exemplar do que há de melhor na arte bizantina. Se cada ser humano pudesse multiplicar seus esforços para ajudar o próximo, com certeza todos nós estaríamos praticando as mensagens de Jesus.
Meu destino era a igreja de São Pedro de Gallicantu, que significa o “canto do galo”, construída onde se acredita ter sido a casa do alto sacerdote Caifás, no tempo da prisão de Jesus. Segundo a tradição, teria sido ali que Pedro negou o Mestre, de acordo com a profecia de Jesus: “Antes que o galo cante hoje, me negarás três vezes” (Mateus 26:34). E, assim: “Estando Pedro embaixo do pátio, veio uma das criadas do sumo sacerdote e, vendo a Pedro que se aquentava, fixou-se e disse ‘tu também estavas com Jesus, o Nazareno’. Mas ele o negou, dizendo: ‘Não o conheço, nem compreendo o que dizes’. E saiu para o alpendre e o galo cantou” (Marcos 14:66-68).
Ao confirmar que Pedro o negara, foi com um olhar entristecido pela dor insuportável que Jesus respondeu ao seu discípulo: “Voltando-se o Senhor, fixou os olhos em Pedro… Então Pedro, saindo dali, chorou amargamente” (Lucas 22:61-62). Nesta reação ao comportamento reprovável de seu seguidor, descobrimos o coração de Jesus. Embora Pedro tivesse lhe infligido tamanho sofrimento, ele não o rejeitou, nem perdeu a esperança por ele.
Ao entrar na igreja de São Pedro de Gallicantu, vi a indicação de uma gruta. A construção era bonita e bem conservada, com o chão todo branco e as cadeiras estofadas em verde-escuro. Nas paredes, pinturas sobre Pedro e outras passagens bíblicas. Atrás do altar, um afresco de Jesus sendo julgado pelos judeus. A cúpula era bem alta. A iluminação, em forma de uma imensa cruz, contribuía para criar uma atmosfera viva e calma ao mesmo tempo.
Fiz uma oração e fui visitar a gruta. Tive de abaixar-me, pois a passagem até ela era pequena. Provavelmente, ali teria sido a casa de Caifás, antes referida. Escavações que vêm sendo realizadas já determinaram 12 divisões na área que cobria a mansão; em uma das grutas, foi descoberto um conjunto completo de pesos e medidas, além de balanças, que eram usados pelos sacerdotes. À minha direita, havia uma gruta maior, onde eram celebradas missas.
Subi a escada macabea do tempo dos hasmoneus, que ligava a Cidade de Davi à Cidade Alta (monte Sion), no período do segundo templo. Ao lado dela, uma placa: “O olhar triste de Jesus por causa do pecado de Pedro cai sobre nós agora, na esperança de que nós também derramemos lágrimas de arrependimento pelo nosso pecado. Quanto mais choramos em contrição por termos magoado Jesus, tanto mais ardente será o nosso amor por Ele.” No topo, havia a representação em metal de uma passagem bíblica.
A peregrinação estava me fazendo muito bem. Sozinho, sem compromissos, tentava entender o funcionamento do meu corpo e da mente. Não me sentia solitário. Estava fascinado com os aspectos que se delineavam na busca do autoconhecimento. Exercitava a todo instante a paciência, para reaprender ou simplesmente compreender quem eu era, o que fazia e para onde iria.
Jesus me serviria de guia e exemplo, pois são inúmeras as provas de sua paciência infinita. Certa vez, por exemplo, enviou mensageiros à sua frente para reservar pousada numa aldeia de samaritanos. Mas estes não foram sequer recebidos. Os moradores não quiseram qualquer tipo de relacionamento com eles, ao saberem que seguiam para Jerusalém. Quando foram informados do ocorrido, Tiago e João perguntaram a Jesus: “‘Senhor, queres que mandemos descer o fogo do céu para consumi-los?’ Jesus os repreendeu dizendo: ‘Vós não sabeis de que espírito sois. Pois o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las’” (Lucas 9: 54-56).
Ao lado da basílica da Anunciação ficava a igreja de São José ou da Sagrada Família, onde foi a carpintaria de José. Próximo à entrada dela, no muro do convento franciscano, uma placa dizia: “Ninguém na terra, com respeito à sua posição e capacidade, jamais foi tão incompreendido, depreciado e degradado como Jesus, o Filho de Deus, quando viveu, como menino e carpinteiro em Nazaré. Aquele que ama Jesus escolhe o Seu caminho.”
A igreja ficava na parte superior do terreno. Dentro dela, uma pintura retratava o cotidiano da Sagrada Família. Uma escada com 13 degraus levava ao subterrâneo, onde ficava a carpintaria, agora conhecida como a gruta da Sagrada Família. A pilastra à direita era moderna. Ali, foi erguido um altar para a celebração de missas. Num canto, havia uma perfuração na parede protegida por uma grade de ferro. Através dela, avistava-se uma sala ainda mais profunda, que era o sítio arqueológico propriamente dito. Aparentava estar muito bem conservado.
No entanto, o acesso era vetado. Fiquei sentado por quase meia hora refletindo sobre a vida de José, sobre as inquietações que lhe assaltaram o coração diante da gestação da mulher, prestes a ser mãe de um filho que não era dele, sobre suas dúvidas, sua angústia, seu sofrimento e a solidão a que foi relegado pela história. Afinal, não deve ter sido fácil para ele o papel de coadjuvante em uma situação tão delicada: “E José, seu esposo, como era justo, e não queria infamá-la, resolveu deixá-la secretamente. Mas andando ele com isto no pensamento, eis que lhe apareceu em sonhos um anjo do Senhor dizendo: ‘José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher: porque o que nela se gerou é obra do Espírito Santo: e ela dará à luz um filho: e lhe chamará por nome JESUS: porque ele salvará o seu povo dos pecados deles’” (Mateus 1: 19-21).
José era um homem simples e aquela era a sua terra natal. Como teria sido a vida dele? Por que foi escolhido? Como era? Como seriam os seus amigos? Que tipo de sonhos tivera na infância? Gostaria de poder conversar com ele e saber como era a sua relação com Jesus.
Ao sair da igreja, perto da hora do almoço, o tempo estava instável, semelhante ao meu estado de espírito. Aqueles primeiros passos já me apontavam que não seria o mesmo após essa aventura única.
Saí do albergue às oito horas, passei pela torre de Davi e fui rumo ao portão Zion. De lá, atravessei a rua, segui em frente por uns vinte metros e virei à direita acompanhado de um jovem militar. Diante de uma bifurcação, optei pela direita e cheguei à igreja da Dormição no monte Sion. Ali, a Virgem Maria caiu no “sono eterno”.
A temperatura estava amena. A torre do monastério dos Guardiões da Muralha tinha o domo em forma de capacete de soldado; nada mais apropriado. Logo que entrei, fui ao altar para observar os detalhes do delicado afresco em que Maria segurava no colo o Menino Jesus, que trazia um livro aberto nas mãos. Em cada lado da nave, havia três oratórios. A cúpula era simples e redonda, e as cadeiras não eram fixas.
Fui em direção à gruta da Dormição, local da morte de Maria. A crença comum é que ela viveu com João em Jerusalém e morreu pouco antes de sua saída para a missão em Éfeso, possivelmente no ano de 48 ou 49. Portanto, deveria estar na casa dos setenta quando morreu. O mês e o dia exatos são um mistério: no século VI, um decreto de Maurício, imperador oriental, consagrou a data de 15 de agosto à memória da morte e assunção de Maria. Desci 24 degraus e deparei-me com uma efígie em tamanho natural, feita de cerejeira e marfim, da Virgem Maria no leito de morte.
Cercando a imagem, havia seis pilastras e o mesmo número de pequenos oratórios, cada um com um afresco. Encimando a imagem de Maria, uma cúpula cobria-se de mosaicos retratando heroínas bíblicas — Eva, Naomi, Iael, Débora e Ester — que estão com a Madona em seu sono eterno. Sentei-me, numa espécie de contemplação. No entanto, alguns segundos depois, movido por um impulso, levantei-me e fui caminhando lenta e mecanicamente em direção à Virgem Maria. Pulei a cerca de proteção e toquei sua face. A sensação foi estranha, como se estivesse visitando o túmulo de um parente com quem tinha ligações profundas.
Não sabia se estava perturbado ou emocionado demais, mas pude observar no rosto dela um caminho de lágrima já percorrido. Após instantes em uma espécie de transe, de que não guardo memória do que ocorreu, despertei. Ao perceber onde estava, saí rapidamente. Nunca perdera assim o autocontrole e a razão; por isso, o que aconteceu comigo ali até hoje continua inexplicável.
Trabalhamos com dois públicos: grupo de pessoas físicas (VIP ADVENTURE) e corporativo (VIAGEM DE INCENTIVO). É o mesmo conceito de viagem comercializado de maneira diferente.
Uma viagem de incentivo com foco no aprendizado é uma oportunidade de aprender na prática conceitos que muitas vezes parecem teóricos e pouco ligados à realidade de cada pessoa. É a melhor forma de premiar e motivar clientes, parceiros e funcionários de sua empresa. É um prêmio que não se pode conquistar, ele é conquistado. A exclusividade da viagem está expressa na programação, que não está disponível para passageiros comuns.
Essa viagem de incentivo com foco no aprendizado concentra-se na região de Jerusalém, Faremos passeios por Cesaria, Acco, Nazaré, Basílica da Anunciação, Igreja de São José, Igreja de São Gabriel, Igreja de Caná, Tiberíades, Monte das Beatitudes, Tagba, Carfanaum, passeio de barco pelo mar da Galileia, monte de Tabor e Nain, sítios arqueológicos em Jerico, Qmran, EinGedi, Massada, banho em EinGedi, jantar no deserto em tendas com beduínos, Basílica da Natividade, Igreja de Santa Catarina, Gruta do Leite, Igreja do Campo do Pastor, a Colina dos Herodes, as piscinas de Salomão, Monte Sion, Cenáculo ou última ceia, tumba do Rei Davi, Igreja de São Pedro de Gallicantu, Abadia da Dormição, Piscina de Siloé, Ein Karen (Igreja de São João Batista e Igreja da Visitação). Com uma equipe de apoio composta por profissionais, são apresentadas palestras com Sergio Motta vinculadas à história e curiosidades da Terra Santa com analogias sobre o tema Liderança. É a vivência, na prática, do livro Nazaré- Os Dez Mandamentos da Liderança.
Em Jerusalém, faremos passeios nos Monte das Oliveiras, Igreja da Ascensão, Igreja do Padre Nosso, Gtsemani (jardins das Oliveiras), Mesquita de Al Aqsa, Domo da Rocha, Via Dolorosa, Igreja do Santo Sepulcro, Túmulo de Lázaro, Igreja de Santa Ana/Piscina de Betesda, Túmulo de Maria, Gruta da Traição e Maquete de Jeruzalém, Museu do Livro (manuscrito Mar Morto).
Além de a programação conter entretenimento, tem como objetivo melhorar os recursos humanos da empresa procurando numa premiação aliar o conceito de incentivo e aprendizado. Tudo isso para que as empresas tenham a opção de investir numa viagem de incentivo procurando desenvolver as pessoas envolvidas para que possam aumentar cada vez mais sua produtividade.
Viagem-Aprendizado
1) Incentiva a busca de resultados
2) Incrementa o potencial profissional do participante
3) Desperta o espírito empreendedor
4) Fortalece e desperta diferenciais competitivos
5) O viajante diverte-se e aprende vivenciando situações inesquecíveis
6) Fortalece as relações profissionais dos viajantes
7) Estimula a crença em atingir metas.
São nesses cenários que serão realizadas as palestras, incluídas no conceito de VIP ADVENTURE, a união perfeita entre o prazer de uma viagem inesquecível com um tratamento VIP que o premiado merece, sempre com um apelo de ADVENTURE. Prepare-se para uma viagem surpreendente e vivencie uma experiência inesquecível enquanto desperta seus diferenciais competitivos. Essa premiação pode fazer parte de um projeto que envolva um programa de endomarketing.
Sugestão de temas que podem ser trabalho nas campanhas de viagem de incentivo- aprendizagem:
1) Tema: Aumento da carteira de clientes que no futuro irá gerar novos negócios
Campanha de incentivo: A Peregrinação na busca de clientes
2) Tema: Aumento nas metas estabelecidas de vendas
Campanha de incentivo: É VENDER para crer
3) Tema: Atingir os resultados esperados de crescimento previsto na campanha
Campanha de incentivo: A Fé no resultados
4) Tema: Premiar os melhores líderes de equipes que atingiram resultados
Campanha de incentivo: Os líderes viajam
5) Tema: Atingir os resultados esperados de crescimento
Campanha de incentivo: Em busca da Terra Santa
6) Tema: Reverter resultados negativos em épocas de crise
Campanha de incentivo: Do inferno a Terra Santa
Esse é o melhor sistema para empresas que buscam aumentar as vendas e motivar seus funcionários e clientes. Se você atua em RECURSOS HUMANOS, ofereça esse diferencial montando equipes de todos os níveis. Se a área for MARKETING ou VENDAS, a viagem servirá como excelente campanha de incentivo, investindo o prêmio em aprendizagem. Ou, então, ofereça a clientes e fornecedores para fortalecer o relacionamento.
Os roteiros duram 7 dias, em média, e podem ser montadas equipes em qualquer época do ano. Sugerem-se grupos de, no mínimo, 30 pessoas. Os preços variam de acordo com a época do ano e o formato da viagem, que pode ser adaptada à necessidade do cliente.
Na organização do seu evento, faça uma ação eficiente num programa de INCENTIVO INTERNACIONAL. Contrate o consultor Sergio Motta para realizar palestras, apresentar alguma premiação, além de um bom bate papo constante com seu público premiado na viagem. Oferecemos PROGRAMAS DIFERENCIADOS. Acesse www.aliante.com.br para fazermos o LANÇAMENTOe SUSTENTAÇÃOde uma campanha de incentivo.
“As lembranças de uma viagem duram dez anos,
os resultados de uma viagem de incentivo duram vinte anos,
uma viagem de incentivo com foco no aprendizado dura a vida toda”.
Fui conhecer a fortaleza de Herodes, localizada sete quilômetros a sudoeste de Belém. Parece ter sido construída dentro de um vulcão.
A Herodium é uma das diversas fortalezas construídas por Herodes no ano vinte antes de Cristo. Foi erguida para servir de refúgio e proteção contra seus inimigos em Jerusalém. Antes de morrer, ele pediu para ser enterrado aqui. Era um homem tão cruel e desprovido de lucidez que, no dia de sua morte, mandou matar centenas de pessoas, para se assegurar de que haveria um rio de luto e tristeza.
Fui até as piscinas de Salomão, com três imensos reservatórios: “Fiz para mim açudes para irrigar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores” (Eclesiastes 2:6). Foram construídas no tempo de Herodes, a cerca de quatro quilômetros ao sul de Belém. A água da chuva, vinda das montanhas ao redor, era levada por aquedutos a longas distâncias, suprindo Jerusalém de água durante todo o ano. O sistema é ainda hoje utilizado.
Perto das piscinas, destacava-se o monastério de Santa Maria do Hortus Conclusos ou jardim Fechado, construído no século XIX por um bispo argentino. O local era sossegado e arborizado, e a construção, maravilhosa. No caminho de volta, uma mula empacou no meio da estrada, obrigando-nos a aguardar pacientemente que ela decidisse se retirar.
Peguei um ônibus até Ein Karem, citada como Beit Ha Karem no Antigo Testamento, que significava “fonte da vinha”. É uma vila situada a sete quilômetros a sudoeste de Jerusalém e, de acordo com a tradição, é a “cidade de Judá”, associada com a vida de João Batista: “Houve um homem enviado por Deus. Seu nome era João. Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz…” (João 1:6-8).
Subindo pelas ruas estreitas, observei que os moradores ainda dormiam. Um senhor me indicou o melhor caminho para chegar à igreja de São João Batista, que avistara à minha direita, num plano elevado, assim que saltara. Na frente dela, existia uma imensa área verde. Depois do portão, contei 24 representações de passagens bíblicas no muro que cercava o templo. Diversos canteiros e seis grandes árvores compunham o jardim.
Após um lance de escadas, passei por alguns padres que conversavam. Já na porta, havia um círculo no chão, protegido por uma grade de ferro, que continha um belo mosaico da época bizantina encravado no solo, retratando pavões, pássaros e flores. Vi muitas pessoas jogando dinheiro ali.
Um padre se aproximou e me disse que a igreja fora construída sobre uma estrutura que data do tempo dos cruzados. Desde mil quatrocentos e vinte e três, já se visitava a gruta de Benedictus de João Batista. Naquela época, a área pertencia aos muçulmanos e servia de estábulo. Foi comprada com dinheiro do governo espanhol e, por isso, os párocos têm sido sempre desta nacionalidade. A decoração e os quadros também vieram da Espanha.
Ali fora a casa dos pais de João Batista, Zacarias e Isabel, ele sacerdote do templo e ela prima da Virgem Maria: “… a Isabel completou-se o tempo para o parto e ela deu à luz um filho. Os vizinhos e parentes ouviram dizer que Deus a cumulara com sua misericórdia e com ela se alegraram. No oitavo dia, foram circuncidar o menino. Queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias, mas a mãe, tomando a palavra, disse: ‘Não, ele vai se chamar João’…” (Lucas 1: 57-64).
Pinturas antigas de passagens bíblicas preenchiam as belas paredes de azulejos azuis. À direita do altar, vi um presépio lindo e delicado. À esquerda, ficava a gruta. Desci sete degraus largos. Destacava-se logo, no alto, uma pintura do batismo de Jesus por João Batista.
O teto era de pedra. Sobre o altar, havia um vaso de flores vermelhas e amarelas, ao lado de duas velas; atrás, um quadro do nascimento de João Batista; e, embaixo dele, existia uma estrela de mármore assinalando o lugar onde ele nasceu com estas palavras: “Hic precursor Domininatus est” (Aqui nasceu o precursor de Deus). Sentei-me e orei.
Trabalhamos com dois públicos: grupo de pessoas físicas (VIP ADVENTURE) e corporativo (VIAGEM DE INCENTIVO). É o mesmo conceito de viagem comercializado de maneira diferente.
Uma viagem de incentivo com foco no aprendizado é uma oportunidade de aprender na prática conceitos que muitas vezes parecem teóricos e pouco ligados à realidade de cada pessoa. É a melhor forma de premiar e motivar clientes, parceiros e funcionários de sua empresa. É um prêmio que não se pode conquistar, ele é conquistado. A exclusividade da viagem está expressa na programação, que não está disponível para passageiros comuns.
A viagem de incentivo com foco no aprendizado começa em Los Angeles e segue pelas principais cidades da Route 66 nos estados da Califórnia e do Arizona. As visitas são feitas a pontos históricos da estrada, passando por vales, desertos e cidades que ajudaram a compor a história da Mother Road. Com uma equipe de apoio, durante o percurso são apresentadas palestras com Sergio Motta vinculadas à história e curiosidades da Route 66 e com analogias sobre planejamento estratégico. É a vivência, na prática, do livro Route 66 – Planejamento Estratégico.
As principais atrações são Hollywood, os locais que serviram de cenários aos filmes Bagdad Cafe, Lawrence da Arábia, China Town e Guerra nas Estrelas III, a represa de Hoover Dam, o Grand Canyon e os cassinos de Las Vegas (Nevada). O roteiro pode ser percorrido em carros antigos e motos Harley-Davidson.
São nesses cenários que serão realizadas as palestras do Sergio Motta, incluídas no conceito de VIP ADVENTURE, a união perfeita entre o prazer de uma viagem inesquecível com um tratamento VIP que o premiado merece, sempre com um apelo de ADVENTURE. Prepare-se para uma viagem surpreendente e vivenciar uma experiência inesquecível enquanto desperta seus diferenciais competitivos.
Além de a programação conter entretenimento, tem como objetivo melhorar os recursos humanos da empresa procurando numa premiação aliar o conceito de incentivo e aprendizado. Tudo isso para que as empresas tenham a opção de investir numa viagem de incentivo procurando desenvolver as pessoas envolvidas para que possam aumentar cada vez mais sua produtividade.
Viagem-Aprendizado
1) Incentiva a busca de resultados
2) Incrementa o potencial profissional do participante
3) Desperta o espírito empreendedor
4) Fortalece e desperta diferenciais competitivos
5) O viajante diverte-se e aprende vivenciando situações inesquecíveis
6) Fortalece as relações profissionais dos viajantes
7) Estimula a crença em atingir metas.
Esse é o melhor sistema para empresas que buscam aumentar as vendas e motivar seus funcionários e clientes. Se você atua em RECURSOS HUMANOS, ofereça esse diferencial montando equipes de todos os níveis. Se a área for MARKETING ou VENDAS, a viagem servirá como excelente campanha de incentivo, investindo o prêmio em aprendizagem. Ou, então, ofereça a clientes e fornecedores para fortalecer o relacionamento.
Os roteiros duram 7 dias, em média, e podem ser montadas equipes em qualquer época do ano. Sugerem-se grupos de, no mínimo, 30 pessoas. Os preços variam de acordo com a época do ano e o formato da viagem, que pode ser adaptada à necessidade do cliente.
Na organização do seu evento, faça uma ação eficiente num programa de INCENTIVO INTERNACIONAL. Contrate o consultor Sergio Motta para realizar palestras, apresentar alguma premiação, além de um bom bate papo constante com seu público premiado na viagem. Oferecemos PROGRAMAS DIFERENCIADOS. Acesse www.aliante.com.br para fazermos o LANÇAMENTOe SUSTENTAÇÃOde uma campanha de incentivo.
“As lembranças de uma viagem duram dez anos,
os resultados de uma viagem de incentivo duram vinte anos,
uma viagem de incentivo com foco no aprendizado dura a vida toda”.
Trabalhamos com dois públicos: grupo de pessoas físicas (VIP ADVENTURE) e corporativo (VIAGEM DE INCENTIVO). É o mesmo conceito de viagem comercializado de maneira diferente.
Uma viagem de incentivo com foco no aprendizado é uma oportunidade de aprender na prática conceitos que muitas vezes parecem teóricos e pouco ligados à realidade de cada pessoa. É a melhor forma de premiar e motivar clientes, parceiros e funcionários de sua empresa. É um prêmio que não se pode conquistar, ele é conquistado. A exclusividade da viagem está expressa na programação, que não está disponível para passageiros comuns.
Essa viagem de incentivo com foco no aprendizado concentra-se na região de Cusco. Visitaremos o Vale Sagrado e as principais atrações relacionadas aos incas. Há opção no roteiro do grupo percorrer parte ou integral da trilha inca rumo a Machu Picchu dormindo em barracas. O retorno de Aguas Calientes é feito de trem. Com uma equipe de apoio composta por guias profissionais e carregadores, são apresentadas palestras com Sergio Motta vinculadas à história e curiosidades de Machu Picchu com analogias sobre Trabalho em Equipe. É a vivência, na prática, do livro Machu Picchu – Trabalho em Equipe.
São nesses cenários que serão realizadas as palestras do Sergio Motta, incluídas no conceito de VIP ADVENTURE, a união perfeita entre o prazer de uma viagem inesquecível com um tratamento VIP que o premiado merece, sempre com um apelo de ADVENTURE. Prepare-se para uma viagem surpreendente e vivenciar uma experiência inesquecível enquanto desperta seus diferenciais competitivos.
Se o princípio primordial na elaboração de uma viagem de incentivo é de ser inesquecível, essa é uma grande oportunidade para encantar seu público-alvo. Esse roteiro foi montado para equipe de vendas ou empresas comprometidas com o meio ambiente e saúde, e que buscam numa premiação, estímulos e desafios para os participantes.
Além de a programação conter entretenimento, tem como objetivo melhorar os recursos humanos da empresa procurando numa premiação aliar o conceito de incentivo e aprendizado. Tudo isso para que as empresas tenham a opção de investir numa viagem de incentivo procurando desenvolver as pessoas envolvidas para que possam aumentar cada vez mais sua produtividade.
Viagem-Aprendizado
1) Incentiva a busca de resultados
2) Incrementa o potencial profissional do participante
3) Desperta o espírito empreendedor
4) Fortalece e desperta diferenciais competitivos
5) O viajante diverte-se e aprende vivenciando situações inesquecíveis
6) Fortalece as relações profissionais dos viajantes
7) Estimula a crença em atingir metas.
Esse é o melhor sistema para empresas que buscam aumentar as vendas e motivar seus funcionários e clientes. Se você atua em RECURSOS HUMANOS, ofereça esse diferencial montando equipes de todos os níveis. Se a área for MARKETING ou VENDAS, a viagem servirá como excelente campanha de incentivo, investindo o prêmio em aprendizagem. Ou, então, ofereça a clientes e fornecedores para fortalecer o relacionamento.
Os roteiros duram 7 dias, em média, e podem ser montadas equipes em qualquer época do ano. Sugerem-se grupos de, no mínimo, 30 pessoas. Os preços variam de acordo com a época do ano e o formato da viagem, que pode ser adaptada à necessidade do cliente.
Na organização do seu evento, faça uma ação eficiente num programa de INCENTIVO INTERNACIONAL. Contrate o consultor Sergio Motta para realizar palestras, apresentar alguma premiação, além de um bom bate papo constante com seu público premiado na viagem. Oferecemos PROGRAMAS DIFERENCIADOS. Acesse www.aliante.com.br para fazermos o LANÇAMENTOe SUSTENTAÇÃOde uma campanha de incentivo.
“As lembranças de uma viagem duram dez anos,
os resultados de uma viagem de incentivo duram vinte anos,
uma viagem de incentivo com foco no aprendizado dura a vida toda”.
Trabalhamos com dois públicos: grupo de pessoas físicas (VIP ADVENTURE) e corporativo (VIAGEM DE INCENTIVO). É o mesmo conceito de viagem comercializado de maneira diferente.
Uma viagem de incentivo com foco no aprendizado é uma oportunidade de aprender na prática conceitos que muitas vezes parecem teóricos e pouco ligados à realidade de cada pessoa. É a melhor forma de premiar e motivar clientes, parceiros e funcionários de sua empresa. É um prêmio que não se pode conquistar, ele é conquistado. A exclusividade da viagem está expressa na programação, que não está disponível para passageiros comuns.
Essa viagem de incentivo com foco no aprendizado é um convite para despertar a busca do conhecimento. Os principais cenários a serem visitados nesse roteiro são: em Atenas, o Parthenon, o museu Arqueológico e outros tesouros; ao Templo de Poseidon, as Ruínas do Santuário de Apollo, Templo de Apollo, Teatro de Epidauros, Palácio de Knossos (minotauro), praias maravilhosas e muitas outras surpresas preparadas com exclusividade.
Se o princípio primordial na elaboração de uma viagem de incentivo é de ser inesquecível, essa é uma grande oportunidade para encantar seu público-alvo. Esse roteiro foi montado para equipe de vendas ou empresas comprometidas com o meio ambiente e saúde, e que buscam numa premiação, estímulos e desafios para os participantes.
Além de a programação conter entretenimento, tem como objetivo melhorar os recursos humanos da empresa procurando numa premiação aliar o conceito de incentivo e aprendizado. Tudo isso para que as empresas tenham a opção de investir numa viagem de incentivo procurando desenvolver as pessoas envolvidas para que possam aumentar cada vez mais sua produtividade.
Viagem-Aprendizado
1) Incentiva a busca de resultados
2) Incrementa o potencial profissional do participante
3) Desperta o espírito empreendedor
4) Fortalece e desperta diferenciais competitivos
5) O viajante diverte-se e aprende vivenciando situações inesquecíveis
6) Fortalece as relações profissionais dos viajantes
7) Estimula a crença em atingir metas.
Esse é o melhor sistema para empresas que buscam aumentar as vendas e motivar seus funcionários e clientes. Se você atua em RECURSOS HUMANOS, ofereça esse diferencial montando equipes de todos os níveis. Se a área for MARKETING ou VENDAS, a viagem servirá como excelente campanha de incentivo, investindo o prêmio em aprendizagem. Ou, então, ofereça a clientes e fornecedores para fortalecer o relacionamento.
Os roteiros duram 7 dias, em média, e podem ser montadas equipes em qualquer época do ano. Sugerem-se grupos de, no mínimo, 30 pessoas. Os preços variam de acordo com a época do ano e o formato da viagem, que pode ser adaptada à necessidade do cliente.
Na organização do seu evento, faça uma ação eficiente num programa de INCENTIVO INTERNACIONAL. Contrate o consultor Sergio Motta para realizar palestras, apresentar alguma premiação, além de um bom bate papo constante com seu público premiado na viagem. Oferecemos PROGRAMAS DIFERENCIADOS. Acesse www.aliante.com.br para fazermos o LANÇAMENTOe SUSTENTAÇÃOde uma campanha de incentivo.
“As lembranças de uma viagem duram dez anos,
os resultados de uma viagem de incentivo duram vinte anos,
uma viagem de incentivo com foco no aprendizado dura a vida toda”
Era meu penúltimo dia na Terra Santa. Pela manhã, voltei ao monte das Oliveiras para uma caminhada lenta e pensativa. Reservara um local especial para passar este momento: a capela da Ascensão, onde Jesus subiu ao céu, bem próxima à igreja do Pai-Nosso, também no topo do monte.
Desde o século XII, ela pertence aos muçulmanos, que consideram Jesus um dos grandes profetas. Quarenta dias após a ressurreição, o Mestre apareceu aos discípulos, os encaminhado ao monte, e, enquanto os abençoava, apartou-se deles e elevou-se ao céu: “Depois, levou-os até Betânia e, erguendo as mãos, abençoou-os. E enquanto os abençoava, distanciou-se deles e era elevado ao céu…” (Lucas 24: 50-51).
A capela era uma construção octogonal. Na entrada, à direita, encontrava-se a pedra de onde Jesus ascendeu ao céu. Segundo a tradição, era possível identificar a marca do seu pé esquerdo na rocha. Ali, ele profetizou que voltaria com o poder e muita glória: “Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu, assim virá do modo como o vistes subir” (Atos 1:11).
A ressurreição é um dos grandes enigmas do Novo Testamento. Os evangelhos descrevem-na em detalhes, mas, para aceitar este testemunho, é necessário um ato de fé, um dos maiores ensinamentos de Jesus. Não havia ninguém, já que era cedo. Concentrei-me e orei, porque me preparava para coroar o meu objetivo: aproximei-me da pedra lentamente e penetrei no espaço sagrado.
Tirei as botas e pisei bem onde ele teria ascendido. O frio da rocha fez minha pele congelar, mas o sangue corria forte pelas veias e artérias, com o nível de adrenalina a mil. Entusiasmo, euforia, reverência, delírio, alegria, emoção, todos esses sentimentos saltavam dentro de mim: meus pés repousavam no local do último contato de Jesus com a terra.
A vontade de pular era imensa, mas me contive, enquanto as lágrimas me corriam pelo rosto, livres como as de uma criança. Enfim, completara, com chave de ouro, a peregrinação pelos caminhos de Jesus!
Trabalhamos com dois públicos: grupo de pessoas físicas (VIP ADVENTURE) e corporativo (VIAGEM DE INCENTIVO). É o mesmo conceito de viagem comercializado de maneira diferente.
Uma viagem de incentivo com foco no aprendizado é uma oportunidade de aprender na prática conceitos que muitas vezes parecem teóricos e pouco ligados à realidade de cada pessoa. É a melhor forma de premiar e motivar clientes, parceiros e funcionários de sua empresa. É um prêmio que não se pode conquistar, ele é conquistado. A exclusividade da viagem está expressa na programação, que não está disponível para passageiros comuns.
Essa viagem de incentivo com foco no aprendizado começa no Cairo e vai até Luxor. Algumas das maravilhas do mundo antigo servem de cenário para palestras na qual Sergio Motta desenvolve o conceito de Soluções Criativas em cima de situações da viagem. É a vivência das experiências do livro Uma Aventura Legal na prática.
Além da parte teórica, teremos atividades vivenciais como uma caravana de camelos no deserto do Saara, rumo às pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, além da Grande Esfinge, visita aos monumentos e um jantar numa tenda beduína; visitas à Cidade dos Mortos; barganhar mercadorias no mercado Khan El Khalili e pelos Templos Luxor, Hatsepsut, Karnak; visita ao Vale dos Reis e das Rainhas, jantar com passeio no Nilo.
São nesses cenários que serão realizadas as palestras, incluídas no conceito de VIP ADVENTURE, a união perfeita entre o prazer de uma viagem inesquecível, com um tratamento VIP que o premiado merece, sempre com um apelo ADVENTURE. Prepare-se para uma viagem surpreendente e vivencie uma experiência inesquecível enquanto desperta seus diferenciais competitivos.
Além de a programação conter entretenimento, tem como objetivo melhorar os recursos humanos da empresa procurando numa premiação aliar o conceito de incentivo e aprendizado. Tudo isso para que as empresas tenham a opção de investir numa viagem de incentivo procurando desenvolver as pessoas envolvidas para que possam aumentar cada vez mais sua produtividade.
Viagem-Aprendizado
1) Incentiva a busca de resultados
2) Incrementa o potencial profissional do participante
3) Desperta o espírito empreendedor
4) Fortalece e desperta diferenciais competitivos
5) O viajante diverte-se e aprende vivenciando situações inesquecíveis
6) Fortalece as relações profissionais dos viajantes
7) Estimula a crença em atingir metas.
Esse é o melhor sistema para empresas que buscam aumentar as vendas e motivar seus funcionários e clientes. Se você atua em RECURSOS HUMANOS, ofereça esse diferencial montando equipes de todos os níveis. Se a área for MARKETING ou VENDAS, a viagem servirá como excelente campanha de incentivo, investindo o prêmio em aprendizagem. Ou, então, ofereça a clientes e fornecedores para fortalecer o relacionamento.
Os roteiros duram 7 dias, em média, e podem ser montadas equipes em qualquer época do ano. Sugerem-se grupos de, no mínimo, 30 pessoas. Os preços variam de acordo com a época do ano e o formato da viagem, que pode ser adaptada à necessidade do cliente.
Na organização do seu evento, faça uma ação eficiente num programa de INCENTIVO INTERNACIONAL. Contrate o consultor Sergio Motta para realizar palestras, apresentar alguma premiação, além de um bom bate papo constante com seu público premiado na viagem. Oferecemos PROGRAMAS DIFERENCIADOS. Acesse www.aliante.com.br para fazermos o LANÇAMENTOe SUSTENTAÇÃOde uma campanha de incentivo.
“As lembranças de uma viagem duram dez anos,
os resultados de uma viagem de incentivo duram vinte anos,
uma viagem de incentivo com foco no aprendizado dura a vida toda”.
Tinha um sonho a realizar: passar a noite de Natal o mais próximo possível de onde Jesus nasceu: a gruta da basílica da Natividade. Belém foi palco de uma importante parte da história cristã.
Meu novo quarto tinha uma escrivaninha e uma cadeira confortável, cama de casal e banheiro. Da janela ampla, podia avistar apenas telhados de casas. Por volta das dez horas, o tempo melhorou bastante e fui conhecer a basílica.
Na praça principal, o comércio já estava a pleno vapor. Cavalos e pedestres circulavam lado a lado, em meio a todo tipo de mercadoria: patos, codornas, frangos, comida, brinquedos, roupas, pães e doces. Atravessei um imenso pátio até chegar à porta da Humildade, um acesso de apenas um metro e vinte de altura, para a basílica.
No século XVII, esta porta teve suas dimensões reduzidas para garantir que os turcos não invadissem a igreja. O visitante tem de abaixar-se para transpô-la. Na entrada do templo, no chão, um mosaico bem preservado mostrava um desenho geométrico de cores delicadas.
Quando as autoridades romanas mandaram que se fizesse um censo populacional, Maria e José viram-se obrigados a mudar de Nazaré para Belém, pois o carpinteiro pertencia à linhagem de Davi e esta era a “cidade de Davi”. Ao chegarem, porém, não encontraram acomodação numa pousada, instalando-se precariamente em uma gruta usada como estábulo, onde Jesus nasceu e teve como berço uma manjedoura.
A basílica da Natividade foi construída exatamente sobre essa gruta; até ela se dirigiram os três Reis Magos, trazendo seus presentes para homenagear o Menino Deus: “E, tendo Jesus nascido em Belém de Judéia no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém” (Mateus 2:1). Na invasão persa do século VII d. C., a maioria das igrejas da região foi destruída, mas, aparentemente, a da Natividade salvou-se da profanação graças a um mosaico então existente na sua fachada, em que os Reis Magos foram retratados vestindo trajes persas.
A basílica era maior do que imaginava. Quarenta e quatro colunas feitas de pedra calcária rosa enfileiravam-se em quatro séries paralelas. Trinta delas decoradas com pinturas a óleo de santos, profetas, monges, crucificações e clérigos importantes, sobre um fundo azul. Próximas umas das outras, davam suporte à construção. Antigos lampadários de prata, com detalhes riquíssimos, seguiam-se a perder de vista até o altar grego ortodoxo.
No centro da nave havia um mosaico original que não pode ser tocado, pois fica abaixo do nível do chão, protegido por um alçapão. À direita, havia outro altar menor e também a gruta da Natividade, um espaço pequeno e escuro por onde passam multidões. Ali, de acordo com as tradições bíblicas, Jesus nasceu.
Nos meus estudos sobre a Bíblia e, durante minha viagem pela Terra Santa, pude observar e estudar com mais afinco o ser humano. Desenvolvi um material rico em conclusões, que foram publicadas no livro Nazaré. Compartilho algumas dessas visões com você nesse momento.
21 “Visões Empresariais” de Jesus para líderes do futuro
Jesus não utilizava a técnica do treinamento, ele ensinava através da convivência e da prática.
Jesus levou sua equipe a compreender os significados em longo prazo
Jesus não esperava acontecer; ele saía em busca dos objetivos que perseguia.
Jesus era um gerador de ideias novas.
Jesus fez-se seguir e obedecer por um grupo dedicado e motivado pela espontaneidade
Jesus atuava de maneira preventiva, antecipando e estudando a possibilidade de erro.
Jesus teve persistência em fazer algo aparentemente impossível tornar-se realidade.
Jesus estimulava a vontade de vencer em todos com quem se relacionava.
Jesus encarnava as crenças e valores do grupo a que pertencia.
Jesus ajudava seus seguidores, incitando-os a exercitarem sua autonomia e capacidade de questionar.
Jesus enfrentara inúmeros obstáculos intangíveis para alcançar o objetivo de transmitir a sua mensagem.
Jesus revelava em suas atitudes um autodomínio incrível, pois se concentrava na missão.
Jesus “multiplicou competências” de sua equipe ao incentivar as habilidades duráveis.
Jesus teve humildade de compreender que toda pessoa tem algo a ensinar e a aprender.
Jesus buscava disseminar experiência e fortalecer os outros para enfrentarem novos desafios.
Jesus conseguiu com atuação carismática que o grupo atingisse as metas com maior eficiência.
Jesus fez questão de deixar claro que prezava muito a sua própria independência.
Jesus possuía uma visão mais ampla da realidade e assumia como sua a luta pelos interesses de todos.
Jesus entendia a realidade pela perspectiva daqueles que liderava.
Jesus acreditava em suas habilidades e estimulava esse sentimento nos colaboradores.
Jesus exercitava a gratidão para poder comandar, ter um coração aberto, ser flexível e receptivo.
Finalmente, era hora de visitar o ponto mais fotografado e considerado o maior cartão postal de Jerusalém: o domo da Rocha ou mesquita de Omar. Tido pelos muçulmanos como o terceiro lugar mais sagrado para peregrinação em todo o mundo — só superado por Meca e Medina —, é conhecido como o “santuário nobre”.
A porta era revestida de placas de mármore e azulejos persas, em alguns dos quais estavam inscritas passagens do Corão. A cúpula, recoberta de madeira de cedro, era belíssima, com decoração em estuque pintado em vermelho e ouro. A iluminação natural vinha de 36 janelas e o número de colunas era de 28. No centro do domo, vi a rocha do monte Moriá. Ali, o anjo enviado por Deus segurou a mão de Abraão quando este se preparava para sacrificar seu filho Isaac como prova de fé. A rocha é sagrada para os muçulmanos porque, de acordo com a sua tradição religiosa, dali Maomé ascendeu ao paraíso em seu cavalo alado.
A beleza da construção impressiona e os desenhos têm detalhes esmerados. Já do lado de fora, observando o templo, notei ao fundo um belo jardim, pelo qual nos embrenhamos, Gustavo e eu. Enquanto caminhávamos, ele me explicou que a mesquita de El Aqsa foi palco de um evento dramático. O rei da Jordânia foi assassinado ali e seu neto Hussein, que estava com ele, salvou-se milagrosamente graças a uma pesada decoração que trazia no peito. As colunas são feitas de mármore de Carrara, um presente de Mussolini.
O Muro das Lamentações tem sido um lugar sagrado para os judeus, através de gerações, desde a Diáspora ou “dispersão”, quando tiveram de se exilar e fundar comunidades judaicas fora da Palestina. Isso aconteceu no século seis antes de Cristo, após a invasão dos babilônios a Judá, sitiando Jerusalém. Em seguida, eles abriram uma brecha nos muros e tomaram a cidade, que foi arrasada, teve seu templo destruído e os cidadãos deportados. O muro tornou-se um símbolo da fé hebraica, ponto de referência e local de peregrinação para os hebreus do mundo inteiro. Recebeu esse nome porque, durante o exílio, os hebreus podiam voltar aqui somente uma vez por ano para rezar, chorar e lamentar a destruição do seu templo. Essa é uma tradição que eles cultuam até hoje, como pôde observar. Ao longo de quase dois mil anos, em qualquer parte onde estivessem os judeus tinham a esperança do regresso. O muro é também o símbolo da reconquista da cidade e da reunificação total do Estado judeu em sete de junho de mil novecentos e sessenta e sete.
Esse evento não foi organizado pela VIAJANDO COM SERGIO MOTTA. Fomos contratados para realizar um trabalho especifico para uma equipe campeã. O resultado foi inesquecível para todos os envolvidos.
Entre os dias 17 e 23 de maio o conferencista Sergio Motta acompanhou a Viagem de Incentivo da GM para Buenos Aires, referente ao programa Clube de Líderes para os 100 melhores vendedores da rede de concessionárias e seus acompanhantes. Foi contratado para realizar o seguinte trabalho na Premiação.
A) No primeiro dia
Palestra Motivacional de 1h30 de duração relatando situações inesperadas e divertidas ocorridas durante suas viagens por mais de 60 países. Ele enfatizou a oportunidade daquele momento do INÍCIOda premiação para que pudessem aprender e trocar experiências no local. Compartilhou histórias com eles e fez com que se sentissem “em casa” por serem recebidos por um brasileiro, incentivando e valorizando a oportunidade da viagem. Alguns trechos das suas viagens pelo mundo foram mostrados em DVD num telão, o que atraiu e despertou atenção no público.
B) Na última noite
Foi o facilitador de uma apresentação de 1h na qual convidava os vencedores a compartilharem as melhores histórias da viagem. Os relatos das experiências foram contados com tal emoção e detalhes que o público tornou-se protagonista de cada situação, dividindo descobertas e sensações. Nas categorias história de campeão e melhor venda na empresa o público elegeu os vencedores, que recebiam uma lembrança do país.
Esse projeto foi um sucesso, uma ação eficiente num programa de INCENTIVO INTERNACIONAL.
Caso tenha necessidade, ofereço PROGRAMAS DIFERENCIADOS, é só acessar: www.aliante.com.br. Nós fazemos o LANÇAMENTOe SUSTENTAÇÃOde uma campanha de incentivo!
Viagem-Aprendizado
1) Incentiva a busca de resultados
2) Incrementa o potencial profissional do participante
3) Desperta o espírito empreendedor
4) Fortalece e desperta diferenciais competitivos
5) O viajante diverte-se e aprende vivenciando situações inesquecíveis
6) Fortalece as relações profissionais dos viajantes
7) Estimula a crença em atingir metas.
Esse é o melhor sistema para empresas que buscam aumentar as vendas e motivar seus funcionários e clientes. Se você atua em RECURSOS HUMANOS, ofereça esse diferencial montando equipes de todos os níveis. Se a área for MARKETING ou VENDAS, a viagem servirá como excelente campanha de incentivo, investindo o prêmio em aprendizagem. Ou, então, ofereça a clientes e fornecedores para fortalecer o relacionamento.
Os roteiros duram 7 dias, em média, e podem ser montadas equipes em qualquer época do ano. Sugerem-se grupos de, no mínimo, 30 pessoas. Os preços variam de acordo com a época do ano e o formato da viagem, que pode ser adaptada à necessidade do cliente.
Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo
Close-up Of A Businessman Pulling His Shirt Showing Heart Shape Symbol
Ainda sob o impacto da recepção que tive em Belém, abri a Bíblia. Percorri o texto com alguma dificuldade, pois a luz do quarto era fraca. Constatei que parara na parte em que Jesus, na Galiléia, ajudava pessoas com todos os tipos de defeitos, que eram postas à sua frente para que fossem curadas: surdos, mudos, coxos, leprosos, etc. Certa vez, ele deu atenção especial a um homem que era surdo e tinha impedimento na fala. Os surdos, em geral, ficam facilmente embaraçados, em especial no meio de multidões.
Talvez Jesus tenha percebido o nervosismo dele e, por isso, chamou-o de lado, em separado. Quando ficaram a sós, pôs os dedos nos ouvidos do outro e, depois de cuspir, tocou-lhe a língua. Então, olhando para o céu, suspirou profundamente e disse: “Abra-te”. O homem recuperou a audição e pôde falar normalmente.
Empolgado com o texto, continuei procurando exemplos da bondade de Jesus, da inesgotável disposição que tinha para socorrer os aflitos. Outra passagem dizia: “E eis que dois cegos que estavam sentados junto à estrada ouviram que Jesus passava e gritavam, dizendo: ‘Senhor, filho de Davi, tem compaixão de nós.’ E repreendia-os que se calassem. Porém, eles cada vez gritavam mais, dizendo: ‘Senhor, filho de Davi, tem compaixão de nós.’ E então, parou Jesus e chamou-os e disse: ‘Que quereis que vos faça?’ Responderam eles: ‘Que se nos abram, Senhor, os nossos olhos.’ E Jesus, compadecido deles, lhes tocou os olhos. E no mesmo instante viram, e o foram seguindo” (Mateus 20:30-34).
Mais adiante, Jesus e seu grupo chegaram a uma cidade onde morava um leproso. À época, os que sofriam dessa terrível doença, além de ficarem isolados, tinham de viver cobertos para esconder as chagas e eram obrigados a avisar às pessoas da sua presença sempre que estivessem se aproximando, afirmando: “Impuro, impuro.”
Assim, quando o referido leproso viu Jesus, atirou-se a seus pés e implorou: “Senhor, se apenas quiseres, podes me tornar limpo.” Bem impressionado com a fé demonstrada pelo homem e para espanto de todos, Jesus estendeu a mão e, sem medo de se contaminar, tocou o homem desfigurado, dizendo: “Eu quero. Torna-te limpo.” A lepra desapareceu como que por encanto. Jesus deixou, ainda, ensinamentos aliando compaixão e sabedoria, como o que segue: “Portanto, se tu estás fazendo a tua oferta diante do altar e te lembrar aí que teu irmão tem contra ti alguma coisa: deixa ali a tua oferta diante do altar e vai-te reconciliar primeiro com teu irmão, e depois virás fazer a tua oferta. Concerta-te sem demora com o teu adversário, enquanto estás posto a caminho com ele…” (Mateus 5:23-25).
A vontade sincera de auxiliar alguém com um problema era uma determinação inabalável de Jesus, o que explica em parte a fama que obteve em tão pouco tempo. A admiração de um grupo pelo líder é obtida através da compreensão por parte dos integrantes de que ele é capaz de solucionar o problema deles. Para isso, este líder precisa estar com as “antenas” constantemente ligadas, mantendo-se atento e sensível aos acontecimentos ao seu redor.
Há duas qualidades básicas que explicariam o grau de fidelidade despertado por Jesus na maioria das pessoas. A primeira era a capacidade real de resolver problemas, os seus e principalmente os dos outros. A segunda era ser intuitivo ao extremo. Todo fato é precedido de sinais que alguns executivos são capazes de captar: eles pressentem um acontecimento antes de sua ocorrência.
O segredo está em prestar atenção a tudo, pois, assim, os dados que configuram e determinarão uma situação dificilmente passam despercebidos. Além desses fatores, Jesus, enquanto estimulava o crescimento de seus discípulos, desenvolvia uma auto-imagem saudável e positiva, uma atitude de vencedor.
Muitos viajantes adoram embarcar com seu “cãopanheiro”. Crescem a cada dia as opções de hospedagem e refeição para que humanos e animais compartilhem desse momento. Por isso, caso tenha desfrutado de algum local especial com esse perfil, peço encarecidamente que ajude viajantes com seus melhores amigos a desfrutarem do mesmo ambiente. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Quando exploramos uma cidade, existem inúmeras oportunidades no roteiro. Há muitas atrações gratuitas entre museus, parques, locais públicos históricos, roteiros a pé… Depende do seu interesse em explorar essas opções e economizar para gastar com outras prioridades. Peço que contribua com alguma dica do que experimentou na sua viagem para que o próximo viajante desfrute desse momento. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Explorar a cidade é o nosso maior desafio. São experiências diversas e depende da expectativa de cada viajante. Adoro locais históricos que possuem algo para contar e enriquecer nosso aprendizado, locais imperdíveis que oferecem algo diferenciado com valor agregado e locais inusitados que despertam sensações diversas e inesquecíveis. Chegou a sua hora de ajudar os viajantes! A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Fazer compras é um dos momentos mais prazerosos quando viajamos. Encontrar locais com produtos diferenciados e preços econômicos é uma sensação muito boa. Por isso, caso conheça os melhores outlets da cidade, chegou a sua hora de repassar e deixar um viajante feliz. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Há várias opções para explorar uma cidade. Alugar uma bicicleta é uma tendência que cresce a cada dia em muitos locais pelo mundo. Essa é uma maneira de interagir mais fazendo exercício. Caso você saiba endereços para que os viajantes possam alugar uma bicicleta ou fazer passeios de bike, é sua hora de contribuir. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Trabalhamos com dois públicos: grupo de pessoas físicas e corporativo. É o mesmo conceito de viagem comercializado de maneira diferente.
O conceito VIP ADVENTURE é focado em GRUPOS DE PESSOAS FÍSICAS que pagam individualmente e quando temos o número necessário embarcamos para o destino desejado. É a união perfeita entre o prazer de uma viagem inesquecível com tratamento VIP e um apelo ADVENTURE.
O conceito VIAGEM DE INCENTIVO CORPORATIVO é focado num grupo de executivos, no qual o CLIENTE é uma empresa que tem geralmente o objetivo de oferecer uma premiação ou realizar relacionamento com clientes.
No mercado corporativo, a viagem de incentivo com foco no aprendizado é uma oportunidade de aprender na prática concepções que muitas vezes parecem teóricas e pouco ligadas à realidade de cada pessoa. Identifiquei em cada viagem que fiz e tratei de organizá-las de maneira clara e coerente.
É a melhor forma de premiar e motivar clientes, parceiros e funcionários de sua empresa. É um prêmio que não se pode conquistar, ele é conquistado. A exclusividade da viagem está expressa na programação, que não está disponível para passageiros comuns.
Sonhos como realizar uma caravana de camelo pelo Saara, conhecer a mitológica Route 66, percorrer a incrível trilha de Machu Picchu, realizar uma expedição em veículos especiais com tração 4×4 off-road no deserto, passar uma noite especial num acampamento nômade com jantar numa tenda beduína entre palmeiras e montanhas e uma grande fogueira no meio do acampamento. São nesses cenários que serão realizadas as minhas palestras.
Além de a programação conter entretenimento, tem como objetivo melhorar os recursos humanos da empresa procurando numa premiação aliar o conceito de incentivo e aprendizado. Tudo isso para que as empresas tenham a opção de investir numa viagem de incentivo procurando desenvolver as pessoas envolvidas para que possam aumentar cada vez mais sua produtividade.
Viagem-Aprendizado
1) Incentiva a busca de resultados
2) Incrementa o potencial profissional do participante
3) Desperta o espírito empreendedor
4) Fortalece e desperta diferenciais competitivos
5) O viajante diverte-se e aprende vivenciando situações inesquecíveis
6) Fortalece as relações profissionais dos viajantes
7) Estimula a crença em atingir metas.
Esse é o melhor sistema para empresas que buscam aumentar as vendas e motivar seus funcionários e clientes. Se você atua em RECURSOS HUMANOS, ofereça esse diferencial montando equipes de todos os níveis. Se a área for MARKETING ou VENDAS, a viagem servirá como excelente campanha de incentivo, investindo o prêmio em aprendizagem. Ou, então, ofereça a clientes e fornecedores para fortalecer o relacionamento.
Os roteiros duram 7 dias, em média, e podem ser montadas equipes em qualquer época do ano. Sugerem-se grupos de, no mínimo, 30 pessoas. Os preços variam de acordo com a época do ano e o formato da viagem, que pode ser adaptada à necessidade do cliente.
Os 5 relatos das minhas Viagens Aprendizados pelo mundo
Quando estamos num país diferente, um dos momentos mais agradáveis é a hora de fazer as refeições. Adoro locais típicos para experimentarmos algo diferente da culinária do país, locais econômicos para gastarmos nosso dinheiro em outra prioridade e locais diferenciados, que oferecem um encantamento único. Agora é a sua vez de ajudar os viajantes que estão embarcando a fazerem as refeições baseados nas suas experiências. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Quando planejamos uma viagem, escolher o local para nos hospedar é determinante para o sucesso desse período. Adoro locais econômicos para gastar em outras prioridades, locais custos-benefícios quando vale a pena o investimento, locais históricos que mexem com nossa imaginação. Caso tenha alguma informação, peço a sua ajuda para os viajantes. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.
Quando chegamos numa cidade, a sensação de esquecer o que planejamos é comum. É uma mistura de realização com emoção adicionada ao fato de que não querer perder tempo e estar atento para não sermos enganados. Peço, encarecidamente, que você contribua caso saiba onde podemos encontrar Centrais de Informações Turísticas que sempre oferecem dicas e mapas. A minha filosofia de vida que acredito ser a missão dos viajantes é: Planejar. Viajar. Aprender. Compartilhar. Inspirar.